sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025

Chatbot de IA para Bibliotecas e Instituições – Conceitos e Terminologia (Parte I)

 

Resumo do Webinar: Chatbot de IA para Bibliotecas e Instituições – Conceitos e Terminologia (Parte I) - https://www.youtube.com/watch?v=l7XbYU989UI 

Introdução e Visão Geral

  • (00:00-02:01) O anfitrião Tilman apresenta o webinar, explicando o foco em chatbots de IA, seu uso em bibliotecas e diferentes casos de aplicação. Ele menciona que futuras versões serão oferecidas em francês e espanhol.
  • (02:01-03:27) Discussão sobre a adoção de chatbots em bibliotecas públicas versus universidades e institutos de pesquisa. Usuários mais jovens preferem ferramentas de IA, como o ChatGPT, em vez de mecanismos de busca tradicionais, como o Google.
  • (03:27-05:59) Serviços de chatbot baseados em IA nas bibliotecas devem atender às expectativas dos usuários, fornecendo respostas diretas em vez de apenas listas de resultados, como ocorre com o ChatGPT.

Implementação do Chatbot de IA em Bibliotecas

  • (05:59-07:18) O primeiro chatbot de IA para bibliotecas públicas, desenvolvido em Berlim, já está em operação e passa por melhorias contínuas com base no feedback dos usuários.
  • (07:18-08:34) O conceito de "gestão de expectativas" é fundamental na IA. A tecnologia não é uma solução perfeita e requer ajustes contínuos.
  • (08:34-09:43) Muitos funcionários de bibliotecas e administrações ainda não estão familiarizados com a terminologia da IA, tornando essencial a educação e o treinamento na área.

Tipos de Chatbots de IA em Bibliotecas

  • (09:43-12:01) Casos de uso para chatbots:
    • Chatbots de Recomendação (Sugerem livros/mídia com base em consultas do usuário).
    • Chatbots de Serviço (Respondem a perguntas frequentes sobre serviços da biblioteca, horários e localização).
    • Chatbots de Conhecimento (Fornecem informações institucionais internas).
    • Chatbots de Mídia (Permitem interações com livros e materiais de pesquisa).
  • (12:01-14:46) Chatbots de conhecimento exigem hospedagem segura dentro das instituições para proteger dados internos. Chatbots de mídia enfrentam desafios relacionados a direitos autorais ao fornecer respostas baseadas no conteúdo de livros e filmes.

Aspectos Técnicos dos Chatbots de IA

  • (14:46-18:10) Chatbots utilizam Modelos de Linguagem de Grande Escala (LLMs), treinados com grandes volumes de dados. No entanto, esses modelos não possuem conhecimento específico sobre uma instituição a menos que sejam alimentados com tais informações.
  • (18:10-19:52) O chatbot não treina seus próprios modelos de IA, mas utiliza um processo chamado Geração Aumentada por Recuperação (RAG) para buscar informações em fontes externas.
  • (19:52-22:56) Comparação entre modelos de IA open-source e proprietários:
    • Modelos open-source oferecem maior segurança de dados, mas exigem manutenção mais complexa.
    • Modelos proprietários (como os da OpenAI) são mais eficientes, porém cobram por uso baseado em tokens.

Busca Vetorial e Processamento de Dados no Chatbot de IA

  • (22:56-26:25) Chatbots funcionam com predições probabilísticas de palavras, o que pode levar a erros ocasionais. Eles precisam de ajustes para melhorar a precisão.
  • (26:25-29:22) Os dados são divididos em tokens (unidades menores de texto) e fragmentos (chunks, blocos de texto menores) para otimizar o processamento da IA.
  • (29:22-33:57) Embeddings vetoriais permitem que a IA processe os dados da biblioteca convertendo o texto em representações numéricas, ajudando a encontrar conteúdos com base no significado, não apenas em palavras-chave.

Desafios e Soluções nos Chatbots de IA para Bibliotecas

  • (33:57-41:08) Problemas na busca baseada em similaridade:
    • A IA frequentemente recomenda diferentes edições do mesmo livro em vez de obras similares em tema ou gênero.
    • Soluções incluem melhorias nos embeddings vetoriais, ajustes nos prompts, aprimoramento da qualidade dos dados e atualização dos modelos de IA.
  • (41:08-46:36) Melhorias técnicas, como busca híbrida (combinação de busca por palavras-chave e busca vetorial) e grafos de conhecimento (mapeamento de relações entre tópicos), podem aprimorar as respostas dos chatbots.

