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sábado, 13 de dezembro de 2008

O Ponto de Mutação


O O Ponto de Mutação é um tratado científico em que o físico Fritjof Capra com uma aguda crítica ao pensamento cartesiano na Biologia, na Medicina, na Psicologia e na Economia, explica como a nossa abordagem, limitada aos problemas orgânicos, nos levou a um impasse perigoso, ao mesmo tempo em que antevê boas perspectivas para o futuro e traz uma nova visão da realidade, que envolve mudanças radicais em nossos pensamentos, percepções e valores.
Essa nova visão inclui conceitos de espaço, de tempo e de matéria, desenvolvidos pela Física subatômica; a visão de sistemas emergentes de vida, de mente, de consciência e de evolução; a correspondente abordagem holística da Saúde e da Medicina; a integração entre as abordagens ocidental e oriental da Psicologia e da Psicoterapia; uma nova estrutura conceitual para a Economia e a Tecnologia; e uma perspectiva ecológica e feminista.
Citando o I Ching – "Depois de uma época de decadência chega o ponto de mutação" – Capra argumenta que os movimentos sociais dos anos 60 e 70 representam uma nova cultura em ascensão, destinada a substituir as nossas rígidas instituições e suas tecnologias obsoletas. Ao delinear pormenorizadamente, pela primeira vez, uma nova visão da realidade, ele espera dotar os vários movimentos com uma estrutura conceitual comum, de modo a permitir que eles fluam conjuntamente para formar uma força poderosa de mudança social.
As descobertas relativas à Física Subatômica revelam essa nova compreensão. E é de se notar que os movimentos ambientais surgiram no momento em que o Homem visualizou pela primeira vez a grande massa terrestre. Naves espaciais enviaram aos terráqueos as fotos de sua Mãe "Azul".

Fonte: wikipedia

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

A trajetória do autor José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue


Milésimo Gol ou Milésimo livro

Enquanto se discutia se Romário iria mesmo chegar ao gol de número mil, ele já tinha passado pelo milésimo fazia tempo. E mais: com reconhecimento atestado e até menção no Guinness Book, o livro dos recordes. Na verdade, José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue não marcou mil gols. Ele escreveu mais de mil livros. Isso mesmo! A impressionante marca está na casa dos 1074 livros. Nada mal para quem começou há apenas 21 anos.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Oxford edita em inglês obra de Euclides da Cunha sobre Amazônia


Folha On-Line - SP

Os ensaios do engenheiro, escritor e sociólogo brasileiro Euclides da Cunha (1866-1909) sobre a região do Amazonas acabam de ser traduzidos para o inglês sob o título "The Amazon: Land Without History".

A edição comentada pertence à série "Library of Latin America" da editora da Universidade de Oxford. A proposta é apresentar a obra de escritores latino-americanos do século 19 e 20 ao público de língua inglesa.

A maioria dos ensaios da nova edição foi recolhida pelo autor em "À margem da história", uma coleção publicada logo após sua trágica morte.

Desde 1909, quando foi morto pelo amante da sua mulher, Euclides da Cunha se tornou um ícone da história intelectual brasileira. Não só pelos recursos de sua escritura e pelos detalhes de sua própria biografia, mas também por ter conseguido descrever a essência do brasileiro como nunca antes e, para muitos críticos, nunca mais.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Real Biblioteca da Ajuda

A fim de levar a cabo essa missão, o rei Dom José I de Portugal e o ministro Marquês de Pombal empenharam-se em juntar o pouco que sobrara da Real Livraria e a organizar, no Palácio da Ajuda, uma nova biblioteca, que se tornou importante pela composição de seu acervo que, em 1807 reunia cerca de sessenta mil peças, entre livros, manuscritos, incunábulos, gravuras, mapas, moedas e medalhas. Este acervo foi aquele trazido ao Brasil após a vinda da família real em 1808, em conseqüência da invasão de Portugal pelas tropas francesas comandadas por Napoleão Bonaparte.
Mudança para o Rio de Janeiro
O acervo foi trazido em três etapas, sendo a primeira em 1810 e as outras duas em 1811. A biblioteca foi acomodada, inicialmente, nas salas do andar superior do Hospital da Ordem Terceira do Carmo (de acordo com o alvará de 27 de julho de 1810), localizado na antiga rua de trás do Carmo, atual rua do Carmo, próximo ao Paço Imperial. As instalações, no entanto, foram consideradas inadequadas e poderiam por em risco tão valioso acervo assim, em 29 de outubro de 1810, data que ficou atribuída à fundação oficial da Biblioteca Nacional, o príncipe regente editou um decreto que determinava que, no lugar que havia servido de catacumbas aos religiosos do Carmo, se erigisse e acomodasse a "minha Real Biblioteca e instrumentos de física e matemática, fazendo-se à custa da Real Fazenda toda a despesa conducente ao arranjamento e manutenção do referido estabelecimento".

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Biblioteca_Nacional_do_Brasil#Real_Biblioteca_da_Ajuda

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Bíblia mais antiga do mundo será colocada na Web


A mais antiga Bíblia existente no mundo deve ser colocada na Internet por uma equipe de especialistas da Europa, do Egito e da Rússia. O trabalho de digitalização do manuscrito, conhecido como Codex Sinaiticus, já está sendo feito.
Acredita-se que o Codex Sinaiticus, escrito em grego arcaico, seja uma das 50 cópias das Escrituras encomendadas pelo imperador romano Constantino depois que ele se converteu ao cristianismo.
A Bíblia, cuja maior parte está na Biblioteca Britânica, em Londres, data do século 4. "É um manuscrito muito especial, diferente de todos os outros", diz Scot McKendrick, chefe do Departamento de Manuscritos Medievais e Antigos da Biblioteca Britânica. "Em cada página, existem textos colocados em quatro colunas, e isso é muito diferente."

