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terça-feira, 29 de dezembro de 2009

O fim da cdd, cdu, pha, cutter?

Com as mudanças paradigmáticas influenciadas pelas novas tecnologias, a Classificação é um dos fazeres da Ciência da Informação que mais podem sofrer.
Os aportes tecnológicos levam os processos técnicos para novos conceitos de catalogação. Nesse sentido, os recursos digitais (entre eles, os livros eletrônicos), estão mudando as características de se catalogar, indexar e classificar.
A catalogação (ou representação descritiva): Desde as fichas catalográficas (ainda remanescente em alguns processos técnicos), passando pelo formato MARC com a AACR2 (desde a década de 60 e até hoje na informatização da catalogação e recuperação da informação), e chegando no RDA com o modelo FBRB, e na atualidade das novas linguagens de programação (XML, RDF), e formatos (Dublin Core);
A Indexação, desde os tesauros do século XIX, também se reinventando nas ontologias para a Web Semântica e nas folksonomias para as tag clouds.
Mas e a Classificação em códigos? Desde o Pinakes, passando pelas classificações decimais e de autorias, a classificação em códigos basicamente se preocupa com códigos para guarda e recuperação de livros nas estantes. Haverá uma possível reabilitação com o sistema Scorpions da OCLC e LC? Acredito que não. Códigos não são suficientes para se acompanhar o avanço do conhecimento simultaneamente à sua fragmentação.
Em diretórios hierárquicos, onde se representam domínios do conhecimento, a classificação é construída sem códigos. Um conceito ganha significação com a relação com os outros conceitos.
Por falar em diretórios e folksonomias, faz-me pensar que, além, das classificações, os sistemas estruturados e ‘fixos’ das linguagens documentárias também podem estar perto do fim.
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