Conclusões e Desenvolvimentos Futuros

  • (46:36-57:29) Melhorias futuras incluirão IA multimodal (processamento de imagens, PDFs), técnicas avançadas de prompting, adaptação linguística e métricas mais refinadas para avaliar a qualidade das respostas do chatbot.
  • (57:29-59:10) Testes contínuos e feedback dos usuários são essenciais para o aprimoramento do chatbot. Os participantes são incentivados a experimentar a IA para compreender melhor suas possibilidades e limitações.
  • (59:10-1:02:37) Sessão de perguntas e respostas e convite para participar de futuros webinars sobre funcionalidades avançadas de chatbots de IA.

Este resumo sintetiza os principais pontos discutidos no webinar, abordando aplicações, mecanismos técnicos, desafios e aprimoramentos futuros para chatbots de IA no contexto de bibliotecas e instituições.

terça-feira, 31 de dezembro de 2024

Panorama Literário de 2025: Clássicos Renascem e Novidades Emergentes

O ano de 2025 promete ser vibrante para o mercado editorial brasileiro, com mais de 50 editoras anunciando cerca de 500 títulos que abrangem desde clássicos da literatura mundial até obras contemporâneas nacionais e traduções de sucessos internacionais.

Ressurgimento de Clássicos

Entre as reedições mais aguardadas estão "Os Papéis de Aspern", de Henry James, com tradução de Arthur Lungov, e "Fome", de Knut Hamsun, traduzido por Camilo Gomide. Essas obras oferecem ao leitor brasileiro a oportunidade de revisitar narrativas atemporais com traduções atualizadas, enriquecendo a experiência literária.

Destaques Nacionais e Internacionais

O Grupo Editorial Record revelou uma lista diversificada de lançamentos para 2025, incluindo títulos como "A Casa da Noite", de Jo Nesbo, e "Santo de Casa", de Stephano Volp. Além disso, a editora planeja publicar "Fight Club", de Chuck Palahniuk, e "Mi Nombre Es Emilia Del Valle", de Isabel Allende, ampliando o acesso a obras de renome internacional. Manual Geek

A Companhia das Letras, por meio de seus selos Seguinte, Suma, Paralela e Bloom, também anunciou novidades. Entre os quadrinhos previstos, destacam-se "Está Tudo Bem, Vol.2", de Mike Birchall, e "Helen de Wyndhorn", de Tom King e Bilquis Evely, ambos programados para o segundo semestre de 2025. Fora do Plástico

Iniciativas para Novos Autores

Uma iniciativa notável é o Galera Lab, que busca descobrir e mentorizar novos escritores brasileiros. A editora receberá manuscritos, selecionará dez autores para um processo de preparação e, ao final, três serão escolhidos para publicação, incentivando a renovação da literatura nacional. Manual Geek

Eventos Literários em Destaque

A Bienal do Livro de 2025, no Rio de Janeiro, promete inovações com a introdução de uma roda-gigante literária e outras atrações interativas, transformando o evento em um verdadeiro "Book Park". Essa reformulação visa proporcionar experiências imersivas aos visitantes, celebrando o título do Rio como Capital Mundial do Livro, concedido pela UNESCO. O Globo

Conclusão

O cenário literário brasileiro para 2025 se mostra dinâmico e diversificado, com uma combinação de relançamentos de clássicos, traduções de obras internacionais e incentivo a novos talentos nacionais. Os leitores podem aguardar um ano repleto de novidades que prometem enriquecer o panorama cultural do país.

#Literatura2025 #LançamentosLiterários #ClássicosReeditados #NovosAutores #BienalDoLivro

quinta-feira, 26 de dezembro de 2024

Exclusão Linguística nas Redes Sociais e o Paradoxo do Rebuscado em Tempos de Emoji

Ah, as redes sociais, esse formidável ergástulo virtual onde todos, de forma equânime, têm voz – desde que saibam utilizá-la no vocabulário telegráfico das abreviações e emojis. Neste peculiar anfiteatro contemporâneo, a exclusão linguística emerge como um espetáculo tragicômico, pois o uso do rebuscado, outrora sinal de cultura e prestígio, foi exaurido pela modernidade digital, reduzido a um eco longínquo entre tuítes e hashtags.

