<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672</id><updated>2012-01-09T22:01:31.196-03:00</updated><category term='NOAM CHOMSKY. MICHEL FOUCAULT. debate'/><category term='Legiao Show'/><category term='feira de livro'/><category term='biblioteca acre'/><category term='Arquivo'/><category term='Fluxo da Informação - Processamento técnico - CDU - CDD - AACR2'/><category term='Livros. Dilma. Incentivo a leitura.  Feira do livro.'/><category term='Rui Barbosa'/><category term='bibliodados. site. base de dados.'/><category term='Lobão - Texto - Isto é.'/><category term='Premil nobel - literatura. nobel de literatura'/><category term='Flamengo. Futebol.'/><category term='o poder das bibliotecas. livro'/><category term='Bibliotecário . robôs. cientistas'/><category term='Literatura. Premio jabuti'/><category term='Cdu. Cutter'/><category term='Pesquisa quantitativa. pesquisa qualitativa. metodologia'/><category term='Amor em outra língua “Başka Dilde Aşk” - Love in Another Language (2009) - Turkia. Filme'/><category term='cerebro. pesquisa. google.'/><category term='cesar castro'/><category term='50 maiores clássicos da literatura mundial'/><category term='Biblioteca Virtual'/><category term='Vinicius. Argentina. Literatura. Biografia.'/><category term='Normalização. ABNT. Ficha catalográfica.'/><category term='Crítica da Modernidade. 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Ribamar fiquene.'/><category term='Herbert Vianna'/><title type='text'>BIBLIODADOS</title><subtitle type='html'>Temas Biblioteconômicos &amp;amp; Outras Informações</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>73</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-2758954927649549818</id><published>2012-01-09T21:54:00.000-03:00</published><updated>2012-01-09T21:54:38.698-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Umberto Eco.'/><title type='text'>Umberto Eco: "O excesso de informação provoca amnésia"</title><content type='html'>O escritor italiano diz que a internet é perigosa para o ignorante e útil para o sábio porque ela não filtra o conhecimento e congestiona a memória do usuário&lt;br /&gt;LUÍS ANTÔNIO GIRON, DE MILÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/ab/Umberto_Eco_04.jpg/200px-Umberto_Eco_04.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="255" width="200" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/ab/Umberto_Eco_04.jpg/200px-Umberto_Eco_04.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;PROFESSOR&lt;br /&gt;O pensador e romancista italiano Umberto Eco completa 80 anos nesta semana. Ele está escrevendo sua autobiografia intelectual&lt;br /&gt;(Foto: Eric Fougere/VIP Images/Corbis)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O escritor e semiólogo Umberto Eco vive com sua mulher em um apartamento duplo no segundo e terceiro andar de um prédio antigo, de frente para o palácio Sforzesco, o mais vistoso ponto turístico de Milão. É como se Alice Munro morasse defronte à Canadian Tower em Toronto, Hakuri Murakami instalasse sua casa no sopé do monte Fuji, ou então Paulo Coelho mantivesse uma mansão na Urca, à sombra do Pão de Açúcar. "Acordo todo dia com a Renascença", diz Eco, referindo-se à enorme fortificação do século XV. O castelo deve também abrir os portões pela manhã com uma sensação parecida, pois diante dele vive o intelectual e o romancista mais famoso da Itália.&lt;br /&gt;Um dos andares da residência de Eco é dedicado ao escritório e à biblioteca. São quatro salas repletas de livros, divididas por temas e por autores em ordem alfabética. A sala em que trabalha abriga aquilo que ele chama de "ala das ciências banidas", como ocultismo, sociedades secretas, mesmerismo, esoterismo, magia e bruxaria. Ali, em um cômodo pequeno, estão as fontes principais dos romances de sucesso de Eco: O nome da rosa (1980), O pêndulo de Foucault (1988), A ilha do dia anterior (1994), Baudolino (2000), A misteriosa chama da rainha Loana (2004) e O cemitério de Praga. Publicado em 2010 e lançado com sucesso no Brasil em 2011, o livro provocou polêmica por tratar de forma humorística de um assunto sério: o surgimento do antissemitismo na Europa. Por motivos diversos, protestaram a igreja católica e o rabino de Roma: aquela porque Eco satirizava os jesuítas ("são maçons de saia", diz o personagem principal, o odioso tabelião Simone Simonini), este porque as teorias conspiratórias forjadas no século XIX - como o Protocolo dos sábios do Sião - poderiam gerar uma onda de ódio aos judeus. Desde o início da carreira, em 1962, como autor do ensaio estético Obra aberta, Eco gosta de provocar esse tipo de reação. Mesmo aos 80 anos, que completa em 5 de janeiro, parece não perder o gosto pelo barulho. De muito bom humor, ele conversou com Época durante duas horas sobre a idade, o gênero que inventou - o suspense erudito -, a decadência europeia e seu assunto mais constante nos últimos anos: a morte do livro. É de pasmar, mas o maior inimigo da leitura pelo computador está revendo suas posições - e até gostando de ler livros... pelo iPad que comprou durante sua última turnê americana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÉPOCA - Como o senhor se sente, completando 80 anos?&lt;br /&gt;Umberto Eco - Bem mais velho! (Risos.) Vamos nos tornando importantes com a idade, mas não me sinto importante nem velho. Não posso reclamar de rotina. Minha vida é agitada. Ainda mantenho uma cátedra no Departamento de Semiótica e Comunicação da Universidade de Bolonha e continuo orientando doutorandos e pós-doutorandos. Dou muita palestra pelo mundo afora. E tenho feito turnês de lançamento de O cemitério de Praga. Acabo de voltar de uma megaexcursão pelos Estados Unidos. Ela quase me custou o braço. Estou com tendinite de tanto dar autógrafos em livros. &lt;br /&gt;ÉPOCA - O senhor tem sido um dos mais ferrenhos defensores do livro em papel. Sua tese é de que o livro não vai acabar. Mesmo assim, estamos assistindo à popularização dos leitores digitais e tablets. O livro em papel ainda tem sentido?&lt;br /&gt;Eco - Sou colecionador de livros. Defendi a sobrevivência do livro ao lado de Jean-Claude Carrière no volume Não contem com o fim do livro. Fizemos isso por motivos estéticos e gnoseológicos (relativo ao conhecimento). O livro ainda é o meio ideal para aprender. Não precisa de eletricidade, e você pode riscar à vontade. Achávamos impossível ler textos no monitor do computador. Mas isso faz dois anos. Em minha viagem pelos Estados Unidos, precisava carregar 20 livros comigo, e meu braço não me ajudava. Por isso, resolvi comprar um iPad. Foi útil na questão do transporte dos volumes. Comecei a ler no aparelho e não achei tão mau. Aliás, achei ótimo. E passei a ler no iPad, você acredita? Pois é. Mesmo assim, acho que os tablets e e-books servem como auxiliares de leitura. São mais para entretenimento que para estudo. Gosto de riscar, anotar e interferir nas páginas de um livro. Isso ainda não é possível fazer num tablet. &lt;br /&gt;ÉPOCA - Apesar dessas melhorias, o senhor ainda vê a internet como um perigo para o saber?&lt;br /&gt;Eco - A internet não seleciona a informação. Há de tudo por lá. A Wikipédia presta um desserviço ao internauta. Outro dia publicaram fofocas a meu respeito, e tive de intervir e corrigir os erros e absurdos. A internet ainda é um mundo selvagem e perigoso. Tudo surge lá sem hierarquia. A imensa quantidade de coisas que circula é pior que a falta de informação. O excesso de informação provoca a amnésia. Informação demais faz mal. Quando não lembramos o que aprendemos, ficamos parecidos com animais. Conhecer é cortar, é selecionar. Vamos tomar como exemplo o ditador e líder romano Júlio César e como os historiadores antigos trataram dele. Todos dizem que foi importante porque alterou a história. Os cronistas romanos só citam sua mulher, Calpúrnia, porque esteve ao lado de César. Nada se sabe sobre a viuvez de Calpúrnia. Se costurou, dedicou-se à educação ou seja lá o que for. Hoje, na internet, Júlio César e Calpúrnia têm a mesma importância. Ora, isso não é conhecimento. &lt;br /&gt;ÉPOCA - Mas o conhecimento está se tornando cada vez mais acessível via computadores e internet. O senhor não acha que o acesso a bancos de dados de universidades e instituições confiáveis estão alterando nossa noção de cultura?&lt;br /&gt;Eco - Sim, é verdade. Se você sabe quais os sites e bancos de dados são confiáveis, você tem acesso ao conhecimento. Mas veja bem: você e eu somos ricos de conhecimento. Podemos aproveitar melhor a internet do que aquele pobre senhor que está comprando salame na feira aí em frente. Nesse sentido, a televisão era útil para o ignorante, porque selecionava a informação de que ele poderia precisar, ainda que informação idiota. A internet é perigosa para o ignorante porque não filtra nada para ele. Ela só é boa para quem já conhece – e sabe onde está o conhecimento. A longo prazo, o resultado pedagógico será dramático. Veremos multidões de ignorantes usando a internet para as mais variadas bobagens: jogos, bate-papos e busca de notícias irrelevantes. &lt;br /&gt;ÉPOCA - Há uma solução para o problema do excesso de informação?&lt;br /&gt;Eco - Seria preciso criar uma teoria da filtragem. Uma disciplina prática, baseada na experimentação cotidiana com a internet. Fica aí uma sugestão para as universidades: elaborar uma teoria e uma ferramenta de filtragem que funcionem para o bem do conhecimento. Conhecer é filtrar. &lt;br /&gt;ÉPOCA - O senhor já está pensando em um novo romance depois de O cemitério de Praga?&lt;br /&gt;Eco - Vamos com calma. Mal publiquei um e você já quer outro. Estou sem tempo para ficção no momento. Na verdade, vou me ocupar agora de minha autobiografia intelectual. Fui convidado por uma instituição americana, Library of Living Philosophers, para elaborar meu percurso filosófico. Fiquei contente com o convite, porque passo a fazer parte de um projeto que inclui John Dewey, Jean-Paul Sartre e Richard Rorty - embora eu não seja filósofo. Desde 1939, o instituto convida um pensador vivo para narrar seu percurso intelectual em um livro. O volume traz então ensaios de vários especialistas sobre os diversos aspectos da obra do convidado. No final, o convidado responde às dúvidas e críticas levantadas. O desafio é sistematizar de uma forma lógica tudo o que já fiz...&lt;br /&gt;ÉPOCA - Como lidar com tamanha variedade de caminhos?&lt;br /&gt;Eco - Estou começando com meu interesse constante desde o começo da carreira pela Idade Média e pelos romances de Alessandro Manzoni. Depois vieram a Semiótica, a teoria da comunicação, a filosofia da linguagem. E há o lado banido, o da teoria ocultista, que sempre me fascinou. Tanto que tenho uma biblioteca só do assunto. Adoro a questão do falso. E foi recolhendo montes de teorias esquisitas que cheguei à ideia de escrever O cemitério de Praga.&lt;br /&gt;ÉPOCA - Entre essas teorias, destaca-se a mais célebre das falsificações, O protocolo dos sábios de Sião. Por que o senhor se debruçou sobre um documento tão revoltante para fazer ficção?&lt;br /&gt;Eco - Eu queria investigar como os europeus civilizados se esforçaram em construir inimigos invisíveis no século XIX. E o inimigo sempre figura como uma espécie de monstro: tem de ser repugnante, feio e malcheiroso. De alguma forma, o que causa repulsa no inimigo é algo que faz parte de nós. Foi essa ambivalência que persegui em O cemitério de Praga. Nada mais exemplar que a elaboração das teorias antissemitas, que viriam a desembocar no nazismo do século XX. Em pesquisas, em arquivos e na internet, constatei que o antissemitismo tem origem religiosa, deriva para o discurso de esquerda e, finalmente, dá uma guinada à direita para se tornar a prioridade da ideologia nacional-socialista. Começou na Idade Média a partir de uma visão cristã e religiosa. Os judeus eram estigmatizados como os assassinos de Jesus. Essa visão chegou ao ápice com Lutero. Ele pregava que os judeus fossem banidos. Os jesuítas também tiveram seu papel. No século XIX, os judeus, aparentemente integrados à Europa, começaram a ser satanizados por sua riqueza. A família de banqueiros Rotschild, estabelecida em Paris, virou um alvo do rancor social e dos pregadores socialistas. Descobri os textos de Léo Taxil, discípulo do socialista utópico Fourier. Ele inaugurou uma série de teorias sobre a conspiração judaica e capitalista internacional que resultaria em Os protocolos dos sábios do Sião, texto forjado em 1897 pela polícia secreta do czar Nicolau II. &lt;br /&gt;ÉPOCA - O senhor considera os Procotolos uma das fontes do nazismo?&lt;br /&gt;Eco - Sem dúvida. Adolf Hitler, em sua autobiografia, Minha luta, dava como legítimo o texto dosProtocolos. Hitler tomou como verdadeira uma falsificação das mais grosseiras, e essa mentira constitui um dos fundamentos do nazismo. A raiz do antissemitismo vem de muito antes, de uma construção do inimigo, que partiu de delírios e paranoias.&lt;br /&gt;ÉPOCA - O personagem de O cemitério de Praga, Simone Simonini, parece concentrar todos os preconceitos e delírios europeus do século XIX. Ele é ao mesmo tempo antissemita, anticlerical, anticapitalicas e antissocialista. Como surgiu na sua mente alguém tão abominável?&lt;br /&gt;Eco - Os críticos disseram que Simonini é o personagem mais horroroso da literatura de todos os tempos, e devo concordar com eles. Ele também é muito divertido. Seus excessos estão ali para provocar riso e revolta. No romance, Simonini é a única figura fictícia. Guarda todos os preconceitos e fantasias sobre um inimigo que jamais conhece. E se desdobra em várias personalidades: durante o dia, atua como tabelião falsificador de documentos; à noite, traveste-se em falso padre jesuíta e sai atrás de aventuras sinistras. Acaba virando joguete dos monarquistas, que se opõem à unificação da Itália, e, por fim, dos russos. Imaginei Simonini como um dos autores de Os protocolos dos sábios do Sião. &lt;br /&gt;ÉPOCA - A falsificação sobre falsificações permitida pela ficção tornou o livro controverso. Ele tem provocado reações negativas. O senhor gosta de lidar com polêmicas? &lt;br /&gt;Eco - A recepção tem sido positiva. O livro tem feito sucesso sem precisar de polêmicas. Quando foi lançado na Itália, ele gerou alguma discussão. O L'osservatore Romano, órgão oficial do Vaticano, publicou um artigo condenando os ataques do livro aos jesuítas. Não respondi, porque sou conhecido como um intelectual anticlerical - e já havia discutido com a igreja católica no tempo de O nome da rosa, quando me acusaram de atacar a igreja. O rabino de Roma leu O cemitério de Praga e advertiu em um pronunciamento que as teorias contidas no livro poderiam se tornar novamente populares a partir da obra. Respondi a ele que não havia esse perigo. Ao contrário, se Simonini serve para alguma coisa, é para provocar nossa indignação.&lt;br /&gt;ÉPOCA - Além de falsário, Simonini se revela um gourmet. Ao longo do livro, o senhor joga listas e listas de receitas as mais extravagantes, que Simonini comenta com volúpia. O senhor gosta de gastronomia?&lt;br /&gt;Eco - Eu sou MacDonald's! Nunca me incomodei com detalhes de comida. Pesquisei receitas antigas com um objetivo preciso: causar repugnância no leitor. A gastronomia é um dado negativo na composição do personagem. Quando Simonini discorre sobre pratos esquisitos, o leitor deve sentir o estômago revirado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÉPOCA - Qual o sentido de escrever romances hoje em dia? O que o atrai no gênero?&lt;br /&gt;Eco - Faz todo o sentido escrever ficção. Não vejo como fazer hoje narrativa experimental, como James Joyce fez com Finnegan's Wake, para mim a fronteira final da experimentação. Houve um recuo para a narrativa linear e clássica. Comecei a escrever ficção nesse contexto de restauração da narratividade, chamado de pós-modernismo. Sou considerado um autor pós-moderno, e concordo com isso. Vasculho as formas e artifícios do romance tradicional. Só que procuro introduzir temas que possam intrigar o leitor: a teoria da comédia perdida de Aristóteles em O nome da rosa; as conspirações maçônicas em O pêndulo de Foucault; a imaginação medieval emBaudolino; a memória e os quadrinhos em A misteriosa chama; a construção do antissemitismo em O cemitério de Praga. O romance é a realização maior da narratividade. E a narratividade conserva o mito arcaico, base de nossa cultura. Contar uma história que emocione e transforme quem a absorve é algo que se passa com a mãe e seu filho, o romancista e seu leitor, o cineasta e seu espectador. A força da narrativa é mais efetiva do que qualquer tecnologia.&lt;br /&gt;ÉPOCA - Philip Roth disse que a literatura morreu. Qual a sua opinião sobre os apocalípticos que preveem a morte da literatura?&lt;br /&gt;Eco - Philip Roth é um grande escritor. A contar com ele, a literatura não vai morrer tão cedo. Ele publica um romance por ano, e sempre de boa qualidade. Não me parece que nem o romance nem ele pretendem interromper a carreira (risos).&lt;br /&gt;ÉPOCA - Mas por que hoje não aparecem romancistas do porte de Liev Tolstói e Gustave Flaubert?&lt;br /&gt;Eco - Talvez porque ainda não os descobrimos. Nada acontece imediatamente na literatura. É preciso esperar um pouco. Devem certamente existir Tolstóis e Flauberts por aí. E têm surgido ótimos ficcionistas em toda parte.&lt;br /&gt;ÉPOCA - Como o senhor analisa a literatura contemporânea?&lt;br /&gt;Eco - Há bons autores medianos na Itália. Nada de genial, mas têm saído livros interessantes de autores bastante promissores. Hoje existe o thriller italiano, com os romances de suspense de Andrea Camilleri e seus discípulos. No entanto, um signo do abalo econômico italiano é que não é mais possível um romancista viver de sua obra literária, como fazia (Alberto) Moravia. Hoje romance virou uma atividade diletante. É diferente do que ocorre nos Estados Unidos, aindaum polo emissor de ótima ficção e da profissionalização dos escritores. Além dos livros de Roth, adorei ler Liberdade, de Jonathan Franzen, um romance de corte clássico e repleto de referências culturais. A França, infelizmente, experimenta uma certa decadência literária, e nada de bom apareceu nos últimos tempos. O mesmo parece se passar com a América Latina. Já vão longe os tempos do realismo fantástico de García Márquez e Jorge Luis Borges. Nada tem vindo de lá que me pareça digno de nota.&lt;br /&gt;ÉPOCA - E a literatura brasileira? Que impressões o senhor tem do Brasil? O país lhe parece mais interessante hoje do que há 30 anos?&lt;br /&gt;Eco - O Brasil é um país incrivelmente dinâmico. Visitei o Brasil há muito tempo, agora acompanho de longe as notícias sobre o país. A primeira vez foi em 1966. Foi quando visitei terreiros de umbanda e candomblé - e mais tarde usei essa experiência em um capítulo de O pêndulo de Foucault para descrever um ritual de candomblé. Quando voltei em 1978, tudo já havia mudado, as cidades já não pareciam as mesmas. Imagino que hoje em dia o Brasil esteja completamente transformado. Não tenho acompanhado nada do que se faz por lá em literatura. Eu era amigo do poeta Haroldo de Campos, um grande erudito e tradutor. Gostaria de voltar, tenho muitos convites, mas agora ando muito ocupado... comigo mesmo.&lt;br /&gt;ÉPOCA - O senhor foi o criador do suspense erudito. O modelo é ainda válido?&lt;br /&gt;Eco - Em O nome da Rosa, consegui juntar erudição e romance de suspense. Inventei o investigador-frade William de Baskerville, baseado em Sherlock Holmes de Conan Dolyle, um bibliotecário cego inspirado em Jorge Luis Borges, e fui muito criticado porque Jorge de Burgos, o personagem, revela-se um vilão. De qualquer forma, o livro foi um sucesso e ajudou a criar um tipo de literatura que vejo com bons olhos Sim, há muita coisa boa sendo feita. Gosto de (Arturo) Pérez-Reverte, com seus livros de fantasia que lembram os romances de aventura de Alexandre Dumas e Emilio Salgari que eu lia quando menino.&lt;br /&gt;ÉPOCA - Lendo seus seguidores, como Dan Brown, o senhor às vezes não se arrepende de ter criado o suspense erudito?&lt;br /&gt;Eco - Às vezes, sim! (risos) O Dan Brown me irrita porque ele parece um personagem inventado por mim. Em vez de ele compreender que as teorias conspiratórias são falsas, Brown as assume como verdadeiras, ficando ao lado do personagem, sem questionar nada. É o que ele faz em O Código Da Vinci. É o mesmo contexto de O pêndulo de Foucault. Mas ele parece ter adotado a história para simplificá-la. Isso provoca ondas de mistificação. Há leitores que acreditam em tudo o que Dan Brown escreve - e não posso condená-los.&lt;br /&gt;ÉPOCA - O que vem antes na sua obra, a teoria ou a ficção?&lt;br /&gt;Eco - Não há um caminho único. Eu tanto posso escrever um romance a partir de uma pesquisa ou um ensaio que eu tenha feito. Foi o caso de O pêndulo de Foucault, que nasceu de uma teoria. Baudolino resultou de ideias que elaborei em torno da falsificação. Ou vice-versa. Depois de escrever O cemitério de Praga, me veio a ideia de elaborar uma teoria, que resultou no livroCostruire il Nemico (Construir o Inimigo, lançado em maio de 2011). E nada impede que uma teoria nascida de uma obra de ficção redunde em outra ficção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÉPOCA - Quando escreve, o senhor tem um método ou uma superstição?&lt;br /&gt;Eco - Não tenho nenhum método. Não sou com Alberto Moravia, que acordava às 8h, trabalhava até o meio-dia, almoçava, e depois voltava para a escrivaninha. Escrevo ficção sempre que me dá prazer, sem observar horários e metodologias. Adoro escrever por escrever, em qualquer meio, do lápis ao computador. Quando elaboro textos acadêmicos ou ensaio, preciso me concentrar, mas não o faço por método.&lt;br /&gt;ÉPOCA - Como o senhor analisa a crise econômica italiana? Existe uma crise moral que acompanha o processo de decadência cultural? A Itália vai acabar?&lt;br /&gt;Eco - Não sou economista para responder à pergunta. Não sei por que vocês jornalistas estão sempre fazendo perguntas (risos). Talvez porque eu tenha sido um crítico do governo Silvio Berlusconi nesses anos todos, nos meus artigos de jornal, não é mesmo? Bom, a Itália vive uma crise econômica sem precedentes. Nos anos Berlusconi, desde 2001, os italianos viveram uma fantasia, que conduziu à decadência moral. Os pais sonhavam com que as filhas frequentassem as orgias de Berlusconi para assim se tornarem estrela da televisão. Isso tinha de parar, acho que agora todos se deram conta dos excessos. A Itália continua a existir, apesar de Berlusconi.&lt;br /&gt;ÉPOCA - O senhor está confiante com a junção Merkozy (Nicolas Sarkozy e Angela Merkel) e a ascensão dos tecnocratas, como Mario Monti como primeiro ministro da Itália?&lt;br /&gt;Eco - Se não há outra forma de governar a zona do Euro, o que fazer? Merkel tem o encargo, mas também sofre pressões em seu país, para que deixe de apoiar países em dificuldades. A ascensão de Monti marca a chegada dos tecnocratas ao poder. E de fato é hora de tomar medidas duras e impopulares que só tecnocratas como Monti, que não se preocupa com eleição, podem tomar, como o corte nas aposentadorias e outros privilégios.&lt;br /&gt;ÉPOCA - O que o senhor faz no tempo livre?&lt;br /&gt;Eco - Coleciono livros e ouço música pela internet. Tenho encontrado ótimas rádios virtuais. Estou encantado com uma emissora que só transmite música coral. Eu toco flauta doce (mostra cinco flautas de variados tamanhos), mas não tenho tido tempo para praticar. Gosto de brincar com meus netos, uma menina e um menino.&lt;br /&gt;ÉPOCA - Os 80 anos também são uma ocasião para pensar na cidade natal. Como é sua ligação com Alessandria?&lt;br /&gt;Eco - Não é difícil voltar para lá, porque Alessandria fica a uns 100 quilômetros de Milão. Aliás foi um dos motivos que escolhi morar por aqui: é perto de Bolonha e de Alessandria. Quando volto, sou recebido como uma celebridade. Eu e o chapéu Borsalino, somos produção de Alessandria! Reencontro velhos amigos no clube da cidade, sou homenageado, bato muito papo. Não tenho mais parentes próximos. É sempre emocionante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/ideias/noticia/2011/12/umberto-eco-o-excesso-de-informacao-provoca-amnesia.html"&gt;G1&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-2758954927649549818?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/2758954927649549818/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=2758954927649549818' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/2758954927649549818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/2758954927649549818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2012/01/umberto-eco-o-excesso-de-informacao.html' title='Umberto Eco: &quot;O excesso de informação provoca amnésia&quot;'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-428473488760784379</id><published>2012-01-04T10:10:00.001-03:00</published><updated>2012-01-04T10:11:21.274-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gonçalves Dias. poeta maranhense.'/><title type='text'>Gonçalves Dias – o martir</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-wuQq38C0z0U/TwRPrkj1ejI/AAAAAAAAAP0/PdMz5HDZiVE/s1600/GD.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="360" width="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-wuQq38C0z0U/TwRPrkj1ejI/AAAAAAAAAP0/PdMz5HDZiVE/s400/GD.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O imortal cantor dos Timbiras, o ineigne libertador da literatura patria foi um martir.&lt;br /&gt;Ainda nnai balbuciava as primeiras palavras, qando sentiu a primeira dor.&lt;br /&gt;Seu “Pae”, procurando escapar às perseguições que naquele tempo lhe moviam em Caxias, partiu para a Europa, abandonando-o.&lt;br /&gt;Ao voltar poucos anos depois, cazou-se com outra mulher. Viu-se, entao, o pequenino separado daquela que lhe dera o ser, ficando num triste berço, entregue aos cuidados de maos estrenhas, sem o beijo dos mais doces labios, sem o calor do mais santo colo – o colo e os labios da mae.&lt;br /&gt;É certamente desse berço sem caricias que ele diz mais tarde:&lt;br /&gt;“... Antes meu berço&lt;br /&gt;Que vajidos do infante vivedouro&lt;br /&gt;Os sons finaes de um morinbunbdo ouvisse”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criança, entrando a praticar na loja de seu pai,era ai, ,maltratado pelo dezapiedado caixeiro que, á força de palmatoria, o queria fazer compreender os complicados calculos do balcão.&lt;br /&gt;Aos quatorze anos apenas, sogreu a grande desgraça de morrer-lhe o pai. E ele que já havia enveredado pelo caminho das letras, veria perdida todas as suas esperanças, se não fora a alma boa e generoza de sua madrasta que o mandou estudar em Coimbra.&lt;br /&gt;Lá, vivendo despreocupadamente, sentindo apenas as saudades da&lt;br /&gt;“... Terra que o sol calido vigora&lt;br /&gt;E em frouxa languidez estende os nervos...”, achou-se inesperadamente a braços com a mizeria devido à suspensão da mezada que lhe mandava a madrasta.&lt;br /&gt;Em pleno florescer da mocidade, enamorou-se de uma “formosa filha de Modengo”, e ele e ela, impulsionados pelo mesmo sentimento, com o ardor proprio da carne nessa bela quadra de vida, ele e ela se amoram apaixonadamente. E desta vez, a sorte ainda foi adversa ao poeta: pobre, sem recursos pecuniarios, não pode despozar a sua “doce imajem” que tinha o suspiro.&lt;br /&gt;“Mais saudoso que as auras encantadas”.&lt;br /&gt;Quando foi para obter o pergaminho de bacharel, vio se obrigado, pela falta de dinheiro, empenhar a sua mimoza biblioteca que não poude mais rehaver.&lt;br /&gt;Quis o poeta vizitar a formosa Caxias, abraçar a sua querida mae, rever os lugares onde passara a infancia.&lt;br /&gt;Chegado á terra que tanto amava, em vez de receber manifestações carinhosas, teve filho bastardo, que sofrer os apodos e preconceitos de uma sociedade ignara.&lt;br /&gt;Desprezado pro aqueles que o deviam acariciar, parte para o Rio de Janeiro em busca de meio mais civilizado.&lt;br /&gt;Ai dobrou o martirio do poeta: alem das dores moraes que continuamente sofria, começou a depauparar-se o seu organismo.&lt;br /&gt;Em um desses momentos em que, de uma só vez, lhe deram alanceados corpo e alma escreveu:&lt;br /&gt;“Meu Deus, Senhor meu Deus, o que há no mundo&lt;br /&gt;Que não seja sofrer?&lt;br /&gt;O homem nasce e vive num só instante,&lt;br /&gt;E sofre até morrer!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, em verdade, a vida do poeta na patria, no estranjeiro por onde andou varias vezes, foi toda ella, do berço ao tumulo, uma cadeia de dores!&lt;br /&gt;Ainda nos ultios instantes da vida, no naufragio da barca em que viajava enfraquecido pelo seu sofrimento fisico que o tolhia de procurar a salvacao, desprezado pelos de bordo, o mar, pouco a pouco, asfixiando-o, alem da agonia da morte, sofria outra dor, a mais cruel, mais punjente, mais lancenante, a dor de morrer bem perto da terra querida sem poder ouvir o canto do sabiá nos leques da palmeira!&lt;br /&gt;Permite, pois, ó poeta, tu, “Que foste grande na dor como na lira”, que eu deponha, aqui, o meu modesto, mas sincero preito de hoiemnagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mata Roma.&lt;br /&gt;Do Instrituto Gomes de Souza&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-428473488760784379?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/428473488760784379/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=428473488760784379' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/428473488760784379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/428473488760784379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2012/01/gonlacves-dias-o-martir.html' title='Gonçalves Dias – o martir'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-wuQq38C0z0U/TwRPrkj1ejI/AAAAAAAAAP0/PdMz5HDZiVE/s72-c/GD.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-547409941963509453</id><published>2011-12-29T13:57:00.000-03:00</published><updated>2011-12-29T13:57:32.587-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Seriados. análise. Lost. House. 24 horas. Dexter.'/><title type='text'>Filósofo vai de Aristóteles a Descartes para analisar personagens de séries</title><content type='html'>14/02/2010 - 07h47&lt;br /&gt;PUBLICIDADE&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;ANA PAULA SOUSA&lt;br /&gt;da Folha de S.Paulo&lt;br /&gt;Professor de filosofia do que seria, na França, o ensino médio, Thibaut de Saint Maurice percebeu, numa tarde cinzenta de inverno, que as explicações sobre o "raciocínio experimental" eram incapazes de alterar, minimamente que fosse, o olhar de seus alunos. Estavam todos alheios ao que dizia. Foi então que, tal e qual reviravolta num roteiro, ele lembrou-se do doutor House, o médico que dá nome a uma das séries mais vistas no mundo.&lt;br /&gt;"Ao escrever no quadro-negro, para ninguém, lembrei do House tentando explicar aos colegas, no hospital, a pertinência de suas hipóteses", diz. "Perguntei aos alunos se conheciam o House. Até os que olhavam pela janela se voltaram para mim. Começamos a falar sobre a descoberta dos diagnósticos pelo personagem e, então, toda aquela história de 'diálogo entre razão e experimento' ganhou sentido."&lt;br /&gt;Nascia assim "Philosophie en Séries" ("Filosofia em Séries"), publicado na França, sem tradução no Brasil. Se são muitos os subprodutos que as séries procriam, poucos são os que se mostram tão inventivos e, digamos, filosóficos.&lt;br /&gt;"A riqueza das séries é inexplorada", diz o autor, em entrevista à Folha. "Todas juntas, são um formidável espelho da vida contemporânea e constituem um grande reservatório de experiências e de situações com as quais muita gente se identifica." Por isso, sentado em frente à TV, Maurice resolveu filosofar e, de posse de um livro de Kant, acabou por pensar em Jack Bauer, "antikantiano" por excelência.&lt;br /&gt;O autor está convicto de que séries como "Nip/Tuck", "A Sete Palmos" e "Dexter", diversão à parte, giram em torno de questionamentos sobre os valores sociais e a maneira de se ver o mundo. A obsessão estética, a morte e o senso de justiça numa sociedade que se sente refém da violência são, na visão de Maurice, o estofo desses programas.&lt;br /&gt;Jack Bauer, por sua vez, seria o típico herói pós-moderno. "Seu heroísmo não repousa sobre uma virtude essencial, uma fé religiosa ou sobre valores universais. Seu heroísmo é o da eficácia. Sua moral é a utilitarista. A violência que ele pratica é vista como um preço a ser pago em nome da eficácia."&lt;br /&gt;Já House encarnaria a figura moderna de um Sócrates obcecado pela busca pela verdade. "O sucesso da figura de House é extremamente revelador de uma sociedade que não se importa mais com a verdade", diz, dialético.&lt;br /&gt; arte Folha de S.Paulo&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-SNbLl-ZATho/TvybWQU4_bI/AAAAAAAAAPc/IO47fQQSGHI/s1600/10043297.gif" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="276" width="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-SNbLl-ZATho/TvybWQU4_bI/AAAAAAAAAPc/IO47fQQSGHI/s320/10043297.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-rJ4yo73DINo/TvybWjmIFxI/AAAAAAAAAPo/1NP3dXDowf4/s1600/10043298.gif" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="276" width="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-rJ4yo73DINo/TvybWjmIFxI/AAAAAAAAAPo/1NP3dXDowf4/s320/10043298.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Conciliação cultural&lt;br /&gt;O que empurrou Maurice para o projeto foi o desejo de reconciliar cultura de massa e cultura acadêmica. Ele, que tem 30 anos e cresceu assistindo a "Buffy", "Arquivo-X" e "Oz", está convicto de que, por meio da cultura de massa, também é possível valorizar o que os grandes pensadores um dia disseram. "Quando se fala em cultura geral, se pensa na cultura clássica: a cultura do passado é transmitida pela escola enquanto a cultura de massa é tratada como mero entretenimento. Mas isso, simplesmente, não corresponde à maneira como as pessoas vivenciam sua prática cultural. Ver TV não exclui a leitura de livros."&lt;br /&gt;Maurice defende, ao contrário, que pelo fato de estarem no dia a dia de espectadores do mundo todo, as séries podem, se esmiuçadas, mostrar o quanto a filosofia clássica tem a dizer sobre a contemporaneidade. E por que as séries e não o cinema? "Se eu tivesse sido professor nos anos 50, certamente o cinema é que teria chamado a minha atenção, ou mesmo o rock'n'roll. Mas, hoje, o vigor criativo está nas séries."&lt;br /&gt;Maurice confessa, na entrevista, que dentre os 11 programas que analisa, os prediletos são "24 Horas" e "A Sete Palmos". O primeiro, porque tem uma ação vigorosa e toca, de maneira explícita, nas questões da filosofia moral. O segundo, pela capacidade de falar sobre o lugar que a morte ocupa na vida de cada um.&lt;br /&gt;O filósofo irrita-se, porém, com "CSI", que, a seu ver, coloca os procedimentos científicos a serviço do fantasma da segurança e da resolução de crimes. "Me parece um tratamento complicado, pouco cuidadoso, da ciência, um dos bens mais preciosos da humanidade."&lt;br /&gt;E, no seu caso, é possível falar de séries sem desrespeitar a complexidade de certas teorias? "Você faria a mesma pergunta se eu usasse a filosofia para falar sobre pintura?", pergunta, num momento-House. Ou seria Sócrates?&lt;br /&gt;PHILOSOPHIE EN SÉRIES&lt;br /&gt;Autor: Thibaut de Saint Maurice&lt;br /&gt;Editora: Ellipses (176 págs.; importado)&lt;br /&gt;Quanto: 11,88 euros (cerca de R$ 30 mais taxas em www.amazon.fr)&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u693612.shtml"&gt;Folha&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-547409941963509453?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/547409941963509453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=547409941963509453' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/547409941963509453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/547409941963509453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/12/filosofo-vai-de-aristoteles-descartes.html' title='Filósofo vai de Aristóteles a Descartes para analisar personagens de séries'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-SNbLl-ZATho/TvybWQU4_bI/AAAAAAAAAPc/IO47fQQSGHI/s72-c/10043297.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-8838998178459758342</id><published>2011-12-29T13:01:00.000-03:00</published><updated>2011-12-29T13:01:40.643-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Thalita Rebouças. Escritor.'/><title type='text'>CONSELHOS ÚTEIS PARA QUEM QUER SER ESCRITOR (Thalita Rebouças)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://mankasite.manka.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Thalita-Rebou%C3%A7as3.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="650" width="433" src="http://mankasite.manka.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Thalita-Rebou%C3%A7as3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Escrever é uma arte, e não é das mais simples. Não basta ter apenas uma idéia na cabeça e começar a escrever, acho que 50% inspiração e 50% transpiração já é um bom começo para quem deseja ser escritor, a escritora Thalita enumerou 12 pérolas que são conselhos úteis para quem deseja começar a escrever, o qual transcrevi aqui no site auxiliando quem deseja iniciar na arte das palavras e textos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Nunca é tarde para correr atrás de um sonho. Zélia Gattai começou a escrever aos 63 anos, furou as orelhas aos 80 e hoje é imortal. Mas comece logo. Agora, se possível, tenha você 15 ou 80 anos. Escrever um livro leva tempo, então por que esperar mais? Cada dia de espera é um dia perdido, não volta mais. Aliás, esta dica serve para qualquer sonho que você tiver. Acredite e comece a se mexer. Ficar em casa assistindo à Sessão da Tarde não ajuda nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrei-me agora de uma passagem do primeiro livro do Amyr Klink, Cem dias entre Céu e Mar, em que ele conta uma coisa muito bonita. Seu medo maior não era das tempestades, dos tubarões ou da solidão. Seu medo era de nunca sequer partir para tentar realizar o seu sonho de cruzar o Oceano Atlântico remando. Não tentar pode ser muito, muito mais doloroso do que fracassar. Portanto, por mais difícil que possa parecer, NÃO DESISTA!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Não se preocupe se os seus primeiros textos não forem um primor. É muito difícil acertar a mão logo de primeira. Continue tentando, continue insistindo. Você vai melhorar. Como dizem os ingleses, “a prática traz a perfeição”. Escreva e reescreva cada parágrafo, cada capítulo dezenas de vezes, se necessário. Eu só paro de alterar um livro quando a editora me obriga a entregar os originais para iniciar o processo de publicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Aliás… o ato de escrever se resume, basicamente, a duas etapas: a primeira consiste em despejar a história no papel. A segunda, minha preferida, em burilar esse texto “despejado”. Lembre-se de que, como disse o filósofo francês Voltaire, escrever é a arte de cortar palavras. Acredite, é um dos melhores conselhos para quem quer viver de escrever. Não tenha pena do seu texto, corte, corte mais uma vez, mais uma. Limpe as arestas, enxugue as gorduras, mesmo, sem dó nem piedade. Assim, seu texto fica mais enxuto a cada leitura, a cada tratamento e, um belo dia, ele vai estar pronto, tinindo, apenas esperando que você dê a partida e o envie para as editoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Se você é do tipo que entra em pânico diante de uma tela de Word em branco, compre um gravadorzinho. É uma excelente ferramenta de trabalho, vivo com o meu para cima e para baixo para não deixar as idéias sumirem na memória. Muita gente me diz que o difícil é começar a escrever, que dá um branco, parece que tem uma barreira etc. Com o auxílio do gravador, você simplesmente conta a história para você mesmo. Acredite, depois fica fácil passar para o papel. Você começará apenas transcrevendo suas idéias mas, aos poucos, vai tomar gosto pela escrita e pelo processo de lapidação de texto. E posso adiantar uma coisa? Prepare-se, é uma delícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Uma forma bem bacana de praticar a escrita (e também de aprender a encarar as críticas numa boa) é criar um blog. Eles proliferam na internet e vieram ao mundo para mostrar o talento de muita gente que andava escrevendo escondida por aí. Além de ser uma maneira de mostrar a sua cara (e seu texto, claro), o blog pode te ajudar a ser encontrado por uma editora, já que cada vez mais a web se firma como celeiro de bons escribas. Se quiser conhecer o meu blog, clique aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) Não escreva sem saber aonde quer chegar, fica muito difícil. É claro que você pode – e deve – mudar a sua história ao longo do tempo, mas sempre tenha um objetivo definido. Um exemplo: quando comecei a pensar em escrever o Tudo por um Pop Star defini que seriam três amigas, fãs fanáticas (e desastradas), capazes de fazer as maiores loucuras para chegar perto de seus ídolos. Os detalhes vieram depois, nasceram enquanto eu escrevia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) Escolha um tema familiar, com o qual você se sinta à vontade. E pesquise o quanto for preciso para dar consistência ao seu romance. Com a Internet, pesquisar os mais diversos assuntos ficou bem mais fácil. E é uma das partes mais gostosas do trabalho de escrever um livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a história empacar, deixe o livro de lado por algum tempo, mas não desista. De tanto revisar uma parte, você pode acabar não vendo mais o que precisa ser corrigido. Deixe o texto descansar por algumas semanas e depois volte a ele com olhos renovados. Problemas que pareciam insolúveis se resolvem naturalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9) Observe. Tudo. No carro, na portaria, no elevador, na night, observe tudo e todos. O cotidiano é uma infindável fonte de inspiração (bebem dela grandes autores, como João Ubaldo Ribeiro, Mário Prata e Fernando Sabino, só para citar alguns). Um comentário aparentemente inútil e sem importância que você ouviu no elevador pode render idéias saborosas para crônicas, contos e até romances. Fique de olhos e ouvidos bem abertos! Sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10) Cuidado com a opinião de amigos ou mesmo de parentes. Ela pode ser desfavorável (ou não tão otimista quanto você esperava) e abalar a sua garra. Lembre-se de que a última coisa que os pais de Paulo Coelho desejavam era que ele se tornasse escritor. E quem vai dizer agora que ele estava errado? Além do mais, seu livro, por mais que você o ame e o ache perfeito, sempre desagradará a alguém. Nenhum livro (nenhum, mesmo!) tem aprovação unânime. Se alguém criticar seu texto, procure encarar com naturalidade. É difícil, mas é preciso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11) Molho. Massa sem molho é uma lástima. Fica uma coisa sem graça, insossa, zero apetitosa. Texto sem molho é isso aí e mais um pouco. Escrever corretamente é uma coisa. Escrever com molho é outra. Uma boa história é capaz de prender o leitor. Mas uma boa história com molho pode conquistá-lo e ser o ingrediente que levará seu projeto de livro para frente. Luis Fernando Veríssimo, Fernando Sabino e João Ubaldo Ribeiro são ótimos exemplos de autores que sabem dar molho ao que escrevem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12) Leia. Leia muito. Livros, jornais, revistas, bulas de remédio, manuais de máquinas fotográficas, blogs, gibis, não importa. É lendo que ficamos em contato com a matéria-prima de todo e qualquer escritor: a língua portuguesa. É como o treino para um jogador de futebol. Sem leitura, um escritor que podia ser craque vira apenas mais um perna-de-pau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes conselhos são da escritora Thalita Rebouças que autorizou esta postagem.&lt;br /&gt;Para quem já está com seu primeiro original prontinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Registre seus originais na Biblioteca Nacional antes de enviá-los a uma editora. O procedimento é simples e está descrito no site da instituição. Importante: este registro não precisa ser enviado para as editoras junto com os originais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Envie, junto com uma carta de apresentação caprichada, um exemplar encadernado para todas as editoras que você acha que têm perfil para publicar o seu livro. Muita gente me pergunta se podem mandar os originais em formato digital. Melhor não. O ideal é que seus originais cheguem à editora impressos e encadernados. Mas isso é o óbvio, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://f.i.uol.com.br/folha/folhinha/images/10310113.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="220" width="300" src="http://f.i.uol.com.br/folha/folhinha/images/10310113.