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

A Biblioteca (Miguel Reale)

Morto, a biblioteca
Projeta a sua imagem
Um livro fechado
Para sempre encerrado,
Sem novos títulos ou capítulos,
Mas com mensagens
A seus discípulos.

Já é outra a biblioteca
Sem vida interior
Na orfandade
de seu amor

Obra a pouco e pouco coligidas
Gota a gota de amorosa escolha,
a existência toda resumida
em amarelidas folhas
e, um instante,
a pena da saudade em cada estante.

Sobre a mesa um volume
Com páginas, marcadas,
Feridas abertas sinais de não aproveitadas
descobertas
neste livro
com espanto
se via um dia:
num poema pequenino
por encanto
se descobria.

Neste outro, de sua lavra,
sentia o peso da palavra:
uma palavra a mais
uma palavra a menos
e outro teria sido o seu destino.

Mas não mais terá a dor
que o atormentava tanto,
remorso do não lido
ou treslido
sem igual amor.

Madrugadas e noites lidas
linha a linha
linhas da palmas da mão
dirigidas para o incerto
a partir da solidão.
Na sombra oculta-se o exército
de cupins, traças e baratas
roendo indiferentemente
livros de ciência e filosofia
de arte e de atas,
rendilhando todo um poema
sem poesia...

- Ar! Luz!
grita o sol vibrando na vidraça
mas é tarde, é muito tarde,
quase noite na biblioteca
que cheira a mofo e naftalina,
não tem cheiro de criança,
não tem cheiro de menina.
Dentro dela só lembranças.

_Passa o tempo e o livro fica
em fila de pé
como soldado montando guarda
ao que não é.

A biblioteca remanesce
soberana ao tempo que passa
e tudo que perece,
indiferente ao sol,
aqueça ou não a vidraça.

Chega a noite à biblioteca
E alça igual seu vôo
O pássaro de Minerva.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Quantos anos dura um CD?



(Publicado iniciamente em 18/01/2005 pela Agência Fapesp)



Agência FAPESP - Com a popularização dos gravadores de CD – e, mais recentemente, de DVD –, tornou-se comum colocar diversos tipos de dados em disco, sejam eles textos, fotos ou vídeos. Mais práticos, os discos digitais também são aparentemente mais seguros. Se a informação está em um deles, ela está protegida, certo? Infelizmente não é bem assim.
Será que as informações armazenadas em CD poderão ser lidas daqui a 20 ou 30 anos? Ou mesmo daqui a dez anos? A resposta, de acordo com um estudo feito por pesquisadores do Instituto Nacional para Padrões e Tecnologia (Nist), dos Estados Unidos, depende de uma série de fatores. Por exemplo, a maneira como as mídias são armazenadas ou quais foram os materiais e processos empregados em sua fabricação.
A conclusão é simples: não espere que CDs virgens comprados em camelôs e colocados sem caixa ou envelope em uma gaveta do escritório durem tanto quanto, por exemplo, o bom e velho papel.
Mas a principal dúvida para os cientistas do Nist era saber quanto tempo um CD ou um DVD irá durar, em média. Tal informação é crítica, não apenas para o usuário comum, mas para bibliotecas, universidades, hospitais, bancos, empresas e governos, que costumam armazenar toneladas de informação em discos ópticos.
Em parceria com ao Biblioteca do Congresso norte-americano, os cientistas testaram como discos feitos em diferentes processos de fabricação resistiam ao serem expostos a altas temperaturas, umidade e luz.
O primeiro resultado verificado é óbvio e conhecido por qualquer um que já tenha comprado discos de marcas obscuras: alguns CDs duram mais do que os outros. Mas os testes mostraram que mesmos os produtos das melhores marcas sofrem demasiadamente quando expostos a altas variações no ambiente.
A boa notícia foi que a pesquisa concluiu que discos ópticos, quando bem construídos e armazenados corretamente, podem armazenar dados com segurança por várias décadas. O trabalho foi publicado no Nist Journal of Research.
O passo seguinte será identificar quais são os discos mais qualificados. Para isso, a Nist, ao lado da DVD Association (DVDA) e de diversas agências norte-americanas, decidiu formar o Grupo de Trabalho pela Preservação da Informação Governamental.
O objetivo do grupo é trabalhar em conjunto com os fabricantes de discos ópticos para estabelecer padrões específicos para a qualidade das mídias. O grupo quer que os fabricantes garantam um número de anos mínimo para o armazenamento dos dados nos discos. Tal informação viria impressa na embalagem dos produtos.
Se a proposta do grupo for aceita, CDs e DVDs graváveis poderão, no futuro, serem divididos em tipos, com relação à durabilidade. Por exemplo, discos para 40 anos ou para dois séculos.
Para ler o artigo Stability Comparison of Recordable Optical Discs – A Study of Error Rates in Harsh Conditions, de O. Slattery, R. Lu, J. Zheng, F. Byers e X. Tang e ter outras informações sobre o Grupo de Trabalho pela Preservação da Informação Governamental: www.itl.nist.gov/div895/gipwg
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