Pensemos: que lugar ocupa o polímata altaneiro, cuja argúcia e gosto por palavras como acrimonioso ou tacanha já não cabem em 280 caracteres? É visto como uma espécie de anacronismo ambulante, um remanescente dos tempos em que argumentar requeria mais do que memes e GIFs de reação. Sob a égide da simplicidade pragmática, o rebuscado é reduzido a “forçação de barra”, o vocábulo culto é rotulado de “esnobismo”, e o raciocínio profundo perde espaço para o sarcasmo lacônico e a cultura da "lacração".

Mas que ironia! Justamente nesses ambientes ditos democráticos, onde todos deveriam se encontrar em condições igualitárias, a língua, este patrimônio autóctone, transforma-se em instrumento de exclusão velada. Usar um termo mais complexo que “ranço” ou “cringe” é receber, sem demora, a invectiva de “pedante”. E, no entanto, o desprezo pelo rebuscado não é em si mesmo um elitismo às avessas? Pois, ao condenar o que transcende a cartilha da comunicação funcional, estabelece-se uma nova forma de hierarquia: o culto ao simplório.

O problema não reside apenas no uso da linguagem, mas na miopia de se rejeitar o que foge ao padrão, seja ele erudito ou vulgar. A exclusão linguística nas redes sociais é o espelho de uma sociedade que transforma o idioma, essa miríade viva e pulsante, em arma para acentuar divisões – e o faz ora com palavras polidas, ora com emojis chorosos. Talvez o maior paradoxo seja este: ao desprezarmos o rebuscado, perdemos uma parte essencial do que torna a língua portuguesa tão exuberantemente humana.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2024

A Hipocrisia do Culto à Leitura como Símbolo de Inteligência


Ah, o leitor voraz! Essa entidade quase mítica, elevada à condição de guardião do conhecimento humano, cujo número de páginas consumidas por mês supostamente define o coeficiente intelectual. A leitura, outrora uma prática de ócio criativo e expansão pessoal, hoje é mais um distintivo de status cultural: um "quem lê mais" de feira literária.

Observe como a sociedade fetichiza a leitura. Cita-se Dostoiévski em festas, mas ignora-se o açougueiro que recita cordéis com a alma. Quem ousaria admitir que prefere um audiobook ao peso físico de Crime e Castigo na mesa de cabeceira? "Isso não é leitura de verdade", dizem os puristas, como se a absorção do conteúdo dependesse da textura do papel e não do impacto das ideias.

E o que dizer da preferência pela "literatura canônica"? Clássicos são enaltecidos enquanto gêneros populares como a fantasia ou o romance de banca são relegados ao desprezo intelectual. Uma ironia cruel: os livros, que deveriam nos libertar, acabam nos acorrentando a um sistema de validação cultural que privilegia alguns autores enquanto apaga outros.

Mas eis o grande segredo que ninguém menciona: ler não é o mesmo que compreender. Não são poucos os que acumulam livros como troféus, mas que, ao serem perguntados, tropeçam na interpretação mais básica. Finnegans Wake na estante, manual do liquidificador no lixo.

E assim seguimos, aplaudindo quem "leu todos os volumes de Proust", mas desprezando quem aprendeu história ouvindo a avó narrar batalhas épicas do sertão. Porque, afinal, a leitura não é um ato de inteligência, mas um ato de escolha. E na escolha, caro leitor, reside o verdadeiro poder da narrativa.

Pergunta para reflexão: O que é mais valioso — ler muito ou ler com intenção?

#LeituraCritica #IroniaLinguística #FeticheLiterário #ExclusãoCultural #PoderDasNarrativas #ErudiçãoQuestionada #SociedadeContemporânea #ElitismoCultural #ReflexãoSocial #ValorDaLeitura

quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

Comparativo da ABNT NBR 14724:2011 e a ABNT NBR 14724:2024



A versão 2024 da norma ABNT NBR 14724 (4ª edição) traz mudanças pontuais e melhorias significativas na clareza e na padronização dos trabalhos acadêmicos.

Aqui trago um quadro comparativo das mudanças mais pontuais.  

Comparação entre as normas NBR 14724:2011 e NBR 14724:2024

Aspecto

NBR 14724:2011

NBR 14724:2024

Mudança

Redação inicial sobre o Foro Nacional

Menciona os Comitês Brasileiros, Organismos de Normalização Setorial e Comissões de Estudo Especiais.

Inclui "partes interessadas no tema objeto da normalização" na composição das Comissões de Estudo.