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Só que é preciso tomar alguns cuidados. Se você simplesmente enviar os originais num envelope pardo, pode ter certeza de que ele vai acabar numa pilha que, usualmente, vai do chão ao teto. As editoras simplesmente não conseguem avaliar todos os originais que chegam para elas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que isso não aconteça, invente uma forma criativa de se destacar dos outros candidatos a escritor. Exemplos: mande os originais numa caixa enorme, cheia de balas. Ou mande numa caixa colorida. Ou o que mais você inventar para aparecer mais do que os outros. &lt;br /&gt;Claro que você pode ter sorte, como teve ninguém menos que J. K. Rowlling, a criadora de Harry Potter, o bruxinho mais famoso e milionário do mundo. Foi do topo de uma pilha dessas que foi pego seu primeiro original, simplesmente porque um compromisso do agente foi cancelado. Mas, na dúvida, vamos sempre tentar dar uma mãozinha para a nossa sorte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Coloque um pinguinho de cola a cada dez páginas dos seus originais. Assim, quando uma editora qualquer devolver seu texto alegando não ter interesse em publicá-lo, você poderá checar se ele foi ao menos lido e avaliado. Meu marido, o Cao, fazia isso quando não tinha ainda nenhum livro publicado e denominou a técnica de "colagem anti-depressão". Muito útil. Diversas vezes ele recebeu de volta os originais e pôde verificar que eles não tinham sido sequer folheados. &lt;br /&gt;4) Se depois de um ano você não receber nada a não ser cartinhas do tipo "que pena, mas para os próximos meses nossa programação já está fechada", comece a cogitar uma pequena edição independente. Voltando ao exemplo do Cao, essa foi a decisão dele e, após a venda de 800 exemplares (nos bares, em pequenas livrarias etc.), ele acabou sendo convidado pela Editora Record para reeditar seu primeiro livro, O Brilho dos Pássaros, e, em seguida, lançar o segundo, A Janela Entreaberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Se for fazer sua edição independente, muitíssimo cuidado com a escolha da capa, do título e com o preço final para o leitor. Quanto mais barato um livro, mais fácil vendê-lo – principalmente quando se trata de um autor iniciante. O título e a capa, claro, devem ser bonitos e bem cuidados. Mas também precisam ser comerciais e espelhar bem o conteúdo do romance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) Por mais que você ame desenhar e seja um ótimo ilustrador, deixe a capa aos cuidados da editora. Não que você não possa opinar e dar sugestões quando chegar a hora, mas a palavra final nas capas dos livros costuma ser da editora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) Mandar os originais em formato de livro pronto também não impressiona as editoras. Elas são 100% responsáveis pela parte gráfica de um livro (tipo de letra, encadernação, capa, contracapa, tudo). A parte que cabe ao escritor é apenas o texto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8) Muita gente me escreve perguntando como é feito o pagamento aos escritores. Normalmente, as editoras pagam 10% do preço de capa trimestralmente.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcR7iGi35waNthUAh47QTWzAAlWgAJeL87UBEKZubvhMFb24MSmbtg&amp;t=1" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="275" width="183" src="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcR7iGi35waNthUAh47QTWzAAlWgAJeL87UBEKZubvhMFb24MSmbtg&amp;t=1" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-8838998178459758342?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/8838998178459758342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=8838998178459758342' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/8838998178459758342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/8838998178459758342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/12/conselhos-uteis-para-quem-quer-ser.html' title='CONSELHOS ÚTEIS PARA QUEM QUER SER ESCRITOR (Thalita Rebouças)'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-7805446972132785931</id><published>2011-12-14T15:20:00.000-03:00</published><updated>2011-12-14T15:20:05.547-03:00</updated><title type='text'>O Poeta Do Castelo (1959)</title><content type='html'>Documentário de Joaquim Pedro de Andrade. Elenco: Manuel Bandeira.&lt;br /&gt;Versos de Manuel Bandeira, lidos pelo poeta, acompanham e transfiguram os gestos banais de sua rotina em seu pequeno apartamento no centro do Rio; a modéstia do seu lar, a solidão, o encontro provocado por um telefonema, o passeio matinal pelas ruas de seu bairro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="459" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/XjlsWMCq1qM?fs=1" frameborder="0" allowFullScreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-7805446972132785931?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/7805446972132785931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=7805446972132785931' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/7805446972132785931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/7805446972132785931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/12/o-poeta-do-castelo-1959.html' title='O Poeta Do Castelo (1959)'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/XjlsWMCq1qM/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-6844830497864585167</id><published>2011-12-14T12:19:00.000-03:00</published><updated>2011-12-14T12:19:10.934-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Links.'/><title type='text'>100 links para clicar antes de morrer</title><content type='html'>POR CARLOS WILLIAN LEITE EM 03/08/2011 ÀS 01:51 PM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;publicado em listas&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.revistabula.com/arquivos/posts/images/311/links3.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="250" width="320" src="http://www.revistabula.com/arquivos/posts/images/311/links3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Uma seleção com os 100 melhores links publicados na coluna Web Stuff, do suplemento Opção Cultural, do Jornal Opção. A lista faz uma espécie de inventário do que teve de melhor na internet nos últimos três anos. Os links que compõem a lista contemplam os mais díspares perfis e abrange os mais diferentes segmentos e tendências: música, livros, cinema, fotografia, ciência, tecnologia, jornalismo, mídias sociais, artes e humanidades. Entre os 100 links para se clicar antes de morrer, destacam-se: Toda a obra de Wolfgang Amadeus Mozart para download; O maior acervo de arte da internet; 750 mil livros para download; 1001 álbuns para ouvir antes de morrer; O maior acervo de vídeos de jazz da internet; A obra completa de Machado de Assis para download; 10 mil jornais de todo o planeta em um só lugar; 20 mil fotos de Henri Cartier-Bresson; As 20 obras de arte mais caras da história; As 100 maiores canções de jazz de todos os tempos (com vídeo e áudio incorporados).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda a obra de Wolfgang Amadeus Mozart para download&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site www.mozart-weltweit.com disponibilizou para download legal e para audição on-line, toda a obra do compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart, composta por cerca de 700 peças, totalizando mais de 180 horas de música. Mozart foi o mais importante e prolífico compositor do período clássico. Suas obras são referenciais na música sinfônica, concertante, operística, coral, pianística e de câmara. Mozart compôs o primeiro concerto aos 11 anos de idade e o último em 1791, ano de sua morte, aos 35 anos. Entre suas obras estão 41 sinfonias; 19 missas (incluindo o Requiem); 27 concertos para piano; concertos para trompas, flauta, oboé, clarineta, fagote e harpa, 12 árias de concerto; 13 serenatas; 50 canções para voz e piano e 24 óperas, com destaque para “A Flauta Mágica” “Idomeneo”, “Don Giovanni” “O Rapto do Serralho” “Cosi Fan Tutte” e “As Bodas de Fígaro”. Para fazer o Download basta clicar sobre a opção desejada, com o botão direto do mouse pressionado, e mandar salvar.  Para acessar: http://bit.ly/YzFvN Endereço alternativo: http://bit.ly/8kjcde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1001 álbuns para ouvir antes de morrer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “1001 Álbuns” é um projeto audacioso. Seus criadores disponibilizaram 1001 álbuns de música para se ouvir on-line. Os discos do projeto são os mesmos do livro “1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer”. A seleção foi feita por 90 jornalistas e críticos, em 2006, e abrange a história da música de 1955 a 2005, de Frank Sinatra a Arcade Fire. Para acessar: http://bit.ly/5oluqk&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As 100 maiores canções de jazz da história (com vídeo e áudio incorporados)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sites Jazz24 e NPR Música fizeram uma enquete mundial para eleger as 100 melhores canções de jazz em todos os tempos. 1500 canções foram citadas por cerca de 10 mil participantes. No topo da lista aparece “Take Five”, composição escrita por Paul Desmond e apresentada pelo The Dave Brubeck Quartet, no álbum “Time Out”, de 1959. “Take Five” foi o primeiro single de jazz da história a vender 1 milhão de cópias. O segundo lugar da lista ficou com “So What”, de Miles Davis, gravada no álbum “Kind of Blue”, também de 1959.  Em terceiro lugar aparece “Take The a Train”, composta  por Billy Strayhorn e gravada por Duke Ellington, no álbum “Uptown”, de 1952. John Coltrane é o músico que aparece mais vezes, com oito canções. A lista traz ainda uma galeria de lendas como Dizzy Gillespie, Louis Armstrong, Chet Baker, Ella Fitzgerald, Stan Getz, Benny Goodman, Oliver Nelson, Herbie Hancock, Coleman Hawkins, Bill Evans, Ahmad Jamal, Glenn Miller, Ray Charles, Charlie Parker, Errol Garner,  Billie Holiday, Thelonious Monk e Nina Simone. Para acessar os vídeos: http://bit.ly/lSDqTi Para acessar o áudio: http://tny.gs/lm3vil Para acessar apenas o resultado: http://bit.ly/hqlB76&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A melhor rádio on-line do mundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Accu Jazz é considerada a maior e melhor rádio de jazz on-line do mundo.  São mais de 50 canais divididos em dezenas de categorias como estilo, instrumento,  compositor, região e período. Faça um passeio pela história do jazz, do Dixieland da década de 1910, passando pelas Big Bands dos anos 30, pelo Bebop dos anos 40, pelo  Jazz latino das décadas de 50 e 60, pelo  Fusion das décadas de 70 e 80 até os ritmos jazzísticos dos dias atuais. Para ouvir gratuitamente: http://www.accujazz.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um clássico do Rádio brasileiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  Rádio Difusora de Camanducaia foi um clássico do rádio no Brasil, criada pelo radialista Odayr Batista,  na década de 1970. O personagem principal era um locutor poeta, de voz empostada,  chamado Alberto Jr. O projeto fez parte da grade de programação das principais rádios brasileiras, como Globo, Bandeirantes e Jovem Pan. Em  2005, depois de anos fora do ar, o projeto foi reativado na internet. Para ouvir e reviver a lendária Rádio e o famoso bordão: “falando para a cidade e cochichando para o interior”, basta clicar nos estabelecimentos comerciais e esperar alguns segundos. Para acessar: http://www.radiocamanducaia.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A música do dia em que você nasceu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual era a música que estava no topo das rádios no dia em que você nasceu? O site This Day In Music responde essa pergunta. Você pode consultar a data nas paradas musicais australiana, inglesa e americana, entre 1946 e os dias atuais. Algumas músicas estão disponíveis para ouvir on-line. Para acessar: http://bit.ly/gtTf&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Busque pessoas por afinidades musicais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site Tastebuds é uma espécie de rede social que lista pessoas por suas afinidades musicais. O principal mandamento do site é: “você é o que você ouve”. Muito simples de usar e sem necessidade de cadastro, basta digitar o mínimo de três artistas ou bandas favoritas, seu país e começar a compartilhar suas preferências musicais. Os resultados podem ser filtrados por cidade, país, idade e sexo.  O site é integrado ao last.fm e permite que os usuários migrem seu conteúdo. Para acessar: http://bit.ly/9aBTJS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;100 discos fundamentais da MPB&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lista foi organizada pelo professor, escritor e pesquisador musical Luiz Américo Lisboa Junior e compreende o período de 1955 a 1999. O levantamento traz desde clássicos do passado como Herivelto Martins, Sílvio Caldas e Lamartine Babo, passando por músicos inovadores como João Gilberto, Baden Powell e Mutantes, até nomes recentes como Marisa Monte. Embora os 100 discos não tenham sido hierarquizados, o levantamento traz uma resenha individual de cada um deles. Para acessar: http://bit.ly/dbleXq&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior acervo de vídeos de jazz da internet&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Jazz Music Tube é o maior acervo de vídeos clássicos de jazz da internet. Os vídeos são listados por estilo, pelo nome do artista, ou podem ser pesquisados pela busca do site. Um passeio pela história do jazz de 1920 a 2010, de Earl Hines a colagens jazzísticas dos anos 2000. Cerca de 10 mil vídeos estão disponíveis. Destaque para os 100 melhores vídeos de jazz de todos os tempos. Para acessar: http://bit.ly/ellBDg&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os grandes mestres da música clássica para download legal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Wikipedia:Sound/list é maior diretório on-line gratuito de música clássica da internet. As obras, de centenas de compositores, estão disponíveis para audição on-line ou para download legal. Para ouvir, basta clicar no player disponível em cada um dos temas. Para fazer o download, é preciso clicar no nome da obra, mandar salvar e depois utilizar o http://www.online-convert.com para converter para o formato Mp3. Para cessar: http://bit.ly/HRRJB&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As 100 melhores canções de rock de todos os tempos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site de compartilhamento de músicas on-line Grooveshark disponibilizou uma playlist com as 100 melhores canções de rock de todos os tempos. A lista, que compreende o período de 1955 a 1986, traz desde os célebres Buddy Holly, Chuck Berry, Jerry Lee Lewis, Jimi Hendrix e  Beatles, até clássicos contemporâneos como Aerosmith e Nirvana.  A lista disponibilizada pelo Grooveshark é uma compilação de 20 listas especializadas. Em 2010, a AOL Music também fez uma lista com as 100 melhores canções de rock de todos os tempos. Diferentemente da lista compilada pelo  Grooveshark, a lista da AOL foi baseada  na avaliação de cerca de 200 mil ouvintes,  entre 2005 e 2010. Na lista do Grooveshark, “(I Can’t Get No) Satisfaction”, da banda britânica Rolling Stones, aparece na primeira posição. Na lista da AOL Music, “Stairway to Heaven”, dos também britânicos Led Zeppelin, é que tem o posto de primeiro lugar. Além de The Rolling Stones e Led Zeppelin; Pink Floyd e Beatles são as bandas que mais vezes aparecem em ambas as listas. Lista do Grooveshark: http://tny.gs/nfrBa0 — Lista da AOL Music: http://aol.it/a08mvY&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obra completa de Machado de Assis para download&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma parceria entre o portal Domínio Público e o Núcleo de Pesquisa em Informática, Literatura e Linguística, da Universidade Federal de Santa Catarina, sistematizou, revisou e disponibilizou on-line a Coleção Digital Machado de Assis, reunindo a obra completa do autor para download. Além dos romances, “Ressurreição” (1872), “A Mão e a Luva” (1874), “Helena” (1876), “Iaiá Garcia” (1878), “Memórias Póstumas de Brás Cubas” (1881), “Casa Velha” (1885), “Quincas Borba” (1891), “Dom Casmurro” (1899), “Esaú e Jacó” (1904) e “Memorial de Aires” (1908),  a coleção engloba sua obra em conto, poesia, crônica, teatro, crítica e tradução. O projeto, que foi criado em 2008, também disponibiliza teses, dissertações e estudos críticos, e traz um vídeo sobre a vida do autor e sobre o contexto histórico em que ele viveu. Para acessar: http://machado.mec.gov.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;750 mil livros para download&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Open Library é um projeto sem fins lucrativos do Internet Archive e da Fundação Austin. O projeto consiste na disponibilização crescente de milhares de livros para download legal ou leitura on-line. Atualmente são 750 mil exemplares e, embora a língua predominante seja a inglesa, podem ser encontrados livros em cerca de 40 idiomas. Também faz parte do acervo preciosidades históricas dos séculos 15, 16, 17 e 18. Para acessar: http://bit.ly/cPvcIT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os 100 maiores livros não ficcionais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O suplemento “Livros”, do jornal inglês “The Guardian”, publicou uma lista dos 100 maiores livros não ficcionais já escritos. A lista, que gerou uma grande polêmica, foi dividida em 17 categorias: arte, biografia, cultura, meio ambiente, história, jornalismo, literatura, matemática, memórias, mente, música, filosofia, política, religião, ciências, sociedade e viagens. Livros das últimas décadas como “Notícia de um Sequestro”, de Gabriel García Márquez, “Pós-Guerra”, de Tony Judt, “Os Anéis de Saturno”, de W.G. Sebald, “Uma Breve História do Tempo”, de Stephen Hawking, dividem a lista com clássicos literários dos últimos séculos como “As Histórias”, de Heródoto, “Assim falou Zaratustra”, de Friedrich Nietzsche, “Os Ensaios” de Michel de Montaigne “Confissões”, de Jean-Jacques Rousseau e “Elogio da Loucura”, de Erasmo. O site do jornal também disponibilizou um formulário para que os leitores que discordarem do resultado possam apontar livros que ficaram fora lista.  Como em qualquer lista, o resultado pode até ser questionável, mas não menos divertido. Para acessar: http://bit.ly/kwGEvG&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;120 livros acadêmicos para download gratuito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cultura Acadêmica  é um selo da Fundação Editora da Unesp, que publica livros em primeira edição apenas nos formatos digitais, com a possibilidade de download gratuito. Atualmente são 120 títulos,  pautados nos conselhos editorias e comissões científicas e divididos em áreas como matemática, política, psicologia, comunicação, medicina, direito, filosofia, artes e literatura. Para acessar: http://bit.ly/bEpO3N&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda a obra poética de Vinícius de Moraes para download&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Brasiliana, a biblioteca digital da Universidade de São Paulo, disponibilizou para  download gratuito, toda a obra poética de Vinícius de Moraes. Ao todo são 15 livros, compreendendo o período de 1933 a 1975. São eles: “O Caminho para a Distância”, “Forma e Exegese”, “Ariana, a Mulher”, “Novos Poemas”, “5 Elegias”, “Poemas, Sonetos e Baladas”, “Pátria Minha”, “Orfeu da Conceição: Tragédia Carioca”, Livro de Sonetos”, “Receita de Mulher”, “Novos Poemas: II”, “Antologia Poética”, “O Mergulhador”, “Um Signo: Uma Mulher” e “A Casa”. Para acessar: http://bit.ly/9RPdCW&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;100 livros sobre comunicação para download&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Departamento de Comunicação e Artes da Universidade da Beira, de Portugal, disponibilizou para download legal e gratuito cerca de 100 livros sobre comunicação. Os livros estão disponíveis em formato PDF. Os interessados em obter a versão impressa poderão fazê-lo sob encomenda, com preços acessíveis. A maior parte dos livros são publicações do ano de 2010 e 2011. Para acessar: http://bit.ly/eI9n2o&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20 aplicativos do Facebook para amantes de livros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site Mediabistro, especializado em publicidade digital e marcas, listou os 20 melhores aplicativos do Facebook para os apaixonados por livros. Por meio dos aplicativos você pode listar preferências, trocar livros em formato Kindle, compartilhar trechos preferidos, fazer listas, ler capítulos inicias de livros que ainda não foram lançados, escrever pequenas resenhas, fazer compras on-line com descontos consideráveis e ficar por dentro do mercado editorial mundial. Se você gosta de livros vale a pena perder algumas horas. Para acessar: http://bit.ly/eJTJt6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;900 filmes para download&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site Public Domain Torrents é um projeto permanente que disponibiliza filmes de domínio público para download. Atualmente são 900 filmes divididos em 15 categorias. Faz parte do acervo filmes clássicos como os de Charlie Chaplin na era do cinema mudo e filmes mais recentes, que ainda estão protegidos por direitos autorais, mas que foram cedidos por seus detentores legais para que fossem disponibilizados no site. Para acessar: http://bit.ly/duFxa8&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;800 filmes de cinco segundos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Gravar, editar e publicar um filme de cinco segundos por dia é a proposta do site 5-Second Films. O projeto foi criado pelo roteirista norte-americano Brian Firenzi e envolve uma equipe de 10 pessoas. As regras são simples: cada filme deve ter dois segundos para os créditos iniciais, cinco segundos dedicados ao filme e um segundo para o “The End”. Os temas vão do humor negro às paródias de clássicos do cinema. Alguns destaques do site, na opinião dos usuários, são: “Bankjob”, “Super-Psyched”, “Magic Show Volunteer”, “Masters of the Viewniverse”, “Coming of Age”, “Last Anchor Standing”, “The Big Creep”, “Robodog”, “Don’t Thinko de Mayo” e “Live Fast”. Para acessar: http://5secondfilms.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;100 mil filmes de curta duração para ver on-line&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Future Shorts é um dos maiores e mais inovadores canais de distribuição de documentários e filmes de curta duração da internet. A proposta é dar espaço às mentes criativas do audiovisual mundial. São mais de 100 mil vídeos disponíveis para assistir on-line. O projeto reúne cineastas e produtores de 20 países.  Para acessar: http://bit.ly/BLNSF&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os episódios dos Simpsons para download ou para ver on-line&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site Watch the Simpsons disponibiliza, em inglês, todos os episódios de todas as temporadas da série “Os Simpsons”, para assistir on-line ou para download legal. A série, criada pelo cartunista Matt Groening para o canal FOX, é uma paródia satírica ao estilo de vida da classe média. Desde sua estreia, em 1989, o programa já exibiu cerca de 500 episódios. Para acessar: http://www.wtso.net&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O teste de House&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assista a um vídeo raro que o ator Hugh Laurie fez para o teste no casting da série House. O vídeo foi gravado em um banheiro de  hotel na África, em 2004, no intervalo das gravações do filme “O Voo da Fênix”. A cena de um minuto e meio fascinou os produtores do canal norte-americano Fox. Conta a lenda que 50 atores concorriam ao papel. Para assistir: http://migre.me/2kN1c&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os 500 melhores filmes da “Empire”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revista “Empire” convidou leitores, diretores, atores e críticos para elegerem os 500 melhores filmes de todos os tempos. O resultado não chega a surpreender, mas foge um pouco das últimas listas publicadas pelas grandes revistas especializadas.  Para acessar: http://bit.ly/12jU8&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25 faroestes clássicos de John Wayne para ver on-line&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site Open Culture, especializado em conteúdo cultural gratuito — aúdio, livros e filmes, disponibilizou 25 faroestes clássicos de John Wayne para assistir on-line. Os filmes abrangem cinco décadas do mítico ator, de 1930 a 1970.  Mesmo quase 33 anos após sua morte (morreu de câncer de estômago, em junho de 1979), John Wayne continua sendo um dos maiores e mais celebrados nomes da história do cinema americano. Para acessar: http://bit.ly/grvj0j&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um raríssimo documentário de Joaquim Pedro de Andrade sobre Manuel Bandeira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Poeta do Castelo”  é um raríssimo registro de Joaquim Pedro de Andrade sobre o cotidiano do poeta Manuel Bandeira.  O cineasta acompanha os gestos banais de sua rotina em seu pequeno apartamento no centro do Rio de Janeiro.  No final do vídeo, o momento mais tocante, Bandeira sai para a rua e caminha pela avenida Presidente Wilson, no bairro do Castelo, em direção à Academia Brasileira de Letras. Sua voz em off recita “Vou-me Embora para Pasárgada”.  No filme, os versos de Manuel Bandeira são lidos pelo próprio poeta.  O documentário, que está disponível no YouTube, é objeto de uma disputa judicial entre uma produtora detentora dos direitos do filme e os  herdeiros do poeta. Para acessar: http://bit.ly/kN0bAy&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;500 mil histórias em quadrinhos para download&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O The Digital Comic Museum é o maior museu on-line de histórias em quadrinhos do mundo. Preciosidades de 1920 a 1970 estão disponíveis para download. Todas as HQs são de domínio público ou que tiveram seus direitos cedidos para que fossem disponibilizados no site. Embora os números não sejam precisos, estima-se que sejam mais de 500 mil histórias. Para acessar: http://digitalcomicmuseum.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HQs completas de Robert Crumb&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste link você encontra para ler on-line as HQs completas, em inglês, do quadrinista e cartunista Robert Crumb. Crumb foi o fundador do movimento underground dos quadrinhos americanos. Em 2007 a empresa de consultoria global Synectics relacionou os 100 gênios vivos. Robert Crumb figura nesta lista. Para acessar: http://bit.ly/96UMjY&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior acervo de fotografias históricas da internet&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2008 a revista “Life”, em parceria com o Google, disponibilizou 30% de seu gigantesco acervo fotográfico na internet. Grande parte dessas fotos nunca foi publicada. É possível encontrar imagens históricas e icônicas divididas em cinco categorias: pessoas, lugares, eventos, esporte e cultura. Atualmente o acervo disponível para consulta tem cerca de quatro milhões de fotos e compreende o período de 1860 a 1970. Para acessar: http://bit.ly/b9p4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20 mil fotos de Henri Cartier-Bresson&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site Al Fotto disponibilizou, para uso não comercial, cerca de 20 mil imagens do lendário fotógrafo francês Henri Cartier-Bresson, considerado um dos mais importantes fotógrafos do século XX e o mais influente de todos. O pai do fotojornalismo moderno, nasceu em 1908, em Chanteloupe, na França, e morreu em 2004.  Sua fotografia foi influenciada pelo húngaro André Kertész. Bresson teve inúmeros discípulos, que também se tornariam lendas da fotografia, entre eles Robert Doisneau, Willy Ronis e Edouard Boubat.  Suas fotografias estamparam as revistas mais importantes e famosas do mundo como “Life”, “Vogue” e “Harper's Bazaar”. Foi ele quem fotografou os últimos dias de Ghandi, além de ser autor de uma extensa galeria de fotografias icônicas, entre elas de Pablo Picasso, Braque, Alberto Giacometti, Henri Matisse, Paul Claudel, Paul Valéry, Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir e Albert Camus. Foi também o primeiro fotógrafo da Europa Ocidental a registrar a vida na União Soviética de maneira livre. O jornalista Truman Capote o descreveu como um homem apaixonado pelo seu ofício: “Ele dançava na calçada como uma libélula inquieta, três grandes Leica penduradas ao pescoço, a quarta colada ao olho, tac-tac-tac, disparando cliques com uma intensa alegria e uma concentração religiosa de todo o seu ser. Nervoso e alegre, dedicado ao seu ofício, Cartier-Bresson é um homem solitário no plano da arte, uma espécie de fanático”. Para acessar: http://bit.ly/iwPeBy&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;100 personagens icônicos de todos os tempos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O blog Webdesigner Depot publicou uma lista com os 100 retratos icônicos mais famosos de todos os tempos. De pinturas do período clássico, como as de Platão e Aristóteles, passando por imagens polêmicas, como as de Yoko Ono e John Lennon nu, até imagens recentes como a foto oficial de Nelson Mandela como presidente da África do Sul. Também fazem parte da lista algumas lendas do cinema, como Marlon Brando, Humphrey Bogart, Al Capone, Charlie Chaplin, Bette Davis, Marlene Dietrich. Para acessar: http://bit.ly/J2T1r&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotos de Paris com 100 anos de diferença  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lens Culture é uma revista on-line com enfoque na fotografia contemporânea internacional. O projeto traz um grande acervo com fotógrafos de mais de 100 países. Um dos destaques do site são os registros de Paris do francês Eugene Atget, feitos entre 1900 e 1927. Em 1997 o americano Robert Rauschenberg, um dos papas da pop art, refez os passos de Eugene Atget, clicando os mesmo ângulos e paisagens da Cidade Luz com quase 100 anos de diferença. O resultado impressiona: depois de quase um século, pouca coisa mudou. Para acessar: http://bit.ly/dtRGLq&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma foto por dia desde 1995&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Astronomy Picture of the Day Archive é o maior acervo de fotografias espaciais da internet. O projeto, mantido pela Nasa e pela Universidade Tecnológica de Michigan, faz um registro diário do Sistema do Solar desde 16 de junho de 1995 até a data atual. São mais de cinco mil imagens arquivadas por data e divididas entre estrelas, galáxias, cometas e planetas. Cada imagem traz uma curta explicação escrita por um astrônomo. Para acessar:  http://1.usa.gov/VImt&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álbum de fotos de Linda McCartney&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site Everyday i Show, especializado em fotografias icônicas, publicou na última semana uma galeria de imagens pessoais da fotógrafa e musicista americana Linda McCartney. Ex-editora da “Rolling Stone Magazine”, Linda McCartney imortalizou seu trabalho fotografando  ícones do rock como The Who, Jimi Hendrix, The Doors, Janis Joplin,  Bob Dylan e Beatles. Tornou-se mundialmente famosa ao casar-se com Paul McCartney em 1969. As fotografias, feitas entre 1967 e 1993, revelam, sobretudo, a intimidade do quarteto de Liverpool. Para acessar: http://bit.ly/kWca8N&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As fotos da sessão que originou a capa do álbum “Abbey Road”, dos Beatles&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site Norwegian Wood, fã-clube norueguês dos Beatles, disponibilizou on-line todas as fotos da sessão que originou a capa do álbum “Abbey Road”. Lançado em setembro de 1969, “Abbey Road” é o 12° álbum da banda britânica e leva o mesmo nome da rua de Londres onde está localizado o lendário estúdio Abbey Road. A famosa fotografia da capa do álbum foi capturada pelo fotógrafo Iain Macmillan, um mês antes do lançamento do disco. A sessão durou pouco mais de dez minutos. Foi desta foto que surgiu a lenda de que Paul McCartney estaria morto, pois na foto ele aparece atravessando a rua de pés descalços. Para acessar: http://bit.ly/4aNVx9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como eu era. Como eu fiquei&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Young Me / Now Me” é um blog colaborativo (aberto à participação dos leitores) que publica fotos comparativas. São pessoas fotografadas hoje, repetindo poses de fotos tiradas em suas infâncias. Para acessar: http://bit.ly/9udVbB&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A foto mais cara do mundo: 3,9 milhões dólares&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A fotografia “Untitled #96”, da fotógrafa e diretora de cinema norte-americana Cindy Sherman, foi  vendida num leilão da Christie’s, famosa casa de leilões de Nova York, na quarta-feira, 11, por 3,9 milhões dólares. O comprador foi um comerciante de Nova York. Cindy Sherman começou a fotografar em 1977. Fugindo da estética da fotografia tradicional, seu trabalho é comparável ao de alguns artistas famosos como Barbara Kruger, Richard Prince e Jenny Holze.  A fotografia, que agora detém o título de a mais cara do mundo, foi feita em 1981 e é um autorretrato da célebre fotógrafa.  Para acessar: http://bit.ly/lPqodH&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;50 mil fotos históricas de 1840 a 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site Historypin é uma espécie de máquina do tempo digital. São cerca de 50 mil fotos de pessoas, cidades e costumes, de 150 países. O site combina o Google Maps e o Street View com fotos históricas, o que torna possível comparar uma determinada rua ou lugar de hoje com imagens do passado. As fotos podem ser pesquisadas por área geográfica, endereço ou ano, que vai de 1840 a 2010. O projeto foi lançado em junho de 2010 pelo We Are What We Do, movimento mundial direcionado a questões sociais e ambientais. O objetivo é criar, colaborativamente, o maior banco de imagens históricas do mundo. Para acessar: http://www.historypin.com/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;70 mil imagens dos oito maiores fotógrafos da história&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site Alafoto disponibilizou, para uso não comercial, cerca de 70 mil imagens dos oito maiores fotógrafos da história. As fotografias cobrem o período de 1920 a 2010. Fazem parte da galeria “Genialíssimo”, espécie de hall da fama do Alafoto, os fotógrafos norte-americanos Ansel Adams, um dos responsáveis pela aceitação da fotografia como forma de arte; Irving Penn, um dos mais prolíficos fotógrafos de moda do século 20;  Dorothea Lange, que entrou para a história ao percorrer, nos anos 1930, 22 Estados do Sul e Oeste dos Estados Unidos, recolhendo imagens que documentam o impacto da Grande Depressão na vida dos camponeses; e Richard Avedon, conhecido como o mestre do retrato e responsável por criar um novo conceito de fotografia de moda. Ainda fazem parte da galeria “Genialíssimo” do Alafoto o alemão, naturalizado australiano, Helmut Newton, famoso por seus estudos de nus femininos; o franco-estadunidense Elliott Erwitt, especializado em fotografia documental e conhecido por suas fotos em preto e branco cheias de ironia e situações absurdas; o francês Henri Cartier-Bresson, considerado o pai do fotojornalismo, e, para muitos, o maior fotógrafo que já existiu; e o germano-americano Horst P. Horst, aluno e amigo de Le Corbusier, reconhecido como o maior fotógrafo de celebridades do mundo na primeira metade do século 20. Para acessar: http://bit.ly/ax5uUR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preciosidades históricas em sete idiomas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Biblioteca Digital Mundial disponibiliza na internet, em formato multilíngue e gratuito, tesouros culturais de todo o mundo em um único lugar. O projeto, que tem o apoio da Organização das Nações Unidas, engloba universidades e bibliotecas de 150 países. Fazem parte do acervo manuscritos, mapas, livros raros, partituras, gravações, filmes, gravuras, fotografias e desenhos. Os itens podem ser facilmente pesquisados por lugar, período, tema, tipo de item, ou podem ser localizados por meio de uma pesquisa aberta em sete idiomas. As ferramentas de navegação e descrições de conteúdos são fornecidas em árabe, chinês, inglês, francês, português, russo e espanhol. Para acessar: http://www.wdl.org/pt/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dom Quixote Interativo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Biblioteca Nacional da Espanha, por meio do projeto Quixote Interativo, disponibilizou uma versão on-line da primeira edição de “Dom Quixote”, clássico romance de Miguel de Cervantes, escrito entre 1605 e 1615. O projeto traz também conteúdo multimídia, como mapas interativos das andanças do “cavaleiro da triste figura”, músicas e vídeos baseados na obra. Para acessar: http://bit.ly/b0wRdh&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esconderijo de Anne Frank&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça um tour virtual pelo esconderijo de Anne Frank, onde a adolescente alemã escreveu o famoso diário relatando as experiências do período em que sua família se escondeu da perseguição nazista: http://bit.ly/gtNQaF&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A última entrevista de Monteiro Lobato&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouça a última entrevista de Monteiro Lobato, um dos mais influentes escritores e editores brasileiros do século 20.  A entrevista foi concedida  ao jornalista  Murilo Antunes Alves, da Rádio Record,  em 1948. Dois dias após entrevista o escritor morreu, vitimado por um derrame. Para acessar: (parte 1) http://bit.ly/an42j (parte 2): http://bit.ly/gGTvQ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os arquivos de Albert Einstein&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Einstein Archives On-line é o maior acervo documental sobre um dos mais influentes intelectuais da era moderna, o físico e teórico alemão Albert Einstein, que se tornou mundialmente famoso pela formulação da teoria da relatividade. O banco de dados do projeto, que tem curadoria da Jewish National and University Library e Hebrew University of Jerusalem, permite o acesso a mais de 43 documentos das atividades de Einstein, divididos entre manuscritos raros, correspondência pessoal e profissional, cadernos, diários de viagem, notas e digramas. O acervo está disponível em 22 idiomas. Para acessar: http://www.alberteinstein.info/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A biblioteca pessoal de Fernando Pessoa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.142 livros da biblioteca particular de Fernando Pessoa estão  disponíveis na internet para consulta on-line. A digitalização do acervo foi  feita pelo Centro de Linguística da Universidade de Lisboa. Os livros de vários gêneros e idiomas, no formato PDF e JPG, trazem dedicatórias, anotações, assinaturas, notas, diagramas e poemas do maior poeta de língua portuguesa da história. Para acessar: http://bit.ly/dnJxA9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A biblioteca pessoal de Cortázar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Centro Virtual Cervantes, dentro do projeto La Biblioteca del Escritor Argentino,  fez um dossiê com parte da biblioteca (composta de mais de quatro mil livros) de Julio Cortázar. São dedicatórias, anotações, rascunhos e objetos pessoais. Uma preciosidade para quem gosta daquele que é considerado um dos autores mais inovadores e originais de seu tempo,  comparável a Jorge Luis Borges e Edgar Allan Poe. Para acessar: http://bit.ly/4CvMIy&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os arquivos de Walt Whitman&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Walt Whitman Archive é uma ferramenta de pesquisa e ensino dedicada à vida e à obra de um dos um dos maiores expoentes da poesia norte-americana do século XIX: Walt Whitman.  O projeto reúne diários, manuscritos, textos em prosa, cartas, artigos jornalísticos, fotos e áudios raros, além de toda a crítica textual produzida sobre a sua obra. Também foram disponibilizados para download reproduções de seis edições de “Folhas de Relva” — a obra emblemática de Whitman —, incluindo a primeira edição, publicada 1855, e a última publicada em 1891. Quando morreu, em 1892, Walt Whitman havia publicado nove edições distintas de sua obra capital. “Folhas de Relva” influenciou alguns dos principais poetas norte-americanos do século XX, como William Carlos Williams, Ezra Pound, Carl Sandburg e a geração beat. Uma parceria entre a Universidade de Iowa e a Universidade de Nebraska-Lincoln é a mantenedora do projeto. Para acessar: http://bit.ly/qJ3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tour virtual pela maior biblioteca barroca do mundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça um passeio de 360 graus pela maior biblioteca barroca do mundo: a Biblioteca do Monastério de Strahov, na República Tcheca. A imagem, a maior já registrada em um ambiente interno, foi criada a partir de  três mil fotos de alta resolução,  totalizando 400 bilhões de pixels. Navegando pela imagem é possível ver detalhes de  títulos e texturas de livros antigos e até mesmo as rachaduras e pinceladas da pintura no teto. Para acessar: http://bit.ly/fqpac0&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O museu dos museus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto “O Museu dos Museus On-line” traz uma lista de links dos maiores museus virtuais do mundo. A lista é ampla. São mais de 200 museus, que vão desde o Museu do Holocausto, em Jerusalém, até o lendário Museu Bauhaus, em Weimar, na Alemanha. Para acessar: http://bit.ly/33MlZ2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior acervo de arte da internet&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Artchive é o maior e mais completo acervo on-line de arte do mundo. São 5 mil reproduções, em alta resolução, divididas entre pinturas, esculturas e fotografias. Os artistas são listados pelo nome, segmento artístico ou movimento a que pertenceram. O projeto inclui  tanto obras de  domínio público, cerca de 80% do acervo, como obras que ainda estão juridicamente protegidas.  No site também é possível comprar cartazes, calendários e camisetas.  Para acessar: http://bit.ly/11ztdj&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As 20 obras de arte mais caras da história&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O Art Encyclopedia 2011 publicou a lista atualizada das 20 obras de arte que alcançaram o maior valor em leilões e vendas privadas da história. Figuram na lista os artistas Peter Paul Rubens, Mark Rothko, Claude Monet, Andy Warhol, Vincent Van Gogh, Jackson Pollock, Willem de Kooning, Paul Cézanne, Pablo Picasso, Jasper Johns, Gustav Klimt e Francis Bacon. A tela mais cara de todos os tempos é “Nº. 5”, de Jackson Pollock, de 1948, vendida em 2006 por 140 milhões de dólares. A segunda tela mais cara é “Woman III”, de Willem de Kooning, de 1953, vendida também em 2006, por 137 milhões de dólares. E a terceira tela da lista é “Portrait of Adele Bloch-Bauer I”, de Gustav Klimt, de 1907, vendida por 135 milhões de dólares.  Dois artistas, Van Gogh e Pablo Picasso, são os mais prestigiados do levantamento e aparecem com três telas cada. Não faz parte da lista obras dos grandes mestres da pintura universal como Michelangelo, Raphael, Leonardo, Rembrandt e Vermeer, pertencentes a museus e igrejas e que teriam valor inestimável. Estima-se, por exemplo, que a “Mona Lisa”, de Leonardo da Vinci, pertencente ao Museu do Louvre, valeria entre 700 milhões e 1 bilhão de dólares. A lista compreende apenas obras que foram comercializadas em leilões e vendas privadas. Para acessar: http://bit.ly/1crnx9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inéditos de Andy Warhol&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Galeria Nacional da Escócia disponibilizou on-line 230 desenhos do pintor e cineasta americano Andy Warhol, um dos fundadores da Pop Art. Os desenhos, alguns raros e inéditos, fazem parte do acervo permanente da galeria e foram feitos entre 1945 e 1987, ano de sua morte. Para acessar: http://bit.ly/DOocl&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pinturas de um artista cego de nascença&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esref Armagan é um pintor turco, cego de nascença, de 53 anos. Suas obras estão espalhadas por museus de toda a Europa. Sua habilidade extraordinária para pintar, usando uma técnica conhecida como perspectiva de três pontos (forma encontrada pelo homem para representar figuras tridimensionais: altura, largura e comprimento em uma superfície plana), considerada dificílima mesmo para pessoas que enxergam, impressiona a toda comunidade médica e científica mundial. Primeiro ele desenha usando uma técnica braile, depois adiciona cores individualmente. Esref, que tem sido comparado ao mestre renascentista Brunelleschi, recentemente foi submetido a experimentos na Universidade de Harvard, em que teve seu cérebro monitorado e descobriu-se que áreas relativas à visão que deveriam estar inativas surpreendentemente não estão quando ele pinta. Neste endereço você poderá conferir algumas de suas pinturas: http://bit.ly/50fkOs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passeio virtual pelo acervo de 17 museus internacionais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Google Art Project é uma parceria entre o Google e 17 museus e galerias de nove países.  O projeto permite o acesso on-line a 350 salas de exposição com obras de 486 artistas.  As instituições participantes são a Uffizi Gallery, de Florença; o Museu de Arte Moderna (MoMA), a Frick Collection e The Metropolitan Museum of Art, de Nova York; o Freer Gallery of Art, Smithsonian, de Washington; a Alte Nationalgalerie e a Gemäldegalerie, de Berlim; a Tate Britain e a National Gallery, de Londres; os museus Reina Sofia e Thyssen-Bornemisza, de Madri; os museus Van Gogh e o Rijksmuseum, de Amsterdã; o Hermitage, de São Petersburgo; o Museu Kampa, de Praga; o Palácio de Versalhes, em Versalhes, e a State Tretyakov Gallery, de Moscou. Ao clicar sobre o museu escolhido, um mapa do museu  (Floor Plan) será disponibilizado na barra lateral. Além do tour virtual, cada uma das instituições participantes expõe uma obra famosa que pode ser visualizada em altíssima resolução. Para acessar: http://www.googleartproject.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Buscador de partituras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site Sheet Search disponibiliza para download legal cerca sete mil partituras de músicas. A maior parte do acervo, que compreende o período de 1700 a 2000, é composto por clássicos da música erudita, mas temas contemporâneos, folclóricos e regionais também podem ser encontrados. Para acessar: http://www.sheetsearch.