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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Citações da obra Crítica da Modernidade de Alain Touraine.

TOURAINE, Alain. Crítica da Modernidade. Tradução de Elia Ferreira Edel. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 1997. 431 p. ISBN 85-326-1164-8

“Jean Jacques Rousseau pertence a esta filosofia do iluminismo porque, comenta Jean Starobinski, toda a sua obra está dominada pela busca da transparência e pela luta contra os obstáculos que obscurecem o conhecimento e a comunicação” (p. 20).

“o que vale para a sociedade, vale para o individuo” (p. 20)

Os filósofos do iluminismo, no Sec. XVIII – “É preciso substituir a arbitrariedade da moral religiosa pelo conhecimento das leis da natureza” (p. 21)

“[...] o triunfo do bem não seria possível se a virtude não censurasse o prazer” (p. 22)

“O ser humano não é mais uma criatura feita por Deus à sua imagem, mas um ator social definido por papeis, isto é, pelas condutas ligadas a status e que devem contribuir para o bom funcionamento do sistema social” (p. 26)

“A sociedade nada mais é que o conjunto dos efeitos produzidos pelo progresso do conhecimento” (p. 38)

A Declaração dos direitos do homem e do cidadão.
“A declaração francesa dos direitos situa-se na junção de um período que foi dominado pelo pensamento inglês com o período das revoluções que será dominado pelo modelo político Frances e pelo pensamento alemão” (p. 61)

“A sociedade industrial que se forma na Europa, depois na América do Norte, surge cortada por um capitalismo brutal: de um lado o mundo do interesse e da individualidade, sobre o qual Schopenhauer diz que é esteticamente uma taberna cheia de bêbados, intelectualmente um asilo de alienados e moralmente um covil de bandidos; do outro, o mundo impessoal do desejo que não se comunica com o do cálculo”. (p. 115)

“Nietzshe combate a resposta de Schopenhauer, mas adota sua critica do individualismo. Ele se coloca no interior da modernidade e reivindica a herança do iluminismo, particularmente de Voltaire, sobretudo pela rejeição ao cristianismo: os homens se separam dos deuses, mas essa ruptura não é o fim do mundo, ela é ao mesmo tempo uma libertação que abre uma nova época e um assassinato que deixa o homem carregado de culpa. ‘Deus esta morto’, diz ele em A Gaia Ciência, e acrescenta, ‘nós o matamos’” (p. 116)

“Mas todos os filósofos da Escola de Frankfurt vêem na cultura de massa um instrumento de repressão e não de submissão, de escravidão, portanto” (p. 162)

“A influencia da Escola de Frankfurt é e permanece considerável, pois uma sociedade dominada pela produção, pelo consumo e pela comunicação de massa tende a reduzir os indivíduos a preencher que outros definiram para eles, e esta forma moderna de dependência, muito diferente daquela das sociedades tradicionais que submetiam o individuo a regras e ritos [...]” (p. 165)

“Quanto mais a modernidade se faz presente, mais se eclipsam as representações que a identificavam com o desaparecimento do sujeito, como o sol substituindo a lua no céu.” (p. 303).

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