Ajuste na descrição para dar ênfase à participação de interessados diretos no tema da norma.

Referência às regras de elaboração

Cita a Diretiva ABNT, Parte 2.

Atualiza para "ABNT Diretiva 2".

Atualização no nome da norma referenciada.

Direitos de patentes

Declara possibilidade de elementos da norma serem objeto de direitos de patentes, sem detalhamento legal.

Inclui referência específica à Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996.

Adição de referência legal para maior clareza jurídica sobre direitos de patentes.

Natureza voluntária das normas

Não aborda explicitamente o caráter voluntário das normas.

Declara explicitamente que normas ABNT são voluntárias e não substituem Leis, Decretos ou Regulamentos.

Adição de informação reforçando o caráter voluntário das normas e sua subordinação a leis e regulamentos.

Regulamentos técnicos

Não menciona o uso de normas ABNT como parte de regulamentos técnicos.

Destaca que normas ABNT podem ser citadas em Regulamentos Técnicos, com datas definidas por órgãos reguladores.

Adição de esclarecimento sobre a aplicabilidade das normas ABNT em contextos regulatórios.

Consulta Nacional

Consulta ocorreu de 08.10.2010 a 06.12.2010.

Consulta ocorreu de 19.02.2024 a 19.03.2024.

Atualização das datas da Consulta Nacional conforme a nova revisão.

Revisão técnica

Substitui a edição de 2005.

Substitui a edição de 2011.

Atualização no período de revisão, refletindo a nova versão da norma.

Descrição inicial

Refere-se aos documentos indispensáveis à aplicação da norma.

Similar, mas descreve que os conteúdos podem ser totais ou parciais como requisitos para a norma.

Ajuste na redação, enfatizando a aplicabilidade parcial ou total dos documentos referenciados.

Referência à NBR 6028

Resumo – Procedimento.

Resumo, resenha e recensão – Apresentação.

Atualização do título da norma NBR 6028 para refletir sua revisão.

Código de Catalogação Anglo-Americano

Incluído como referência datada (2ª edição, 2002).

Removido.

Exclusão do Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR2) como referência normativa. Pois além dele tem o RDA.

Número de referências

9 referências, incluindo o AACR2.

8 referências, com exclusão do AACR2.

Redução no número de referências normativas devido à exclusão do AACR2.

Definição de "dissertação"

Define dissertação detalhadamente, sem incluir uma nota explicativa.

Mantém definição semelhante, mas adiciona uma NOTA explicativa para destacar a sistematização do autor.

Inclusão de nota explicativa para reforçar os requisitos para dissertação.

Definição de "tese"

Inclui descrição detalhada, mas sem nota explicativa.

Adiciona uma NOTA explicativa que destaca a tese como uma investigação original com contribuição especial.

Adição de uma nota para esclarecer o que constitui a tese como uma contribuição acadêmica original.

Estrutura geral

Define a estrutura em "Parte externa" e "Parte interna" com os mesmos elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais.

Mantém a estrutura geral com os mesmos elementos e organização.

Sem mudanças significativas na estrutura geral.

Apresentação da capa

Informações obrigatórias na capa, incluindo nome da instituição (opcional), título, subtítulo, número do volume, local e ano de entrega.

Mantém as mesmas informações obrigatórias, mas ajusta ligeiramente a redação.

Pequenos ajustes de redação para maior clareza, como "ano de depósito do trabalho (ou seja, da entrega)" e uso de "do trabalho" para especificar.

Lombada

Elemento opcional, conforme ABNT NBR 12225.

Mantém como elemento opcional, mas especifica que, caso seja impressa, deve seguir a norma ABNT NBR 12225.

Adição de uma condição ("se for impressa") para reforçar a aplicabilidade da norma NBR 12225.

Notas e recomendações

Inclui uma nota sobre cidades homônimas e a recomendação de adicionar a sigla da unidade federativa.

Mantém a mesma recomendação, mas ajusta a redação ("cidades homônimas, recomenda-se o acréscimo da sigla").

Redação ligeiramente ajustada para maior fluidez, sem alterar o significado.

Redação da introdução

"Elemento obrigatório. Apresentada conforme 4.2.1.1.1 e 4.2.1.1.2."

"Elemento obrigatório. Deve ser apresentada conforme 4.2.1.1.1 e 4.2.1.1.2."

Leve ajuste de redação para reforçar a obrigatoriedade e a recomendação de conformidade.