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 bons vinhos que custam até 90 reais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revista “Exame”, na sua versão on-line, pediu à sommelière Alexandra Corvo, uma das maiores especialistas em vinhos no Brasil, que preparasse uma lista com dez rótulos de qualidade com preços inferiores a 100 reais. A lista traz vinhos brancos e tintos, austríacos, gregos, líbios, franceses, uruguaios e espanhóis. Todos podem ser comprados no Brasil, por preços que variam, de R$ 25 a 90 reais. Para acessar: http://bit.ly/ddv9yO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;800 minipalestras para ver on-line&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tecnologia, Entretenimento, Design (TED) é uma fundação privada sem fins lucrativos, dos Estados Unidos, destinada à disseminação de ideias. O grupo foi fundado em 1984 e sua ênfase era tecnologia e design, mas com o aumento da popularidade, os temas abordados passaram a ser mais amplos. No link abaixo estão disponíveis cerca 1000 mini palestras em vídeo, legendadas em português, por colaboradores brasileiros. Os temas são os mais variados possíveis, abrangendo quase todos os aspectos da ciência e cultura, além de economia, tecnologia e sustentabilidade. Para acessar: http://bit.ly/3w39BI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia de Beatles na Abbey Road&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em abril de 1969, os Beatles se reuniram para gravar seu último álbum, o lendário “Abbey Road”. A fotografia da capa do álbum se tornou umas das imagens iconográficas mais famosas do mundo.  O estúdio Abbey Road, onde foi gravado o álbum, disponibilizou uma webcam ao vivo mostrando o dia-a-dia da famosa rua de Londres, que foi imortalizada pelo quarteto de Liverpool atravessando a faixa. Para acessar: http://bit.ly/DtGpV&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 mil jornais de todo o planeta em um só lugar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Newspaper Map é um serviço web que mostra, através do Google Maps, as primeiras páginas de 10 mil jornais de todo o mundo. Os periódicos podem ser pesquisados por nome, língua, região, cidade, país ou simplesmente clicando sobre sua área geográfica. Ao clicar, aparecerá uma aba com a edição atual do jornal, diário ou semanário, e as línguas disponíveis para a tradução: português, inglês, espanhol, russo, francês, alemão, japonês, árabe e um marcador para outros dialetos. Os leitores também podem sugerir e submeter novos jornais ao projeto. Para acessar: http://newspapermap.com/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;70 anos de história do “Jornal do Brasil” digitalizados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em 2008, o “Jornal do Brasil” realizou uma parceria com o Google que resultou na digitalização integral das edições que circularam entre janeiro de 1930 e dezembro de 1999. São cerca de 25 mil números, cobrindo um período de 69 anos. Fundado em 1891, o jornal teve entre seus colaboradores alguns nomes célebres, entre eles o escritor e diplomata Joaquim Nabuco e o escritor português Eça de Queirós. Em 2010, foi anunciado o fim de sua edição impressa e o JB passou a ser o primeiro jornal 100% digital do país. Para acessar: http://bit.ly/9xGRmd&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;72 mil fontes para download&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Font Park é o maior portal de fontes não-comerciais da internet. O banco de dados atual tem mais de 70 mil fontes catalogadas por ordem alfabética e divididas em 82 categorias, compatíveis com PC, Mac e Linux. Para saber mais informações sobre uma determinada fonte, basta clicar em download e uma página com informações detalhadas será aberta, incluindo todo o mapa de caracteres e um espaço para teste. O serviço é gratuito e sem necessidade cadastro. Para acessar: http://www.fontpark.net&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior banco de dados sobre aves do Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WikiAves é o maior banco de dados on-line sobre as aves do Brasil. São mais de 250 mil fotos e 16 mil registros de sons, de  1700 espécies. O projeto foi criado com o objetivo de apoiar a comunidade on-line de biólogos e observadores de aves brasileiras. Os observadores cadastrados no WikiAves podem publicar fotos e sons colaborativamente. As aves estão categorizadas por nomes, espécies, regiões, Estados ou podem ser buscadas por cidades. O site também traz dicas de cuidados e de como denunciar maus tratos e comercialização ilegal de animais silvestres. Para acessar: www.wikiaves.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia em Lego&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto The Brick Testament (A Bíblia em Lego) é composto de 3.600 ilustrações que narram mais de 400 histórias bíblicas. Todas as montagens trazem as citações dos capítulos e versículos. O projeto foi construído e fotografado pelo reverendo americano Brendan Powell Smith. Para acessar: http://bit.ly/10s6O&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um site para “machos convictos”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta do site The Art of Manliness (em inglês) é “reviver a arte perdida da masculinidade”. Lá homens à moda antiga podem encontrar dicas sobre como se barbear com uma faca de caça, como encontrar a mulher ideal em lugares que não sejam  bares ou clubes noturnos, como ler um poema sem afinar a voz,  além de muitos outros “toques para machos convictos”, na definição do próprio site. Destaque para as listas: os 100 livros e filmes essenciais do homem.  Para acessar: http://artofmanliness.com/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O museu dos jogos antigos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe aquele joguinho que embalou sua infância/adolescência e você nunca mais viu ou jogou? Pois bem, ele pode ser encontrado no site Best Old Games. São mais de 500 jogos, de várias gerações de consoles como Atari, Sega e Nitendinho, arquivados em ordem alfabética e divididos em 10 categorias. Destaque para a série jogos em 8 bits. Para acessar: http://www.bestoldgames.net&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pronúncias em várias línguas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Forvo é o maior guia colaborativo de pronúncias do mundo. Você pode consultar a pronúncia de uma palavra em mais de 100 línguas e dialetos. Para usar o serviço, basta digitar a palavra desejada e o sistema listará em quais línguas a pronúncia da palavra pesquisada está disponível. Para acessar: http://pt.forvo.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprenda o básico de vários idiomas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O site da BBC disponibilizou on-line uma espécie de curso de conversação básica em mais de 40 idiomas. Os áudios abordam situações cotidianas como se hospedar, conhecer pessoas, se comportar em eventos, restaurantes, shoppings e se locomover. Também traz dicas relacionadas a negócios e sobre as peculiaridades de cada país da língua pesquisada. As aulas/áudio também estão disponíveis para download. Para acessar: http://bbc.in/19p9tq&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teste os dois lados do cérebro ao mesmo tempo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Twinoo é um jogo de lógica, com dois cronômetros, onde você precisa responder questões de matemática e, ao mesmo tempo, escolher o resultado de uma combinação de cores. Também há uma versão disponível para iPhone e iPad. Para acessar: http://bit.ly/Or98z&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vasculhe o Twitter alheio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mention Map é uma ferramenta que vasculha com um clique todas as interações de um determinado usuário do Twitter. Basta digitar o perfil do usuário e a ferramenta listará todas as pessoas com que aquele perfil esteve conversando ou interagindo num período pré-determinado de tempo. Para acessar: http://bit.ly/s3DhD&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transforme seus posts do Twitter em livro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site Tweetbook oferece aos usuários a possibilidade de transformar seus post no Twitter em um livro em PDF. Basta entrar no site, autorizar o acesso (OAuth) para a conta do Twitter e todos os posts dos últimos seis meses serão convertidos em um livro no formato PDF. Você também poderá definir se replys farão parte do livro ou apenas post principais: Para acessar: http://tweetbook.in/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu padrinho no Twitter&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relembre a data que você entrou no Twitter e descubra quem é o padrinho do seu perfil. Para acessar: http://twbirthday.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tweets em morse&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crie mensagens cifradas em  Código Morse e compartilhe pelo Twitter. Para acessar: http://bit.ly/3xM2v&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Converta qualquer site em um arquivo PDF&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dificuldades para guardar uma informação encontrada na internet? A solução é simples: acesse o site Pdf My Url e ele converterá qualquer website em um arquivo em PDF. A versão padrão do serviço oferecido pelo site é gratuito, mas o usuário também terá a opção de contratar a versão avançada que permite conversões ilimitadas, arquivamento e agendar os horários em que um determinado PDF deverá ser feito. Para acessar: http://pdfmyurl.com/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.revistabula.com/posts/listas/100-links-para-clicar-antes-de-morrer"&gt;Bula Revista&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-6844830497864585167?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/6844830497864585167/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=6844830497864585167' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/6844830497864585167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/6844830497864585167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/12/100-links-para-clicar-antes-de-morrer.html' title='100 links para clicar antes de morrer'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-8285294162312607015</id><published>2011-12-12T12:10:00.000-03:00</published><updated>2011-12-12T12:10:12.105-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='anedota.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rui Barbosa'/><title type='text'>A anedota de Rui Barbosa</title><content type='html'>Rui Barbosa andando pela zona rural quando a estrada chegou à beira de um rio. Havia uma balsa amarrada a um tronco, e nela um negão forte, que era o remador. Rui, cansado de andar, apoiando-se numa bengala, dirigiu-se a ele:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Ó, nobre etíope de estatura avantajada! Quanto queres de remuneração pecuniária para trasladar meu indelével corpo deste polo àquele hemisfério? Peço-te que uses de magnanimidade ao fazer o cômputo da remuneração monetária a que tens direito, porque apesar da sisudez de minha indumentária estou longe de ser um nababo ou potentado, e não disponho de lastro fiduciário para fazer frente a um débito de maiores proporções”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O barqueiro ficou perplexo e disse algo como: “Eita doutor, o senhor tá falando inglês?!” Rui tornou de imediato:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Ah, aborígine de mentalidade incúria! Se o dizes por mera ignorância intrínseca ao teu ser, e por falta de luzes civilizatórias auferidas na mais tenra infância, então transijo. Mas se pretendes menoscabar a minha alta prosopopéia, pespegar-te-ei um golpe, com meu poderoso báculo, que irá fender tua caixa craniana e espalhar pela paisagem a massa encefálica de que não fazes uso, produzindo um ribombo tão ensurdecedor que fará estremecer o entroncamento das sequóias e afugentará para sempre as aves migratórias deste meridiano!”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-8285294162312607015?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/8285294162312607015/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=8285294162312607015' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/8285294162312607015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/8285294162312607015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/12/anedota-de-rui-barbosa.html' title='A anedota de Rui Barbosa'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-1707130141701862263</id><published>2011-12-12T11:57:00.000-03:00</published><updated>2011-12-12T11:57:04.345-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vinicius. Argentina. Literatura. Biografia.'/><title type='text'>O Vinicius que poucos conhecem</title><content type='html'>A passagem de Vinicius de Moraes pela Argentina e pelo Uruguai traz novidades sobre a sua biografia e são agora reveladas em detalhes picantes&lt;br /&gt;Ivan Claudio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_538484038684166.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="480" width="344" src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_538484038684166.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SAUDADE DA BAHIA&lt;br /&gt;Ao contrário do que se imagina, não foi numa rede ou numa praia ensolarada que Vinicius compôs&lt;br /&gt;“Tarde em Itapoã”, uma de suas músicas mais populares. Foi num apartamento de Buenos Aires&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poeta e compositor Vinicius de Moraes (1913-1980) sempre foi reconhecido como o letrista modernizador da música popular brasileira. Em países como a Argentina e o Uruguai, no entanto, ele carregava esse título e outro mais pomposo: era o Buda da bossa nova, justamente o nome de um capítulo do livro “Nuestro Vinicius”, da argentina Liana Wenner, recém-lançado em seu país e que trata do período em que o brasileiro tornou-se assíduo entre Buenos Aires e Montevidéu. Com seu jeito generoso, sua inclinação natural para fazer amigos, sua postura hedonista e seu don-juanismo incorrigível (casou-se oito vezes e colecionou sabe-se lá quantas paixões paralelas), Vinicius conquistou em cheio as plateias do Cone Sul, que viam nele uma válvula de escape para o conservadorismo local. Quando as ditaduras se instalaram na região, aí o conquistador e bebedor inveterado se tornou um mito. Seus livros se tornaram best sellers, seus discos concorriam com os de artistas locais e os seus shows lotavam a ponto de ter sessões extras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No onda de popularidade (ele chegava até a participar de especiais de fim de ano da tevê), Vinicius começou a convidar astros da MPB para dividir o palco. Para uma temporada em Mar del Plata, levou Maria Bethânia. A jornalista Helena Goñi, de Buenos Aires, deu um depoimento no livro sobre a cantora: “Vinicius nos apresentou. ‘Prazer’, disse Bethânia, apertando a mão como se fosse um homem. E acrescentou: ‘Minha mulher’, apontando para Lena Crespi” (a atriz brasileira Leina Crespi). Helena ficou escandalizada. Outro episódio com Bethânia relatado no livro envolveu a cantora Maysa. Antes de cantar “Se Todos Fossem Iguais a Você”, ela disse que estava no local quem melhor a interpreta (Maysa). “Então canto eu”, surge uma cambaleante Maysa, que tomou-lhe o microfone. Procurada pela reportagem, Bethânia não quis comentar os fatos, segundo sua assessoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_538492425194214.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="303" width="483" src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_538492425194214.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AMOR PORTENHO&lt;br /&gt;Vinicius e Marta, que viajou ao Uruguai para conhecer o ídolo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi na casa que Vinicius ocupava nesse balneário argentino que Chico Buarque compôs “Atrás da Porta”. &lt;br /&gt;De acordo com o cantor argentino Horacio Molina, ele decidiu mostrar a música aos amigos brasileiros em um restaurante. Estava bêbado e subiu numa cadeira, onde começou a tirar a camisa à medida que imitava os gestos da mulher desesperada diante da separação do amado. Quase foi expulso do local. A juventude portenha, que sonhava com o sol da praia de Itapoã, adorava tudo e tentava entrar no clima. Foi o caso da poeta e estudante de direito Marta Rodríguez Santamaría, 23 anos na época. Sabendo que Vinicius estaria se apresentando em Punta del Leste, no Uruguai, ela atravessou o rio da Prata com a ideia fixa: conhecer o artista, 40 anos mais velho. Durante uma semana frequentou o restaurante El Mejillón, que nunca fechava as portas e, por isso, era destino certo de Vinicius nas madrugadas. Ao avistá-lo se apresentou e o fisgou com sua graça: tornou-se a sétima mulher do poeta. Vinicius gostava que ela se vestisse com “as cores de Iansã”, o vermelho e o branco. Nessa época, ele já era adepto do candomblé, que adotou ao casar-se com a atriz baiana Gesse Gessy, anterior a Marta e motivo de comentários na Argentina. Segundo o livro, ela costumava se apresentar aos amigos do marido com a seguinte saudação: “Muito prazer, a senhora fulana de tal” (“o fulana de tal” era a expressão chula para o órgão genital feminino).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A essa altura, contudo, Vinicius já havia sido adotado pela elite artística de Buenos Aires e colecionava amigos como o escritor Ernesto Sábato e o músico Astor Piazolla, com quem queria fazer um musical, “Exilados do Cruzeiro do Sul”. Um desses expatriados era o poeta Ferreira Gullar, cujo “Poema Sujo” foi trazido ao Brasil por Vinicius, é sabido. O que não se sabia é que ele passou para o colega uma encomenda de textos para um livro de fotos sobre o Rio de Janeiro, o que foi providencial para a estada de Gullar na cidade. Vinicius frequentou a ponte aérea Rio-Buenos Aires-Montevidéu de 1968 a 1976 e só interrompeu esse namoro após o desaparecimento de seu pianista, Tenório Jr., sequestrado pelas forças da repressão argentina. Desesperado, chegou a contratar os serviços de uma vidente para descobrir o paradeiro do amigo. Tudo em vão. Era o fim de sua festa portenha.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_538504066185573.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="327" width="550" src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_538504066185573.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.istoe.com.br/reportagens/99364_O+VINICIUS+QUE+POUCOS+CONHECEM"&gt;Isto É&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-1707130141701862263?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/1707130141701862263/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=1707130141701862263' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/1707130141701862263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/1707130141701862263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/12/o-vinicius-que-poucos-conhecem.html' title='O Vinicius que poucos conhecem'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-557766045182425817</id><published>2011-12-07T20:26:00.000-03:00</published><updated>2011-12-07T20:26:37.751-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crítica da Modernidade. Alain Touraine'/><title type='text'>Citações da obra Crítica da Modernidade de Alain Touraine.</title><content type='html'>TOURAINE, Alain. Crítica da Modernidade. Tradução de Elia Ferreira Edel. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 1997. 431 p. ISBN 85-326-1164-8&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Jean Jacques Rousseau pertence a esta filosofia do iluminismo porque, comenta Jean Starobinski, toda a sua obra está dominada pela busca da transparência e pela luta contra os obstáculos que obscurecem o conhecimento e a comunicação” (p. 20).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“o que vale para a sociedade, vale para o individuo” (p. 20)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os filósofos do iluminismo, no Sec. XVIII – “É preciso substituir a arbitrariedade da moral religiosa pelo conhecimento das leis da natureza” (p. 21)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“[...] o triunfo do bem não seria possível se a virtude não censurasse o prazer” (p. 22)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O ser humano não é mais uma criatura feita por Deus à sua imagem, mas um ator social definido por papeis, isto é, pelas condutas ligadas a status e que devem contribuir para o bom funcionamento do sistema social” (p. 26)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A sociedade nada mais é que o conjunto dos efeitos produzidos pelo progresso do conhecimento” (p. 38)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Declaração dos direitos do homem e do cidadão.&lt;br /&gt;“A declaração francesa dos direitos situa-se na junção de um período que foi dominado pelo pensamento inglês com o período das revoluções que será dominado pelo modelo político Frances e pelo pensamento alemão” (p. 61)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A sociedade industrial que se forma na Europa, depois na América do Norte, surge cortada por um capitalismo brutal: de um lado o mundo do interesse e da individualidade, sobre o qual Schopenhauer diz que é esteticamente uma taberna cheia de bêbados, intelectualmente um asilo de alienados e moralmente um covil de bandidos; do outro, o mundo impessoal do desejo que não se comunica com o do cálculo”. (p. 115)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nietzshe combate a resposta de Schopenhauer, mas adota sua critica do individualismo. Ele se coloca no interior da modernidade e reivindica a herança do iluminismo, particularmente de Voltaire, sobretudo pela rejeição ao cristianismo: os homens se separam dos deuses, mas essa ruptura não é o fim do mundo, ela é ao mesmo tempo uma libertação que abre uma nova época  e um assassinato que deixa o homem carregado de culpa. ‘Deus esta morto’, diz ele em A Gaia Ciência, e acrescenta, ‘nós o matamos’” (p. 116)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mas todos os filósofos da Escola de Frankfurt vêem na cultura de massa um instrumento de repressão e não de submissão, de escravidão, portanto” (p. 162)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A influencia da Escola de Frankfurt é e permanece considerável, pois uma sociedade dominada pela produção, pelo consumo e pela comunicação de massa tende a reduzir os indivíduos a preencher que outros definiram para eles, e esta forma moderna de dependência, muito diferente daquela das sociedades tradicionais que submetiam o individuo a regras e ritos [...]” (p. 165)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quanto mais a modernidade se faz presente, mais se eclipsam as representações que a identificavam com o desaparecimento do sujeito, como o sol substituindo a lua no céu.” (p. 303).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-557766045182425817?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/557766045182425817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=557766045182425817' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/557766045182425817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/557766045182425817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/12/citacoes-da-obra-critica-da-modernidade.html' title='Citações da obra Crítica da Modernidade de Alain Touraine.'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-1811880078729233835</id><published>2011-12-07T19:50:00.001-03:00</published><updated>2011-12-07T19:50:38.271-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rui Barbosa'/><title type='text'>RUI BARBOSA</title><content type='html'>Ao contrário do que se imagina, Rui Barbosa quase nunca usava bengala. Carregava, sim, um guarda-chuva de cabo de ouro e um livro debaixo do braço para ler no trajeto de bonde ou carruagem. Só calçava botinas pretas ou marrons, de número 36, e não usava jóias, exceto o relógio de ouro, dentro do qual carregava um retrato da esposa, Maria Augusta - com quem foi casado durante 47 anos e teve cinco filhos -, e a aliança. Detestava ostentar o anel de grau e raramente tirava os óculos. Para ler, usava um pinchê e até na compulsão por devorar livros era igual ao pai. A baixa estatura - 1,58m - e os 48 quilos, além do volumoso bigode branco e da ligeira curva na coluna, faziam do jurista um verdadeiro João José Barbosa em miniatura. &lt;br /&gt;Foi com o pai que o menino aprendeu as técnicas de eloquência que lhe foram tão úteis. O vozeirão, que ninguém compreendia como fora parar naquele corpo franzino, ajudava muito em seu desempenho nas tribunas. Dominando como poucos o ofício de orador, o jurista baiano (nascido em Salvador, a 5 de novembro de 1849) encantou e causou inveja a muita gente. Discursando na Câmara, no Senado ou em praça pública - como fez nas três vezes em que falou aos soldados recém-chegados da Guerra do Paraguai, em 1869 - provocava aplausos intermináveis. Jurista, advogado, diplomata, político e jornalista, Rui Barbosa foi "um homem que teve sua atuação pública baseada num rígido comportamento ético", como disse a ISTOÉ o presidente da Fundação Casa de Rui Barbosa, Mário Machado.&lt;br /&gt;Durante anos, este foi o maior elogioque alguém poderia fazer a um amigo. A expressão foi moda no Brasil e o nome do jurista era sinônimo de inteligência, astúcia, brio. Nada mais justo: a erudição de Rui lhe deu a capacidade de falar, com fluência, inglês, italiano, espanhol, alemão e francês. Desde menino a família tinha certeza de que ele seria um gênio da raça. Aos cinco anos, aprendeu a analisar orações e conjugar verbos e, aos dez anos, tinha lido alguns dos clássicos da literatura, além de declamar trechos de Camões. Na Faculdade de Direito do Recife - onde cursou os dois primeiros anos, até transferir-se para a Faculdade de Direito de São Paulo, desconsolado com uma nota baixa -, gastava parte do dinheiro que o pai mandava comprando velas, usadas para estudar nas madrugadas que varava. Quase diariamente, ia às livrarias bisbilhotar e comprar os 35 mil livros que hoje enchem as estantes da Fundação Casa de Rui Barbosa, antiga residência do jurista baiano, em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.casaruibarbosa.gov.br/paracriancas/img/rui/ruibarbosa_foto1.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="319" width="280" src="http://www.casaruibarbosa.gov.br/paracriancas/img/rui/ruibarbosa_foto1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O adolescente, que precisou esperar um ano até completar os 16 suficientes para o ingresso na faculdade, era um defensor das liberdades individuais. "A formação se deu dentro do pensamento liberal e democrata. Defendeu teses como a igualdade de salários entre homens e mulheres, a proteção à trabalhadora gestante e a liberdade de cultos", disse a ISTOÉ o advogado e ex-senador Josaphat Marinho. Depois de exercer dois mandatos de deputado pela Bahia, enquanto lutava com unhas e dentes pela República e, mais ferozmente ainda, pela abolição, ganhou destaque na nova cena republicana com os cargos de vice-chefe e ministro da Fazenda do governo provisório. Envolveu-se no episódio do Encilhamento (período de grande especulação financeira que deu ao País uma hiperinflação) e mandou queimar os livros de registros da escravidão. Até hoje os historiadores rogam pragas à memória de Rui pelo feito. &lt;br /&gt;Indenizar os escravos Mas os admiradores do jurista explicam: depois da abolição, ex-proprietários de escravos exigiram do governo indenizações astronômicas. "Para evitar que o tesouro da União fosse onerado em benefício dos fazendeiros, mandou queimar todas as provas existentes", disse a ISTOÉ o bisneto Alfredo Rui Barbosa. No despacho que negava o pedido de indenização, escreveu uma única frase e foi aplaudido pelos abolicionistas: "Mais justo seria se pudesse descobrir meio de indenizar os escravos." &lt;br /&gt;Mas foi seu papel na elaboração da Constituição de 1891, a primeira da República, que o transformou em personagem célebre da História do Brasil. Em reuniões ministeriais diárias, liderava as discussões sobre o conteúdo da Constituição. À noite, depois de redigir os termos, encontrava-se com o presidente marechal Deodoro da Fonseca. Após ouvir atentamente as palavras do jurista - que não deviam ser nada monótonas, já que a perfeição de sua eloquência era assustadora -, o presidente dava sua aprovação. "Quer dizer que eu não poderei fechar o Congresso?" Rui advertiu que, segundo a Constituição, o presidente não teria este poder. Desdenhando a resposta, Deodoro avisou: "Pode pôr isso aí. Eu vou fechar mesmo." Dito e feito. Rui foi contra e demitiu-se. Mais adiante, o governo provisório ganhou outro presidente, Floriano Peixoto, seu amigo, pelo menos até abusar do poder e fazer o que o jurista mais abominava - prender, matar e censurar. &lt;br /&gt;"Era movido por um incomum senso de justiça. Bastava falar em violação de direitos que ele estava lá. Defendeu muitos adversários, sem pedir nada em troca", disse o bisneto Alfredo. Com Floriano no poder, Rui pediu habeas-corpus em favor dos presos políticos. Libertou os perseguidos, mas foi também vítima das arbitrariedades do presidente, que fechou o Jornal do Brasil, do qual tornara-se sócio em 1893. &lt;br /&gt;Incomodado, exilou-se na Inglaterra, onde ficou pouco mais de um ano. Para ele, ficar longe do jardim de casa era um sacrifício. Não se afastava das plantas por habeas-corpus nenhum do mundo. Quem estivesse à procura do advogado enquanto ele cuidava do jardim ou devorava romances policiais era obrigado a esperar horas a fio. Aliás, horas não faltavam no dia de Rui. Às quatro da manhã já estava de pé, pronto para iniciar a rotina metódica e regrada. Até as seis, quando o barbeiro batia à porta, estudava no gabinete. "Tinha hábitos simples, gostava da vida em família e não era vaidoso", conta o bisneto Alfredo. No entanto, pagou caro por alguns ímpetos de vaidade, como mandar grafar nas estantes de sua biblioteca as iniciais "R.B." Os adversários espalharam a notícia de que Rui teria se apropriado da mobília enquanto ocupava a pasta da Fazenda. As letras, segundo os inimigos, significavam República Brasileira. "Uma infâmia, até porque nem se usava República Brasileira, e sim República Federativa dos Estados Unidos do Brasil", esclareceu o bisneto. &lt;br /&gt;Motivos para cobrir-se de glórias teve mesmo quando participou, em 1907, da Conferência de Paz em Haia, na Holanda. Nomeado embaixador extraordinário do Brasil, o esplendor de seu desempenho no evento fez surgir no País uma série de boatos. "Em que língua querem que eu fale?", teria dito, antes de se apresentar. Diziam que pronunciou seu discurso em vários idiomas, coisa impossível de ter acontecido porque a língua oficial do encontro era o francês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fã de Chaplin Tornou-se nossa Águia de Haia e capitalizou o sucesso candidatando-se à Presidência da República, em 1909. Correu o País em campanha e esteve perto da vitória, mas foi derrotado pelo marechal Hermes da Fonseca. Contestou o resultado das eleições, foi mais uma vez vencido e candidatou-se novamente em 1919. Desta vez, reconheceu a legitimidade do processo eleitoral e a vitória de Epitácio Pessoa nas urnas. &lt;br /&gt;Preocupado com a liberdade alheia durante toda a vida, Rui quase não teve tempo para o lazer. Seu programa preferido: ir ao cinema. A cadeira cativa do Cinema Ideal foi presente do gerente ao cliente assíduo - cujos rolos preferidos eram os de Charles Chaplin. Membro da Academia Brasileira de Letras desde 1908, nos últimos anos de vida os inimigos cederam às virtudes do jurista e acenaram com a bandeira branca. O corpo frágil, que na infância escapou de uma epidemia de cólera em Salvador, sucumbiu a uma toxemia (intoxicação do sangue). Rui Barbosa faleceu no dia 1o. de março de 1923 e seu caixão foi carregado nos ombros do povo. "Seu ideário político ainda é atual. Sonhava com uma ordem jurídica livre e democrática e também com uma justiça social, que até hoje está longe de ser resolvida", concluiu o presidente da Fundação Casa de Rui Barbosa, Mário Machado. &lt;br /&gt;VOCÊ SABIA? O neto pediu um livro emprestado e Rui orientou: "Na primeira estante, na segunda prateleira de baixo para cima, pegue a terceira obra da esquerda para a direita." O moleque seguiu as instruções e quase não acreditou. Entre os mais de 30 mil volumes, o livro estava no local exato. &lt;br /&gt;VOCÊ SABIA? Corria à boca pequena que o jurista pagava para não passar perto de um pobre. Consultor jurídico da Light, foi acusado de mandar retirar a linha de bonde popular que passava em frente à sua casa, na rua São Clemente, em Botafogo, para não incomodá-lo, o que era pura invenção.&lt;br /&gt;*Matéria retirada da revista IstoÉ, edição especial - 1566 - O Brasileiro do Século - Economistas &amp; Juristas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CRONOLOGIA DE UMA GRANDE VIDA*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rejane M. Moreira de A. Magalhães&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1849&lt;br /&gt;- 5 de novembro - Nasce Rui Barbosa na então Rua dos Capitães (que depois passou a ter o seu nome), Freguesia da Sé, cidade do Salvador, Bahia. Filho de João José e Maria Adélia Barbosa de Oliveira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1854&lt;br /&gt;- Inicia os estudos com o Professor Antônio Gentil Ibirapitanga, seguidor do método português de Antônio Feliciano de Castilho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1861&lt;br /&gt;- Ingressa no Ginásio Baiano, do Dr. Abílio César Borges, depois Barão de Macaúbas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1865&lt;br /&gt;- 26 de novembro - Profere seu primeiro discurso na solenidade de distribuição de prêmios no Ginásio Baiano, ocasião em que recebe uma medalha de ouro colocada em seu peito pelo Arcebispo Primaz da Bahia.&lt;br /&gt;- Estuda alemão, por decisão do pai, até atingir a idade mínima permitida para ingresso nos cursos superiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1866&lt;br /&gt;- Matricula-se na Faculdade de Direito do Recife.&lt;br /&gt;- Mora inicialmente no Mosteiro de São Bento (Olinda), mudando-se pouco depois para uma pensão inglesa no Recife, onde aproveita para praticar o inglês.&lt;br /&gt;- Toma parte em associações acadêmicas abolicionistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1867&lt;br /&gt;- 16 de junho - Morre-lhe a mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1868&lt;br /&gt;- Transfere-se para a Faculdade de Direito de São Paulo. São seus contemporâneos: Joaquim Nabuco, Castro Alves, Rodrigues Alves, Afonso Pena e o futuro Barão do Rio Branco.&lt;br /&gt;- Estréia na imprensa, colaborando em O Ipiranga, O Independência e Imprensa Acadêmica.&lt;br /&gt;- 13 de agosto - Pronuncia seu primeiro discurso político, saudando José Bonifácio, o Moço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1869&lt;br /&gt;- Funda em São Paulo, com Luís Gama, Bernardino Pamplona, Benedito Ottoni e Américo de Moura, O Radical Paulistano.&lt;br /&gt;- 12 de setembro - Pronuncia uma conferência abolicionista, O Elemento Servil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1870&lt;br /&gt;- 28 de outubro - Recebe o grau de Bacharel em Direito pela Faculdade de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1872&lt;br /&gt;- Inicia-se na advocacia (na Bahia), ao lado do conselheiro Manuel Pinto de Sousa Dantas e Pedro Leão Veloso (pai).&lt;br /&gt;- Estréia no júri.&lt;br /&gt;- Passa a colaborar no Diário da Bahia, onde permanece até 1878.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1873&lt;br /&gt;- Viaja à Europa, para tratamento de saúde, lá permanecendo durante quatro meses.&lt;br /&gt;- Faz campanhas a favor da liberdade religiosa e da reforma eleitoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1874&lt;br /&gt;- 2 de agosto - Pronuncia, no Teatro São João (Bahia), uma conferência sobre eleição direta.&lt;br /&gt;- 28 de novembro - Morre-lhe o pai, deixando muitas dívidas, saldadas pelo filho em dez anos de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1875&lt;br /&gt;- Faz campanhas a favor dos escravos, e contra o alistamento militar obrigatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1876&lt;br /&gt;- 21 de julho - Pronuncia um discurso sobre o conflito entre o Estado e a Igreja, na sede da Loja do Grande Oriente do Vale dos Beneditinos (Rio).&lt;br /&gt;- 23 de novembro - Casa-se com Maria Augusta Viana Bandeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1877&lt;br /&gt;- É publicada a tradução de O Papa e o Concílio, para a qual escreve um prefácio tão extenso quanto a própria obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1878&lt;br /&gt;- É eleito Deputado à Assembléia Legislativa Provincial da Bahia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1879&lt;br /&gt;- Deputado à Assembléia Geral Legislativa da Corte.&lt;br /&gt;- 17 de março - Pronuncia um discurso sobre a situação liberal, invocando os grandes mestres do parlamentarismo europeu.&lt;br /&gt;- 16 de abril - Defende o Gabinete Sinimbu contra o ataque de Silveira Martins, então o maior orador parlamentar do País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1880&lt;br /&gt;- Formula o projeto de eleição direta, conhecido como Lei Saraiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1881&lt;br /&gt;- 8 de março - Nomeado membro do conselho Superior de Instrução Pública.&lt;br /&gt;- Aos dez anos da morte de Castro Alves, escreve o Elogio do Poeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1882&lt;br /&gt;- Como relator da Comissão de Instrução Pública, elabora o projeto de reforma do ensino. Apresenta o parecer sobre o Ensino Secundário e Superior.&lt;br /&gt;- 23 de novembro - Pronuncia, no Liceu de Artes e Ofícios, o discurso O Desenho e a Arte Industrial, no qual defende a idéia de que a base da industrialização está no aprendizado do desenho no ensino técnico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1883&lt;br /&gt;- Elabora o projeto e apresenta o parecer sobre o Ensino Primário, onde se revela precursor da educação física, do ensino musical, do ensino do desenho e dos trabalhos manuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1884&lt;br /&gt;- 31 de maio - Recebe do imperador o título de conselheiro, pelos serviços ao ensino.&lt;br /&gt;- Redige parecer e projeto de lei sobre a emancipação dos escravos (Lei dos Sexagenários).&lt;br /&gt;- Dezembro - Perde a reeleição para a Câmara do Império.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1885&lt;br /&gt;- Pronuncia uma série de conferências abolicionistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1886&lt;br /&gt;- É publicada a tradução e adaptação da obra didática, de Norman A. Calkins, Lições de Coisas.&lt;br /&gt;- Na sessão cívica, no Teatro São José, em São Paulo, pronuncia um discurso em homenagem à memória de José Bonifácio, o Moço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1887&lt;br /&gt;- Redige, a pedido do Conselheiro Dantas, o Manifesto dos Generais (questão Militar).&lt;br /&gt;- Prossegue a campanha abolicionista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1888&lt;br /&gt;- 29 de abril - Pronuncia, no Teatro São João (Bahia), o discurso Aos Abolicionistas Baianos. &lt;br /&gt;- 13 de maio - É assinada a Lei Áurea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1889&lt;br /&gt;- Como redator-chefe do Diário de Notícias, escreve uma série de artigos, vários deles defendendo a federação, os quais posteriormente são reunidos em livro, sob o título Queda do Império.&lt;br /&gt;- 9 de junho - Recusa a Pasta do Império, no Gabinete Ouro Preto, por não figurar no seu programa o princípio federativo.&lt;br /&gt;- 9 de novembro - No artigo "O Plano contra a Pátria", prega a necessidade da revolução. &lt;br /&gt;- 11 de novembro - Reúne-se com os conspiradores em casa de Deodoro.&lt;br /&gt;- 15 de novembro - É proclamada a República. Instala-se o Governo Provisório. Rui é nomeado Ministro da Fazenda e, interinamente, da Justiça. Redige os primeiros decretos da República.&lt;br /&gt;- 31 de dezembro - É nomeado o Primeiro Vice-Chefe do Governo Provisório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1890&lt;br /&gt;- Ocupa-se da reforma bancária.&lt;br /&gt;- 7 de janeiro - Apresenta o projeto de separação da Igreja do Estado - Decreto nº 119-A.&lt;br /&gt;- Redige o texto definitivo do Projeto da 1ª Constituição Republicana.&lt;br /&gt;- Eleito Senador pela primeira vez, como representante do seu Estado natal.&lt;br /&gt;- 25 de maio - São-lhe concedidas honras de General-de-Brigada.&lt;br /&gt;- 19 de dezembro - Defende e sustenta, no Congresso Constituinte, a Carta Magna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1891&lt;br /&gt;- Janeiro - Apresenta o relatório da sua gestão no Ministério da Fazenda.&lt;br /&gt;- 20 de janeiro - Apresenta a renúncia coletiva do Ministério.&lt;br /&gt;- 24 de fevereiro - Promulgada a Constituição dos Estados Unidos do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1892&lt;br /&gt;- 20 de janeiro - Renuncia ao cargo de Senador.&lt;br /&gt;- 23 de abril - Defende, perante o Supremo Tribunal Federal, o habeas corpus a favor dos presos políticos.&lt;br /&gt;- Publica O Estado de Sítio, sua natureza, seus efeitos, seus limites.&lt;br /&gt;- 27 de junho - Reeleito Senador pela Bahia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1893&lt;br /&gt;- 7 de fevereiro - Viagem à Bahia, quando pronuncia o famoso discurso Visita à Terra Natal&lt;br /&gt;- 21 de maio - Inicia uma série de artigos no Jornal do Brasil combatendo a política de Floriano Peixoto.&lt;br /&gt;- 6 de setembro - Em conseqüência de suas atitudes antes e durante a Revolta da Armada, é obrigado a refugiar-se na Legação do Chile. Tem início, então, o seu exílio. Consegue embarcar e parte para Buenos Aires.&lt;br /&gt;- 24 de novembro - Seu título de General-de-Brigada é cassado por decreto de Floriano Peixoto, sob acusação de participação na Revolta da Armada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1894&lt;br /&gt;- De Buenos Aires parte para Lisboa, Madri, Paris e finalmente Londres. A série de artigos, que desta cidade remete para o Jornal do Comércio, é posteriormente reunida em livro sob o título Cartas da Inglaterra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1895&lt;br /&gt;- Junho - Regressa do exílio.&lt;br /&gt;- 24 de agosto - Discursa no Senado sobre a Pacificação do Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;- 30 de novembro - Banquete oferecido em sua homenagem pelo Jornal do Comércio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1896&lt;br /&gt;- Ano de grande atividade jurídica: defende os magistrados postos em disponibilidade, os professores da Escola Politécnica, dá um parecer sobre o jogo da péla e prossegue na defesa dos presos políticos.&lt;br /&gt;- 13 de outubro - Pronuncia no Senado um discurso respondendo às acusações feitas por César Zama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1897&lt;br /&gt;- Recusa o convite de Manuel Vitorino, Vice-Presidente da República, para Ministro Plenipotenciário do Brasil na questão de limites com a Guiana Francesa.&lt;br /&gt;- 24 a 26 de maio - Pronuncia na Bahia duas conferências sobre o Partido Republicano Conservador.&lt;br /&gt;- 6 de novembro - Pronuncia, no Senado, um discurso sobre o atentado (ocorrido na véspera) contra Prudente de Morais, Presidente da República. &lt;br /&gt;- 5 de dezembro - Na sessão secreta do Senado, faz uma declaração sobre o Tratado de Arbitramento para a fixação das fronteiras do Brasil com a Guiana Francesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1898&lt;br /&gt;- 14 de janeiro - Prudente de Morais restitui-lhe o título de General-de-Brigada.&lt;br /&gt;- 26 de março - Defende perante o Supremo Tribunal Federal o habeas corpus que impetrara em favor dos desterrados para Fernando de Noronha, após o atentado contra o Presidente da República.&lt;br /&gt;- 5 de outubro - Assume o cargo de redator-chefe d'A Imprensa, para o qual, durante dois anos e meio, redige editoriais quase que diários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1899&lt;br /&gt;- Opõe-se francamente ao Governo Campos Sales.&lt;br /&gt;- Março - Critica a resolução do governo de elaborar o Código Civil.&lt;br /&gt;- Setembro - Analisa a visita do Presidente da Argentina, Júlio Roca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1900&lt;br /&gt;- Através de artigos sucessivos n'A Imprensa, defende a gestão financeira do Governo Provisório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1901&lt;br /&gt;- Março - Deixa de redigir artigos para A Imprensa, cuja publicação é logo depois suspensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1902&lt;br /&gt;- Designado Presidente da Comissão Especial do Código Civil, no Senado.&lt;br /&gt;- 3 de abril - Apresenta parecer-crítica sobre a redação do Projeto do Código Civil da Câmara.&lt;br /&gt;- 26 de outubro - Aparecem as Ligeiras Observações sobre as Emendas do Dr. Rui Barbosa ao Projeto do Código Civil, pelo Professor Carneiro Ribeiro. É o início da polêmica filológica conhecida como Réplica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1903&lt;br /&gt;- Integra a representação brasileira na questão de limites entre o Brasil e a Bolívia, a convite do Barão do Rio Branco. Pouco depois, exonera-se por não concordar com o arbitramento.&lt;br /&gt;- Paraninfo dos bacharéis em Ciências e Letras do Colégio Anchieta (de Nova Friburgo), pronuncia um importante discurso, que representa uma profissão de fé cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1904&lt;br /&gt;- Defende perante o Supremo Tribunal Federal o Estado do Rio Grande do Norte na questão de limites com o Ceará.&lt;br /&gt;- Combate a campanha pró-vacinação obrigatória.&lt;br /&gt;- 16 de novembro - Discursa no Senado sobre a Revolta das Escolas Militares, associando-se aos protestos populares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1905&lt;br /&gt;- Renovado o seu mandato de Senador pela Bahia.&lt;br /&gt;- É candidato à Presidência da República.&lt;br /&gt;- 1º de setembro - No Manifesto à Nação indica os nomes de Afonso Pena e Nilo Peçanha, respectivamente, para Presidente e Vice-Presidente da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1906&lt;br /&gt;- 25 de maio - Por motivo de saúde, recusa o convite do Barão do Rio Branco para representar o Brasil na Terceira Conferência Pan-Americana.&lt;br /&gt;- 22 de outubro - Eleito Vice-Presidente do Senado, toma posse três dias depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1907&lt;br /&gt;- Indicado pelo Correio da Manhã para representar o Brasil na Segunda Conferência da Paz, a se realizar em Haia. &lt;br /&gt;- 27 de fevereiro - É convidado oficialmente, para essa missão, pelo Barão do Rio Branco.&lt;br /&gt;- 28 de março - Aceita o convite.&lt;br /&gt;- 29 de abril - Por decreto do Presidente Afonso Pena, é nomeado Embaixador Extraordinário, Ministro Plenipotenciário e Delegado do Brasil.&lt;br /&gt;- 5 de maio - Parte para a Europa, a bordo do Araguaia.&lt;br /&gt;- 15 de junho - Abertura da Conferência, no Palácio Binnenhof.&lt;br /&gt;- Indicado Presidente de Honra da 1ª Comissão.&lt;br /&gt;- 12 de julho - Réplica a De Martens, Delegado Plenipotenciário da Rússia.&lt;br /&gt;- 5 de outubro - Impasse na conferência, criado pela tese de que todos os Estados são iguais perante a ordem jurídica internacional. Para a sua solução foi criado um grupo, do qual fez parte Rui Barbosa, conhecido como "Os Sete Sábios".&lt;br /&gt;- 18 de outubro - Encerramento da Conferência.&lt;br /&gt;- 31 de outubro - Manifestação dos brasileiros em Paris.&lt;br /&gt;- 29 de dezembro - Manifestação popular na Bahia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1908&lt;br /&gt;- Janeiro - Manifestação popular no Rio, sendo orador Coelho Neto.&lt;br /&gt;- 7 de maio - Reeleição Vice-Presidente do Senado.&lt;br /&gt;- 17 de maio - Recusa prêmio pecuniário pelos trabalhos em Haia.&lt;br /&gt;- 29 de setembro - Pronuncia, em nome da Academia Brasileira de Letras, o Adeus a Machado de Assis.&lt;br /&gt;- 3 de outubro - Eleito Presidente da Academia Brasileira de Letras, em substituição a Machado de Assis. &lt;br /&gt;- 15 de novembro - Recebe do Presidente Afonso Pena medalha de ouro pelos trabalhos na Conferência da Paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1909&lt;br /&gt;- 23 de junho - Renuncia à Vice-Presidência do Senado. &lt;br /&gt;- Inicia a Campanha civilista (2ª candidatura à Presidência da República).&lt;br /&gt;- 17 de maio - Saúda Anatole France em nome da Academia Brasileira de Letras.&lt;br /&gt;- Agosto - É proclamado candidato à Presidência da República, na Convenção Nacional.&lt;br /&gt;- Excursão eleitoral ao Estado de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1910&lt;br /&gt;- Excursão eleitoral aos Estados da Bahia e Minas Gerais.&lt;br /&gt;- 1º de março - Apresenta ao Congresso Nacional uma Memória, contestando a apuração da eleição para Presidente e Vice-Presidente da República.&lt;br /&gt;- Hermes da Fonseca é declarado eleito. Rui lhe faz sistemática oposição.&lt;br /&gt;- Publica os dois volumes de O Direito do Amazonas ao Acre Setentrional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1911&lt;br /&gt;- 10 e 13 de dezembro - Discursa no Senado sobre a intervenção em Pernambuco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1912&lt;br /&gt;- Janeiro e fevereiro - Combatendo os atos do Governo Federal contra a Bahia, escreve vários artigos jornalísticos e impetra diversos habeas corpus em favor de Aurélio Viana (Governador do Estado) e outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1913&lt;br /&gt;- 26 de julho - Terceira candidatura à Presidência da República, levantada pela Convenção Nacional.&lt;br /&gt;- Setembro - Discurso no Senado sobre o bombardeio de Manaus e a intervenção no Estado do Amazonas. &lt;br /&gt;- 28 de dezembro - Através de um Manifesto à Nação, renuncia à candidatura à Presidência da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1914&lt;br /&gt;- 20 de fevereiro - Responde às acusações do Senador Gabriel Salgado (A Esfola da Calúnia).&lt;br /&gt;- 24 de maio - discursa no Centro de Ciências, Letras e Artes de Campinas. Em um trecho desse discurso Rui fala no "espetáculo da volta das andorinhas".&lt;br /&gt;- Deflagrada a Primeira guerra Mundial, toma posição a favor dos aliados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1915&lt;br /&gt;- Janeiro - Reeleito Senador pela Bahia.&lt;br /&gt;- 9 de setembro - Ofício ao Senado, expressando pesar pelo assassinato, na véspera, de Pinheiro Machado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1916&lt;br /&gt;- 10 de junho - Por decreto do Presidente Venceslau Brás, é nomeado Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário para representar o Brasil no Primeiro Centenário da Independência Argentina. &lt;br /&gt;- 14 de julho - Pronuncia na Faculdade de Direito de Buenos Aires a Conferência Problemas de Direito Internacional, conhecida como O Dever dos Neutros. &lt;br /&gt;- 17 de setembro - Pronuncia no Teatro Municipal do Rio de Janeiro uma conferência sobre a guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1917&lt;br /&gt;- 17 de março - Pronuncia no Teatro de Petrópolis conferência a favor dos aliados.&lt;br /&gt;- 26 de outubro - Discursa no Senado sobre a declaração de guerra à Alemanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1918&lt;br /&gt;- 11 de agosto - Início das comemorações do seu jubileu cívico. Discursa na missa campal realizada no Campo de São Cristóvão (Rio).&lt;br /&gt;- 12 de agosto - Discursa na Biblioteca Nacional, onde foi saudado por Constâncio Alves.&lt;br /&gt;- 13 de agosto - Discursa na manifestação popular realizada no Teatro São Pedro de Alcântara.&lt;br /&gt;- Recebe do Ministro da França, Paul Claudel, as insígnias de Grande Oficial da Legião de Honra; do representante da Bélgica, a Grã-Cruz da Ordem da Coroa.&lt;br /&gt;- 3 de dezembro - Recusa o convite do Presidente Rodrigues Alves para chefiar a Delegação Brasileira ao Congresso da Paz, em Versalhes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1919&lt;br /&gt;- Quarta candidatura à Presidência da República. &lt;br /&gt;- 20 de março - Pronuncia no Teatro Lírico (Rio) a conferência A Questão Social e Política no Brasil.&lt;br /&gt;- 8 de maio - Desliga-se da Academia Brasileira de Letras.&lt;br /&gt;- 6 de setembro - É convidado pelo Presidente Epitácio Pessoa para representar o Brasil na Liga das Nações.&lt;br /&gt;- Novembro e dezembro - Excursiona pelo Estado da Bahia, apoiando a candidatura Paulo Fontes ao governo do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1920&lt;br /&gt;- Recusa o convite para a Liga das Nações.&lt;br /&gt;- Fevereiro, março e abril - Escreve uma série de artigos jornalísticos contra o Governo Federal, que, reunidos, são publicados sob o título O Artigo 6º da Constituição e a Intervenção de 1920 na Bahia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1921&lt;br /&gt;- março - Paraninfo dos bacharéis pela Faculdade de Direito de São Paulo. Redige a Oração aos Moços, talvez sua mais bela peça oratória, lida pelo Professor Reinaldo Porchat.&lt;br /&gt;- 5 de junho - Reeleito Senador pela Bahia.&lt;br /&gt;- 29 de julho - Reassume a cadeira de Senador.&lt;br /&gt;- 14 de setembro - Eleito juiz da corte Permanente de Justiça Internacional de Haia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1922&lt;br /&gt;- 18 de agosto - Sofre um edema pulmonar, complicado com sintomas de uremia.&lt;br /&gt;- Setembro - Recebe a Grã Cruz da Ordem de S. Tiago, das mãos do Presidente de Portugal, Antônio José de Almeida, em visita oficial ao Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1923&lt;br /&gt;- 11 de janeiro - Redige em Petrópolis um Manifesto à Bahia.&lt;br /&gt;- 27 de fevereiro - É vítima de paralisia bulbar.&lt;br /&gt;- 1º de março (tarde) - Morre em Petrópolis. São-lhe concedidas honras de Chefe de Estado. O corpo é velado na Biblioteca Nacional e enterrado no Cemitério de São João Batista, com grande acompanhamento popular em 4 de março.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1949&lt;br /&gt;- Centenário de nascimento de Rui Barbosa; trasladação dos restos mortais para Salvador e sepultamento no Fórum Rui Barbosa.&lt;br /&gt;__________&lt;br /&gt;NOTAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Publicado no Jornal de Letras, 1º caderno, agosto 1980, p. 4-5. Para maiores esclarecimentos, consultar: Rui Barbosa: Cronologia da Vida e da Obra. 2. ed. rev. Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1999, 308 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ATUALIDADE DE RUI*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rejane M. Moreira de A. Magalhães&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas pessoas, das mais credenciadas, já falaram de Rui, com eloqüência, vernaculidade e senso de oportunidade: Rui jornalista da República, Rui escritor e orador, Rui advogado, Rui renovador da sociedade, Rui ministro da fazenda, Rui diplomata, Rui e a educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São tantas as facetas e tantos os veios por onde seguir, que a preocupação é buscar o fio condutor, para que Rui apareça na sua exata posição e na justa medida do papel que ele representou para o país, para a sua época e para a História.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora entusiasta da figura e da obra de Rui, não gostaria de fazer a sua apologia. Não creio que seria necessário. Rui se impõe por si mesmo: a sua obra reflete a alma nacional; o seu legado, as suas idéias, o seu modelo continuam vivos e agindo, e, em todos os momentos de crise da vida do país, seu nome avulta como advogado paradigma das grandes causas, símbolo do patriota intemerato e intimorato, que enfrentou e desafiou graves situações em defesa do Direito e da Justiça e da causa da liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ocasião do seu jubileu cívico, que no ano passado completou 80 anos, Rui assim declarou como gostaria de ser lembrado: &lt;br /&gt;[...] de bustos e estátuas não sou lá grande entusiasta. Um homem em metal ou pedra me parece duas vezes morto. Muito pode valer a estátua pelo merecimento da obra-prima. Mas então o seu lugar adequado será no museu [...]. Se eu pudesse ter a minha escolha, um monumento verdadeiro do trânsito da minha mediocridade pela terra, o que me agradaria recomendar seria uma ferramenta de trabalho com o nome do operário, e a inscrição daquilo de São Paulo na primeira (carta) aos coríntios: Abundantius illis omnibus laboravi. Bem-aventurados os que a si mesmos se estatuaram em atos memoráveis, e, sem deixarem os seus retratos à posteridade, esquecediça ou desdenhosa, vivem a sua vida póstuma desinteressadamente pelos benefícios que lhe herdaram. (Discurso na Biblioteca Nacional, 12.08.1918.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noutra oportunidade sintetizou o seu curriculum vitae: "Estremeceu a pátria, viveu no trabalho e não perdeu o ideal." (Discurso no Colégio Anchieta, 13.12.1903.) &lt;br /&gt;E passou a definir o que para ele significava a pátria: &lt;br /&gt;O sentimento que divide, inimiza, retalia, detrai, amaldiçoa, persegue, não será jamais o da pátria. A pátria é a família amplificada. E a família, divinamente constituída, tem por elementos orgânicos a honra, a disciplina, a fidelidade, a benquerença, o sacrifício.&lt;br /&gt;........................................................................&lt;br /&gt;A pátria não é ninguém: são todos; e cada qual tem no seio dela o mesmo direito à idéia, à palavra, à associação. A pátria não é um sistema, nem uma seita, nem um monopólio, nem uma forma de governo: é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da liberdade.&lt;br /&gt;........................................................................&lt;br /&gt;Mas o patriotismo, praticamente, consiste, sobretudo, no trabalho. &lt;br /&gt;Sobre o trabalho, Rui considerava que era o grande removedor dos obstáculos: &lt;br /&gt;Tudo o que nasce do trabalho é bom. Tudo o que se amontoa pelo trabalho é justo. Tudo o que assenta no trabalho é útil. ("A Questão Social e Política no Brasil", conferência em 20.03.1919.)&lt;br /&gt;E pregou que "a missão do trabalho seria a reação sobre as desigualdades nativas, pela educação, atividade e perseverança". (Discurso no Colégio Anchieta, cit.) Ele mesmo nasceu na pobreza, não contou senão com o seu esforço para vencer. Herdou o trabalho e a luta, mas a luta como quem nasceu para menear com a energia de uma arma, e o trabalho como quem fora talhado para vencer num campo de batalha. ("Resposta a César Zama", discurso no Senado em 13.10.1896.)&lt;br /&gt;Sobre o ideal, disse: &lt;br /&gt;O ideal não se define; enxerga-se por clareiras que dão para o infinito: o amor abnegado; a fé cristã; o sacrifício pelos interesses superiores da humanidade; a compreensão da vida no plano divino da virtude; tudo o que alheia o homem da própria individualidade, e o eleva, o multiplica, o agiganta, por uma contemplação pura, uma resolução heróica, ou uma aspiração sublime.&lt;br /&gt;........................................................................&lt;br /&gt;O ideal é o espírito, órgão da vida eterna. (Discurso no Colégio Anchieta, cit.)&lt;br /&gt;O ideal a que Rui se consagrou foi o da implantação da justiça no seio do povo e no seio da humanidade. O seu ideal era o predomínio da lei e a fortificação das instituições livres. &lt;br /&gt;A atualidade de Rui está na perenidade das suas idéias, dos seus escritos, nas lições do homem público, do publicista, do jurista e do jornalista; nos conceitos de ética, moral, honra, cidadania, justiça, direito, liberdade; nas instituições que ele idealizou e implantou na República. &lt;br /&gt;Durante o Império, ainda estudante, envolveu-se na campanha em favor da abolição da escravatura: é de Rui o projeto de libertação do ventre das escravas de propriedade dos maçons, idéia precursora da Lei do Ventre Livre. A seguir, redigiu o projeto sobre a emancipação dos escravos que depois se converteu na Lei dos Sexagenários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deputado eleito, elaborou o projeto da reforma eleitoral, conhecido como Lei do Censo ou da Eleição Direta, primeira tentativa de democratização do voto. A eleição direta veio modificar inteiramente o velho mecanismo eleitoral, manobrado pelos empreiteiros políticos e pelos chefetes regionais. Ampliou o direito do voto, sem todavia chegar ao sufrágio universal, permitindo aos eleitores qualificados escolherem diretamente os deputados dentro dos distritos. &lt;br /&gt;Conseguiu diminuir a fraude, mas não conseguiu evitá-la. Rui acreditava no aperfeiçoamento social e político por meio de um longo processo educativo e categórico, quando declarou: &lt;br /&gt;A nosso ver, a chave misteriosa das desgraças que nos afligem, é esta e só esta: a ignorância popular, mãe da servilidade e da miséria. ("Reforma do Ensino Primário", Obras Completas de Rui Barbosa, vol. 10, 1883, t. 1, p. 121.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez eleito relator da Comissão de Instrução Pública da Câmara de Deputados, cuidou da defesa de suas idéias sobre educação, idéias herdadas de seu pai João José Barbosa de Oliveira, que muito bem casavam com seus ideais políticos. O governo baixou um decreto reformando o ensino primário e secundário no município da Corte e o superior em todo o Império. Foi, então, que Rui encontrou oportunidade para produzir dois extensos pareceres sobre a organização nacional na área da Educação. &lt;br /&gt;Pregou não somente a liberdade de ensino, idéia central da reforma, a alfabetização das massas, a formação das elites nas universidades, como traçou um plano que se revelou um estudo amplo das instituições educativas dos países mais adiantados. Adotou o lema: "Educação é preparação para a vida completa e vida completa exige educação integral." &lt;br /&gt;Rui quis a educação do corpo e a do espírito. Especificou as modalidades: educação artística, educação moral e cívica, educação econômica, educação para a saúde, para o trabalho e para o lar. &lt;br /&gt;Rui se antecipava ao seu tempo e estes pareceres deram-lhe o título de precursor da educação física, do ensino musical, do desenho e dos trabalhos manuais, básicos para o ensino industrial. &lt;br /&gt;Uma democracia só se faz com cidadãos, não se fazem cidadãos senão com homens, não se fazem homens senão pela educação.&lt;br /&gt;Acontece a República e Rui, chamado a participar da organização das instituições nascentes, imprimiu-lhes estrutura nacional e jurídica: &lt;br /&gt;As instituições planejam-se para a humanidade com as suas contingências e as suas fraquezas, contando especialmente com elas, e tendo particularmente em mira as violências, as mancomunações, as corruptelas, que possam ameaçá-las ou explorá-las. (OCRB, vol. 19, 1892, t. 3, p. 133.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A República não é uma série de fórmulas, mas um conjunto de instituições, cuja realidade se afirma pela sua sinceridade no respeito às leis e na obediência à Justiça.&lt;br /&gt;É de Rui o Decreto n° 1, que adotou para o Governo da República o regime federativo e investiu as províncias, transformadas em Estados, do poder de organizar seus próprios governos, numa união perpétua e indissolúvel. Pregando o fortalecimento do poder central, combateu os excessos do separatismo: &lt;br /&gt;Os Estados são órgãos; a União é o agregado orgânico. Os órgãos não podem viver fora do organismo, assim como o organismo não existe sem os órgãos. (OCRB, vol. 17, 1890, t. 1, p. 161.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É de Rui, também, o Decreto 119A, que estabelece a separação entre a Igreja e o Estado e consagra a plena liberdade de cultos. &lt;br /&gt;Mas, decisiva foi a contribuição dele na 1ª Constituição da República, de 24 de fevereiro de 1891. Ao confrontarmos o projeto da Comissão de Juristas com as emendas que Rui sugeriu, comprovamos a sua efetiva participação no texto definitivo. &lt;br /&gt;A intervenção de Rui deu-se no item que estabeleceu o controle da constitucionalidade das leis e dos atos do Poder Público pelo Judiciário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dando realce ao papel do Supremo Tribunal Federal, Rui cuidou de chamá-lo a desempenhar novas funções, isto é, dar a última palavra sobre a constitucionalidade dos atos do Congresso e do Executivo, ser o guardião da Constituição e a fortaleza dos direitos e garantias individuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A oportunidade surgiu quando ingressou com o 1° habeas-corpus da República, em defesa das vítimas dos atos inconstitucionais do Marechal Floriano Peixoto. A comissão de juristas não previu o habeas-corpus no Capítulo de Declaração de Direitos e foi aí que o pensamento de Rui mais se fez sentir. No substitutivo de seu punho, Rui não só introduziu o habeas-corpus como garantia, como firmou a idéia fundamental de sua nova concepção: &lt;br /&gt;Dar-se-á o habeas-corpus sempre que o indivíduo sofrer violência, ou coação, por ilegalidade ou abuso de poder.&lt;br /&gt;Rui afirmava então: Onde quer que haja um direito individual violado, há de haver um recurso judicial para a debelação da injustiça: este o princípio fundamental de todas as constituições livres. (OCRB, vol. 19, 1892, t. 3, p. 42.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Distinguia as duas funções: a parlamentar e a judiciária, cada uma com sua atribuição: &lt;br /&gt;O Congresso aprecia o fato político à luz da conveniência ou do direito fundamental. A Justiça entende nas questões civis, restabelecendo o direito do indivíduo, quando o Executivo, para o ferir, transpôs a barreira constitucional. (Id., p. 46.)&lt;br /&gt;Outro instrumento que adotou, pela necessidade de tornar o orçamento uma instituição inviolável e soberana em sua missão de prover as contas públicas, foi o Tribunal de Contas, que Rui introduziu no sistema brasileiro e justificou sua criação na Exposição de Motivos que precede o decreto: &lt;br /&gt;Nenhuma instituição é mais relevante, para o momento regular do mecanismo administrativo e político de um povo, do que a lei orçamentária. Mas em nenhuma também há maior facilidade aos mais graves e perigosos abusos. (OCRB, vol. 18, 1891, t. 39, p. 361.)&lt;br /&gt;Também Rui deu sua contribuição para o Código Civil. Presidente da Comissão Especial da revisão do Código no Senado, Rui elaborou o parecer sobre a redação feita pelo seu mestre, Professor Ernesto Carneiro Ribeiro. Critica-lhe a linguagem e propõe emendas a quase todos os artigos, estabelecendo-se uma das maiores polêmicas de gramática e estilo travadas no Brasil, que veio a gerar um dos mais importantes trabalhos da filologia brasileira: a Réplica. &lt;br /&gt;A 2ª Conferência da Paz foi um dos momentos culminantes da sua carreira. Designado embaixador extraordinário e plenipotenciário e delegado para representar o Brasil em Haia, deixou a sua marca, firmando o dogma da igualdade jurídica dos Estados. Fortes ou fracos, ricos ou pobres, grandes ou pequenos, o que estava em jogo era a igualdade e a soberania. &lt;br /&gt;Compreendendo não ser a América &lt;br /&gt;um agregado eventual de grupos humanos, mas um todo providencial, integral, solidário, indestrutível [...], a desigualdade jurídica das soberanias seria a negação grosseira dessa integridade suprema (Discurso na recepção na Bahia, 29.12.1907.);&lt;br /&gt;Rui tornou-se, desta forma, o precursor do conteúdo ideológico do pan-americanismo. &lt;br /&gt;Durante a 1ª Grande Guerra, Rui foi nomeado embaixador extraordinário e plenipotenciário para representar o Brasil nas comemorações do 1° Centenário da Independência Argentina. Aquela conflagração assolava a Europa, e Rui não podia ficar indiferente diante do que estava acontecendo. Ao pronunciar a conferência "O Dever dos Neutros" ou "Os Conceitos Modernos de Direito Internacional", aproveitou a oportunidade para protestar contra a neutralidade inerte e surda-muda dos países impassíveis diante das atrocidades da guerra e apregoou como princípio verdadeiro o da "neutralidade vigilante e judicativa": "Os tribunais, a opinião pública, a consciência, não são neutros entre a lei e o crime." &lt;br /&gt;Foi um homem atento à realidade social e militou pelas causas humanas do direito e da justiça, pela democracia e pela liberdade em todas as manifestações. &lt;br /&gt;Percebendo o "sopro da socialização que agitava o mundo", apresentou, na sua conferência "A Questão Social e Política, no Brasil", uma série de medidas e cuidou de aspectos, até hoje atuais, em favor do proletariado, como a habitação do operário, o trabalho dos menores e da mãe operária, a duração da jornada, os acidentes do trabalho, o seguro do trabalhador, a igualdade dos sexos no tocante ao salário e reclamou benefícios, também, para o trabalhador rural. &lt;br /&gt;Não há nada mais desejável do que a cooperação entre as classes que empregam e as que se empregam. Os patrões não devem esquecer de que seu interesse prende, trava, entrosa com o interesse social, nem perder jamais de vista que não se pode tratar o trabalho como coisa inanimada. (OCRB, vol. 46, 1919, t. 1, p. 118.)&lt;br /&gt;E continua: &lt;br /&gt;Trabalho e capital não são entidades estranhas uma à outra, que lucrem, de qualquer modo, em se hostilizar mutuamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como do trabalho depende o capital, assim, e na mesma proporção, do capital depende o trabalho. São as ametades que, reciprocamente, se inteiram de um organismo, cujos dois elementos viventes não se podem separar sem se destruírem. (Id., ib.)&lt;br /&gt;E: &lt;br /&gt;As constituições são conseqüências da irresistível evolução econômica do mundo [...].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inflexibilidade individualista dessas cartas, imortais, mas não imutáveis, alguma coisa tem de ceder ao sopro da socialização, que agita o mundo. (Id., p. 119.)&lt;br /&gt;A maioria das reivindicações de Rui continuam presentes nas discussões no Congresso e na Justiça. A formação de um verdadeiro regime federativo, as garantias dos direitos individuais, a liberdade política e social, a liberdade de imprensa, a autonomia dos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderes sempre foram propostas políticas suas. (A Democracia em Rui Barbosa de Leonel Severo da Rocha.) &lt;br /&gt;Depois de contribuir para edificar as nossas instituições democráticas e republicanas, Rui lutou pelo aperfeiçoamento dessas instituições. &lt;br /&gt;A teoria constitucional brasileira nascida com a República tem, na obra de Rui, a sua interpretação e nela está fundamentada. &lt;br /&gt;As armas que ele usou foram, em primeiro lugar, a riqueza do vocabulário, a correção e energia da linguagem, o estilo, a perfeição e ritmo musical das frases, plenas de imagens incomparáveis e de erudição sem precedente. &lt;br /&gt;Polemista vibrante e apaixonado escreve para convencer, para persuadir, para argumentar. &lt;br /&gt;Conquistou a opinião pública, convertendo-se em um ídolo de gerações de brasileiros e seu nome tornou-se um ponto de referência: "Não é preciso ser um Rui Barbosa para entender isto", ou "Fulano não chega a ser um Rui, mas é um homem inteligente". Até em bordão de programa humorístico no rádio se dizia: "Homem é o Rui!..." &lt;br /&gt;No dizer de Pedro Calmon, há homens tais que sobrevivem na lição de sua vida e no esplendor de sua obra. Os verdadeiros artistas da palavra ganham imortalidade porque têm a atualidade, quer de estilo, da beleza literária, da idéia, da engenhosa dialética ou do ímpeto criador, quer das causas humanas a que deram o maior empenho.&lt;br /&gt;Rui é um desses homens, cuja universalidade de pensamento responde e responderá às questões as mais diversas e atuais. Algumas passagens da sua obra figuram nas antologias como o "Credo Político", "Hino à Liberdade", "A Boa e a Má Árvore", "O Estouro da Boiada", "Prece de Natal", "O Justo e a Justiça Política", "A Rebenqueida"... Muitas de suas frases ficaram consagradas como verdadeiros aforismos, como por exemplo: &lt;br /&gt;De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto. (OCRB, vol. 41, 1914, t. 3, p. 86.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Política e politicalha não se confundem, não se parecem, não se relacionam uma com a outra. Antes se negam, se excluem, se repulsam mutuamente. A política é a arte de gerir o Estado, segundo princípios definidos, regras morais, leis escritas ou tradições respeitáveis. A politicalha é a indústria de o explorar a beneficio de interesses pessoais. (Discurso em 17.09.1917.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...] O homem público é o homem da confiança dos seus concidadãos, o de quem eles esperam a ciência e o conselho, a honestidade e a lisura, o desinteresse e a lealdade; é o vigia da lei, o amigo da justiça, o sacerdote do civismo. ("A Imprensa e o Dever da Verdade".)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imprensa é a vista da Nação.&lt;br /&gt;Na Oração aos Moços, verdadeiro testamento de vida, Rui abençoa e aconselha os afilhados - bacharéis diplomados pela Faculdade de Direito de São Paulo, em 1920 - apontando a missão do advogado e do juiz. &lt;br /&gt;E condena: &lt;br /&gt;[...] Justiça atrasada não é justiça, senão injustiça qualificada e manifesta. Porque a dilação ilegal nas mãos do julgador contraria o direito das partes, e, assim, as lesa no patrimônio, honra e liberdade. Os juízes tardinheiros são culpados, que a lassidão comum vai tolerando. Mas sua culpa tresdobra com a terrível agravante de que o lesado não tem meio de reagir contra o delinqüente poderoso, em cujas mãos faz a sorte do litígio pendente.&lt;br /&gt;Para terminar, uma mensagem de Rui, das mais significativas: &lt;br /&gt;Enquanto Deus nos dê um resto de alento, não há que desesperar da sorte do bem. A injustiça pode irritar-se, porque é precária. A verdade não se impacienta; porque é eterna. Quando praticamos uma ação boa, não sabemos se é para hoje, ou para quando. O caso é que os seus frutos podem ser tardios, mas são certos. Uns plantam a semente da couve para o prato de amanhã, outros a semente do carvalho para o abrigo do futuro. Aqueles cavam para si mesmos; estes lavram para o seu país, para a felicidade dos seus descendentes, para o benefício do gênero humano. (OCRB, vol. 37, 1910, t. 2, p. 32.)&lt;br /&gt;* Palestra proferida na solenidade de formatura dos bacharelandos do Curso de Especialização em Direito Penal da Faculdade de Direito da UFG, em 05 de dezembro de 1997.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.espacodoaluno.kit.net/personalidades/ruibarbosa.htm"&gt;Espaço do Aluno&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-1811880078729233835?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/1811880078729233835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=1811880078729233835' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/1811880078729233835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/1811880078729233835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/12/rui-barbosa_07.html' title='RUI BARBOSA'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-6951252399417539598</id><published>2011-12-07T19:34:00.001-03:00</published><updated>2011-12-07T19:39:58.737-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lawrence Stenhouse. Educação. Professores. Pesquisa'/><title type='text'>Lawrence Stenhouse, o defensor da pesquisa do dia a dia</title><content type='html'>Para o educador inglês, todo professor deveria atuar como um investigador para ser capaz de criar o próprio currículo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Márcio Ferrari (novaescola@atleitor.com.br)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lawrence Stenhouse&lt;br /&gt;É impossível falar em professor-pesquisador sem citar o nome de Lawrence Stenhouse (1926-1982). A necessidade de utilizar a investigação como recurso didático já era discutida desde a década de 1930, mas foi esse inglês quem jogou luz sobre o tema, 30 anos mais tarde. "A técnica e os conhecimentos profissionais podem ser objeto de dúvida, isto é, de saber, e, conseqüentemente, de pesquisa", justificava. Assim, acreditava ele, todo educador tinha de assumir seu lado experimentador no cotidiano e transformar a sala de aula em laboratório. E, tal qual um artista, que trabalha com pincéis e tintas e escolhe texturas e cores, o profissional da educação deveria lançar mão de estratégias variadas até obter as melhores soluções para garantir a aprendizagem da turma. Em condições ideais, todos seriam capazes de criar o próprio currículo, adequado à realidade e às necessidades da garotada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Suas idéias, que têm mais de 40 anos, estão na pauta da educação atual", diz a professora Menga Lüdke, do Departamento de Educação da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro. De fato, os conceitos mais recentes sobre as competências para ensinar incluem a postura reflexiva, a capacidade de analisar a própria prática e a partir dessa análise efetuar ajustes e melhorias no trabalho de sala de aula. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.stenhouse.com/images/stenhouse.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="350" width="360" src="http://www.stenhouse.com/images/stenhouse.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Mas nem sempre foi assim. Muitas das propostas de Stenhouse foram desprezadas porque ele procurava resolver problemas - como o da autoridade do professor em sala de aula - com propostas educativas de efeitos de médio e longo prazo. E muita gente, dentro da própria escola, prefere soluções instantâneas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A eficácia das teorias pôde ser comprovada enquanto ele ainda estudava o tema. No final dos anos 1960, trabalhando no Schools Council for Curriculum and Examinations (Conselho Escolar de Currículo e Avaliação), de Londres, ele criou e pôs em prática um currículo específico para atender jovens de classes populares - com excelentes resultados. Entre outras coisas, porque todos eram tratados com respeito, algo fundamental nas relações escolares para Stenhouse. "Os estudantes rendem mais quando são recebidos e acolhidos com consideração", dizia sempre. E isso, todo professor sabe, não é difícil. Basta estar aberto e ouvir a turma.&lt;br /&gt;Sem medo de aprender&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lawrence Stenhouse dizia que todo professor deveria assumir o papel de aprendiz. Esse é um tema recorrente no pensamento educacional. Muitos dos atuais programas e materiais de educação continuada partem exatamente desta premissa: quem mais precisa aprender é aquele que ensina. Quando o professor está aberto para aprender continuamente, deixa de se comportar como dono do saber. "Creio que a maior parte do ensino que se oferece nas escolas e universidades estimula esse erro", afirmou o pensador na aula inaugural que proferiu na Universidade de East Anglia, na Inglaterra, em 1979, intitulada Research as a Basis for Teaching (A Pesquisa como Base para Ensinar). É por isso que muitas pessoas que passaram pela escola têm com o saber uma relação de pouca autonomia, entendendo-o como reafirmação da certeza autorizada. A elas foi negado o prazer de viver a aventura do conhecimento investigativo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Stenhouse foi pioneiro em defender que o ensino mais eficaz é baseado em pesquisa e descoberta. Mais uma vez se pode identificar o pensamento desse notável pedagogo inglês em métodos muito atuais, como os projetos de trabalho. Para que eles funcionem, é preciso, como recomendava Stenhouse, que o professor deixe de colocar-se como autoridade cujo conhecimento não suporta contestação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A autoridade em sala de aula&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na década de 1970, Stenhouse fundou, junto com um grupo de colegas, o Centre for Applied Research in Education, Care (Centro para Pesquisa Aplicada em Educação), dentro da Universidade de East Anglia. Seu objetivo principal era elaborar um modelo de ensino no qual todo professor fosse capaz de manter a autoridade, a liderança e a responsabilidade em sala de aula sem transmitir a mensagem de que só o saber lhe confere esse poder. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele propôs, mais uma vez, um modelo de ensino baseado na pesquisa. Até hoje o Care tem como foco a necessidade de desenvolver nos docentes da Educação Básica a consciência de que a investigação ajuda - e muito - no dia-a-dia. Essa é a versão inglesa do professor reflexivo, idéia cara a outros pensadores europeus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As experiências desenvolvidas na Inglaterra provaram que é possível ser mais autônomo e, ao mesmo tempo, agir de forma coerente com os valores e princípios do projeto educacional. Para Stenhouse, a investigação no cotidiano escolar deveria envolver, além dos professores, também os estudantes e a própria comunidade. É o que passou a ser chamado de pesquisa-ação: classes que servem de laboratório, mas permanecem sob o comando de professores, não de pesquisadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um projeto corajoso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta do Humanities Project, do Schools Council for Curriculum and Examinations, era desenvolver um processo educativo que levasse em conta o indivíduo, sua relação com os demais na sociedade e os problemas decorrentes dessa interação. À frente do projeto, Stenhouse testou as hipóteses a que havia chegado, como parte de um processo de modernização pedagógica das escolas estatais. O objetivo era provar que garotos e garotas pobres, ao concluir o ensino obrigatório, eram capazes de alcançar um nível intelectual só atingido, até então, pela elite. Também teve como foco pesquisar o perfil do educador de países democráticos que, em sala de aula, enfrentava discussões sobre questões éticas e de valor. O plano envolveu estudantes que haviam acabado de concluir sua formação e durou de 1968 a 1970. Cerca de 150 professores de 36 escolas da Inglaterra e do País de Gales puseram as idéias em prática. Ao final, os jovens conseguiam, de fato, travar discussões de alta qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biografia&lt;br /&gt;Filho de escoceses, Lawrence Stenhouse nasceu em Manchester, na Inglaterra, em 1926. Concluiu o mestrado em educação aos 30 anos. Foi docente da Educação Básica antes de iniciar carreira na universidade. Sua primeira experiência foi na Durham University. Depois se transferiu para o Jordanhill College of Education, em Glasgow, a capital da Escócia. Em 1966, foi convidado a assumir a direção do Humanities Project - um projeto de desenvolvimento curricular do Reino Unido. Nesse cargo, teve a oportunidade de transformar um conjunto de teorias em estratégias que educadores de qualquer nível de ensino podiam utilizar. Aproveitou para incorporar nesse projeto algumas de suas preocupações, como o direito do aluno ao saber, a conexão dos conteúdos escolares com o conhecimento de mundo e a importância do diálogo como método pedagógico. O projeto foi testado durante dois anos, até 1970. Em seguida, Stenhouse criou, com alguns colegas, o Centre for Applied Research in Education, na Universidade de East Anglia, na cidade britânica de Norwich. O objetivo do centro era compreender os problemas da prática docente, sem perder de vista a idéia do professor como pesquisador. Em 1975 escreveu An Introduction to Curriculum Research and Development (Uma introdução à pesquisa e ao desenvolvimento curricular), sua obra mais conhecida. Morreu sete anos mais tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Stenhouse na escola: autonomia no currículo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Stenhouse estimulou a pesquisa na Educação Básica, mas dizia que o professor também deveria se preocupar em desenvolver o próprio currículo escolar. Para ele, esse processo se daria por meio da reflexão de cada profissional sobre sua prática diária - um conceito, sem dúvida, atual. Muitos afirmam hoje que o docente não deve ser um mero transmissor de conteúdos previamente definidos, mas um sujeito que pensa e analisa criticamente seu ofício. "A investigação é o único meio de construir um pensamento independente e não mais reproduzir o discurso alheio", analisa a professora Menga Lüdke, da PUC do Rio. "Quem tem uma pesquisa competente como rotina fica mais autônomo e tem plenas condições de desenvolver um currículo próprio." Sem esquecer o alerta deixado por Stenhouse: na hora de definir o plano curricular, é preciso sempre trocar experiências com os colegas e os estudantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para pensar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lawrence Stenhouse defendia a figura do professor-pesquisador. Ele julgava necessário que o docente tivesse pleno domínio da prática pedagógica e acreditava na investigação como único caminho para isso. Portanto, a investigação em sala de aula deve ser voltada para a prática. Não é um trabalho acadêmico e puramente teórico. A expressão pesquisa-ação, criada por ele e divulgada por seus seguidores, quer dizer exatamente isso: pesquisa que se faz do fazer e para melhorar o fazer do professor ou de outros profissionais. Dentro dessa concepção, você se considera um pesquisador? O curso de formação de professores está preparando os profissionais de amanhã a praticar essa pesquisa-ação, expressão cara não só para Stenhouse mas para todos que se dedicam ao aperfeiçoamento da prática pedagógica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/historia/fundamentos/lawrence-stenhouse-428144.shtml"&gt;Revista escola&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-6951252399417539598?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/6951252399417539598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=6951252399417539598' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/6951252399417539598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/6951252399417539598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/12/lawrence-stenhouse-o-defensor-da.html' title='Lawrence Stenhouse, o defensor da pesquisa do dia a dia'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-8509196303335373571</id><published>2011-12-01T09:12:00.000-03:00</published><updated>2011-12-01T09:12:38.182-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura. Premio jabuti'/><title type='text'>Ferreira Gullar e Laurentino Gomes vencem o Prêmio Jabuti 2011</title><content type='html'>30/11/2011 22h59 - Atualizado em 30/11/2011 23h54&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livro do ano de ficção e de não-ficção foram anunciados nesta quarta (30).&lt;br /&gt;Mudança no regulamento evitou repetição da polêmica da edição de 2010.&lt;br /&gt;Cauê Muraro (Do G1, em São Paulo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ferreira Gullar venceu o Jabuti 2011, entregue na&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/11/30/gullar.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="400" width="300" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/11/30/gullar.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Sala São Paulo (Foto: Cauê Muraro/G1)&lt;br /&gt;O livro de poesia “Em alguma parte alguma”, de Ferreira Gullar, e o livro-reportagem “1822”, de Laurentino Gomes, foram os grandes vencedores do 53º Prêmio Jabuti, anunciado na noite desta quarta-feira (30), em cerimônia realizada em São Paulo. O primeiro foi eleito “Livro do Ano - Ficção”, e o segundo, “Livro do Ano - Não-Ficção”. Concorriam aos prêmios principais obras de diversas categorias (veja lista abaixo). Os vencedores de cada uma delas, anunciados em 18 de outubro, também subiram ao palco da Sala São Paulo para receber suas respectivas condecorações, assim como segundos e terceiros colocados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao receber o último e mais importante prêmio da noite, que teve como mestre de cerimônias o apresentador Pedro Bial, Gullar foi sucinto em seu agradecimento. "Eu só vou dizer: não sei se poesia é literatura, fora isso, a gente faz poesia porque a vida não basta." Minutos depois, em breve coletiva de imprensa, ainda na Sala São Paulo, o poeta foi perguntado se o prêmio representava um "incentivo" à prática da literatura. A resposta: "Um incentivo não. A essa altura da minha vida...". Gullar está com 80 anos de idade e parecia cansado. Pouco antes de fazer a consideração, havia dito que desejava se sentar - "eu estou nessa aporrinhação [de atender à imprensa] desde as três horas da tarde".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida, foi a vez de Laurentino Gomes integrar-se à entrevista improvisada. Assim que ele sentou, Gullar se dirigiu ao colega de premiação: "Eu li o seu livro. Achei muito bom". Gomes agradeceu. Depois, enquanto o poeta deixava a sala, procurou ressaltar a importância de se ter premiado um livro sobre história, afirmando ainda que prossegue sendo jornalista. "Fui repórter e editor durante muitos anos. O formato é que mudou [livro, em lugar de jornais e revistas], mas as ferramentas são do jornalismo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controvérsia&lt;br /&gt;Mais tradicional distinção literária do país, o Jabuti tomou um cuidado essencial para evitar repetir, na edição deste ano, a polêmica que cercou o anúncio do troféu principal em 2010. Na ocasião, o júri escolheu “Leite derramado”, de Chico Buarque, como “Livro do Ano - Ficção”. Não seria propriamente um problema – se a mesma obra não houvesse ficado com o segundo posto na categoria Romance, tendo perdido para “Se eu fechar os olhos agora”, de Edney Silvestre. O assunto ganhou tal proporção, que os editores dos livros publicaram artigos na imprensa: Luiz Schwarcz, da Companhia das Letras, em favor de “Leite derramado”; e Sergio Machado, da Record, anunciou em carta a decisão de jamais voltar a inscrever um livro da editora no Jabuti.&lt;br /&gt;A controvérsia só foi possível porque, para apontar o “Livro do Ano”, os votantes poderiam escolher qualquer um dos três primeiros colocados em cada uma das categorias (veja quais são na abaixo), algo que não pôde acontecer novamente agora. Antes do anúncio desta quarta, a organização do Jabuti passou o seguinte informe: “É importante frisar que, ao contrário das edições anteriores, quando segundos e terceiros colocados concorriam a Livro do Ano - Ficção e Livro do Ano - Não Ficção, em 2011 só os primeiros colocados em cada uma das categorias poderão ser premiados”.&lt;br /&gt;A mudança, no entanto, não significou que o Jabuti tenha se livrado por completo de alguma contestação. Inicialmente, a melhor biografia do ano foi, de acordo com o júri, “Alceu Penna e as garotas do Brasil: moda e imprensa – 1933 a 1975”, de Gonçalo Junior. Ocorre que, depois do anúncio, a obra foi excluída, com o argumento de que, em 2004, havia sido publicada por outra editora. O livro que substituiu “Alceu Penna e as garotas do Brasil” foi “O Teatro e Eu”, de Sergio Britto.