Letra d (número do volume)

"Se houver mais de um, deve constar em cada folha de rosto a especificação do respectivo volume."

"Se houver mais de um, deve constar, em cada folha de rosto, a especificação do respectivo volume."

Pequena alteração na pontuação para maior clareza e fluidez.

Letra e (natureza do trabalho)

"Tipo do trabalho (tese, dissertação, trabalho de conclusão de curso e outros)"

"Tipo do trabalho (tese, dissertação, trabalho de conclusão de curso, entre outros)"

Substituição de "e outros" por "entre outros" para melhorar a fluidez textual.

Letra g (local)

"Local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado."

"Local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado o trabalho."

Adição da expressão "o trabalho" para especificar o objeto da apresentação.

Letra h (ano de depósito)

"Ano de depósito (da entrega)."

"Ano de depósito do trabalho (ou seja, da entrega)."

Inclusão de "do trabalho" e esclarecimento adicional com "ou seja, da entrega" para maior precisão e explicação.

4.2.1.1.2 Verso (Dados de catalogação)

Dados de catalogação-na-publicação, conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente.

Dados internacionais de catalogação-na-publicação, conforme o código vigente. Adiciona instruções para formato eletrônico.

Alteração do termo para "dados internacionais de catalogação" e inclusão de diretriz para trabalhos em formato eletrônico.

4.2.1.2 Errata

Inclui exemplo de errata, com pequena inconsistência na pontuação.

Mesmo exemplo de errata, corrigindo a pontuação (uso de travessão no lugar de hífen).

Correção textual no exemplo de errata.

4.2.1.3 Folha de aprovação

Lista os elementos obrigatórios, sem especificar detalhes sobre o subtítulo ou formatação.

Adiciona a expressão "se houver" para o subtítulo e mantém os demais elementos obrigatórios.

Pequena atualização para maior clareza ao tratar do subtítulo.

4.2.1.6 Epígrafe

A epígrafe é elaborada conforme a ABNT NBR 10520 e posicionada após os agradecimentos.

Esclarece que epígrafes pré-textuais não precisam seguir o item 5.5, mas epígrafes nas seções primárias devem seguir.

Adiciona diferenciação entre epígrafes pré-textuais e de seções primárias, com menção ao item 5.5.

4.2.1.7 e 4.2.1.8 Resumo

Resumos em língua vernácula e estrangeira devem ser elaborados conforme a ABNT NBR 6028.

Mantém a mesma orientação, mas ajusta a redação para reforçar a obrigatoriedade do uso da NBR 6028.

Apenas ajustes de redação sem mudanças no conteúdo.

4.2.1.10 Lista de tabelas

Elemento opcional, com descrição básica e exemplo de título e número da folha.

Explicita a obrigatoriedade do uso da palavra "Tabela", seguida de número de ordem e travessão. Exemplo ajustado.

Detalhamento adicional no formato exigido e padronização do exemplo.

4.2.1.11 Lista de abreviaturas e siglas

Elemento opcional, com exemplo de relação alfabética de siglas e abreviaturas.

Mantém descrição idêntica, mas ajusta pequenos detalhes no exemplo (como grafia correta de "Inmetro").

Revisão do exemplo para corrigir inconsistências textuais.

4.2.1.12 Lista de símbolos

Elemento opcional, com descrição e exemplo para sua elaboração.

Mantém descrição idêntica, sem alterações no exemplo.

Sem mudanças significativas.

4.2.1.13 Sumário

Elemento obrigatório, elaborado conforme a ABNT NBR 6027.

Mantém descrição idêntica, mas reforça a obrigatoriedade com a inclusão da expressão "deve ser elaborado".

Ajuste de redação para enfatizar a obrigatoriedade, sem alterações no conteúdo.

4.2.2 Elementos textuais Divisão em capítulos/seções

Não menciona restrições sobre a divisão do texto em capítulos ou seções.

Especifica que o trabalho não pode ser dividido em capítulos, devendo ser organizado em seções (ver 5.4).

Adição de restrição quanto ao uso de capítulos, exigindo organização em seções

4.2.3.1 Referências

Elemento obrigatório, elaborado conforme a ABNT NBR 6023.

Mantém a obrigatoriedade, mas adiciona uma orientação: referências de anexos devem constar em nota de rodapé ou lista específica.

Adição de diretriz para referências associadas a anexos, reforçando sua localização apropriada.