&lt;br /&gt;De acordo com a organização do Prêmio Jabuti, além dos jurados que ela própria convoca, “participam da votação principal associados das quatro entidades representativas do setor: CBL [Câmara Brasileira do Livro], SNEL [Sindicato Nacional dos Editores de Livros], ANL [Associação Nacional de Livrarias] e ABDL [Associação Brasileira de Difusão do Livro]”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja lista completa dos ganhadores do 53º Jabuti. O primeiro colocado em cada categoria recebeu um troféu e um prêmio em dinheiro no valor bruto de R$ 3 mil. Os vencedores de livro do ano levam R$ 30 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livro do ano de ficção&lt;br /&gt;"Em alguma parte alguma", de Ferreira Gullar&lt;br /&gt;Livro do ano de não-ficção&lt;br /&gt;"1822", de Laurentino Gomes&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Categorias de ficção:&lt;br /&gt;Romance&lt;br /&gt;“Ribamar”, de José Castello&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contos e Crônicas&lt;br /&gt;“Desgracida”, de Dalton Trevisan&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poesia&lt;br /&gt;“Em alguma parte alguma”, de Ferreira Gullar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infantil&lt;br /&gt;“Obax”, de André Neves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juvenil&lt;br /&gt;“Antes de virar gigante e outras histórias”, Marina Colasanti&lt;br /&gt;Categorias de não-ficção:&lt;br /&gt;Teoria Crítica / Literária&lt;br /&gt;“Câmara Cascudo e Mário de Andrade – Cartas, 1924-1944”, de Marcos Antonio de Moraes (organizador)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reportagem&lt;br /&gt;“1822”, de Laurentino Gomes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ciências Exatas&lt;br /&gt;“Teoria Quântica: estudos históricos e implicações culturais”, de Olival Freire Jr., Osvaldo Pessoa Jr., Joan Lisa Bromberg (organizadores)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tecnologia e Informática&lt;br /&gt;“Aprendizagem a distância”, de Fredric M. Litto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Economia, Administração e Negócios&lt;br /&gt;“Multinacionais brasileiras: internacionalização, inovação e estratégia global”, de Moacir de Miranda Oliveira Junior e colaboradores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direito&lt;br /&gt;“Fundamentos constitucionais do direito ambiental brasileiro”, de Norma Sueli Padilha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biografia&lt;br /&gt;“O Teatro &amp; Eu – Memórias”, de Sergio Britto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ciências Naturais&lt;br /&gt;“Bioetanol de cana-de-açúcar – P&amp;D para produtividade e sustentabilidade”, de Luís Augusto Barbosa Cortez (coordenador)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ciências da Saúde&lt;br /&gt;“Atlas de endoscopia digestiva da SOBED - Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva”, de Marcelo Averbach, Adriana Vaz Safatle Ribeiro, Agnelo Paulo Ferrari Junior, Ciro Garcia Montes, Flávio Hayato Ejima, Kleber Bianchetti de Faria e Marco Aur&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ciências Humanas&lt;br /&gt;“Manejo do Mundo: conhecimentos e práticas dos povos indígenas do Rio Negro”, de Aloisio Cabalzar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Didático e Paradidático&lt;br /&gt;“Coleção Pessoinhas”, de Ruth Rocha e Anna Flora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Educação&lt;br /&gt;“Impactos da violência na escola: um diálogo com professores”, de Simone Gonçalves de Assis, Patrícia Constantino e Joviana Quintes Avanci (organizadoras)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Psicologia e Psicanálise&lt;br /&gt;“Coração... É emoção: a influência das emoções sobre o coração”, de Elias Knobel, Ana Lúcia Martins da Silva, Paola Bruno de Araújo Andreoli&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arquitetura e Urbanismo&lt;br /&gt;“Dois séculos de projetos no Estado de São Paulo – Grandes obras e urbanização VL 1, 2 e 3”, de Nestor Goulart Reis e Monica Silveira Brito (colaboração)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotografia&lt;br /&gt;“Fotografia de Natureza: Teoria e Prática”, de Luiz Claudio Marigo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comunicação&lt;br /&gt;“Impresso no Brasil – Dois séculos de livros brasileiros”, de Aníbal Bragança e Marcia Abreu (organizadores)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artes&lt;br /&gt;“Os Satyros”, de Germano Pereira e Aimar Labaki&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Turismo e Hotelaria&lt;br /&gt;“Hospitalidade – A inovação na gestão das organizações prestadoras de serviços”, de Geraldo Castelli&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gastronomia&lt;br /&gt;“Machado de Assis: Relíquias Culinárias”, de Rosa Belluzzo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2011/11/ferreira-gullar-e-laurentino-gomes-vencem-o-premio-jabuti-2011.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-8509196303335373571?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/8509196303335373571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=8509196303335373571' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/8509196303335373571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/8509196303335373571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/12/ferreira-gullar-e-laurentino-gomes.html' title='Ferreira Gullar e Laurentino Gomes vencem o Prêmio Jabuti 2011'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-7411656194902572312</id><published>2011-11-25T06:38:00.001-03:00</published><updated>2011-11-25T06:40:36.674-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dilma. Informação. lei'/><title type='text'>Dilma sanciona Lei de Acesso à Informação</title><content type='html'>Diante de uma grande plateia, Dilma afirmou estar emocionada ao sancionar a Lei que regulamenta o acesso a informação pública e a lei que cria a Comissão da Verdade&lt;br /&gt;POR MARIANA HAUBERT &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wmDyhC6B8vQ/Ts9iaQhqxUI/AAAAAAAAAPM/dLpjo3euby0/s1600/dilma_wilsondias_ABr1.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="249" width="319" src="http://1.bp.blogspot.com/-wmDyhC6B8vQ/Ts9iaQhqxUI/AAAAAAAAAPM/dLpjo3euby0/s320/dilma_wilsondias_ABr1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Ao sancionar a Lei de Acesso à Informação e a lei que cria a Comissão da Verdade, Dilma disse ser hoje (18) um dia "histórico" para o Brasil - Wilson Dias/ABr&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presidenta Dilma Rousseff sancionou hoje (18) a lei que regulamenta o direito de todo cidadão  ter acesso a informações públicas, expresso na Constituição de 1988.  Após mais de 23 anos de espera, o Brasil passa a ser o 89º país a ter uma lei desse tipo, e o 19º na América Latina. O texto acaba com o sigilo eterno de documentos ultrassecretos e estipula mecanismos para a divulgação e para pedidos de informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante de uma plateia numerosa na cerimônia realizada no Palácio do Planalto, com a presença de ministros, parlamentares e os quatro comandantes das Forças Armadas, a presidenta também sancionou a lei que cria a Comissão Nacional da Verdade, que vai investigar e consolidar informações sobre as violações de direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988, período que inclui a ditadura militar, composta por sete membros nomeados pela Presidência da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em discurso após a sanção das duas leis, a presidenta disse estar muito orgulhosa por sancioná-las. “ É o dia em que comemoramos – e a partir de agora iremos comemorar – a transparência, e celebrar a verdade”, disse ela, ao reafirmar o compromisso do governo com o tema. “[A lei] garante o acesso à história do país e reforça o exercício cotidiano da fiscalização do Estado”. Ainda segundo Dilma, as duas leis consolidam a democracia no país e o colocam em um patamar superior, em que o Estado passa a ser subordinado aos direitos humanos. Ela também destacou a proatividade que os cidadãos adquirem ao ter mais poder de controle e fiscalização perante o Estado, o que reverterá em benefício para toda a sociedade e no fortalecimento da cidadania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto definitivo, aprovado pelo Senado em outubro, da Lei de Acesso à Informação foi sancionado com dois vetos. Foram suprimidos o parágrafo 1º do artigo 19 e o artigo 35. O primeiro, estabelecia que negativas de acesso a informações relacionadas a questões de direitos humanos deveriam ser encaminhadas ao Ministério Público, e o segundo, estabelecia a criação da Comissão Mista de Reavaliação de Informações. No entanto, os vetos aplicados pouco alteraram a lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presente na cerimônia, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo afirmou que no prazo de seis meses, cada órgão público, tanto do Legislativo quanto do Executivo e do Judiciário, deverão publicar, em páginas próprias na internet, informações completas sobre sua atuação, contratos, licitações, gastos com obras, repasses ou transferências de recursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a presidenta, as duas leis tratam de assuntos distintos, mas estão diretamente ligadas uma à outra. “São leis que representam um grande avanço institucional e um passo decisivo na consolidação da democracia brasileira. Leis que tornam o Estado brasileiro mais transparente e garantem o acesso à informação e, ao mesmo tempo, o direito à memória e à verdade e, portanto, ao pleno exercício da cidadania”, afirmou no discurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dilma estabeleceu a conexão entre as duas leis ao esclarecer que nenhum documento que atente contra os direitos humanos pode ser enquadrado em qualquer tipo de sigilo. “Uma [lei] não existe sem a outra, uma é pré-requisito para a outra, e isso lançará luzes sobre períodos da nossa história que a sociedade precisa e deve conhecer. São momentos difíceis que foram contados até hoje, ou, melhor dizendo, foram contados durante os acontecimentos sob um regime de censura, arbítrio e repressão, quando a própria liberdade de pensamento era proibida”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acesso a informação pública&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal ponto da lei sancionada hoje (18) versa sobre o chamado fim do sigilo eterno. O texto estabelece que nenhum documento poderá ficar por mais de 50 anos sem acesso público. A lei classifica as informações em três categorias: reservadas (5 anos de sigilo), secretas (15 anos) e ultrassecretas (25 anos), não podendo ter o prazo de sigilo renovado por mais de uma vez. A contagem do prazo começa a partir da produção do documento. Hoje, um documento pode ser classificado por 30 anos, mas este prazo pode ser prorrogado indefinidamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os órgãos públicos dos três poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário – e dos três níveis de governo – federal, estadual, distrital e municipal – estão subordinados à lei, incluindo os Tribunais de Contas e os Ministérios Públicos. A lei também estabelece que autarquias, fundações públicas, empresas públicas, sociedades de economia mista e demais entidades controladas direta ou indiretamente pela União, Estados, Distrito Federal e municípios deverão cumprir a lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a lei, todas as informações de interesse público deverão ser divulgadas proativamente, ou seja, independentemente de solicitações. Tais informações deverão ser prestadas, prioritariamente, pela internet, de modo fácil e claro, com sistemas de busca e indicação de meios de contato por via eletrônica ou telefônica com o órgão que mantém o site. Ficam de fora desta regra os municípios com menos de 10 mil habitantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os documentos deverão estar em formato eletrônico (planilhas e texto) e seu download deve ser permitido. O site também deverá ser aberto à ação de mecanismos automáticos de recolhimento de informações, ou seja, deve permitir que robôs de busca façam a busca e a organização da informação. A autenticidade e a integridade das informações do site devem ser garantidas pelo órgão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer cidadão poderá solicitar informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acesse aqui a página especial do Fórum de Direito de Acesso a Informações Públicas com o resumo e o texto integral da Lei (texto aprovado pelo Senado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comissão da Verdade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante de familiares de presos políticos da ditadura, a presidenta Dilma Rousseff afirmou que a Comissão da Verdade é uma homenagem aos que lutaram pela democracia nos chamados “anos de chumbo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo dos próximos dois anos, a comissão vai investigar violações de direitos humanos no período entre 1946 e 1988 e será composta por sete pessoas indicadas pela Presidência. Até o momento, não há informações sobre possíveis indicados e nem data para isso. Durante as investigações, o grupo poderá requisitar informações a órgãos públicos, inclusive sigilosas, convocar testemunhas, realizar audiências públicas e solicitar perícias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comissão terá 14 funcionários, além do suporte técnico, administrativo e financeiro da Casa Civil. A comissão terá ainda de enviar aos órgãos públicos competentes informações que ajudem na localização e identificação de restos mortais de pessoas desaparecidas por perseguição política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a presidenta, o objetivo do grupo que formará a Comissão será “resgatar a verdade para que as gerações futuras conheçam o passado do Brasil e para que os fatos que mancharam a nossa história, nunca mais voltem a acontecer”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta, inicialmente enviada pelo Executivo ao Congresso Nacional em maio de 2010, foi feita com base na experiência de outros países, como Argentina, Chile e Peru que também viveram ditaduras recentes. Na avaliação de Dilma, este é um momento histórico do Brasil, mas sem o caráter de revanchismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho da Comissão da Verdade irá complementar a atuação de duas comissões criadas anteriormente, a Comissão de Anistia e a Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos. A primeira, julga pedidos formais de desculpas do Estado aos cidadãos brasileiros que participaram da luta a favor da democracia. A segunda, é responsável pelo reconhecimento de pessoas desaparecidas por participação em atividades políticas, entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979, e que tenham sido mortas em dependências policiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criação da comissão foi proposta no 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, em dezembro de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/dilma-sanciona-lei-de-acesso-a-informacoes/"&gt;http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/dilma-sanciona-lei-de-acesso-a-informacoes/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-7411656194902572312?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/7411656194902572312/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=7411656194902572312' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/7411656194902572312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/7411656194902572312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/11/dilma-sanciona-lei-de-acesso-informacao.html' title='Dilma sanciona Lei de Acesso à Informação'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-wmDyhC6B8vQ/Ts9iaQhqxUI/AAAAAAAAAPM/dLpjo3euby0/s72-c/dilma_wilsondias_ABr1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-4285309917391905488</id><published>2011-11-25T06:35:00.000-03:00</published><updated>2011-11-25T06:35:15.253-03:00</updated><title type='text'>BIBLIOTECA DO FUTURO (INSTITUCIONAL)</title><content type='html'>&lt;iframe width="459" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/4zS4vB43b8w?fs=1" frameborder="0" allowFullScreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-4285309917391905488?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/4285309917391905488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=4285309917391905488' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/4285309917391905488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/4285309917391905488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/11/biblioteca-do-futuro-institucional.html' title='BIBLIOTECA DO FUTURO (INSTITUCIONAL)'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/4zS4vB43b8w/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-669114119787932265</id><published>2011-11-18T15:34:00.001-03:00</published><updated>2011-11-18T15:36:47.010-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bibliotecário . robôs. cientistas'/><title type='text'>Cientistas criam robôs que facilitarão a vida dos bibliotecários</title><content type='html'>Encontrar o livro desejado em uma biblioteca enorme nunca é uma tarefa simples, mas agora com esses robôs não há motivos para frustrações. Pesquisadores da Universite Libre de Bruxelas, na Bélgica, congregaram um time de robôs que podem coordenar ações em conjunto para encontrar e transportar um muito almejado livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Dubbed Swarmanoid, grupo responsável pelo feito, usou raios infravermelhos e luzes de LED para conseguir retirar um livro, por meio do trabalho dos robôs, de um estante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="480" height="270" src="http://www.youtube.com/embed/M2nn1X9Xlps?fs=1" frameborder="0" allowFullScreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Dvice, antes de receber a missão de encontrar um livro em uma casa, por exemplo, os robôs não têm informação alguma sobre o ambiente. O primeiro passo da missão é fazer um reconhecimento rápido do local onde se encontram e identificar o livro pretendido. Após uma série de manobras, guiadas por uma comunicação integrada entre todos os dispositivos empregados, o livro é retirado da estante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda a operação, apesar de trivial, pode ser de muita valia para futuras missões espaciais, de acordo com o New Scientist. Robôs coordenados, utilizando-se de formas de comunicação rápidas, trabalhando eficaz e remotamente, podem resolver problemas complexos e ajudar cientistas a superar novos obstáculos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Geek&lt;br /&gt;Todos os Diretos © l’université libre de Bruxelles&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-669114119787932265?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/669114119787932265/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=669114119787932265' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/669114119787932265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/669114119787932265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/11/cientistas-criam-robos-que-facilitarao.html' title='Cientistas criam robôs que facilitarão a vida dos bibliotecários'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/M2nn1X9Xlps/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-7921930701359102182</id><published>2011-11-09T19:11:00.000-03:00</published><updated>2011-11-09T19:11:41.670-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biblioteca acre'/><title type='text'>Biblioteca estadual de Rio Branco/AC depois da reforma</title><content type='html'>O que é bom é pra se mostrar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro04850.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro04850.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro05050.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro05050.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro05350.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro05350.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro05250.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro05250.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro05450.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro05450.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro05550.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro05550.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro05650.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro05650.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro06150.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro06150.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro05750.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro05750.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro06250.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro06250.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro06750.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="640" width="428" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro06750.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro06950.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro06950.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro07150.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro07150.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro07050.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro07050.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro07250.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro07250.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro07350.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro07350.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro07450.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro07450.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro07650.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro07650.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro07550.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro07550.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro07750.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro07750.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro07850.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro07850.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro07950.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro07950.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro08150.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro08150.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro08050.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro08050.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro08250.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro08250.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro08350.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro08350.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro08450.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro08450.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro08750.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro08750.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro08550.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro08550.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro09350.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro09350.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro09850.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro09850.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro09950.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro09950.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro09050.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro09050.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro09450.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro09450.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro10150.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro10150.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro10250.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro10250.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro10650.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="640" width="428" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro10650.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro11550.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="428" width="640" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro11550.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro11150.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="640" width="428" src="http://img.photobucket.com/albums/v634/tojolo/ACRE/dezembro11150.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=764764"&gt;http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=764764&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-7921930701359102182?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/7921930701359102182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=7921930701359102182' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/7921930701359102182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/7921930701359102182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/11/biblioteca-estadual-de-rio-brancoac.html' title='Biblioteca estadual de Rio Branco/AC depois da reforma'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-5864170416522827713</id><published>2011-10-06T10:36:00.000-03:00</published><updated>2011-10-06T10:36:08.315-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Premil nobel - literatura. nobel de literatura'/><title type='text'>Sueco Tomas Tranströmer ganha prêmio Nobel de Literatura</title><content type='html'>Anúncio foi feito na manhã desta quinta-feira (06) em Estocolmo.&lt;br /&gt;Poeta de 80 anos é natural da mesma cidade e anúncio agradou plateia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poeta sueco Tomas Tranströmer foi anunciado na manhã desta quinta (06) como o escolhido para receber o prêmio Nobel de Literatura 2011. O anúncio da premiação do escritor de 80 anos, que é natural de Estocolmo, provocou comoção na pequena plateia que acompanhava a cerimônia na mesma cidade.&lt;br /&gt;O poeta sueco Tomas Tanströmer, anunciado nesta quinta-feira (6) vencedor do Nobel de Literatura, posa para foto em sua casa, em Estocolmo, na Suécia (Foto: AP)&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/10/06/tomas-tanstromer.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="465" width="620" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/10/06/tomas-tanstromer.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poeta sueco Tomas Tranströmer, anunciado nesta quinta (6) vencedor do Nobel de Literatura (Foto: AP)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O representante do comitê disse que Tranströmer foi premiado porque "através de suas imagens condensadas e translúcidas, ele nos oferece um novo acesso à realidade". O sueco figurava entre os favoritos para o prêmio deste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de passar a integrar o rol de vencedores do prêmio, ele recebe medalha, diploma e o prêmio de 10 milhões de coroas suecas, o equivalente a R$ 2,7 milhões. A cerimônia de premiação acontece em dezembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obra&lt;br /&gt;Um dos poetas mais importantes da Suécia, Tanströmer nasceu em 1931 e lançou sua primeira obra, "17 dikter" ("17 poemas"), em 1954. Ele estudou psicologia e poesia  na Universidade de Estocolmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua obra foi traduzida para mais de 50 idiomas, e inclui títulos como "The great enigma: new collected poems", "The half-finished heaven", "For the living and the dead", "Baltics", "Windows and stones".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes do Nobel, Tanströmer já havia sido premiado com o Aftonbladets Literary Prize for Literature, o Oevralids Prize, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2011/10/sueco-thomas-transtromer-ganha-premio-nobel-de-literatura.html"&gt;G1&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-5864170416522827713?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/5864170416522827713/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=5864170416522827713' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/5864170416522827713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/5864170416522827713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/10/sueco-tomas-transtromer-ganha-premio.html' title='Sueco Tomas Tranströmer ganha prêmio Nobel de Literatura'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-135749420452030916</id><published>2011-09-20T09:39:00.002-03:00</published><updated>2011-09-20T09:40:24.342-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livros'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-buAz7M0ZMrU/TniIeJec6rI/AAAAAAAAAOI/lBhm9RlyMe8/s1600/rui%2Bbarbosa.JPG" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="218" src="http://3.bp.blogspot.com/-buAz7M0ZMrU/TniIeJec6rI/AAAAAAAAAOI/lBhm9RlyMe8/s320/rui%2Bbarbosa.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-F3n3iDzc2xE/TniIy-cumbI/AAAAAAAAAOQ/h03zOB7YyIc/s1600/Jos%25C3%25A9%2BBonif%25C3%25A1cio.JPG" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="210" src="http://4.bp.blogspot.com/-F3n3iDzc2xE/TniIy-cumbI/AAAAAAAAAOQ/h03zOB7YyIc/s320/Jos%25C3%25A9%2BBonif%25C3%25A1cio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-qYvRN3wexzQ/TniJFRYKcnI/AAAAAAAAAOY/voYrd6wEXlQ/s1600/marechal%2Bdeodoro.JPG" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="226" src="http://2.bp.blogspot.com/-qYvRN3wexzQ/TniJFRYKcnI/AAAAAAAAAOY/voYrd6wEXlQ/s320/marechal%2Bdeodoro.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;DEODORO, Marechal. Marechal Deodoro. São Paulo : Editora Três, 1974. 249 p. (A Vida dos Grandes Brasileiros, 4). &lt;br /&gt;BONIFÁCIO, José. José Bonifácio. São Paulo : Editora Três, 1974. 281 p. (A Vida dos Grandes Brasileiros, 2). &lt;br /&gt;BARBOSA, Rui. Rui Barbosa. São Paulo : Editora Três, 1974. 281 p. (A Vida dos Grandes Brasileiros, 1).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-135749420452030916?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/135749420452030916/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=135749420452030916' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/135749420452030916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/135749420452030916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/09/barbosa-rui.html' title=''/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-buAz7M0ZMrU/TniIeJec6rI/AAAAAAAAAOI/lBhm9RlyMe8/s72-c/rui%2Bbarbosa.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-4898040748696222827</id><published>2011-09-06T18:17:00.001-03:00</published><updated>2011-09-06T18:19:12.690-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ryoki'/><title type='text'>Esperar editora é utópico, diz autor recordista em livros publicados</title><content type='html'>Autor de 1.100 livros, Ryoki Inoue decidiu publicar ele mesmo suas obras.&lt;br /&gt;Para editor, livros independentes têm mercado grande e segmentado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daniel Buarque Do G1, em São Paulo&lt;br /&gt;Esperar editora é utópico, diz autor recordista em livros publicados (Foto: Editoria de arte/G1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/09/05/serie_autor2.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="728" width="300" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/09/05/serie_autor2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O escritor mais prolífico do mundo cansou de esperar pelas editoras. Autor de 1.100 títulos e reconhecido em 1993 pelo Guinness como o homem que mais escreveu e publicou livros em todo o planeta, Ryoki Inoue já viu seu nome em obras lançadas pelos maiores grupos editoriais do país, mas se sentiu desvalorizado, desistiu e resolveu publicar ele mesmo suas próximas obras, criando uma empresa para fazer isso de forma independente. “O autor é apenas um ninguém para as editoras”, disse o escritor, em entrevista ao G1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Série Como publicar o primeiro livro. A Bienal do Livro do Rio acontece até 11 de setembro e movimenta o mercado literário. O G1 publica nesta semana uma série de reportagens sobre o processo para publicar um livro no país.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Cansei de ficar esperando prestações de contas. E também cansei de esperar que essas grandes editoras fizessem alguma coisa do ponto de vista de divulgação e marketing”, disse. Em sua empresa, a Ryoki Inoue Produções, o escritor diz ter um controle maior do processo de publicação, da divulgação, da distribuição (com vendas especialmente pela internet) e do retorno financeiro pelos livros vendidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Médico, Inoue mudou de profissão e se tornou escritor nos anos 1980. Ele começou a publicar livros de bolso para leitura rápida, com títulos de westerns e pequenos romances históricos vendidos em bancas de revistas. A necessidade de ter uma renda fixa com este trabalho fez com que desenvolvesse técnica para escrever rápido e conseguir publicar muitas obras (até 12 livros por semana), o que o fez alcançar a marca de recordista mundial. Mais recentemente, ele se tornou autor de obras maiores, como “Saga” (Ed. Globo) e “Fruto do Ventre” (Record), mas não ficou satisfeito com a relação com as editoras.&lt;br /&gt;É mais fácil uma boa relação com uma editora pequena do que com uma grande"&lt;br /&gt;Ryoki Inoue, autor de 1.100 livros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As editoras grandes, ditas convencionais, estão preocupadas em investir só em autores de retorno certo. Um principiante dificilmente encontra um lugar ao sol”, disse. Segundo ele, a dificuldade em conseguir falar com os editores é outro motivo que o faz escolher e incentivar a publicação independente. “É mais fácil uma boa relação com uma editora pequena do que com uma grande.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de lançar os livros que ele escreve, a produtora de Inoue passou a investir em lançar livros de outros escritores novos, oferecendo serviços de consultoria, edição e impressão de trabalhos independentes. Segundo ele, publicar por grandes grupos editorias só é vantajoso “se o autor considera como real vantagem a vitrine de livrarias, sim. Mas não é o acontece, na realidade”, disse.&lt;br /&gt;saiba mais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usei o Facebook para conseguir lançar meu livro, diz autora estreante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele alega ainda que os escritores devem assumir o papel de principais divulgadores e vendedores dos seus próprios livros de forma independente. “Um dentista, para poder trabalhar, tem de investir em seu consultório. Um escritor tem de investir em seu próprio trabalho. Esperar que apareça uma editora que invista em sua obra é bastante utópico.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Independência total&lt;br /&gt;Um processo semelhante foi seguido pelo professor, jornalista e escritor pernambucano Álvaro Filho. Autor de quatro livros, ele sempre fez todo o trabalho de redação, edição e publicação de forma independente, sem passar por editoras grandes ou pequenas. “Não tive paciência de procurar”, disse, em entrevista ao G1.&lt;br /&gt;Financeiramente, [uma publicação independente] não faz muita diferença, pois quem publica por grandes editoras também não ganha muito dinheiro"&lt;br /&gt;Álvaro Filho, jornalista e escritor'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu projeto mais recente, “Jornalismo para iniciantes”, foi lançado no ano passado. Trata-se de uma ficção que aborda os princípios do trabalho jornalístico. “O livro foi todo concebido por mim, desde o texto, a capa, o contrato com o fotógrafo, o designer para a capa, eu que organizei tudo”, contou. A obra foi impressa em uma gráfica do Recife que garante a inscrição de número de série do livro e do código de barra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tiragem inicial foi de mil exemplares, e o custo total foi de R$ 3 mil. Para ele, publicar o livro de forma independente dá mais trabalho, deixa sua casa bagunçada e cheia de caixas, mas “financeiramente, não faz muita diferença, pois quem publica por grandes editoras também não ganha muito dinheiro”, disse. Segundo Álvaro Filho, por mais que o dinheiro não seja o objetivo final da publicação, é um investimento que “sempre se paga”. Ele calcula ter vendido cerca de 500 exemplares por preços em torno de R$ 15, cada (um retorno total de R$ 7.500).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mercados diferentes&lt;br /&gt;Para Leonardo Simmer, o sócio fundador da editora Multifoco, a vantagem da publicação independente é que ela apela a um mercado diferente do das grandes editoras. Apesar de menor e mais segmentado, este mercado é grande e absorve bem novos escritores. “Edições independentes são interessantes para autores que vendam até 100 ou 200 livros, que as grandes não fazem”, disse, em entrevista ao G1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Multifoco é uma editora especializada em publicações de impressões limitadas, ajudando a lançar no mercado esses autores independentes. Enquanto as editoras tradicionais fazem tiragens de no mínimo 3 mil exemplares, mesmo que a vendagem fique em torno de 500, a Multifoco chega a editar livros que vendem apenas 30 exemplares. “Trabalhamos com grande liquidez. Com R$ 16 mil, fazemos 30 títulos diferentes de pequenas tiragens”, explicou. Assim, disse, eles diminuem o risco de perder dinheiro com o lançamento e ainda têm retorno mais rápido de que as editoras que apostam em um único título.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, os projetos chegam pelo e-mail da editora e os autores recebem um retorno em até duas semanas. “É uma avaliação superficial, mas conseguimos ver o que nos interessa. Se gostamos, bancamos a publicação”, disse. “Não custa nada para o autor e ainda fazemos um trabalho profissional de edição, diagramação e distribuição”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Simmer, a editora lança uma média de 40 títulos novos por mês, buscando segmentar as publicações em selos variados. “Fazemos uma seleção. Queremos publicar trabalhos feitos com seriedade e bem apresentados, mas não temos critérios tão rigorosos quanto as editoras grandes”, explicou. Segundo ele, a editora também aceita prestar serviços de diagramação e impressão para obras completamente independentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://g1.globo.com/bienal-do-livro/rio/2011/noticia/2011/09/esperar-editora-e-utopico-diz-autor-recordista-em-livros-publicados.html"&gt;http://g1.globo.com/bienal-do-livro/rio/2011/noticia/2011/09/esperar-editora-e-utopico-diz-autor-recordista-em-livros-publicados.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-4898040748696222827?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/4898040748696222827/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=4898040748696222827' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/4898040748696222827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/4898040748696222827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/09/esperar-editora-e-utopico-diz-autor.html' title='Esperar editora é utópico, diz autor recordista em livros publicados'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-8747292103429122412</id><published>2011-09-01T20:09:00.000-03:00</published><updated>2011-09-01T20:09:47.834-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros. Dilma. Incentivo a leitura.  Feira do livro.'/><title type='text'>Dilma diz que lançará programa para garantir livros mais baratos</title><content type='html'>Presidente participou da abertura da Bienal do livro no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;Ela disse que é preciso ainda estimular leitura de livro digital.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nathalia Passarinho Do G1, em Brasília &lt;/b&gt; (01/09/2011 18h13 - Atualizado em 01/09/2011 18h45)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira (1º) que pretende lançar um programa para garantir a venda de livros baratos à população. Na Bienal Internacional do Livro, no Rio de Janeiro, ela afirmou que além de bibliotecas públicas, o governo precisa estimular a comercialização de livros a preços mais acessíveis.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2010/09/110_179-dilma.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="303" width="350" src="http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2010/09/110_179-dilma.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nós vamos continuar ampliando nossas políticas de acesso a educação e cultura. Nós temos de garantir à nossa população o acesso ao livro e isso implica que uma parte da nossa produção de livros tem de ser acessível, porque isso vai criar um mercado imenso”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dilma pediu que editores e escritores enviem sugestões ao governo na formulação do programa de acesso aos livros. “Somos obrigados a apresentar a formulação inicial [do projeto], mas quero dizer que conto com as sugestões, as modificações e todos os aperfeiçoamentos que vocês têm, sem sombra de dúvida, armazenados”, pediu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presidente afirmou preferir livros em papel, mas defendeu estímulos à leitura de livros digitais. “Esse programa pretende ser um estímulo a toda a cadeia, mas, sobretudo, àquele brasileiro e àquela brasileira que podem e vão amar os livros. [...] Temos que assegurar uma leitura proveitosa dos livros digitais”, afirmou. "Já superei minha barreira em relação a eles", brincou a presidente ao fim do discurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://g1.globo.com/bienal-do-livro/rio/2011/noticia/2011/09/dilma-diz-que-lancara-programa-para-garantir-livros-mais-baratos.html"&gt;http://g1.globo.com/bienal-do-livro/rio/2011/noticia/2011/09/dilma-diz-que-lancara-programa-para-garantir-livros-mais-baratos.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-8747292103429122412?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/8747292103429122412/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=8747292103429122412' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/8747292103429122412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/8747292103429122412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/09/dilma-diz-que-lancara-programa-para.html' title='Dilma diz que lançará programa para garantir livros mais baratos'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-2846484544239801758</id><published>2011-08-29T08:44:00.002-03:00</published><updated>2011-08-29T08:47:40.651-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bibliotecas. Leis. Incentivo.'/><title type='text'>Lei federal vai incentivar bibliotecários</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="360" data="http://s.videos.globo.com/p2/player.swf" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;param value="true" name="allowFullScreen"&gt;&lt;param value="http://s.videos.globo.com/p2/player.swf" name="movie" /&gt;&lt;param value="high" name="quality" /&gt;&lt;param value="midiaId=1561988&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=360" name="FlashVars" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Bom dia Ceará, 12/07/2011. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-2846484544239801758?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/2846484544239801758/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=2846484544239801758' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/2846484544239801758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/2846484544239801758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/08/lei-federal-vai-incentivar.html' title='Lei federal vai incentivar bibliotecários'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-3004697879718317117</id><published>2011-07-15T10:34:00.000-03:00</published><updated>2011-07-15T10:34:24.823-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Antena ligada. Humor. Futebol. Sócrates. Guarani.'/><title type='text'>ANTENA LIGADA</title><content type='html'>ANTENA LIGADA&lt;br /&gt;(Lourenço Diaféria)&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-k8wv0MbSuB4/TiBA9gJzcvI/AAAAAAAAANo/C7fX8FchG3U/s1600/loren%25C3%25A7o.jpg" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="200" width="170" src="http://4.bp.blogspot.com/-k8wv0MbSuB4/TiBA9gJzcvI/AAAAAAAAANo/C7fX8FchG3U/s320/loren%25C3%25A7o.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Troquei meu televisor em branco-e-preto por um televisor em cores com controle remoto, para facilitar a vida de meus filhos, que agora, sabe como é, época de provas, estão se virando mais que pião na roda. Imaginem que outro dia um professor teve a coragem de mandar meu filho gavião-da-fiel fazer um trabalho sobre o Sócrates.&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-aWrdk-so70Q/TiBBhMGmpEI/AAAAAAAAANw/1FOTTvUlX48/s1600/S%25C3%25B3crates.JPG" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="169" width="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-aWrdk-so70Q/TiBBhMGmpEI/AAAAAAAAANw/1FOTTvUlX48/s320/S%25C3%25B3crates.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei uma arara.&lt;br /&gt;Em todo caso, apanhei a revista Placar e recomendei que o garoto consultasse os arquivos esportivos da Folha e do Jornal da Tarde. Não é por ser meu filho, mas o guri caprichou do primeiro ao quinto.&lt;br /&gt;Tirou zero.&lt;br /&gt;Puxa, assim também é demais. Resolvi levar um papo com o professor, ver se não era perseguição. O professor foi muito gentil, porém ninguém me tira da cabeça que ele é palmeirense disfarçado de são-paulino. Garantiu-me que havia ocorrido um equívoco. O Sócrates que ele queria é craque da redonda que tomou cicuta. Essa é boa. Por que não avisou antes? Como é que vou adivinhar que o homem jogava dopado?&lt;br /&gt;Me manquei, mas o professor percebeu meu azedume. Disse que ia dar uma nova oportunidade. Falou, eu disse.&lt;br /&gt;Preveni meu garoto que ficasse de orelha em pé, lá vinha chumbo. Dito e feito. O professor, deixando cair a máscara alviverde, deu uma de periquito campineiro e pediu um trabalho completo sobre o Guarani.&lt;br /&gt;Deixa que eu chuto, falei a meu filho. Pode contar comigo na regra três. Eu mesmo cuido da pesquisa. &lt;br /&gt;Peguei a escalação completa do Guarani, botei o Neneca no gol, fiz a maior apologia do time da terra das andorinhas. Pra me cobrir e não deixar nenhum flanco desguarnecido, telefonei pro meu amigo Antônio Contente, que transa em assuntos culturais e conexos (como seja a imprensa), e pedi por favor que me mandasse uma camisa oito autografada. Diretamente de Campinas e pelo malote.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-S2BatB_1VuA/TiBB0e5KpBI/AAAAAAAAAN4/Qoa8vY8Rgmc/s1600/guarani.JPG" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="315" src="http://2.bp.blogspot.com/-S2BatB_1VuA/TiBB0e5KpBI/AAAAAAAAAN4/Qoa8vY8Rgmc/s320/guarani.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Não é pra falar, mas o trabalho escolar ficou um luxo.&lt;br /&gt;Sem falsa modéstia, estava esperando pro meu filho no mínimo aprovação com laude e placa de prata, para não dizer medalha de honra ao mérito.&lt;br /&gt;Pois deu zebra.&lt;br /&gt;Começo a desconfiar que o tal professor me armou uma arapuca e entrei fácil, como um otário. O homem deve ser primo do Dicá. Sabem o que o mestre fez? Hem? Querem saber? Seu outro zero pro meu filho. O pior é que não devolveu a camisa oito autografada.&lt;br /&gt;Essa não deixei barato. Fui de peito aberto, às falas.&lt;br /&gt;- Ilustre - eu disse - com o perdão da palavra, mas que diabo de safadeza vossa senhoria anda arrumando pro meu garoto gavião-da-fiel? Então eu perco tempo, pesquiso, consulto a história gloriosa da equipe mineira, faço a maior zorra com o time do Brinco da Princesa, e o garoto ganha cartão vermelho?&lt;br /&gt;Que grande cínico! O homem me olhou com aqueles olhos de olheiras - acho que tem almoçado e jantado mal, sei lá, dizem que professor padece um bocado - coçou a cabeça, murmurou: &lt;br /&gt;- Foi o senhor quem fez a lição?&lt;br /&gt;Fiquei meio sem jeito: &lt;br /&gt;- Bem, fazer não fiz. Dei uma orientação didática. Pai é para essas coisas...&lt;br /&gt;Ele não se comoveu. Ao contrário, foi até rude:&lt;br /&gt;- Se aceita um conselho, pare de dar palpite na lição de casa de seu filho. O senhor não conhece nada do Guarani.&lt;br /&gt;Falar isso na minha cara! Tive de agüentar calado. Nunca soube que no diacho do time campineiro figurasse a dupla de área chamada Peri e Ceci. E com essa constante mudança de técnicos, como podia sacar que o técnico atual é o Zé de Alencar?&lt;br /&gt;- Tá bem - eu disse - não vamos brigar por tão pouco. O professor pode dar outra colhe de chá ao menino?&lt;br /&gt;Deu. O professor quer agora os capítulos completos de um romance, por coincidência como o mesmo nome do time de Campinas: o Guarani. É qualquer coisa com índio sioux que de repente se vê obrigado a salvar uma mulher biônica das águas da enchente. Deve ser telenovela em cores. Mas só para complicar a vida do meu filho, o professor não revelou o horário. Porém desta vez ele não me ferra. Pela dica do enredo que deixou escapar, deve ser mais uma dessas sucessões de cenas de violência que a gente é obrigada a engolir todas as noites na televisão. Estou de antena ligadona, meu chapa.&lt;br /&gt;(novembro, 1977)&lt;br /&gt;... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Fonte: DIAFÉRIA, Lourenço. Antena ligada. In: PARA gostar de ler, v.7. 3.ed. São Paulo: Ática, 1982. p. 71-73)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-3004697879718317117?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/3004697879718317117/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=3004697879718317117' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/3004697879718317117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/3004697879718317117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/07/antena-ligada.html' title='ANTENA LIGADA'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-k8wv0MbSuB4/TiBA9gJzcvI/AAAAAAAAANo/C7fX8FchG3U/s72-c/loren%25C3%25A7o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-6065497093340848138</id><published>2011-07-15T08:55:00.002-03:00</published><updated>2011-07-15T08:58:55.363-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carta Voltaire. Carta Rousseau'/><title type='text'>CARTA DE ROUSSEAU A VOLTAIRE E DE VOLTAIRE A ROUSSEAU.</title><content type='html'>&lt;b&gt;Carta de Rousseau dirigida a Voltaire&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Jean-Jacques Rousseau -  (10_de_agosto_de_1755)&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-YSvihE5MyLg/TiAqiYqzxgI/AAAAAAAAANY/NlT9LZOhvr8/s1600/ROUSSEAU.jpg" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="309" width="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-YSvihE5MyLg/TiAqiYqzxgI/AAAAAAAAANY/NlT9LZOhvr8/s320/ROUSSEAU.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou eu, senhor, quem tenho de vos agradecer por tanta consideração. Em resposta à generosa oferta que fizestes aos esboços de meus devaneios, eu não creio que tenha uma colocação digna, mas me desembaraço de um dever, e vos presto uma homenagem, que todos nós vos devemos, como nosso líder. Mesmo distante, fico comovido pela honra que concedeis à minha pátria, e compartilho o reconhecimento aos meus concidadãos. Tenho a expectativa que ele tão somente aumentará, enquanto eles se beneficiarem das instruções que vós podereis lhes ceder. Enfeitas o refúgio que vós escolhestes, esclareceis um grupo digno de vossas lições, e sabereis que, se pintar bem as virtudes e a liberdade, aprenderemos à amá-las pelos costumes assim como amamos pelos vossos escritos. Tudo que de vós se aproxima aprende convosco o caminho da glória e da imortalidade.&lt;br /&gt;Vereis que eu não aspiro nos fazer regressar à animalidade, embora eu, de minha parte, muito lamente o pouco que dela perdi. Ao vosso respeito, senhor, este retorno seria um milagre tão grande que somente Deus poderia fazê-lo, e tão prejudicial que somente o Diabo poderia querê-lo. Não tente, então, recair nas quatro patas, pois nenhuma pessoa no mundo teria menos sucesso que vós. Vós nos endireitais muito bem sobre nossos dois pés para cessar de se manter sobre os vossos. Eu concordo que todas as desgraças perseguem os homens célebres na literatura, e concordo também acerca dos males inerentes à humanidade, que parecem independentes do nosso vão conhecimento; os homens abriram sobre si próprios tantas causas de infortúnio que, quando o azar desvia a alguém, já não são mais tão felizes. Além disso, existe no progresso das coisas uma lição escondida que o vulgo não distingue, mas que não escapa em nenhum detalhe do olho do filósofo, quando este se dedica a refleti-la.&lt;br /&gt;Não foi Terêncio, Cícero, Virgílio ou Sêneca que causaram os crimes dos romanos ou as desgraças de Roma. Mas sem o veneno lento e secreto que corrompeu gradualmente o mais poderoso governo que a história faz menção, nem Cícero, nem Lucrécio, nem Salústio nem todos os outros teriam existido, nem sequer escrito. O agradável Século de Lélio e Terêncio conduziu de longe ao século brilhante de Augusto e de Horácio, e por fim aos séculos horríveis de Sêneca e de Nero, de Tácito e Domitian. A inclinação para as ciências e as artes nasce em um povo através de um vício interior que, por sua vez, aumenta rapidamente, e se é verdade que todos os progressos humanos são perniciosos à espécie, também é que a vivacidade e conhecimento aumentam o nosso orgulho e multiplicam nossos distúrbios, acelerando rapidamente nossas desgraças. Mas chegará um tempo em que ele necessariamente terá de parar de aumentar: é este o ferro que é necessário deixar na ferida, o medo que aflige a vítima não cessará lhe arrancando.&lt;br /&gt;Quanto a mim, se tivesse seguido minha primeira vocação, e não houvesse nem lido, nem escrito, seria sem dúvida mais feliz. No entanto se as letras estivessem hoje apoiadas no vazio, eu seria privado do único prazer que me resta. É no seu seio que consolo-me de todos meus males. É em meio aos seus ilustres filhos que experimento as doçuras da amizade, que aprendo a desfrutar a vida e desprezar a morte. Eu lhe devo o pouco que sou, eu lhe devo mesmo a honra de ter vos conhecido. Mas consideremos a nossa questão, e a veracidade de nossos escritos: por que têm de esclarecer o mundo e conduzir seus cegos habitantes os filósofos, os historiadores, e os verdadeiros sábios, se, como bem disse o sábio Mêmnon, eu não conheço nada tão louco quanto um grupo de sábios? Admita então, senhor, que se é bom que os grandes gênios instruam os homens, também falta que os vulgos recebam suas lições. Se cada um se meter a ministrá-las, quem serão os que irão recebê-las? Os mancos, disse Montaigne, são inapropriados para o exercício do corpo, e as almas mancas são para os exercícios do espírito. Mas nesse século sábio não vemos mais do que mancos querendo ensinar os outros a andar.&lt;br /&gt;As pessoas aceitam os escritos dos sábios para lhes criticar, e não para se instruir. Jamais vimos tantos Dandins; o teatro em efervescência, os cafés ressonando suas sentenças, que superabundam em seus escritos, e eu me inclino a analisar o Orphelin, porque o aplaudiram com tamanho pedantismo que, de tão incapaz de lhe apontar os defeitos, mal aprecio suas belezas.&lt;br /&gt;Pesquisemos a primeira causa de todas as desordens da sociedade, descobriremos que os males dos homens lhes vêm mais pelo erro do que da ignorância e o que nós não sabemos nos prejudica muito menos do que o que nós julgamos saber. Ora, qual o meio mais certo para correr do que a fúria de tudo querer saber? Se não se pretende saber que a terra gira, não se pode punir Galileu por haver dito que ela gira. Se apenas os filósofos reclamaram o título, a Enciclopédia pode não ter tido perseguidores, se cem homenzinhos não aspirassem à glória, você gozaria agradavelmente da vossa, ou pelo menos teria apenas adversários dignos de vós. Então não existe muita surpresa em se sentir alguns espinhos inseparáveis das flores que coroam os grandes talentos. As injúrias de vossos inimigos são o cortejo de vossa glória, como nas aclamações satíricas em que se aclamavam os vencedores. É o entusiasmo que o público tem por vossos escritos que produz os roubos que vós vos queixais; mas as falsificações não são fáceis, porque nem o ferro nem o chumbo misturam-se ao ouro.&lt;br /&gt;Permita-me que diga-vos o apreço que tenho pela vossa resposta e à nossa instrução: desprezais os clamores vãos pelos quais procuram menos fazer-vos mal do que afastar-vos de fazer bem. Quanto mais vos criticam, mais devem vos admirar. Um bom livro é uma resposta terrível a uma malvada injúria. Ei! Quem ousaria atribuir-vos escritos que não são seus, enquanto continuardes a fazer escritos inimitáveis? Estou sensibilizado pelo vosso convite, e se este inverno me deixar em condições de ir na primavera à minha pátria, tirarei proveito de vossa bondade. Mas então gostaria mais de beber a água de vossa fonte do que o leite de vossas vacas. E quanto às plantas de vosso jardim, eu temo não encontrar senão a lótus que não é mais que a pastagem dos animais, ou a moli que impede os homens de evoluir.&lt;br /&gt;De todo o coração e com respeito, etc&lt;br /&gt;J.-J. Rousseau, cidadão de Genebra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://pt.wikisource.org/wiki/Carta_de_Rosseau_%2810_de_agosto_de_1755%29 "&gt;http://pt.wikisource.org/wiki/Carta_de_Rosseau_%2810_de_agosto_de_1755%29&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Carta de Voltaire dirigida a Rousseau, em resposta a ele.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30 de Agosto de 1755&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-SusB6bAnvmM/TiAqrMOuxjI/AAAAAAAAANg/Lh8K9AIUdhw/s1600/voltaire.jpg" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="320" width="319" src="http://1.bp.blogspot.com/-SusB6bAnvmM/TiAqrMOuxjI/AAAAAAAAANg/Lh8K9AIUdhw/s320/voltaire.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recebi, senhor, vosso novo livro contra o gênero humano, e vos agradeço por isso. Vós agradareis aos homens, sobre quem fala vossas verdades, e não os emendará. Ninguém poderia pintar um quadro com cores mais fortes dos horrores da sociedade humana, para os quais nossa ignorância e debilidade tem tanta esperança de consolo. Ninguém jamais empregou tanta vivacidade em nos tornar novamente animais: pode-se querer andar com quatro patas, quando lemos vossa obra. Entretanto, como já faz mais de sessenta anos que perdi este costume, percebo, infelizmente, que é impossível recomeçar, e deixo essa maneira natural àqueles que são mais dignos que vós e eu. Já não posso mais embarcar para encontrar os selvagens do Canadá, em primeiro lugar, porque as doenças de que sofro me prendem ao redor do maior médico da Europa, e não encontraria a mesma assistência junto aos Missouris. Em segundo, porque a guerra está sendo travada lá naquele país, e o exemplo de nossas nações tornou os selvagens quase tão perigosos quanto nós. Devo me limitar a ser um selvagem pacífico, na solidão que escolhi, perto de vossa pátria, onde vós devíeis estar.&lt;br /&gt;Concordo convosco que a literatura e as ciências causaram ocasionalmente muitos danos. Os inimigos de Tasso fizeram de sua vida uma longa série de infortúnios. Os de Galileu fizeram-no gemer dentro da prisão, aos setenta anos de idade, por haver entendido como a Terra se movimenta; e o que é ainda mais desonroso, obrigaram-no a desdizer-se. Desde que vossos amigos começaram a publicar o Dicionário Enciclopédico, os rivais os desafiam com o tratamento de deístas, ateus e mesmo de jansenistas.&lt;br /&gt;Se porventura eu puder me incluir entre aqueles cujos trabalhos não trouxeram mais do que a perseguição como única recompensa, poderei mostrar-vos o tipo de gente perseguidora que me prejudica desde que produzi minha tragédia Édipo; uma biblioteca de calúnias ridículas impressas contra mim. Um ex-padre jesuíta, que salvei da desgraça total, me pagou o serviço que lhe prestei com um libelo difamatório; um homem, ainda mais culpado, imprimiu minha própria obra sobre o século de Luís XIV com notas nas quais a mais crassa ignorância vomitou as mais baixas imposturas; um outro, que vendeu a um editor, usando meu nome, alguns capítulos de uma pretensa História Universal; o editor, ávido o suficiente para imprimir esse amontoado de erros crassos, datas erradas, fatos e nomes mutilados; e, finalmente, os homens covardes e vis o suficiente para me responsabilizar pela publicação desta rapsódia. Eu mostrar-vos-ei a sociedade contaminada por este tipo de homens - desconhecido em toda a antiguidade - que, não podendo abraçar uma profissão honesta, seja de trabalho manual ou de serviço, e desafortunadamente sabendo ler e escrever, se tornam agentes literários, vivem de nossas obras, roubam os manuscritos, alteram-nos, vendem-nos. Eu poderia lamentar-me porque fragmentos de uma zombaria, feitos há pelo menos trinta anos, sobre o mesmo sujeito que Chapelain foi burro o bastante para tratar seriamente, circulam hoje pelo mundo, graças à traição e avareza desses infelizes, que misturaram suas grosserias às minhas pilhérias, e preencheram as lacunas com uma estupidez equiparada somente à sua malícia e que, ao cabo de 30 anos, vendem por toda parte um manuscrito que é apenas deles, e digno tão somente deles.&lt;br /&gt;Eu poderia acrescentar, em último lugar, que roubaram uma parte do material que eu juntei nos arquivos públicos para usar na História da Guerra de 1741, quando era historiador da França; que venderam a uma livraria de Paris esse fruto de meu trabalho; que nessa época invejaram minhas posses, como se eu estivesse morto e pudessem colocá-las à venda. Eu poderia mostrar a ingratidão, a impostura e o roubo me perseguindo por quarenta anos, do pé dos Alpes ao pé do meu túmulo. Mas o que eu concluiria de todos esses tormentos? Que não tenho o direito de reclamar; que o Papa, Descartes, Bayle, Camões e centenas de outros sofreram injustiças iguais, ou ainda maiores; que este destino é o de quase todos daqueles que foram inteiramente seduzidos pelo amor às letras.&lt;br /&gt;Admita, senhor, que estas coisas são pequenas desgraças particulares de que a sociedade pouco se apercebe. Que importa para a humanidade que alguns zangões roubem o mel de poucas abelhas? Os homens das letras fazem grande estardalhaço de todas estas pequenas querelas, enquanto o resto do mundo ou os ignora ou disso gargalha.&lt;br /&gt;De todos os desgostos afetando a vida humana, esses são os menos graves. Os espinhos ligados à literatura, ou um pouco menos de reputação, são flores quando comparados aos outros males que a todo momento inundam a terra. Admita que Cícero, Varrão, Lucrécio ou Virgílio não tiveram a menor culpa nas proscrições. Mário era um ignorante, Sila, um bárbaro, Antônio, um crápula, o imbecil Lépido leu um pouco de Platão e Sófocles; enquanto Otávio César, covardemente apelidado de Augusto, esse tirano sem coragem, agiu apenas como um assassino detestável no momento em que privou a sociedade dos homens de letras.&lt;br /&gt;Admita que Petrarca e Boccaccio não fizeram nascer os problemas da Itália; que as brincadeiras de Marot não produziram São Bartolomeu, e que a tragédia de Cid não produziu a guerra da Fronde. Os grandes crimes são cometidos apenas pelos grandes ignorantes. O que faz e fará sempre deste mundo um vale de lágrimas é a avidez e o indomável orgulho dos homens, desde Thamas-Kouli-Kan, que não sabia nem ler, até um oficial de alfândega, que não sabe nem contar. As letras alimentam, endireitam e consolam a alma; elas vos servem, senhor, durante o tempo que escreveis contra elas. Vós sois como Aquiles, que se encolerizava contra a glória, e como o padre Malebranche, que, com sua imaginação brilhante, escrevia contra a imaginação.&lt;br /&gt;Se alguém tem o direito de queixar-se da literatura, sou eu, porque em todos os momentos e em todos os lugares ela serviu à minha perseguição; mas deve-se amá-la, não obstante o mau uso que dela fazem; como deve-se amar a sociedade na qual tantos homens maldosos corrompem os suscetíveis; como deve-se amar a sua pátria, mesmo que ela nos trate com alguma injustiça; como se deve amar o Ser Supremo, apesar das superstições e do fanatismo que desonram tão freqüentemente o seu culto.&lt;br /&gt;M. Chappuis disse-me que vossa saúde anda muito mal, deveis restabelecê-la na terra natal, aproveitando junto à sua liberdade, beber comigo o leite de nossas vacas, e passear em seus campos.&lt;br /&gt;Muito filosoficamente e com a mais alta estima, etc&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://pt.wikisource.7val.com/wiki/Carta_de_Voltaire_%2830_de_agosto_de_1755%29 "&gt;http://pt.wikisource.7val.com/wiki/Carta_de_Voltaire_%2830_de_agosto_de_1755%29 &lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-6065497093340848138?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/6065497093340848138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=6065497093340848138' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/6065497093340848138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/6065497093340848138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/07/carta-de-rousseau-voltaire-e-de.html' title='CARTA DE ROUSSEAU A VOLTAIRE E DE VOLTAIRE A ROUSSEAU.'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-YSvihE5MyLg/TiAqiYqzxgI/AAAAAAAAANY/NlT9LZOhvr8/s72-c/ROUSSEAU.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-1096912898696017125</id><published>2011-07-01T08:21:00.001-03:00</published><updated>2011-07-01T08:23:57.829-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jornais online. jornais pelo mundo. noticias.'/><title type='text'>LEIA VÁRIOS JORNAIS PELO MUNDO</title><content type='html'>Leia vários Jornais pelo mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-2M6v7PzmBOM/Tg2teMdrwyI/AAAAAAAAANQ/HndZkiUeQBE/s1600/jornais.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="200" width="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-2M6v7PzmBOM/Tg2teMdrwyI/AAAAAAAAANQ/HndZkiUeQBE/s320/jornais.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://kiosko.net/es/"&gt;Clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-1096912898696017125?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/1096912898696017125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=1096912898696017125' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/1096912898696017125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/1096912898696017125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/07/leia-varios-jornais-pelo-mundo.html' title='LEIA VÁRIOS JORNAIS PELO MUNDO'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-2M6v7PzmBOM/Tg2teMdrwyI/AAAAAAAAANQ/HndZkiUeQBE/s72-c/jornais.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-5768554978437450453</id><published>2011-05-25T20:13:00.001-03:00</published><updated>2011-05-25T20:29:16.894-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gonçalves Dias. poeta maranhense.'/><title type='text'>GONÇALVES DIAS – O MARTIR</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fFiSjdWVeCs/Td2NFDReLbI/AAAAAAAAANE/SMQI73Ccmw0/s1600/gdias.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="400" width="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-fFiSjdWVeCs/Td2NFDReLbI/AAAAAAAAANE/SMQI73Ccmw0/s320/gdias.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O imortal cantor dos Timbiras, o insigne libertador da literatura pátria foi um mártir.&lt;br /&gt;Ainda não balbuciava as primeiras palavras, qando sentiu a primeira dor.&lt;br /&gt;Seu “Pae”, procurando escapar às perseguições que naquele tempo lhe moviam em Caxias, partiu para a Europa, abandonando-o.&lt;br /&gt;Ao voltar poucos anos depois, cazou-se com outra mulher. Viu-se, então, o pequenino separado daquela que lhe dera o ser, ficando num triste berço, entregue aos cuidados de mãos estranhas, sem o beijo dos mais doces lábios, sem o calor do mais santo colo – o colo e os lábios da mãe.&lt;br /&gt;É certamente desse berço sem caricias que ele diz mais tarde:&lt;br /&gt;“... Antes meu berço&lt;br /&gt;Que vagidos do infante vivedouro&lt;br /&gt;Os sons finaes de um moribundo ouvisse”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criança, entrando a praticar na loja de seu pai,era ai, ,maltratado pelo desapiedado caixeiro que, á força de palmatória, o queria fazer compreender os complicados cálculos do balcão.&lt;br /&gt;Aos quatorze anos apenas, sofreu a grande desgraça de morrer-lhe o pai. E ele que já havia enveredado pelo caminho das letras, veria perdida todas as suas esperanças, se não fora a alma boa e generosa de sua madrasta que o mandou estudar em Coimbra.&lt;br /&gt;Lá, vivendo despreocupadamente, sentindo apenas as saudades da&lt;br /&gt;“... Terra que o sol cálido vigora&lt;br /&gt;E em frouxa languidez estende os nervos...”, achou-se inesperadamente a braços com a miséria devido à suspensão da mesada que lhe mandava a madrasta.&lt;br /&gt;Em pleno florescer da mocidade, enamorou-se de uma “formosa filha de Modengo”, e ele e ela, impulsionados pelo mesmo sentimento, com o ardor próprio da carne nessa bela quadra de vida, ele e ela se amoram apaixonadamente. E desta vez, a sorte ainda foi adversa ao poeta: pobre, sem recursos pecuniários, não pode desposar a sua “doce imajem” que tinha o suspiro.&lt;br /&gt;“Mais saudoso que as auras encantadas”.&lt;br /&gt;Quando foi para obter o pergaminho de bacharel, viu se obrigado, pela falta de dinheiro, empenhar a sua mimosa biblioteca que não pôde mais reaver.&lt;br /&gt;Quis o poeta visitar a formosa Caxias, abraçar a sua querida mãe, rever os lugares onde passara a infância.&lt;br /&gt;Chegado á terra que tanto amava, em vez de receber manifestações carinhosas, teve filho bastardo, que sofrer os ápodos e preconceitos de uma sociedade ignara.&lt;br /&gt;Desprezado pro aqueles que o deviam acariciar, parte para o Rio de Janeiro em busca de meio mais civilizado.&lt;br /&gt;Ai dobrou o martírio do poeta: alem das dores moraes que continuamente sofria, começou a depauparar-se o seu organismo.&lt;br /&gt;Em um desses momentos em que, de uma só vez, lhe deram alanceados corpo e alma escreveu:&lt;br /&gt;“Meu Deus, Senhor meu Deus, o que há no mundo&lt;br /&gt;Que não seja sofrer?&lt;br /&gt;O homem nasce e vive num só instante,&lt;br /&gt;E sofre até morrer!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, em verdade, a vida do poeta na pátria, no estrangeiro por onde andou varias vezes, foi toda ela, do berço ao tumulo, uma cadeia de dores!&lt;br /&gt;Ainda nos últimos instantes da vida, no naufrágio da barca em que viajava enfraquecido pelo seu sofrimento físico que o tolhia de procurar a salvação, desprezado pelos de bordo, o mar, pouco a pouco, asfixiando-o, alem da agonia da morte, sofria outra dor, a mais cruel, mais pungente, mais lancinante, a dor de morrer bem perto da terra querida sem poder ouvir o canto do sabiá nos leques da palmeira!&lt;br /&gt;Permite, pois, ó poeta, tu, “Que foste grande na dor como na lira”, que eu deponha, aqui, o meu modesto, mas sincero preito de homenagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mata Roma.&lt;br /&gt;Do Instituto Gomes de Souza&lt;br /&gt;Publicado na Revista Maranhense de 1921.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-5768554978437450453?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/5768554978437450453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=5768554978437450453' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/5768554978437450453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/5768554978437450453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/05/goncalves-dias-o-martir.html' title='GONÇALVES DIAS – O MARTIR'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-fFiSjdWVeCs/Td2NFDReLbI/AAAAAAAAANE/SMQI73Ccmw0/s72-c/gdias.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-9106934452302046717</id><published>2011-05-07T14:19:00.000-03:00</published><updated>2011-05-07T14:19:52.433-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livros brasileiros. estrangeiros'/><title type='text'>Quais os brasileiros que os estrangeiros leem</title><content type='html'>Uma pesquisa encabeçada pelo projeto Itaú Cultural descobriu quem são os escritores brasileiros mais conhecidos no exterior. O resultado pode surpreender os incrédulos, pois, com méritos, o nosso escritor VIVO mais lido no exterior é Moacy Scliar. Mas, é claro, a lista não deixa de lado uma unanimidade nacional, que é o nosso escritor maior: Machado de Assis, o mais lido entre os vivos e mortos. Confira abaixo a matéria da Agência Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Por Antonio Gonçalves Filho, da Agência Estado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criação de uma rede transnacional pela internet, dedicada à instalação de um banco de dados, levou os organizadores do projeto "Conexões Itaú Cultural - Mapeamento Internacional da Literatura Brasileira", iniciado no ano passado, a levantar informações curiosas não só para os escritores como para o mercado editorial brasileiro. A primeira delas é que nem só de Paulo Coelho vive a literatura do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O escritor vivo mais citado numa pesquisa desenvolvida com tradutores, professores e bibliotecários estrangeiros de 19 países pelos organizadores do projeto não foi Coelho, mas o autor gaúcho Moacyr Scliar, de 62 anos, autor de 17 romances, livros de contos e infantis. A equipe de reportagem do "Grupo Estado" teve acesso exclusivo à lista dos nomes mais lembrados pelos participantes da pesquisa - liderada, como era de se esperar, pelo canônico Machado de Assis, citado 25 vezes na relação dos 55 especialistas consultados, seguido por Clarice Lispector e Guimarães Rosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é só uma lista dos dez mais. Ela incorpora todos os autores citados mais de uma vez pelos tradutores e professores de português em universidades estrangeiras, trazendo nomes recém traduzidos para o inglês, caso do escritor e redator-chefe da revista "Veja", Mário Sabino, autor de "O Dia em Que Matei Meu Pai", que recebeu uma entusiasmada crítica na Austrália. Casos como o de Sabino, com uma carreira relativamente curta na ficção e considerável índice de lembrança entre os pesquisados, atestam que a difusão e o alcance da literatura brasileira no exterior cresceram muito com a presença de editoras brasileiras em feiras internacionais e a troca de informações pela internet entre autores, tradutores e professores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Instituto Itaú Cultural já realiza um trabalho de coleta de referências sobre escritores brasileiros por meio de sua Enciclopédia Virtual da Literatura Brasileira, disponível na internet, mas o projeto de mapeamento é ainda mais ambicioso, pretendendo funcionar como uma "cartografia digital da cultura brasileira", segundo Claudiney Ferreira, gerente do Núcleo de Diálogos do instituto. Um conjunto de ações começa a ser implementado para ampliar o banco de dados do Itaú sobre literatura, desde a gravação de um programa de rádio com escritores até o lançamento de um blog - já no ar - para captar informações sobre a presença e a recepção da literatura brasileira no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra estratégia do instituto é a realização de encontros anuais entre críticos e escritores para discutir literatura brasileira, como Encontros de Interrogação, cuja quarta edição começa hoje com debates sobre o espaço da literatura brasileira. Durante o evento serão divulgados os resultados da pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O editor Felipe Lindoso, consultor de Literatura do Itaú, diz, a respeito da pesquisa com os estrangeiros, que a radiografia da literatura brasileira no exterior não pretendeu reforçar a dicotomia entre alta literatura e literatura de entretenimento. Tanto que Paulo Coelho aparece na lista com quatro citações, mesmo número alcançado por João Ubaldo Ribeiro e Murillo Mendes, todos atrás de Chico Buarque (sete menções) e Mario de Andrade (sete menções).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os estrangeiros consultados estão nomes respeitadíssimos como o do tradutor alemão Berthold Zilly, da Universidade de Berlim, que traduziu "Memorial de Aires", o último romance de Machado de Assis, e o norte-americano Charles A. Perrone, autor de um livro sobre Chico Buarque e grande especialista em Haroldo de Campos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a pesquisa do Itaú com esses especialistas, há ainda alguns obstáculos que dificultam a entrada dos escritores - especialmente os novos - no mercado internacional. A última Feira de Frankfurt pode ter reunido 43 editores brasileiros e levado quase dois mil títulos para a Alemanha, mas as ações governamentais são quase nulas na área, segundo a pesquisa. Não há incentivo para o ensino do português em países estrangeiros ou um programa oficial que promova traduções lá fora que funcione, nem mesmo o da Fundação Biblioteca Nacional, dizem os especialistas da área. "Está crescendo o interesse geral no Brasil e a literatura apenas pega carona", diz o americano Charles Perrone, que depende de traduções para ensinar literatura brasileira na Universidade da Flórida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quanto aos autores novos, o especialista estrangeiro recorre a sites como o Cronópios para se informar", conta Claudiney Ferreira, que se inspirou num relatório publicado por Ricardo Reis há 32 anos, na revista "Escrita", para elaborar a pesquisa e mandar as perguntas aos estrangeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Os Dez Mais - Os dez escritores mais citados pelos especialistas estrangeiros lhhconsultados na pesquisa realizada pelo Itaú Cultural são os seguintes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1º: Machado de Assis&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://api.ning.com/files/iGDC4ghIE7MmTakghsmp-eBAbeNQwIvjANnqODr8c3fVKPKe01qe8-0ji2hOR1jC-kl1meuE4SmL1L8MS-DB3fWAgppnFSV-/machado_de_assis25.jpg" imageanchor="1" style=""&gt;&lt;img border="0" height="342" width="350" src="http://api.ning.com/files/iGDC4ghIE7MmTakghsmp-eBAbeNQwIvjANnqODr8c3fVKPKe01qe8-0ji2hOR1jC-kl1meuE4SmL1L8MS-DB3fWAgppnFSV-/machado_de_assis25.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2º: Clarice Lispector&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.culturalivre.net/wp-content/uploads/2008/03/enfim_roteiro_sobre_clarice_pronto_01.jpg" imageanchor="1" style=""&gt;&lt;img border="0" height="450" width="336" src="http://www.culturalivre.net/wp-content/uploads/2008/03/enfim_roteiro_sobre_clarice_pronto_01.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3º: Guimarães Rosa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-IYiQLDEh5lA/TYapl8KqXSI/AAAAAAAAA1k/CsqL85x2-ww/s1600/materia_guimaraes_out_01.jpg" imageanchor="1" style=""&gt;&lt;img border="0" height="447" width="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-IYiQLDEh5lA/TYapl8KqXSI/AAAAAAAAA1k/CsqL85x2-ww/s1600/materia_guimaraes_out_01.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;4º: Graciliano Ramos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-gjTK0vg0S9E/TcV7G1AnonI/AAAAAAAAALY/sAf_l6M3E4w/s1600/graciliano-ramos1.jpg" imageanchor="1" style=""&gt;&lt;img border="0" height="320" width="222" src="http://2.bp.blogspot.com/-gjTK0vg0S9E/TcV7G1AnonI/AAAAAAAAALY/sAf_l6M3E4w/s320/graciliano-ramos1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;5º: Jorge Amado&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-uYVm5CIk28I/TcV7qAD_cBI/AAAAAAAAALg/1faNhzVGyuc/s1600/jorge-amado-acervo.jpg" imageanchor="1" style=""&gt;&lt;img border="0" height="280" width="292" src="http://3.bp.blogspot.com/-uYVm5CIk28I/TcV7qAD_cBI/AAAAAAAAALg/1faNhzVGyuc/s320/jorge-amado-acervo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;6º: José de Alencar&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-JvI958coxds/TcV-zlkX3DI/AAAAAAAAAMI/edyjHUGvpzM/s1600/jose-de-alencar.jpg" imageanchor="1" style=""&gt;&lt;img border="0" height="320" width="246" src="http://1.bp.blogspot.com/-JvI958coxds/TcV-zlkX3DI/AAAAAAAAAMI/edyjHUGvpzM/s320/jose-de-alencar.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;7º: Manuel Bandeira&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-2zRPMPBEeI0/TcV8PXRDbkI/AAAAAAAAALo/z3Qi7NygiHY/s1600/manuel.jpg" imageanchor="1" style=""&gt;&lt;img border="0" height="320" width="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-2zRPMPBEeI0/TcV8PXRDbkI/AAAAAAAAALo/z3Qi7NygiHY/s320/manuel.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;8º: Moacyr Scliar&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-tRAb3zwGQcA/TcV848omQ_I/AAAAAAAAALw/NzlQw6OOlwM/s1600/moacyr%2Bscliar.jpg" imageanchor="1" style=""&gt;&lt;img border="0" height="220" width="220" src="http://1.bp.blogspot.com/-tRAb3zwGQcA/TcV848omQ_I/AAAAAAAAALw/NzlQw6OOlwM/s320/moacyr%2Bscliar.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;9º: Rubem Fonseca&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-QeWWalQG8Qc/TcV9OTQsPXI/AAAAAAAAAL4/mT_NPtE3RSI/s1600/i158428.jpg" imageanchor="1" style=""&gt;&lt;img border="0" height="271" width="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-QeWWalQG8Qc/TcV9OTQsPXI/AAAAAAAAAL4/mT_NPtE3RSI/s320/i158428.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;10º: Drummond de Andrade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-qJ7e72QkbNc/TcV9bVmhlhI/AAAAAAAAAMA/nFFOg8_L6BE/s1600/carlos-drummond%255B1%255D.jpg" imageanchor="1" style=""&gt;&lt;img border="0" height="320" width="245" src="http://2.bp.blogspot.com/-qJ7e72QkbNc/TcV9bVmhlhI/AAAAAAAAAMA/nFFOg8_L6BE/s320/carlos-drummond%255B1%255D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&amp;uf=2&amp;local=18&amp;template=3948.dwt&amp;section=Blogs&amp;post=183101&amp;blog=612&amp;coldir=1&amp;topo=4198.dwt"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-9106934452302046717?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/9106934452302046717/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=9106934452302046717' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/9106934452302046717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/9106934452302046717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/05/quais-os-brasileiros-que-os.html' title='Quais os brasileiros que os estrangeiros leem'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-IYiQLDEh5lA/TYapl8KqXSI/AAAAAAAAA1k/CsqL85x2-ww/s72-c/materia_guimaraes_out_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-1523137672174308271</id><published>2011-04-29T19:44:00.000-03:00</published><updated>2011-04-29T19:44:49.504-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='50 maiores clássicos da literatura mundial'/><title type='text'>50 maiores clássicos da literatura mundial</title><content type='html'>29/01/2010 - 18h13&lt;br /&gt;Conheça os 50 maiores clássicos da literatura mundial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;da Folha Online&lt;br /&gt;Divulgação&lt;br /&gt;Saiba mais sobre os 50 maiores clássicos mundiais&lt;br /&gt;Saiba mais sobre os autores e o contexto dos 50 maiores clássicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No livro "50 Clássicos que Não Podem Faltar na Sua Biblioteca" (Verus Editora), a escritora, editora e crítica literária Jane Gleeson-White reuniu as maiores obras da literatura mundial, como "Ilíada" (Homero) e "O Idiota" (Fiódor Dostoiévski).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este guia acessível mostra o contexto histórico que envolvia cada uma destas grandes publicações, com comentários sobre os enredos e personagens, dados biográficos e outras importantes informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo, veja o sumário completo do livro, que também inclui títulos brasileiros, como "Memórias Póstumas de Brás Cubas", de Machado de Assis, e "Grande Sertão: Veredas", de João Guimarães Rosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. "Ilíada", de Homero&lt;br /&gt;2. "Odisseia", de Homero&lt;br /&gt;3. "Eneida", de Virgílio&lt;br /&gt;4. "Dom Quixote", de Miguel de Cervantes&lt;br /&gt;5. "Robinson Crusoé", de Daniel Defoe&lt;br /&gt;6. "Tom Jones", de Henry Fielding&lt;br /&gt;7. "Persuasão", de Jane Austen&lt;br /&gt;8. "O Vermelho e o Negro", de Stendhal&lt;br /&gt;9. "O Pai Goriot", de Honoré de Balzac&lt;br /&gt;10. "Jane Eyre", de Charlotte Brontë&lt;br /&gt;11. "O Morro dos Ventos Uivantes", de Emily Brontë&lt;br /&gt;12. "Moby Dick", de Herman Melville&lt;br /&gt;13. "A Casa Soturna", de Charles Dickens&lt;br /&gt;14. "Madame Bovary", de Gustave Flaubert&lt;br /&gt;15. "O Fauno de Mármore", de Nathaniel Hawthorne&lt;br /&gt;16. "Guerra e Paz", de Leon Tolstói&lt;br /&gt;17. "O Idiota", de Fiódor Dostoiévski&lt;br /&gt;18. "O Primo Basílio", de Eça de Queirós&lt;br /&gt;19. "Memórias Póstumas de Brás Cubas", de Machado de Assis&lt;br /&gt;20. "Pan", de Knut Hamsun&lt;br /&gt;21. "Judas, o Obscuro", de Thomas Hardy&lt;br /&gt;22. "Coração das Trevas", de Joseph Conrad&lt;br /&gt;23. "As Asas da Pomba", de Henry James&lt;br /&gt;24. "Howards End", de E. M. Forster&lt;br /&gt;25. "Morte em Veneza", de Thomas Mann&lt;br /&gt;26. "A Época da Inocência", de Edith Wharton&lt;br /&gt;27. "Mulheres Apaixonadas", de D. H. Lawrence&lt;br /&gt;28. "Ulisses", de James Joyce&lt;br /&gt;29. "O Grande Gatsby", de F. Scott Fitzgerald&lt;br /&gt;30. "O Processo", de Franz Kafka&lt;br /&gt;31. "O Sol também Se Levanta", de Ernest Hemingway&lt;br /&gt;32. "Narciso e Goldmund", de Hermann Hesse&lt;br /&gt;33. "Enquanto Agonizo", de William Faulkner&lt;br /&gt;34. "As Ondas", de Virginia Woolf&lt;br /&gt;35. "O Estrangeiro", de Albert Camus&lt;br /&gt;36. "O Apanhador no Campo de Centeio", de J. D. Salinger&lt;br /&gt;37. "Lolita", de Vladimir Nabokov&lt;br /&gt;38. "Grande Sertão: Veredas", de João Guimarães Rosa&lt;br /&gt;39. "On the Road - Pé na Estrada", de Jack Kerouac&lt;br /&gt;40. "O Gattopardo", de Giuseppe Tomasi di Lampedusa&lt;br /&gt;41. "O Tambor", de Günter Grass&lt;br /&gt;42. "Coelho Corre", de John Updike&lt;br /&gt;43. "Cem Anos de Solidão", de Gabriel García Márquez&lt;br /&gt;44. "A Hora da Estrela", de Clarice Lispector&lt;br /&gt;45. "À Espera dos Bárbaros", de J. M. Coetzee&lt;br /&gt;46. "Os Filhos da Meia-noite", de Salman Rushdie&lt;br /&gt;47. "Meridiano de Sangue", de Cormac McCarthy&lt;br /&gt;48. "Amada", de Toni Morrison&lt;br /&gt;49. "O Evangelho Segundo Jesus Cristo", de José Saramago&lt;br /&gt;50. "Submundo", de Don DeLillo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"50 Clássicos que Não Podem Faltar na Sua Biblioteca"&lt;br /&gt;Autora: Jane Gleeson-White&lt;br /&gt;Editora: Verus Editora&lt;br /&gt;Páginas: 276&lt;br /&gt;Quanto: R$ 39,90&lt;br /&gt;Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou na Livraria da Folha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u686101.shtml"&gt;Folha&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-1523137672174308271?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/1523137672174308271/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=1523137672174308271' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/1523137672174308271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/1523137672174308271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/04/50-maiores-classicos-da-literatura.html' title='50 maiores clássicos da literatura mundial'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-1068775476597980</id><published>2011-04-17T11:07:00.001-03:00</published><updated>2011-04-17T11:30:06.811-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='menor Biblioteca do mundo'/><title type='text'>Cabine Telefonica vira pequena biblioteca na Grã-Bretanha</title><content type='html'>h av moradores Cunning descobriram uma nova maneira de lidar com a escassez de bibliotecas em sua área, transformando um telefone antigo caixa vermelha em uma troca de livros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O telefone do quiosque ex-BT foi transformado a partir de uma central telefônica para o menor biblioteca da Grã-Bretanha por residentes na astúcia e agora as existências em torno de 100 títulos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os moradores se uniram para criar a caixa de livro depois de seu serviço de biblioteca móvel foi cancelada.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://i.dailymail.co.uk/i/pix/2009/12/01/article-0-07664E3D000005DC-355_634x380.jpg" imageanchor="1" style=""&gt;&lt;img border="0" height="300" width="500" src="http://i.dailymail.co.uk/i/pix/2009/12/01/article-0-07664E3D000005DC-355_634x380.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livro caixa: Os moradores da vila de Somerset Westbury-sub-Mendip esperar na fila para usar o menor biblioteca do país, que foi convertido de uma caixa de telefone antigo vermelho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livro caixa: Os moradores da vila de Somerset Westbury-sub-Mendip esperar na fila para usar o menor biblioteca do país, que foi convertido de uma caixa de telefone antigo vermelho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://i.dailymail.co.uk/i/pix/2009/12/01/article-0-07664E93000005DC-375_306x461.jpg" imageanchor="1" style=""&gt;&lt;img border="0" height="461" width="306" src="http://i.dailymail.co.uk/i/pix/2009/12/01/article-0-07664E93000005DC-375_306x461.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa leitura: A caixa de telefone agora abriga títulos de livros de culinária para os clássicos e sucessos de livros infantis&lt;br /&gt;Boa leitura: A caixa de telefone agora abriga títulos de livros de culinária para os clássicos e sucessos de livros infantis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa leitura: A caixa de telefone agora abriga títulos de livros de culinária para os clássicos e sucessos de livros infantis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A junta de freguesia adquiriu a caixa, um projeto Giles Gilbert Scott K6, em R $ 1, e residentes na vila de Somerset Westbury-sub-Mendip colocar prateleiras de madeira dentro e doaram seus próprios livros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A caixa de telefone agora abriga títulos de livros de culinária para os clássicos e sucessos de livros de crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É realmente decolou," Paróquia vereador Bob Dolby jornal The Guardian.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O retorno é rápido e há uma boa variedade de livros, tudo, desde livros de referência para as biografias e blockbusters.&lt;br /&gt;Reinventada: A caixa foi comprada por £ 1 e residentes colocar prateleiras de madeira no interior e doou os seus próprios livros, enquanto uma empresa localizada fornecidos os sinais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://i.dailymail.co.uk/i/pix/2009/12/01/article-0-076651B4000005DC-899_306x423.jpg" imageanchor="1" style=""&gt;&lt;img border="0" height="423" width="306" src="http://i.dailymail.co.uk/i/pix/2009/12/01/article-0-076651B4000005DC-899_306x423.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://i.dailymail.co.uk/i/pix/2009/12/01/article-0-07665124000005DC-259_306x423.jpg" imageanchor="1" style=""&gt;&lt;img border="0" height="423" width="306" src="http://i.dailymail.co.uk/i/pix/2009/12/01/article-0-07665124000005DC-259_306x423.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reinventada: A caixa foi comprada por £ 1 e residentes colocar prateleiras de madeira no interior e doou os seus próprios livros, enquanto uma empresa localizada fornecidos os sinais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reinventada: A caixa foi comprada por £ 1 e residentes colocar prateleiras de madeira no interior e doou os seus próprios livros, enquanto uma empresa localizada fornecidos os sinais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, Angela residente Buchanan também estava cheio de elogios para a caixa de livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É uma idéia tão brilhante", disse ela. "Nossa biblioteca está mais próxima Wells, quatro milhas de distância, então se você não quiser ir para a cidade, mas tem de falta de algo para ler, é ótimo que você pode usar isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Todos os tipos de livros interessantes transformar-se -, imagine, bons livros literários. Romances manuais»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A biblioteca de caixa de telefone está aberto todos os dias durante 24 horas e é iluminada à noite. Existe um controlo regular sobre ele para ver se alguns títulos não estão se movendo. Estes são então enviados a uma loja de caridade para manter a coleção da caixa de telefone novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BT recebeu 770 pedidos de comunidades a «adoptar um quiosque e até 350 caixas de idade foram entregues aos conselhos paroquiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE:&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?ie=UTF8&amp;rurl=translate.google.com.br&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http://www.dailymail.co.uk/news/article-1232331/The-red-phone-box-Britains-smallest-library.html&amp;usg=ALkJrhiGMNNzvpIU0ZNizun2uhyRcrVc5w"&gt; Dailymail (Traduzido)&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-1068775476597980?