4.2.3.2 Glossário

Elemento opcional, elaborado em ordem alfabética.

Mantém a descrição, mas ajusta ligeiramente o exemplo, corrigindo a grafia e estilo ("Duplo fundo" com minúscula).

Ajuste no exemplo para consistência de estilo e correção textual ("á guas" corrigido para "águas").

4.2.3.3 Apêndice

Texto precedido da palavra "APÊNDICE", identificado por letras maiúsculas consecutivas, travessão e título.

Mantém as diretrizes, mas adiciona que o destaque tipográfico deve seguir o estilo da seção primária.

Adição de regra sobre o uso de destaque tipográfico (negrito, itálico ou sublinhado).

Exemplo - Apêndice

APÊNDICE A – Avaliação numérica de células inflamatórias.

APÊNDICE A — AVALIAÇÃO NUMÉRICA DE CÉLULAS INFLAMATÓRIAS.

Substituição do travessão curto (–) pelo longo (—) e uso de letras maiúsculas no título do exemplo.

4.2.3.4 Anexo

Texto precedido da palavra "ANEXO", identificado por letras maiúsculas consecutivas, travessão e título.

Mesma mudança que no apêndice: deve seguir o destaque tipográfico da seção primária.

Adição de regra sobre o uso de destaque tipográfico.

Exemplo - Anexo

ANEXO A – Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes nas caudas em regeneração...

ANEXO A — REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE CONTAGEM DE CÉLULAS INFLAMATÓRIAS PRESENTES NAS CAUDAS EM REGENERAÇÃO...

Ajuste semelhante ao exemplo do apêndice: uso do travessão longo (—) e título em letras maiúsculas.

4.2.3.5 Índice

Elemento opcional, elaborado conforme a ABNT NBR 6034.

Mantém a mesma descrição, mas reforça a obrigatoriedade com "deve ser elaborado conforme a ABNT NBR 6034".

Ajuste de redação para enfatizar a conformidade com a norma ABNT NBR 6034.

Apresentação do texto

Texto deve ser digitado ou datilografado em cor preta, permitindo outras cores apenas para ilustrações.

Texto deve ser apresentado em cor preta, sem menção ao uso de máquinas datilográficas.

Atualização para refletir a realidade atual, excluindo a referência a "datilografado".

Uso de papel

Se impresso, utilizar papel branco ou reciclado no formato A4 (21 cm × 29,7 cm).

Mesma instrução, sem alterações.

Sem mudanças.

Dados de catalogação

Dados internacionais de catalogação na publicação devem constar no verso da folha de rosto.

Mantém a mesma orientação.

Sem mudanças.

Margens

Anverso: esquerda e superior de 3 cm; direita e inferior de 2 cm.

Mesma instrução, mas numerada como "a" (anverso) e "b" (verso).

Organização em itens numerados para maior clareza.

Tamanho da fonte

Fonte tamanho 12 recomendada para todo o trabalho, exceto em citações longas, notas de rodapé, paginação etc.

Mesma recomendação, mas com ajustes na redação para maior clareza.

Redação ajustada para maior precisão e fluidez.

Outros ajustes textuais

Menção a "digitado ou datilografado" e "excetuando-se citações com mais de três linhas, notas de rodapé etc."

Atualizado para "quando o trabalho for digitado" e "excetuando-se citações diretas com mais de três linhas etc."

Substituição de termos para maior alinhamento ao vocabulário contemporâneo e técnico.

Espaçamento geral

Todo o texto deve ser digitado ou datilografado com espaçamento 1,5 entre as linhas, exceto itens específicos.

Mantém a mesma regra, mas especifica "citações diretas" em vez de "citações".

Especificação mais clara sobre o tipo de citação.

Itens com espaço simples

Inclui citações com mais de três linhas, notas de rodapé, referências, legendas e natureza do trabalho.

Mantém os mesmos itens, mas adiciona "títulos das ilustrações e das tabelas" e "fontes" à lista.

Inclusão de itens adicionais que devem ser digitados com espaço simples.

Separação das referências

Devem ser separadas entre si por um espaço simples em branco no final do trabalho.

Mantém a mesma regra.

Sem mudanças.

Alinhamento na folha de rosto e aprovação

Natureza do trabalho, objetivo, nome da instituição e área de concentração devem ser alinhados do meio da mancha para a margem direita.

Restrito à natureza do trabalho.

Foco exclusivamente na natureza do trabalho, excluindo objetivo, nome da instituição e área de concentração.