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/1068775476597980/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=1068775476597980' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/1068775476597980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/1068775476597980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/04/cabine-telefonica-vira-pequena.html' title='Cabine Telefonica vira pequena biblioteca na Grã-Bretanha'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-3362746311158088875</id><published>2011-04-15T17:30:00.000-03:00</published><updated>2011-04-15T17:30:08.031-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livro Digital. Tecnologia'/><title type='text'>Livro digital vende mais que impresso pela primeira vez nos EUA</title><content type='html'>Vendas de ebook em fevereiro superaram a demanda por livros de bolso nos EUA; muitos leitores compraram aparelhos no Natal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-lN4gVzAhiCc/TaiqxjRs8iI/AAAAAAAAALQ/87KkL3lIirA/s1600/livro-digital.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="295" width="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-lN4gVzAhiCc/TaiqxjRs8iI/AAAAAAAAALQ/87KkL3lIirA/s320/livro-digital.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Os livros digitais (ebooks) transformaram-se, pela primeira vez, na categoria individual mais vendida do mercado editorial americano, segundo o último levantamento da Associação de Editores Americanos (Association of American Publishers - AAP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o site do jornal The Guardian, as vendas de livros eletrônicos totalizaram US$ 90,3 milhões em fevereiro (R$ 142 milhões).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso fez dos livros digitais o formato editorial mais vendido pela primeira vez na história, superando as vendas de livros em papel de bolso, que somaram US$ 81,2 milhões (R$ 128 milhões). Em janeiro, o ebook ainda estava em segundo lugar, atrás dos livros de capa mole no mercado americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vendas de livros eletrônicos cresceram 202,3% em fevereiro quando comparadas ao igual período de 2010, de acordo com a AAP. A demanda por livros impressos, ao contrário, está em franca decadência. As vendas combinadas de livros para adultos de capa dura e livros de bolso caíram 34,4%, para US$ 156,8 milhões (R$ 247 milhões) em fevereiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A AAP atribuiu o crescimento nas vendas de livros digitais "à forte demanda após os feriados de fim de ano” por parte de leitores que compraram aparelhos no Natal. A oferta diversificada de livros digitais agora disponível também favorece o consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As editoras também afirmam que os livros eletrônicos renovaram o interesse dos leitores por títulos que já foram publicados há mais de um ano, e não apenas por lançamentos. “Muitas editoras notam que os leitores digitais que gostam de um título recém-lançado acabam, como frequência, comprando todos os livros do autor”, afirma a AAP. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/livro+digital+jvende+mais+que+impresso+pela+primeira+vez+nos+eua/n1300077836336.html"&gt;IG ECONOMIA&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-3362746311158088875?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/3362746311158088875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=3362746311158088875' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/3362746311158088875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/3362746311158088875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/04/livro-digital-vende-mais-que-impresso.html' title='Livro digital vende mais que impresso pela primeira vez nos EUA'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-lN4gVzAhiCc/TaiqxjRs8iI/AAAAAAAAALQ/87KkL3lIirA/s72-c/livro-digital.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-346973225991688627</id><published>2011-04-11T17:05:00.002-03:00</published><updated>2011-04-14T19:59:00.674-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tccs. Monografias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Normalização. ABNT. Ficha catalográfica.'/><title type='text'>Normalização de Monografia e Trabalhos Acadêmicos</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-bp_W9WSCyHI/TaNefyzOmEI/AAAAAAAAALI/ZIKg2y5C_b0/s1600/normaliza%25C3%25A7%25C3%25A3o.JPG" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="400" width="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-bp_W9WSCyHI/TaNefyzOmEI/AAAAAAAAALI/ZIKg2y5C_b0/s320/normaliza%25C3%25A7%25C3%25A3o.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalização de Monografia e trabalhos acadêmicos (Artigos, projetos, relatórios)&lt;br /&gt;Ficha Catalográfica com CDD / CDU&lt;br /&gt;Indexação de Resumos&lt;br /&gt;Análise de Citações e Referências&lt;br /&gt;Digitalização de documentos&lt;br /&gt;Entrega em formatos Word e PDF&lt;br /&gt;OBS: Não Faço Trabalhos – Apenas normalizo&lt;br /&gt;Contato: &lt;a href="mardiniz_br@yahoo.com.br "&gt;mardiniz_br@yahoo.com.br&lt;/a&gt; (98) 9994-1380 e 8151-1911&lt;br /&gt;São Luis – Maranhão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-346973225991688627?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/346973225991688627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=346973225991688627' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/346973225991688627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/346973225991688627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/04/normalizacao-de-monografia-e-trabalhos.html' title='Normalização de Monografia e Trabalhos Acadêmicos'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-bp_W9WSCyHI/TaNefyzOmEI/AAAAAAAAALI/ZIKg2y5C_b0/s72-c/normaliza%25C3%25A7%25C3%25A3o.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-6921032596735969877</id><published>2011-03-30T21:36:00.001-03:00</published><updated>2011-04-06T10:39:39.025-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor em outra língua “Başka Dilde Aşk” - Love in Another Language (2009) - Turkia. Filme'/><title type='text'>Başka Dilde Aşk</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Amor em outra língua “Başka Dilde Aşk” - Love in Another Language (2009) - Turkia&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-LNdhMf08dS4/TZPNJQdM_fI/AAAAAAAAALA/eYkecXOtP5g/s1600/O%2BAmo%2Bem%2Boutra%2Blingua.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 222px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-LNdhMf08dS4/TZPNJQdM_fI/AAAAAAAAALA/eYkecXOtP5g/s320/O%2BAmo%2Bem%2Boutra%2Blingua.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590037121416887794" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinopse :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onur, que é surdo desde o nascimento, trabalha como bibliotecário. Seu pai deixou sua mãe e ele (quando ele tinha sete anos), e Onur sempre se culpou por isso. Apesar de ser capaz de falar, ele optou por permanecer em silêncio por causa do olhar de piedade das pessoas para com ele. Na festa de noivado de seu amigo Vedat , ele conhece Zeynep, que mais tarde descobre sobre a deficiência auditiva de Onur, mas não se incomoda. Ela é forçada por seu pai dominador a sair de casa e consegue um emprego em um call center. Tendo que falar ao telefone o dia todo com pessoas que ela não conhece, Zeynep encontra a paz com Onur com o qual ela se comunica perfeitamente sem falar…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito bom o filme.&lt;br /&gt;Veja o Trailer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="540" height="290" src="http://www.youtube.com/embed/rdVPyaCnxew" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-6921032596735969877?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/6921032596735969877/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=6921032596735969877' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/6921032596735969877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/6921032596735969877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/03/baska-dilde-ask.html' title='Başka Dilde Aşk'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-LNdhMf08dS4/TZPNJQdM_fI/AAAAAAAAALA/eYkecXOtP5g/s72-c/O%2BAmo%2Bem%2Boutra%2Blingua.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-470630037119169887</id><published>2011-03-28T12:47:00.000-03:00</published><updated>2011-03-28T13:34:06.222-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos legais. musica. mortes. biblioteocnomia. atualidades.'/><title type='text'>Lista de Textos legais</title><content type='html'>BRANSKI, Regina Meyer. &lt;a href="http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/viewFile/351/160"&gt;Recuperação de informação na Web&lt;/a&gt;. Perspectiva em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 9, n. 1, p. 70 – 87, 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAMÕES, Luís de.&lt;a href="http://www.cpv.com.br/cpv_vestibulandos/dicas/livros/litobr0101.pdf"&gt;Os Lusíadas&lt;/a&gt; (texto e análise)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Drummond de Andrade. &lt;a href="http://www.memoriaviva.com.br/drummond/mais02.htm"&gt;Última Entrevista&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CENDÓN, Beatriz Valadares. &lt;a href="http://www.scielo.br/pdf/ci/v31n2/12906.pdf "&gt;Bases de dados de informação para negócios&lt;/a&gt;. Ciência da Informação, Brasília, v. 31, n. 2, p. 30-43, maio/ago. 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMFORT, David. &lt;a href="http://www.editoraaleph.com.br/site/media/catalog/product/f/i/file_52.pdf"&gt;O Livro dos Mortos do Rock&lt;/a&gt;: Revelações sobre a vida e a morte de sete lendas do rock’n’roll&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HERCULANO, Alexandre. &lt;a href="http://www.micropic.com.br/noronha/Literatura/alexandre%20herculano/alexandre%20herculano_a%20dama%20pe%20de%20cabra.pdf"&gt;Lendas e Narrativas&lt;/a&gt;. Lisboa : Bertrand, 1970 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MEY, Eliane Serrão Alves (2004) &lt;a href="http://dici.ibict.br/archive/00000241/01/RDBCI-2004-18.pdf "&gt;Bibliotheca Alexandrina&lt;/a&gt;. In Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, 1(2) pages 71-91.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MIRANDA, Antonio. &lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-19651998000100001&amp;script=sci_arttext"&gt;Produção científica na ciência da informação&lt;/a&gt;. Ciência da Informação,V. 27, n. 1, 1998.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MONTEIRO, Gilson Vieira. &lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0102-86501998000200011 "&gt;Sumário ou índice? Conceitos, definições e controvérsias&lt;/a&gt;. Acta Cir. Bras., 1998, vol.13, no.2, p.-. ISSN 0102-8650.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Músicos e cantores - &lt;a href="http://whiplash.net/indices/diaadia_mortes.html"&gt;Mortes&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RIBEIRO, José Augusto. &lt;a href="http://pphp.uol.com.br/tropico/html/textos/2445,1.shl "&gt;Pós-modernidade ou hipermodernidade&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SIQUEIRA, Jéssica Câmara. &lt;a href="http://www.scielo.br/pdf/pci/v15n3/04.pdf "&gt;Biblioteconomia, documentação e ciência da informação: história, sociedade, tecnologia e pósmodernidade&lt;/a&gt;. Perspectivas em Ciência da Informação, v.15, n.3, p.52-66, set./dez 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TESTA, James. &lt;a href="http://www.scielo.br/pdf/ci/v27n2/2729822.pdf"&gt;A base de dados ISI e seu processo de seleção de revistas&lt;/a&gt;. Ci. Inf., v..27, n.2, 1998.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-470630037119169887?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/470630037119169887/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=470630037119169887' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/470630037119169887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/470630037119169887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2011/03/lista-de-textos-legais.html' title='Lista de Textos legais'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-4260992574816105538</id><published>2010-12-15T09:35:00.001-03:00</published><updated>2011-11-15T09:19:32.284-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cesar castro'/><title type='text'>Livros legais tbm</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TUbWRT3MPVI/AAAAAAAAAJo/ib52-M9fFCE/s1600/segredo%2Bda%2Bmansao.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; 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margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 120px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TUm8Hb4CIII/AAAAAAAAAKU/qpb_cgAC-LY/s200/bertrand.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569189250148212866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RUSSELL. Bertrand. Os pensadores: Ensaios escolhidos. São Paulo : Abril Cultural, 1978. 222 p. (Os Pensadores).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TUmOP3KdZQI/AAAAAAAAAKM/a15PkPHjlGo/s1600/livrorosario.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 126px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TUmOP3KdZQI/AAAAAAAAAKM/a15PkPHjlGo/s200/livrorosario.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569138817377330434" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TUmOPUD6w5I/AAAAAAAAAKE/ZJZ6AGfjUYg/s1600/Livromundinha.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 138px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TUmOPUD6w5I/AAAAAAAAAKE/ZJZ6AGfjUYg/s200/Livromundinha.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569138807954654098" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TUmOPQ3SMtI/AAAAAAAAAJ8/Qy_gtDf4w6U/s1600/Dicionarioingles.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 139px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TUmOPQ3SMtI/AAAAAAAAAJ8/Qy_gtDf4w6U/s200/Dicionarioingles.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569138807096357586" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MINIDICIONÁRIO COMPACTO: Inglês - português - inglês. 3. ed. São Paulo : Rideel, 2002. 544 p. ISBN 85-339-0277-8.&lt;br /&gt;ARAÚJO, Mundinha. Insurreição de escravos em viana: 1867. 2. ed. São Luis : Edições AVL, 2006. 208 p.&lt;br /&gt;ALMEIDA, Maria do Rosário Guimarães. Literatura cinzenta: Teoria e prática. São Luis : UFMA/Sousândrade, 2000. 173 p. ISBN 85-85048-17-4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TUcx8o6GtyI/AAAAAAAAAJw/iIi4p407JB8/s1600/livro.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 144px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TUcx8o6GtyI/AAAAAAAAAJw/iIi4p407JB8/s200/livro.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568474382109947682" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;Manual para Normalização de Monografias - Cecília Nahuz e Lusimar Ferreira&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TUHO6faY0AI/AAAAAAAAAJY/vB8qd_xApz0/s1600/normalizacao%2Blivro.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 142px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TUHO6faY0AI/AAAAAAAAAJY/vB8qd_xApz0/s200/normalizacao%2Blivro.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566958118666555394" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Metamorfoses - Ovídio&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TQi9NKgAhpI/AAAAAAAAAJM/-K1IHL_xW7g/s1600/ovidio%2Bmetamorfoses.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 120px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TQi9NKgAhpI/AAAAAAAAAJM/-K1IHL_xW7g/s200/ovidio%2Bmetamorfoses.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5550894574588692114" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconstruindo o aprender: a teoria na prática - Elisabeth Rodrigues&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TQi19jkJ19I/AAAAAAAAAI0/a9X-OzD6n04/s1600/reconstruindo%2Bo%2Baprender.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 136px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TQi19jkJ19I/AAAAAAAAAI0/a9X-OzD6n04/s200/reconstruindo%2Bo%2Baprender.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5550886609857664978" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Movimento fundador da Biblioteconomia no Maranhão - Cesar Castro e Aldinar Bottentuit&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TQi19ZijfXI/AAAAAAAAAIs/NpNUB_SBIOw/s1600/mov%2Bfundador%2Bda%2Bbibliotecon%2BMA.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 138px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TQi19ZijfXI/AAAAAAAAAIs/NpNUB_SBIOw/s200/mov%2Bfundador%2Bda%2Bbibliotecon%2BMA.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5550886607166602610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livros - capas Bibliodados&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-2372519508789129782?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/2372519508789129782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=2372519508789129782' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/2372519508789129782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/2372519508789129782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2010/12/livros-legais.html' title='Livros para Bibliodados'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TUm8Hb4CIII/AAAAAAAAAKU/qpb_cgAC-LY/s72-c/bertrand.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-8551540721458050946</id><published>2010-12-03T13:08:00.004-03:00</published><updated>2011-04-14T21:00:48.105-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MHAM. Blog'/><title type='text'>MUSEU HISTÓRICO E ARTÍSTICO DO MARANHÃO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TPkX68SfMPI/AAAAAAAAAIk/Js6udxtcnAA/s1600/museu.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 362px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TPkX68SfMPI/AAAAAAAAAIk/Js6udxtcnAA/s400/museu.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5546490717466996978" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Acesse o Blog do Museu Histórico e Artístico do MARANHÃO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cultura.ma.gov.br/portal/mham/blog/index.php"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-8551540721458050946?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/8551540721458050946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=8551540721458050946' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/8551540721458050946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/8551540721458050946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2010/12/museu-historico-e-artistico-do-maranhao.html' title='MUSEU HISTÓRICO E ARTÍSTICO DO MARANHÃO'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TPkX68SfMPI/AAAAAAAAAIk/Js6udxtcnAA/s72-c/museu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-2363503352623554415</id><published>2010-10-25T11:52:00.000-03:00</published><updated>2010-10-25T14:06:04.486-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fluxo da Informação - Processamento técnico - CDU - CDD - AACR2'/><title type='text'>Fluxo da Informação</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TMW4xSy2yeI/AAAAAAAAAIc/JOPdoOMIPi0/s1600/fluxo+da+informacao.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; 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margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 293px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TLw-XifDj9I/AAAAAAAAAHs/rjt5-zdpvwM/s400/Scan0001.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5529363016619102162" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vide - PESQUISA EM ENSINO: ASPECTOS METODOLÓGICOS (Marco Antonio Moreira). http://www.if.ufrgs.br/~moreira/pesquisaemensino.pdf&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-8172098895093711517?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/8172098895093711517/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=8172098895093711517' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/8172098895093711517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/8172098895093711517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2010/10/sobre-pesquisa-qualitativa-e.html' title='Sobre Pesquisa Qualitativa e Quantitativa'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/TLw-XifDj9I/AAAAAAAAAHs/rjt5-zdpvwM/s72-c/Scan0001.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-606966681730755219</id><published>2010-10-18T01:08:00.000-03:00</published><updated>2010-10-18T01:10:13.101-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociedade do conhecimento'/><title type='text'>A IGNORÂNCIA DA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO</title><content type='html'>[Março/2003]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robert Kurz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecimento é poder - trata-se de um velho lema da filosofia burguesa moderna, que foi utilizado pelo movimento dos operários europeus do século 19. Antigamente conhecimento era visto como algo sagrado. Desde sempre homens se esforçaram para acumular e transmitir conhecimentos. Toda sociedade é definida, afinal de contas, pelo tipo de conhecimento de que dispõe. Isso vale tanto para o conhecimento natural quanto para o religioso ou para a reflexão teórico-social. Na modernidade o conhecimento é representado, por um lado, pelo saber oficial, marcado pelas ciências naturais, e, por outro, pela "inteligência livre-flutuante" (Karl Mannheim) da crítica social teórica. Desde o século 18 predominam essas formas de conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais espantoso deve parecer que há alguns anos esteja se disseminando o discurso da "sociedade do conhecimento" que chega com o século 21; como se só agora tivessem descoberto o verdadeiro conhecimento e como se a sociedade até hoje não tivesse sido uma "sociedade do conhecimento". Pelo menos os paladinos da nova palavra-chave sugerem algo como um progresso intelectual, um novo significado, uma avaliação mais elevada e uma generalização do conhecimento na sociedade. Sobretudo se alega que a suposta aplicação econômica do conhecimento esteja assumindo uma forma completamente diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filosofia das mídias - Bastante euforia é o que se apreende por exemplo do filósofo das mídias alemão Norbert Bolz: "Poder-se-ia falar de um big-bang do conhecimento.&lt;br /&gt;E a galáxia do conhecimento ocidental se expande na velocidade da luz. Aplica-se conhecimento sobre conhecimento e nisso se mostra a produtividade do trabalho intelectual. O verdadeiro feito intelectual do futuro está no design do conhecimento. E, quanto mais significativa for a maneira como a força produtiva se torne inteligência, mais deverão convergir ciência e cultura. O conhecimento é o último recurso do mundo ocidental".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavras fortes. Mas o que se esconde por trás delas? Elucidativo é talvez o fato de que o conceito da "sociedade do conhecimento" esteja sendo usado mais ou menos como sinônimo do de "sociedade da informação". Vivemos numa sociedade do conhecimento porque somos soterrados por informações. Nunca antes houve tanta informação sendo transmitida por tantos meios ao mesmo tempo. Mas esse dilúvio de informações é de fato idêntico a conhecimento? Estamos informados sobre o caráter da informação? Conhecemos afinal que tipo de conhecimento é esse?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade o conceito de informação não é, de modo nenhum, abarcado por uma compreensão bem elaborada do conhecimento. O significado de "informação" é tomado num sentido muito mais amplo e refere-se também a procedimentos mecânicos. O som de uma buzina, a mensagem automática da próxima estação do metrô, a campainha de um despertador, o panorama do noticiário na TV, o alto-falante do supermercado, as oscilações da Bolsa, a previsão do tempo... tudo isso são informações, e poderíamos continuar a lista infinitamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecimento trivial - Claro que se trata de conhecimento, também, mas de um tipo muito trivial. É a espécie de conhecimento com a qual crescem os adolescentes de hoje. Já aqueles na faixa dos 40 anos estão tecnológica-comunicativamente armados até os dentes. Telas e displays são para esses quase partes do corpo e órgãos sensoriais. Eles sabem que informações têm que ser observadas para acessar a internet ou como filtrar tais informações da rede, por exemplo, como se faz o "download" de uma canção de sucesso. E um dos meios de comunicação prediletos dessa geração é por escrito, o do "Short Message Service" ou, na forma abreviada, o SMS que aparece no display do celular. O máximo de comunicação está limitado ali a 160 caracteres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já é estranho que o armamento tecnológico de ingenuidade juvenil seja elevado à condição de parte integrante de um ícone social e seja associado ao conceito de "conhecimento". Em termos de uma "força produtiva inteligência" e "feito intelectual do futuro", isso é um pouco decepcionante. Mais próximos da verdade estaremos talvez se compreendermos o que se entende por "inteligência" na sociedade do conhecimento ou da informação. Assim, numa típica nota da imprensa econômica publicada na primavera de 2001, lê-se: "A pedido da agência espacial canadense, a empresa Tactex desenvolveu em British Columbia tecidos inteligentes. Em tiras de tecido são costurados em série minúsculos sensores que reagem à pressão. Primeiramente, o tecido da Tactex deve ter seu desempenho testado como revestimento de bancos de automóveis. Ele reconhece quem se sentou no banco do motorista... O banco inteligente reconhece o traseiro de seu motorista".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para um banco de automóvel, trata-se, seguramente, de um feito grandioso. Temos de reconhecer. Mas, ora, não pode ser considerado a sério um paradigma para o "feito intelectual do futuro". O problema reside no fato de que o conceito de inteligência da sociedade da informação – ou do conhecimento – está muito especificamente modelado pela chamada "inteligência artificial". Estamos falando de máquinas eletrônicas que por meio de processamento de dados têm capacidade de armazenamento cada vez mais alta, para simular atividades rotineiras do cérebro humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetos inteligentes - Há muito que se fala na "casa inteligente", que regula sozinha a calefação e a ventilação, ou na "geladeira inteligente", que encomenda no supermercado o leite que acabou. Da literatura de terror, conhecemos o "elevador inteligente", que infelizmente se tornou maligno e atentou contra a vida de seus usuários. Novas criações são o "carrinho de compras inteligente", que chama a atenção do consumidor para as ofertas especiais, ou a "raquete inteligente", que com um sistema eletrônico embutido permite ao tenista um saque especial, muito mais potente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será esse o estágio final da evolução intelectual moderna? Uma macaqueação de nossas mais triviais ações cotidianas por máquinas, conquistando uma consagração intelectual superior? A maravilhosa sociedade do conhecimento aparece, ao que tudo indica, justamente por isso como sociedade da informação, porque se empenha em reduzir o mundo a um acúmulo de informações e processamentos de dados e em ampliar de modo permanente os campos de aplicação destes. Estão em jogo aí sobretudo duas categorias de "conhecimento": conhecimento de sinais e conhecimento funcional. O conhecimento funcional é reservado à elite tecnológica que constrói, edifica e mantém em funcionamento os sistemas daqueles materiais e máquinas "inteligentes". O conhecimento de sinais, ao contrário, compete às máquinas, mas também a seus usuários, para não dizer: seus objetos humanos. Ambos têm de reagir automaticamente a determinadas informações ou estímulos. Não precisam, eles mesmos, saber como essas coisas funcionam, mas precisam processar dados "corretamente".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comportamento programável - Tanto para o comportamento maquinal quanto para o humano, na sociedade do conhecimento a base é dada, portanto, pela informática, que serve para programar sequências funcionais. Lida-se com processos descritíveis e mecanicamente reexecutáveis, com meios formais, por uma sequência de sinais (algoritmos). Isso soa bem para o funcionamento de tubulações hidráulicas, aparelhos de fax e motores de automóveis; e tudo bem que haja especialistas para isso. Porém, quando também o comportamento social e mental de seres humanos é representável, calculável e programável, estamos diante de uma concretização de visões de terror das modernas utopias negativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa espécie de conhecimento social de sinais lembra bem menos vôos audaciosos do que, isso sim, o famoso cão de Pavlov. No começo do século 20, o fisiologista Ivan Petrovitch Pavlov havia descoberto o chamado reflexo condicionado. Um reflexo é uma reação automática a um estímulo externo. Um reflexo condicionado ou motivado consiste no fato de que essa reação também pode ser desencadeada por um sinal secundário aprendido, que esteja ligado ao estímulo original. Pavlov associou o reflexo salivar inato de cães com a visão de ração por meio de um sino e pôde finalmente desencadear esse reflexo também ao utilizar o sino isoladamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao que parece, a vida social e intelectual na sociedade do conhecimento - aliás, da informação – deve ser levada a um caminho de comportamento que corresponda a um sistema de reflexos condicionados: estamos sendo reduzidos àquilo que temos em comum com cães, pois o esquema de estímulo-reação dos reflexos tem tudo a ver com o conceito de informação e "inteligência" da cibernética e da informática. O conjunto de nossas ações na vida é cada vez mais monitorado por dígitos, trilhas, clusters e sinais de todo tipo. Esse conhecimento de sinais, o processamento reflexo de informações, não é, porém, exigido somente no âmbito tecnológico, mas também no mais elevado nível social e econômico. Assim, por exemplo, se é como se diz, os governos, os "managers", os que têm uma ocupação, enfim todos devem permanentemente observar os "sinais dos mercados".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse conhecimento miserável de sinais não é, na verdade, conhecimento nenhum. Um mero reflexo não é, afinal, nenhuma reflexão intelectual, mas seu exato contrário. Reflexão significa não apenas que alguém funcione, mas também que esse alguém possa refletir "sobre" a tal função e lhe questionar o sentido. Esse triste caráter do conhecimento-informação reduzido foi prenunciado pelo sociólogo francês Henri Lefebvre já nos anos 50, quando ele, em sua "Crítica da Vida Cotidiana", descrevia a era da informação que chegava: "Ele adquire um "conhecimento". Mas em que consiste ele, exatamente? Não é nem o conhecimento (Kenntnis) real ou aquele adquirido por processos de reflexão (Erkenntnis), nem é um poder sobre as coisas observadas, nem, por último, a participação real nos acontecimentos. É uma nova forma do observar: um olhar social sobre o retrato das coisas, mas reduzido à perda dos sentidos, à manutenção de uma falsa consciência e à aquisição de um pseudoconhecimento sem nenhuma participação própria...".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O "sentido da vida" - Em outras palavras, a questão do sentido e da finalidade dos próprios atos de cada um se torna quase impossível. Se os indivíduos se tornam idênticos a suas funções condicionadas, eles deixam de estar em condições de questionar a si mesmos ou ao ambiente que os cerca. Estar "informado" significa então estar totalmente "em forma", formado pelos imperativos de sistemas de sinais técnicos, sociais e econômicos; para funcionar, portanto, como a porta de comunicação de um circuito complexo. E mais nada. A geração jovem da chamada sociedade do conhecimento é talvez a primeira a perder a questão pueril quanto ao "sentido da vida". Para isso não haveria espaço suficiente no display. Os "informados" desde pequenos não compreendem mais nem sequer o significado da palavra "crítica". Eles identificam esse conceito com o erro crítico, indicação de um problema sério, a ser prontamente eliminado na execução de um programa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessas condições, o conhecimento reflexivo intelectual é tido como infrutífero, como uma espécie de bobagem filosófica da qual não precisamos mais. Seja como for, tem-se que lidar com isso de maneira pragmática. O primeiro e único mandamento do conhecimento reduzido diz: ele deve ser imediatamente aplicável no sistema de sinais dominante. O que está em questão é o "marketing da informação" sobre "mercados da informação". O conhecimento intelectual tem de ser encolhido para a condição de "informações". O que por exemplo será no futuro um "historiador" já é mostrado hoje pelo historiador Sven Tode, de Hamburgo, com seu doutorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob o título "History Marketing", ele escreve, sob encomenda, a biografia de empresas a comemorar aniversários de fundação; ajuda-as também cuidando de seus arquivos. Seu grande sucesso: para uma empresa norte-americana que se achava envolvida numa disputa pela patente de um encaixe tipo baioneta para mangueiras de bombeiro, Tode pôde desenterrar documentos arquivados que proporcionaram a quem encomendou os seus serviços uma economia de US$ 7 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez mais desempregados, indivíduos submetidos a uma dieta financeira de fome e portadores achincalhados de um socialmente desvalorizado conhecimento de reflexão se esforçam em transformar seu pensamento, reduzindo-o aos conteúdos triviais de conhecimentos funcionais e reconhecimentos de sinais, para permanecer compatíveis com o suposto progresso e vendáveis. O que se produz daí é uma espécie de "filosofia do banco de automóvel inteligente". Na verdade, é triste que homens instruídos no pensamento conceitual se deixem degradar à condição de palhaços decadentes da era da informação. A sociedade do conhecimento está extremamente desprovida de espirituosidade, e por isso até mesmo nas ciências do espírito o espírito vai sendo expulso. O que resta é uma consciência infantilizada que brinca com sucata desconexa de conhecimento e informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De todo modo, o conhecimento degradado em "informação" não se revelou economicamente estimulante na medida em que se havia esperado. A New Economy da sociedade do conhecimento entrou em colapso tão rápido quanto foi proclamada. Isso também tem sua razão; pois o conhecimento, seja lá na forma que for, diferentemente de bens materiais ou serviços prestados, não é reproduzível em "trabalho" e, portanto, em criação de valor, como objeto econômico. Uma vez posto no mundo, ele pode ser reproduzido sem custo, na quantia que se deseje. Em seu debate com o economista alemão Friedrich List, em 1845, Karl Marx já escrevia: "As coisas mais úteis, como o conhecimento, não têm valor de troca". Isso vale também para o atualmente reduzido conhecimento-informação, cuja utilidade pode ser posta em dúvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim a escassa reflexão intelectual vinga-se dos profetas da alegada nova sociedade do conhecimento. A montanha de dados cresce, o real conhecimento diminui. Quanto mais informações, mais equivocados os prognósticos. Uma consciência sem história, voltada para a atemporalidade da "inteligência artificial", tem de perder qualquer orientação. A sociedade do conhecimento, que não conhece nada de si mesma, não tem mais nada a produzir senão sua própria ruína. Sua notória fraqueza de memória é ao mesmo tempo seu único consolo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robert Kurz é sociólogo e ensaísta alemão, autor de "Os Últimos Combates" (ed. Vozes) e "O Colapso da Modernização" (ed. Paz e Terra). Ele escreve mensalmente na seção "Autores", do Mais!. Tradução de Marcelo Rondinelli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Fonte: Folha de São Paulo, Caderno Mais, p. 14-15, 13 de janeiro de 2002)&lt;br /&gt;Disponível também em: &lt;a href="http://www.ofaj.com.br/textos_conteudo.php?cod=26"&gt;http://www.ofaj.com.br/textos_conteudo.php?cod=26&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-606966681730755219?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/606966681730755219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=606966681730755219' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/606966681730755219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/606966681730755219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2010/10/ignorancia-da-sociedade-do-conhecimento.html' title='A IGNORÂNCIA DA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-4531536840890724639</id><published>2010-07-06T19:13:00.000-03:00</published><updated>2010-07-06T19:15:41.051-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bibliotecario. Bibliotecas. Profissão'/><title type='text'>AS BIBLIOTECAS E OS BIBLIOTECÁRIOS SÃO ESPÉCIES AMEAÇADAS: O QUE VOCÊ PODE FAZER PARA AJUDAR</title><content type='html'>Por: Carol Fitzgerald.Posted: June 25, 2010 07:40 AM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em abril minha mãe ligou para dizer que um movimento de corte de custos ameaçou encerrar a biblioteca local da minha cidade natal. O conselho da cidade de Cedar Grove, New Jersey necessário para cortar o orçamento de US $ 600.000, e eliminando os membros biblioteca municipal financiamento pensou que viu um corte fácil. Não foram os sindicatos para tratar, ea linha de item da biblioteca no orçamento de 490.000 dólares americanos durante o resto de 2010 era grande o suficiente para que ele poderia destruir uma grande parte do défice orçamental. Como um vereador observou, as cidades vizinhas tinham bibliotecas, as pessoas podem usá-los. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os moradores responderam - em vigor. Até o final da primeira reunião de pé-quarto-somente, ficou claro que a cidade ia ter de repensar o seu plano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Residentes, jovens e idosos, contando histórias sobre o que a biblioteca local significava para eles. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Conselho ouviu a história sobre o tempo de crianças e suas mães. Eles ouviram dos estudantes que se debruçaram sobre as estantes para leitura de Verão, projetos de pesquisa e relatório do livro, e de idosos que ler o jornal em confortáveis cadeiras na seção de periódicos. Eles aprenderam que o clube italiano não cumpre, e ao Clube de Culinária, e que existe um grupo de confecção de malhas Knitch que reúne uma multidão cada semana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conselho deverá ouvir os clubes que se encontram lá ou chegar as suas sugestões a partir dos bibliotecários, pois eles não esperavam ouvir os números de circulação maciça de livros áudio, vídeos e periódicos. E em uma cidade onde a renda mediana para uma família é $ 94,475, que não esperavam ouvir as pessoas de todas as idades falando sobre os computadores da biblioteca --- e dizendo que este era o único acesso à Internet. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como petições foram assinados, um parecer dominado --- não uma pessoa apoiada fechar a biblioteca. As pessoas estavam unidas, uma raridade na política local, a biblioteca necessária para permanecer aberto. Os políticos não podia perder essa mensagem e, portanto, sobre a votação do Conselho subseqüente, apenas um vereador da oposição manter a biblioteca aberta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final, houve negociações com outros trabalhadores municipais e dar e receber em muitos lados. A biblioteca permaneceu aberta. O prefeito disse que recebeu uma educação em que uma biblioteca significa para as pessoas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas bibliotecas em cidades pequenas e nas grandes cidades em todo o país viram este mesmo tipo de proposta para fechar suas bibliotecas. Muitas vezes os resultados não são tão agradável. Como a American Library Association reúne sua convenção anual em Washington, DC, em junho 24-29, tem planejado uma Biblioteca Nacional de Advocacia Dia Rally, uma oportunidade para os adeptos da biblioteca para demonstrar o apoio para as bibliotecas em razão do Capitólio na terça - feira 29 de junho de onze horas - doze horas. Todos estão convidados a participar. Para aqueles de vocês que não posso fazer isso, é hora do check-in com a sua biblioteca local para ver onde os ventos estão soprando fiscal e aprender que o apoio é necessário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há ainda mais maneiras que você pode ajudar. Escreva a sua senadores cartas apaixonadas sobre o que as bibliotecas têm significado e significa para você hoje. Discussão sobre a importância --- todas as bibliotecas escolares, públicas e faculdade --- são a este país e quão terrível será quando eles começam a fechar ou experiência devastadora reduções nos serviços. A nota mais pessoal, mais eficaz. Se você não mora no mesmo estado onde você cresceu, eu sugiro que você pode escrever seus representantes estaduais casa também? Se você, como eu, precisa o endereço do seu congressista ou senador, por favor clique aqui. Este link também pode fornecer legisladores estaduais. Além disso, considere escrever uma peça de Op-Ed ou outro artigo para o jornal local. Tenha em mente, o seu apoio pode fazer a diferença! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu reconheço que a responsabilidade fiscal deve ser suportado por todos, mas ao mesmo tempo, precisamos pensar sobre o que ele diz sobre nós como um país se nós permitimos que nossos orçamentos da biblioteca para ser cortado, comprometendo os serviços que prestam. Para muitos, a apertar o cinto pessoal significou cortes em gastar dinheiro em livros e na educação e acesso à Internet, entretanto, o mundo tornou-se mais e mais conectados. Com o desemprego em dois dígitos em muitas partes do país, os bibliotecários estão guiando clientes no seu trabalho caça com muitos consumidores usam computadores pela primeira vez. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A biblioteca é o lugar onde a educação continua após o término da escola. É onde os leitores são cultivadas a partir do momento que eles são jovens e que as portas estão abertas para acolher todos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém me disse que quando os tempos econômicos são difíceis existem dois lugares que você não fechar --- bibliotecas e parques. As pessoas precisam alimentar suas mentes e seus corpos. Este não é o momento de cortar fundos para estas instituições tão drasticamente que não podem sobreviver, e muito menos prosperar. Estou chegando para o Amigos da Biblioteca cartão que recebi no e-mail no outro dia. Por 15 dólares eu posso sustentar a minha biblioteca local. Isso é sobre o custo de um livro de bolso do comércio. Tendo em conta os recursos que a biblioteca oferece mim, é completamente um negócio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto original Disponível em: http://www.huffingtonpost.com/carol-fitzgerald/libraries-and-librarians_b_624834.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-4531536840890724639?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/4531536840890724639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=4531536840890724639' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/4531536840890724639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/4531536840890724639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2010/07/as-bibliotecas-e-os-bibliotecarios-sao.html' title='AS BIBLIOTECAS E OS BIBLIOTECÁRIOS SÃO ESPÉCIES AMEAÇADAS: O QUE VOCÊ PODE FAZER PARA AJUDAR'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-8261923847900920413</id><published>2010-05-25T10:32:00.002-03:00</published><updated>2010-05-25T11:41:36.029-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lei. Bibliotecas. Escolas. Lei 1.244/2010'/><title type='text'>Lei obriga escolas públicas e privadas a ter biblioteca</title><content type='html'>O Diário Oficial da União traz publicada na edição de hoje (25) a lei que obriga todas instituições públicas e privadas de ensino do país a ter uma biblioteca. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lei 12.244/2010 determina toda escola tenha um acervo de livros nas bibliotecas de pelo menos um título por aluno matriculado. Cabe à instituição adaptar o acervo conforme as necessidades, promovendo a divulgação, preservação e o funcionamento das bibliotecas escolares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As escolas terão até dez anos para instalar os espaços destinados aos livros, material videográfico, documentos para consulta, pesquisa e leitura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado incialmente por Lindjane Pereira em 25/05/2010 | 10h22 Atualizada em ( 25/05/2010 | 10h22 )&lt;br /&gt;http://www.paraiba.com.br/119697/educacao/lei-obriga-escolas-publicas-e-privadas-a-ter-biblioteca.htm &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue a lei na ìntegra Publicada no Diário Oficial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEI Nº 12.244, DE 24 DE MAIO DE 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dispõe sobre a universalização das bibliotecas nas instituições de ensino do&lt;br /&gt;País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O P R E S I D E N T E D A R E P Ú B L I C A&lt;br /&gt;Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 1º As instituições de ensino públicas e privadas de todos os sistemas de ensino do País contarão com bibliotecas, nos termos desta Lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 2º Para os fins desta Lei, considera-se biblioteca escolar a coleção de livros, materiais videográficos e documentos registrados em qualquer suporte destinados a consulta, pesquisa, estudo ou leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. Será obrigatório um acervo de livros na biblioteca de, no mínimo, um título para cada aluno matriculado, cabendo ao respectivo sistema de ensino determinar a ampliação deste acervo conforme sua realidade, bem como divulgar orientações de guarda, preservação, organização e funcionamento das bibliotecas escolares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 3º Os sistemas de ensino do País deverão desenvolver esforços progressivos para que a universalização das bibliotecas escolares, nos termos previstos nesta Lei, seja efetivada num prazo máximo de dez anos, respeitada a profissão de Bibliotecário, disciplinada pelas Leis nos 4.084, de 30 de junho de 1962, e 9.674, de 25 de junho de 1998.