Notas de rodapé - Espaçamento

Separadas do texto por um espaço simples e por filete de 5 cm da margem esquerda.

Mesma regra de espaçamento e filete de 5 cm.

Sem mudanças.

Notas de rodapé - Alinhamento

Alinhadas a partir da segunda linha abaixo da primeira letra da primeira palavra, destacando o expoente.

Mesma regra de alinhamento.

Sem mudanças.

Indicativos de seção (5.2.2)

Os títulos das seções primárias devem começar em página ímpar (anverso).

Adiciona recomendação para trabalhos impressos apenas no anverso, onde títulos primários devem começar em nova página.

Inclusão de regra adicional para trabalhos apresentados apenas no anverso.

Separação dos títulos das subseções

Devem ser separados do texto que os precede e sucede por espaço de 1,5 entre linhas.

Mantém a mesma regra, sem alterações.

Sem mudanças.

Alinhamento de títulos longos

Títulos que ocupem mais de uma linha devem alinhar a segunda linha abaixo da primeira letra da primeira palavra do título.

Mesma regra mantida.

Sem mudanças.

Títulos sem indicativo numérico (5.2.3)

Listas de títulos sem indicativo numérico são centralizados; não inclui "lista de tabelas" explicitamente.

Inclui "lista de tabelas" na lista de títulos sem indicativo numérico.

Adição de "lista de tabelas" como título sem indicativo numérico.

Elementos sem título (5.2.4)

Inclui folha de aprovação, dedicatória e epígrafe, sem especificações adicionais.

Adiciona recomendação de alinhamento: dedicatória e epígrafe devem ser alinhadas do meio da mancha gráfica até a margem direita na parte inferior da página.

Adição de recomendação específica para alinhamento de dedicatória e epígrafe.

5.3 Paginação - Pré-textuais

Folhas ou páginas pré-textuais devem ser contadas, mas não numeradas.

Adiciona uma regra que o verso da folha de rosto, com os dados de catalogação, não pode ser contado ou numerado.

Inclusão de restrição para evitar contagem do verso da folha de rosto.

5.3 Paginação - Numeração geral

A numeração das páginas no texto deve ser em algarismos arábicos, no canto superior direito (anverso) ou esquerdo (verso).

Mantém a mesma orientação para numeração.

Sem mudanças.

5.3 Paginação - Multivolumes

Numeração contínua em trabalhos de múltiplos volumes; apêndices e anexos devem continuar a numeração do texto principal.

Mesma regra, mas ajusta a redação para maior clareza ("Se houver apêndice e anexo").

Alteração textual para simplificação e clareza.

5.4 Numeração progressiva

Numeração deve seguir a ABNT NBR 6024 e destacar gradativamente os títulos das seções no texto e no sumário.

Mesma orientação, mas organiza melhor a redação para destacar os recursos de formatação como negrito, itálico e sublinhado.

Reorganização textual para maior precisão, sem alterar o conteúdo.

5.5 Citações

Apresentadas conforme a ABNT NBR 10520.

Mantém a mesma orientação, sem alterações.

Sem mudanças.

5.6 Siglas

Siglas devem ser indicadas entre parênteses, precedidas do nome completo.

Mesma regra, sem alterações.

Sem mudanças.

5.7 Equações e fórmulas

Devem ser destacadas no texto e, se necessário, numeradas com algarismos arábicos alinhados à direita.

Inclui recomendação de usar apenas o número nas menções subsequentes e reforça o alinhamento à direita.

Adição da orientação sobre menções subsequentes às equações e maior clareza na redação.

5.8 Ilustrações

Palavra designativa, número, título e fonte devem ser apresentados, com a fonte obrigatória, mesmo se for do próprio autor.

Mantém os mesmos requisitos e adiciona: a) referência conforme ABNT NBR 10520; b) orientação para margens e alinhamento; c) exemplos detalhados de fontes autorais.

Adição de detalhamento sobre fontes e margens; introdução de exemplos para ilustrações produzidas pelo autor.

5.9 Tabelas

Devem ser citadas no texto e padronizadas conforme IBGE.

Adiciona exigência de indicar a fonte conforme ABNT NBR 10520 e detalha exemplos de fontes autorais.

Maior detalhamento sobre as fontes e alinhamento com as ilustrações.

 Fonte: ABNT NBR 14724 (Elaboração, Marcelo Diniz).

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