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília, 24 de maio de 2010; 189o da Independência e 122o da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA&lt;br /&gt;Fernando Haddad&lt;br /&gt;Carlos Lupi&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-8261923847900920413?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/8261923847900920413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=8261923847900920413' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/8261923847900920413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/8261923847900920413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2010/05/lei-obriga-escolas-publicas-e-privadas_25.html' title='Lei obriga escolas públicas e privadas a ter biblioteca'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-7675188301408046549</id><published>2010-05-25T10:32:00.000-03:00</published><updated>2010-05-25T10:38:25.624-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lei. Bibliotecas. Escolas. Lei 1.244/2010'/><title type='text'>Lei obriga escolas públicas e privadas a ter biblioteca</title><content type='html'>O Diário Oficial da União traz publicada na edição de hoje (25) a lei que obriga todas instituições públicas e privadas de ensino do país a ter uma biblioteca. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lei 1.244/2010 determina toda escola tenha um acervo de livros nas bibliotecas de pelo menos um título por aluno matriculado. Cabe à instituição adaptar o acervo conforme as necessidades, promovendo a divulgação, preservação e o funcionamento das bibliotecas escolares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As escolas terão até dez anos para instalar os espaços destinados aos livros, material videográfico, documentos para consulta, pesquisa e leitura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado incialmente por Lindjane Pereira em 25/05/2010 | 10h22 Atualizada em ( 25/05/2010 | 10h22 )&lt;br /&gt;http://www.paraiba.com.br/119697/educacao/lei-obriga-escolas-publicas-e-privadas-a-ter-biblioteca.htm&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-7675188301408046549?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/7675188301408046549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=7675188301408046549' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/7675188301408046549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/7675188301408046549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2010/05/lei-obriga-escolas-publicas-e-privadas.html' title='Lei obriga escolas públicas e privadas a ter biblioteca'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-1131086438924095257</id><published>2010-05-17T12:47:00.000-03:00</published><updated>2010-05-17T12:48:18.857-03:00</updated><title type='text'>Harmonia Social</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/GEC95NF6WAI&amp;hl=pt&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/GEC95NF6WAI&amp;hl=pt&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-1131086438924095257?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/1131086438924095257/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=1131086438924095257' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/1131086438924095257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/1131086438924095257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2010/05/harmonia-social.html' title='Harmonia Social'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-2456041735845725103</id><published>2010-05-15T11:25:00.000-03:00</published><updated>2010-05-15T11:26:45.851-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='o poder das bibliotecas. livro'/><title type='text'>O PODER DAS BIBLIOTECAS</title><content type='html'>Darnton, Robert. “O poder das bibliotecas” São Paulo: Folha de São Paulo, 15 de abril de 2001. Jel: Z&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poder das bibliotecas&lt;br /&gt;Robert Darnton&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu tópico diz respeito ao futuro das publicações, mas tal como a maioria dos historiadores eu tento na verdade compreender algo sobre o futuro estudando o passado. Nós, historiadores, somos o que os franceses chamam "passéistes", ou seja, estamos sempre voltados ao passado; e, à medida que nele ingressamos, de vez em quando batemos o olho no retrovisor e pensamos captar relances do futuro. Gostaria de oferecer aqui alguns desses relances. Aliás, devo admitir que passei tanto tempo com colegas franceses que creio que seja possível dividir qualquer assunto em três. Assim, organizei meus pensamentos em três partes. A primeira parte refere-se a bibliotecas; a segunda, a livros; a terceira, a arquivos.&lt;br /&gt;Bibliotecas. Vistas de dentro de grandes monumentos, elas parecem indestrutíveis. Mas, de fato, a história mostra que bibliotecas estão sempre sendo destruídas, e cada vez que uma biblioteca vem abaixo muito da civilização desaba com ela. A Biblioteca de Alexandria parecia que iria durar tanto quanto as pirâmides e, de fato, sobreviveu quase um século, mas, quando foi destruída, perdemos a maior parte da informação então disponível sobre a Grécia antiga, 700 mil volumes. Perdemos o maior repositório de conhecimento sobre a Europa medieval quando Monte Cassino foi bombardeada na Segunda Guerra Mundial. Mais recentemente, a destruição da Biblioteca Nacional do Camboja pelo Khmer Vermelho deu cabo do maior estoque de informações sobre a civilização cambojana.&lt;br /&gt;Esse, aliás, era o objetivo do Exército de Pol Pot, obliterar o passado e começar de novo a partir do que chamavam "Ano Zero". Destruíram quase todos os livros -estima-se que 80%- e mataram todos menos três dos seus 60 bibliotecários. Ora, os livros mais valiosos revelaram ser os inscritos em folhas de palmeira. Folhas de palmeira apodrecem na umidade tropical e, portanto, tinham de ser recopiados a certo intervalo de tempo por monges budistas. Mas o Khmer Vermelho destruiu também os monges budistas, assim não sobrou ninguém para salvar o minúsculo fragmento da biblioteca que sobreviveu, e este continuou apodrecendo nas ruínas do prédio. Todos nós enfrentamos problemas de preservação, mas eles variam enormemente de textos digitalizados a folhas de palmeiras.&lt;br /&gt;Embora minha intenção não seja reduzir os problemas à história militar, não posso resistir a mencionar a própria biblioteca da universidade em que leciono, que foi destruída (salvo cinco volumes) na batalha de Princeton, em janeiro de 1777. E, claro, os ingleses queimaram a Biblioteca do Congresso em 1814. Tivemos assim de começar tudo de novo neste país, auxiliados felizmente pela biblioteca de Thomas Jefferson como uma fundação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Universidade sem biblioteca Claro, não espero que ninguém aqui presente tenha a sua biblioteca destruída pelo fogo inimigo. Mas a história das bibliotecas demonstra que elas são mais vulneráveis do que pensamos -e não só por causa das guerras. Dirão alguns que elas podem ser substituídas pela Internet. Ora, quanto a mim, sou partidário da digitalização, mas fiquei horrorizado quando soube que o projeto original para um novo campus da Universidade da Califórnia em Monterey nem sequer incluía uma biblioteca. Imaginamos as bibliotecas como o núcleo de nossos campi, mas esse seria um novo campus sem uma biblioteca. Os projetistas julgaram que os computadores seriam suficientes, supostamente porque acreditavam que os livros nada mais fossem que recipientes de informação. Hoje muitos estudantes adotam essa atitude, e não só na Califórnia. Acham que pesquisar é surfar. Quando escrevem trabalhos, costumam surfar na Internet, baixar os arquivos, recortar, colar e imprimir. Se tal nos fornece um relance do futuro, é o quanto basta, a meu ver, para tornar a pessoa um ludita (1).&lt;br /&gt;Nossas bibliotecas devem, é claro, microfilmar e digitalizar, mas devem também conservar livros -os livros originais. Não há tal coisa no estrito linguajar bibliográfico como uma cópia, e uma cópia digitalizada não pode ser um substituto adequado para o original. Isso me leva a meu segundo ponto, notadamente os livros. Tomem a biblioteca de Jefferson: uma versão digitalizada de todo o seu conteúdo não chegaria perto de lhe ser uma réplica. Quando Jefferson serviu como embaixador na França, comprou uma quantidade de livros para si próprio e para seu amigo íntimo, outro futuro presidente, James Madison. Se lemos a correspondência de Jefferson e Madison, temos uma maravilhosa troca de reflexões filosóficas e idéias revolucionárias de dois estadistas-filósofos. E temos também um quadro desse homem extraordinário, Thomas Jefferson, caminhando pelas ruas de Paris à cata de pechinchas nas livrarias.&lt;br /&gt;A maior pechincha que encontrou, segundo uma carta que escreveu a Madison datada de 8 de fevereiro de 1786, foi uma cópia da "Encyclopédie" de Diderot. Como escreveu a Madison: "Posso arranjar-lhe a edição parisiense original in-fólio da "Encyclopédie" por 620 "livres'". De fato, a edição original estava esgotada na época, e as pouquíssimas cópias que podiam ser encontradas em livraria custavam duas vezes mais a importância citada por Jefferson chegavam por vezes a 1.500 "livres".&lt;br /&gt;Jefferson, que era uma espécie de ingênuo bibliófilo no estrangeiro, não topara com edição original nenhuma, e sim com uma edição fragmentada cujos remendos tinham sido alinhavados por especuladores no comércio livreiro de quinquilharias. Esses especuladores apanhavam sobras de folhas de uma reimpressão genebrina barata, preenchiam as lacunas reimprimindo as folhas que faltassem e faziam passar as cópias sarapintadas como a primeira edição original. No processo, é claro, o texto de Diderot saía truncado. Assim é que a Biblioteca do Congresso não tem o que pensa ter, embora possua na verdade algo igualmente interessante, um espécime de "encyclopédisme" com desconto, que dá testemunho físico do turbulento mercado dos clássicos do Iluminismo na Paris pré-revolucionária.&lt;br /&gt;Para compreender a história dos livros, é preciso estudar os próprios livros, em toda a sua materialidade, não versões digitalizadas que se façam passar como seus substitutos. O filósofo inglês John Locke (1632-1704) observou certa vez que a Bíblia transmitiria mensagem diversa se fosse impressa como um fluxo de texto contínuo, em vez de estar dividida em minúsculas unidades tipográficas conhecidas como capítulos e versículos. Graças a essas unidades, sabemos citar capítulo e versículo e distinguimos particular sacralidade nas letras vermelhas das edições com letras vermelhas, embora, é claro, essas convenções tipográficas nada tenham a ver com os originais hebraico, grego e aramaico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira página do "Times"&lt;br /&gt;Ou, para tomar um exemplo mais tosco e imediato, considere-se a primeira página do "The New York Times". Gosto de pensar nela como uma espécie de mapa conceitual dos acontecimentos ocorridos no dia anterior. Mas, como a maioria dos mapas, ele guarda apenas uma relação arbitrária com a realidade. Acontece que a primeira página do "The New York Times" é desenhada todo santo dia numa reunião com todos os editores sentados ao redor de uma mesa no terceiro andar dos escritórios do "Times", na rua 43, às 16h30. A reunião é na verdade uma competição por espaço. O editor nacional, o chefe da sucursal de Washington, o editor de notícias estrangeiras, o editor metropolitano, o editor de esportes, o editor de cultura..., todos querem mais centímetros de coluna numa página. E, é claro, querem ter a matéria de destaque. Todos os dias a mesma batalha, e o resultado é a idéia que formamos do dia anterior -notadamente, a primeira página do "The New York Times".&lt;br /&gt;Quando lemos a primeira página, parece-me que estamos, conscientemente ou não, seguindo convenções tipográficas. Não lemos da esquerda para a direita, porque a matéria de destaque está sempre à direita. Você lê &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;----&lt;br /&gt;Esse objeto do dia-a-dia, o "The New York Times", jamais poderia ser compreendido se simplesmente digitalizássemos seu conteúdo, pois seu sentido efetivo está encerrado no modo como ele é agrupado&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;----&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;à direita, depois lê à esquerda, e talvez já saiba que os assuntos de menor peso ocorrem sempre abaixo da dobra. Recentemente tem havido uma tendência de situar a matéria de realce no canto superior esquerdo, e certas manchetes fornecem pistas do conteúdo. Um cabeçalho em "Q" indica uma notícia de fundo interpretativo, e não de fatos concretos. Esse objeto do dia-a-dia, o "The New York Times", jamais poderia ser compreendido se simplesmente digitalizássemos seu conteúdo. Seu sentido efetivo está encerrado no modo como é agrupado.&lt;br /&gt;Eu sustentaria que o sentido completo de um livro ou objeto impresso jamais pode ser captado pela digitalização de seus conteúdos. Cada objeto impresso depende de boa dose de elementos paratextuais, incluindo layout, capa, tipografia e o próprio papel. Esse argumento é tanto mais válido para os arquivos, o que me leva a meu terceiro ponto. Para fixar a impressão de um documento, é preciso lê-lo no original, e não somente lê-lo, mas também manuseá-lo.&lt;br /&gt;Eis Diderot escrevendo para sua amante, Sophie Volland, a 31 de agosto de 1760: "Beijo tuas duas últimas cartas. São elas letras que traçaste, e, à medida que as traçavas, tua mão tocava o espaço que as linhas preencheriam, e os intervalos que as separariam. Adeus, minha cara. Beijarás o fim dessa linha, porque eu também a terei beijado aqui, e aqui. Adeus".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caráter físico da carta Diderot transmite o caráter físico da carta, como ele beijou as próprias palavras e sabia que sua amada tocaria o papel no qual depositara seus beijos. Num plano mais prosaico, sinto um efeito cinético ao ler manuscritos de cartas comerciais do século 18, a sensação flácida ou engomada do papel, o rebrilho da tinta, a generosidade das margens (extravagantemente amplas no alto em cartas a personagens importantes), o elaborado dos lacres de cera. Quando os selos ganharam existência, também eles transmitiam mensagens em toda a sua materialidade. Havia um código prevalecente entre os correspondentes em Paris durante os anos de 1890. Se um amigo ou amante, por exemplo, colasse um selo de cabeça para baixo e na mesma altura que o nome do destinatário da carta, isso era sinal de que o remetente estava bravo. Ora, uma edição digitalizada dessas cartas jamais poderia transmitir o impacto que terão tido quando seus destinatários as recebiam e buscavam o selo de ponta-cabeça ou virado para cima. O pesquisador interessado em trocas epistolares depara-se com cartas que cheiram a perfume, cartas literalmente escritas a sangue (o marquês de Sade foi adepto disso), cartas com marcas de lágrimas ou mesmo com lágrimas fingidas feitas com respingos de água no papel.&lt;br /&gt;Se preferir uma visão menos romântica, imagine o pesquisador estudando as operações de um negócio ou burocracia. Você, o pesquisador, preenche uma papeleta, e no fim chega uma caixa à sua mesa, nos arquivos. Você desamarra a fita, abre a caixa e retira um de talvez uma dúzia de dossiês. Em cada dossiê, encontrará talvez uma dúzia ou mais de cartas, mas essa dúzia de cartas, que ocupa somente uma pequena parte dessa caixa, está tão longe de representar a totalidade do assunto que você começa a imaginar como é que lhe poderá fazer jus, porque há tantas mais caixas, não apenas dúzias, mas centenas, milhares, alongando-se, parece, ao infinito. Assim é trabalhar nos Archives Nationales de Paris. Você poderia passar uma vida inteira trabalhando em meio a caixas e nunca chegar ao fim.&lt;br /&gt;Mas, de algum modo, dessas caixas você tem de escrever história. Como? O processo, a meu ver, é misterioso, mas uma coisa, ao menos, é certa: ele é arbitrário. Seu livro irá mencionar somente uma pequena fração dos documentos que consultou. E essa fração não passa de uma porção ínfima de tudo quanto poderia consultar, houvesse mundo e tempo suficientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fabricar um livro Há algum meio de tornar clara a experiência de encontrar seu caminho na insondabilidade daquilo que resta do passado? Talvez não, mas tenho uma sugestão: um livro eletrônico. Imagino que seja uma pirâmide, organizada em camadas. A camada superior poderia ser uma narrativa comum, passível de ser impressa na forma habitual de um códice. As camadas seguintes seriam compostas de minimonografias, que abordariam aspectos do tema que não se ajustassem facilmente a uma narrativa convencional. E abaixo delas haveria ainda outras camadas, transcrições de documentos, por exemplo. Mais embaixo ainda estariam os ensaios historiográficos e metodológicos ou links para outras obras sobre temas correlatos, para bibliotecas inteiras.&lt;br /&gt;Ora, você poderia ler um tal livro do modo comum, horizontalmente, por assim dizer, percorrendo a narrativa do topo. Mas, se topasse com um assunto que lhe interessasse, poderia ler verticalmente, entranhando-se cada vez mais fundo nas camadas inferiores ao clicar seu caminho pelos hiperlinks. E poderia então baixar e imprimir as partes que quisesse. De fato, a impressora poderia estar anexada a uma máquina de encadernação, de modo que você pudesse fabricar uma brochura de encomenda e lê-la à vontade. Resta saber se esse sonho pode ser realizado, mas estamos trabalhando para isso na American Historical Association, com patrocínio da Mellon Foundation. E, sejamos ou não bem-sucedidos, creio que meu argumento central é válido. Contemplando o passado, podemos aprender o bastante para moldar o futuro, não simplesmente substituindo a impressão pela digitalização, mas combinando digitalização e impressão.&lt;br /&gt;O livro tradicional nunca esteve em melhor forma do que hoje, mas, ao refletir sobre a sua história, podemos encontrar uma nova espécie de livro e estabelecer uma nova espécie de leitura. Assim, apesar de todas as complexidades técnicas que lhes confronta essa conferência, concluiria com uma mensagem simples: preservem o livro, cerrem fileiras pela biblioteca. Essa, creio eu, é a estratégia mais construtiva para o futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota&lt;br /&gt;1. Alguém que se opõe à mudança tecnológica. A palavra vem de Ned Ludd, operário inglês que inspirou grupos de trabalhadores conterrâneos a destruírem, entre 1811 e 1816, máquinas têxteis por julgarem que elas, economizando trabalho, fossem responsáveis pelo desemprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disponivel em: http://www.race.nuca.ie.ufrj.br/journal/d/darnton2.doc&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-2456041735845725103?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/2456041735845725103/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=2456041735845725103' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/2456041735845725103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/2456041735845725103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2010/05/o-poder-das-bibliotecas.html' title='O PODER DAS BIBLIOTECAS'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-82629730419805738</id><published>2010-05-08T10:33:00.000-03:00</published><updated>2010-05-08T12:00:19.257-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biblioteca - Maranhão - Dicionario Enciclopédico - César Augusto Marques'/><title type='text'>Bibliotecas - do Docionário Maranhanse</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/S-V8Yk0FmAI/AAAAAAAAAGg/eDnq1vkJOMo/s1600/P1011779.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 203px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/S-V8Yk0FmAI/AAAAAAAAAGg/eDnq1vkJOMo/s400/P1011779.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468914084152186882" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/S-V6HOjGk4I/AAAAAAAAAGQ/nKIEKTAPviA/s1600/P1011778.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 253px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/S-V6HOjGk4I/AAAAAAAAAGQ/nKIEKTAPviA/s400/P1011778.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468911587094336386" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Biblioteca - Maranhão - Dicionário Enciclopédico - César Augusto Marques&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/S-V45nH5OCI/AAAAAAAAAGI/IZ0zHJpWEmQ/s1600/P1011777.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 260px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/S-V45nH5OCI/AAAAAAAAAGI/IZ0zHJpWEmQ/s400/P1011777.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468910253661304866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/S-V29UJDzsI/AAAAAAAAAGA/z8q7mLzdNFM/s1600/P1011776.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 270px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/S-V29UJDzsI/AAAAAAAAAGA/z8q7mLzdNFM/s400/P1011776.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468908118262140610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-82629730419805738?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/82629730419805738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=82629730419805738' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/82629730419805738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/82629730419805738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2010/05/bibliotecas-do-docionario-maranhanse.html' title='Bibliotecas - do Docionário Maranhanse'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/S-V8Yk0FmAI/AAAAAAAAAGg/eDnq1vkJOMo/s72-c/P1011779.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-722345212792410002</id><published>2010-05-08T09:51:00.000-03:00</published><updated>2010-05-08T10:01:51.703-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biblioteca pública Benedito Leite'/><title type='text'>Artigo de Revista do Maranhão de 1952 sobre a biblioteca pública Benedito Leite</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/S-VgWEzZRVI/AAAAAAAAAF4/tBGsQpUWg5Y/s1600/P1011735.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 288px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/S-VgWEzZRVI/AAAAAAAAAF4/tBGsQpUWg5Y/s400/P1011735.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468883254874031442" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/S-VgVtNviYI/AAAAAAAAAFw/Cmm993z_DJ0/s1600/P1011734.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 278px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/S-VgVtNviYI/AAAAAAAAAFw/Cmm993z_DJ0/s400/P1011734.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468883248542091650" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A BIBLIOTECA PÚBLICA DO MARANHÃO: desde a sua fundação até os nosso dias. Revista do Maranhão, São Luis, v. 3, fascículo 1, p. 37-38, jan. 1952.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-722345212792410002?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/722345212792410002/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=722345212792410002' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/722345212792410002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/722345212792410002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2010/05/artigo-de-revista-do-maranhao-de-1952.html' title='Artigo de Revista do Maranhão de 1952 sobre a biblioteca pública Benedito Leite'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/S-VgWEzZRVI/AAAAAAAAAF4/tBGsQpUWg5Y/s72-c/P1011735.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-5406590299861173470</id><published>2010-05-08T09:25:00.000-03:00</published><updated>2010-05-08T09:38:12.284-03:00</updated><title type='text'>Biblioteca e Bibliotecas</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/S-VaAR_GoXI/AAAAAAAAAFo/paUJUzCxYd8/s1600/P1011737.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 262px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/S-VaAR_GoXI/AAAAAAAAAFo/paUJUzCxYd8/s400/P1011737.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468876283385913714" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Artigo de 10 nov. 1972&lt;br /&gt;Joaquim Vieira da Luz - Academia Maranhense de Letras&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-5406590299861173470?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/5406590299861173470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=5406590299861173470' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/5406590299861173470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/5406590299861173470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2010/05/biblioteca-e-bibliotecas.html' title='Biblioteca e Bibliotecas'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/S-VaAR_GoXI/AAAAAAAAAFo/paUJUzCxYd8/s72-c/P1011737.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-7722418683698844962</id><published>2010-04-29T21:44:00.000-03:00</published><updated>2010-05-14T21:15:08.185-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros que ja li'/><title type='text'>Memórias de leitura</title><content type='html'>Anterior a 1996&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BAGAVAD-GITTA: tratava dos vedas (conhecimento divino) e da prática da Ioga como disciplina. Foram dois livros. Li por curiosidade, acho que deveria ter uns 15 anos.&lt;br /&gt;PERDIDOS NO ESPAÇO: aventura espacial de 6 tripulantes. Obra repleta de suspense e romance, porém muito desgastante e cansativa. Li quando deveria ter em média uns 12 anos.&lt;br /&gt;A DIVINA COMÉDIA: obra de Dante, li apenas parte do volume I, intitulado “O inferno”. É uma obra que para se ler deve se estar preparado para entender poesia clássica.&lt;br /&gt;A DANÇA DAS LETRAS - Franklin de Oliveira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1996&lt;br /&gt;O segredo da mansão (Bárbara Bialley) – ficção;&lt;br /&gt;O outro lado da ilha (José Maviel Monteiro) – ficção;&lt;br /&gt;Os Jovens perguntam (Watch Tower Bible and TracSociety of Pensylvania – obra religiosa);&lt;br /&gt;Iracema (José de Alencar) – lí em uma noite – literatura indianista;&lt;br /&gt;O sorvete e outras historias (Carlos Drummonde deAndrade)- contos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1997&lt;br /&gt;O direito de ser jovem (pe. Zezinho) – religioso;&lt;br /&gt;E Deus te quis mulher (pe. Zezinho) – religioso;&lt;br /&gt;Como fazer amigos (J. Maurus) – religioso;&lt;br /&gt;Mensagens de esperança (Arnaldo Alvaro Padovani) – alto ajuda;&lt;br /&gt;Mensagens de otimismo (Compilado por R. Botasso) – alto ajuda;&lt;br /&gt;O estudante (Adelaide Carraro) – Infanto juvenil;&lt;br /&gt;Funil do ser (Nauro Machado) – poesia;&lt;br /&gt;O sorvete e outras histórias (Carlos Drummonde de Andrade) – contos;&lt;br /&gt;O amigo, um tesouro (Atilano Alaiz) – mensagens;&lt;br /&gt;O valor da amizade (Atilano Alaiz) – mensagens;&lt;br /&gt;A hora do amor (Álvaro Cardoso Gomes) – romance;&lt;br /&gt;O alucinado som de tuba (Frei Betto) – romance;&lt;br /&gt;Conversações com Renato Russo (Entrevista);&lt;br /&gt;Eu, Cristiane F., 13 anos, drogada e prostituída... (Kei Herman e Horst Rieck) –&lt;br /&gt;O homem que derreteu e outros contos (Marcos Fabio Belo Matos) – li em duas horas – contos;&lt;br /&gt;O diário secreto de Laura Palmer (visto por Jennifer Linch) – real;&lt;br /&gt;JONI (Joni Earechson e Joe Musser) – real, auto biografia;&lt;br /&gt;A paixão medida (Carlos Drummond de Andrade) – poesia;&lt;br /&gt;O exorcista (Willian Peter Blatty) – terror, real;&lt;br /&gt;Quem manda emmim sou eu (Fanny Abrammovich) – infanto juvenil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1998&lt;br /&gt;Estranha obsessão (Richard Lortz) – suspense;&lt;br /&gt;O outro lado da ilha (José Maviel Monteiro) – li pela 2ª vez;&lt;br /&gt;100 impulsos positivos para viver melhor (Eduardo Criado) – auto ajuda;&lt;br /&gt;A estrada de San Martin (Carlos Augusto Segato) – aventura e romance;&lt;br /&gt;O pequeno príncipe (Antoine de S. Exupéry) – um dos primeiros clássicos que li, até então tinha uma certa aversão aos clássicos;&lt;br /&gt;Polyana (Eleanor Hadman Porter) – é importante ler para conhecer e depois julgar – boa leitura;&lt;br /&gt;O alguimista (Paulo Coelho) – esperava mais deste, mas foi legal;&lt;br /&gt;O valor medicinal da uva (Drª Johanna Brandt) – legal, falava da cura do câncer;&lt;br /&gt;O seminarista (Bernardo Guimarães) – D+;&lt;br /&gt;Ao Deus da minha vida (pe. Zezinho);&lt;br /&gt;A geração insatisfeita (idem);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1999&lt;br /&gt;Poesias completas de Casimiro de Abreu (Casimiro de Abreu);&lt;br /&gt;O médico e o monstro (Robert Louis Stevenson) – outro clássico;&lt;br /&gt;Machado de Assis – seus 30 melhores contos (Machado de Assis);&lt;br /&gt;O sorvete e outras histórias (Carlos D. Andrade);&lt;br /&gt;A Biblioteconomia no contexto mundial (Edson Nery da Fonseca) (Já na fase acadêmica).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2000&lt;br /&gt;História do livro (Albert Labarre) – li e resumi todo, empréstimo da BC-UFMA;&lt;br /&gt;Jean-Paul Sartre: do ateísmo ao antiteísmo (Roberto Figurelli), li “Ruis Clóis” neste livro;&lt;br /&gt;Coletânea de pensadores da sabedoria universal (José da Silva Martins);&lt;br /&gt;Encontro com o passado (Antenor Bogéa);&lt;br /&gt;A Biblioteconomia e a crise da educação (Edson Nery da Fonseca);&lt;br /&gt;Quem manda em mim sou eu (Fanny Abramavich).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2001&lt;br /&gt;A vida dos grandes brasileiros (Rui Barbosa) - Biografia;&lt;br /&gt;Um crime perfeito (Sergio Santanna) romance;&lt;br /&gt;O retrato de Dorian Gray (Oscar Wilde) - Romance;&lt;br /&gt;Bala na Agulha (Marcelo Rubens Paiva) – romance e aventura;&lt;br /&gt;Movimento fundador da Biblioteconomia no Maranhão (Aldinar Bottentuit e César Castro); &lt;br /&gt;Ética e política na sociedade humana (Bertrand Russel) – filosofiam sociologia e ética;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2002&lt;br /&gt;O Anticristo (F. Nietzsche).&lt;br /&gt;Ética e Deontologia: textos para profissionais atuantes em bibliotecas. (Francisco das Chagas Sousa) – li para a monografia.&lt;br /&gt;O misterioso srº Quin (Agatha Christie) – mistério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2003&lt;br /&gt;Elogio da loucura (Erasmo de Rotterdam)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2004&lt;br /&gt;Palavras mágicas de amizade (Aforismo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2005&lt;br /&gt;Metamorfose (frans Kafka)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2006&lt;br /&gt;Razoes para bater num sujeito de óculos (Eugenio Mohallern)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2007&lt;br /&gt;Uma estação no inferno (Arthur Rimbaud)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2009&lt;br /&gt;Hamlet (William Shakespeare)&lt;br /&gt;A Conturbada História das Bibliotecas (Matthews Battles)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2009/2010&lt;br /&gt;LARGO, Michael. Assim Morreram os Ricos e Famosos: como foi a morte das grandes personalidades da história. São Paulo: Larousse do Brasil, 2008. 300p. ISBN: 9788576352839.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-7722418683698844962?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/7722418683698844962/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=7722418683698844962' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/7722418683698844962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/7722418683698844962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2010/04/memorias-de-leitura.html' title='Memórias de leitura'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-1984770327475404162</id><published>2010-04-29T20:59:00.000-03:00</published><updated>2010-04-29T21:08:38.813-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Arte de escrever. Ribamar fiquene.'/><title type='text'>A Arte de Escrever</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/S9ofHhImy6I/AAAAAAAAAFg/sSJIhNOJLBk/s1600/Fiquene.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 283px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/S9ofHhImy6I/AAAAAAAAAFg/sSJIhNOJLBk/s400/Fiquene.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465715311781530530" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Texto do Sr. Ribamar Fiquene&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-1984770327475404162?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/1984770327475404162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=1984770327475404162' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/1984770327475404162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/1984770327475404162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2010/04/arte-de-escrever.html' title='A Arte de Escrever'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/S9ofHhImy6I/AAAAAAAAAFg/sSJIhNOJLBk/s72-c/Fiquene.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-7145531979360842846</id><published>2009-12-30T01:34:00.001-03:00</published><updated>2009-12-30T01:39:42.305-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Herbert Vianna'/><title type='text'>A Sensatez de Herbert Vianna</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/SzrZe-6twZI/AAAAAAAAAFU/kYSRhFcByC8/s1600-h/herbert+vianna.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 116px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/SzrZe-6twZI/AAAAAAAAAFU/kYSRhFcByC8/s400/herbert+vianna.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5420884227802382738" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo mundo pensa em deixar um planeta melhor para nossos filhos… Quando é que pensarão em deixar filhos melhores para o nosso planeta?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-7145531979360842846?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/7145531979360842846/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=7145531979360842846' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/7145531979360842846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/7145531979360842846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2009/12/sensatez-de-herbert-vianna.html' title='A Sensatez de Herbert Vianna'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/SzrZe-6twZI/AAAAAAAAAFU/kYSRhFcByC8/s72-c/herbert+vianna.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-9014401547897728114</id><published>2009-12-30T01:32:00.001-03:00</published><updated>2009-12-30T01:32:41.686-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='julgamentos absurdos'/><title type='text'>Os 10 julgamentos mais absurdos do mundo</title><content type='html'>POLÍCIA X EMPRESA TASER&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2002 Madera (Estados Unidos) Vitória do réu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para conter um suspeito nervosinho em sua viatura, a policial Marcy Noriega quis usar uma arma paralisante que inibe os movimentos com choques elétricos. Só que a infeliz se enganou, pegou sua arma de verdade e mandou bala no rapaz, que morreu na hora. A polícia da cidade pôs a culpa na empresa Taser, fabricante da pistola paralisante. Segundo os tiras, a arma de mentira parece muito com uma de verdade e "confunde" os policiais.&lt;br /&gt;A Justiça inocentou a empresa. A arma paralisante pesa a metade de uma arma de verdade, tem um cano duas vezes maior e listras adesivas amarelas pra não ser confundida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;09 TRIBUNE X MARK GUTHRIE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2003 Middletown, Connecticut (Estados Unidos) Em andamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dona do jornal Hartford Courant e do time de beisebol Chicago Cubs, a companhia Tribune fez uma lambança na hora de pagar os salários de outubro de 2003: depositou 300 mil dólares na conta do humilde carregador de jornal Mark Guthrie - a bolada, na verdade, era pra um jogador do Cubs que tem o mesmo nome, Mark Guthrie...&lt;br /&gt;A empresa tomou de volta 90% da grana cancelando parte do depósito. O entregador disse que devolveria o resto, mas a empresa não quis esperar e preferiu pôr o cara no pau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08 MARY UBAUDI X MAZDA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2003 Madison County (Estados Unidos) Em andamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após sofrer um acidente com seu Mazda Miata, a americana Mary Ubaudi processou a fabricante do carro, alegando que a empresa não deu instruções sobre o uso apropriado do cinto de segurança - durante a batida, Mary foi jogada para fora do automóvel por não usar o equipamento corretamente.&lt;br /&gt;Mary pediu 150 mil dólares de indenização da Mazda. Mas a mulher também tá processando o motorista que dirigia o veículo e a empresa que fazia obras na estrada em que ela se acidentou. No total, ela quer arrancar 250 mil dessa galera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;07 JACK ASS X MTV&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2002 Hot Springs (Estados Unidos) Em andamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um americano está processando a MTV por dar seu nome a um programa idiota - Jackass ("ignorante"). Como assim? Bom, na verdade o nome original do cara era Bob Craft. Mas em 1997 ele ganhou o direito de trocar de nome para Jack Ass para promover uma campanha de segurança no trânsito. Em 2000, o programa Jackass estreou com um monte de brincadeiras escatológicas que magoaram o rapaz.&lt;br /&gt;Para Bob, a MTV não só plagiou o seu nome como denegriu sua imagem. Por isso, ele exige uma indenização de 50 milhões de dólares da emissora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;06 PHILIP SHAFER X DELTA AIRLINES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2002 Ashland (Estados Unidos) Em andamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O advogado Philip Shafer está processando a Delta Airlines por ter lhe vendido um assento no avião ao lado de um homem gordo. Durante as duas horas do vôo entre New Orleans e Cincinnati, ele se sentiu "casado" com o rolha de poço, porque os dois ficaram unidos do joelho ao ombro.&lt;br /&gt;Ele alega que a Delta não lhe deu conforto, deixando-o "angustiado". Seu pedido: 9 500 dólares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;05 WANDA HUDSON X ARMAZÉM PARKWAY&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2001 Mobile (Estados Unidos) Vitória da reclamante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de ser despejada de casa, a americana Wanda Hudson resolveu guardar suas coisas no armazém Parkway. Mas a gerente do armazém viu a porta aberta e a trancou, pensando que não havia ninguém lá dentro. Wanda ficou presa por 63 dias comendo o rango enlatado do depósito. Perdeu 70 dos seus 150 quilos!&lt;br /&gt;A pedida inicial de Wanda era de 10 milhões de dólares, mas ela acabou levando apenas 100 mil. Tudo porque o júri concluiu que Wanda também foi culpada pelo incidente. Afinal ela não gritou por socorro enquanto esteve presa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;04 MARTA ALMEIDA X CARROCINHA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2002 Belo Horizonte (Brasil) Em andamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um drama animal é o representante brasileiro neste Top 10. Em 1997, a vira-lata Pretinha foi capturada pela carrocinha de Belo Horizonte e sacrificada antes do prazo de dois dias, previsto em lei. A dona da cadelinha exige indenização de 50 mil reais por danos morais. Ela perdeu a causa na justiça estadual, mas recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF), a mais alta corte do Brasil!&lt;br /&gt;A dona de Pretinha tem mais cinco casos no STF. Em um deles, ela processa o condomínio onde mora por violação de correspondência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;03 ROBERT RICE X CADEIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2002 Draper (Estados Unidos) Vitória do réu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Condenado a uma pena de 15 anos por roubo, o americano Robert Rice entrou na Justiça alegando que o presídio violava seu direito de praticar sua religião - o vampirismo druida! Para exercer sua fé, Robert queria beber sangue e manter relações sexuais com uma vampira na cadeia!&lt;br /&gt;A prisão se defendeu dizendo que ele tinha se identificado como católico quando foi preso - e que visitas íntimas são proibidas por lá. O tribunal negou o pedido sanguinário do cara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;02 DOUG BAKER X BABÁ DE CÃES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2003 Multnomah County (Estados Unidos) Em andamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O americano Doug Baker era apaixonado por um pastor alemão que ele encontrou atropelado numa estrada. Tanto que contratou até uma babá para cuidar do bichinho. Só que, num belo dia, o cachorro driblou a dog-sitter e se mandou. Doug pôs anúncios em jornais, contratou especialistas em faro animal e até paranormais para encontrar o totó! Dois meses depois, ele mesmo achou o cão numa rua perto do lugar do sumiço. Com o problema resolvido, ele processou a babá, pedindo 160 mil dólares pelo estresse que passou durante a busca...Doug até fechou a empresa que possuía para ter mais tempo e dinheiro para procurar seu estimado cachorrinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01 STELLA LIEBECK X MC DONALD'S&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1994 Albuquerque (Estados Unidos) Vitória da reclamante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais lendário dos julgamentos absurdos é caso de Stella Liebeck, uma americana de 79 anos que processou o McDonald's depois de se machucar com o café comprado num drive-thru da rede, em Albuquerque. A vovó tinha colocado o copo de café entre as pernas para pôr açúcar quando o copo virou em seu colo e ela se queimou. A princípio, o júri tinha concedido 200 mil dólares de indenização, mas retirou 20% do valor por considerar que Stella também teve culpa pelo acidente. No fim das contas, a mulher recebeu a bolada de 160 mil dólares. Além disso, o McDonald's também foi multado em mais 480 mil dólares por servir ao público um café tão quente.&lt;br /&gt;O caso teve tanta repercussão que deu origem ao prêmio Stella Awards, que anualmente elege os julgamentos mais absurdos que rolaram nos Estados Unidos. O ranking é organizado pelo humorista Randy Cassingham, que escreve em diversos jornais americanos uma coluna com histórias bizarras de todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado na Edição 47 da Revista Mundo Estranho - 01/2006&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-9014401547897728114?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/9014401547897728114/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=9014401547897728114' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/9014401547897728114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/9014401547897728114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2009/12/os-10-julgamentos-mais-absurdos-do.html' title='Os 10 julgamentos mais absurdos do mundo'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-832634197825610491</id><published>2009-12-30T01:28:00.000-03:00</published><updated>2009-12-30T01:29:55.896-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teoria Populacional Malthusiana'/><title type='text'>Teoria Populacional Malthusiana</title><content type='html'>Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.&lt;br /&gt;Ir para: navegação, pesquisa&lt;br /&gt; Este artigo ou secção não cita nenhuma fonte ou referência (desde Abril de 2008)&lt;br /&gt;Ajude a melhorar este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto ou em notas de rodapé. Encontre fontes: Google – news, books, scholar, Scirus  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Teoria Populacional Malthusiana foi desenvolvida por Thomas Malthus, economista, estatístico, demógrafo e estudioso das Ciências Sociais.&lt;br /&gt;Malthus observou que o crescimento populacional, entre 1650 e 1850, dobrou decorrente do aumento da produção de alimentos, das melhorias das condições de vida nas cidades, do aperfeiçoamento do combate as doenças, das melhorias no saneamento básico, e os benefícios obtidos com a Revolução Industrial, fizeram com que a taxa de mortalidade declinasse, ampliando assim o crescimento natural.&lt;br /&gt;Preocupado com o crescimento populacional acelerado, Malthus publica em 1798 uma série de idéias alertando a importância do controle da natalidade, afirmando que o bem estar populacional estaria intimamente relacionado com crescimento demográfico do planeta. Malthus alertava que o crescimento desordenado acarretaria na falta de recursos alimentícios para a população gerando como consequência a fome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[editar] Crescimento Populacional X Produção de Alimentos.&lt;br /&gt;Malthus foi ainda mais além em suas pesquisas afirmando que o crescimento populacional funcionava conforme uma progressão geométrica 1 &lt; 2 &lt; 4 &lt; 8 &lt; 16 &lt; 32 &lt; 64 &lt; 128... enquanto que a produção de alimentos, mesmo nas melhores condições de produção dos setores agrícolas só poderiam alcançar o crescimento em forma de uma progressão aritmética 1 &lt; 3 &lt; 5 &lt; 7 &lt; 9 &lt; 11 &lt; 13 &lt; 15...&lt;br /&gt;Produção de alimentos em bilhões de toneladas:&lt;br /&gt;O Conselho Internacional de Grãos (IGC, na sigla em inglês) estima que a produção mundial de grãos atual seja de 1,769 bilhões de toneladas de grãos por ano.&lt;br /&gt;Crescimento populacional humano em bilhões de habitantes:&lt;br /&gt;•1 a 2 bilhões de pessoas entre 1850 a 1925 - 75 anos&lt;br /&gt;•2 a 3 bilhões de pessoas entre 1925 a 1962 - 37 anos&lt;br /&gt;•3 a 4 bilhões de pessoas entre 1962 a 1975 - 13 anos&lt;br /&gt;•4 a 5 bilhões de pessoas entre 1975 a 1985 - 10 anos&lt;br /&gt;•5 a 6 bilhões de pessoas entre 1985 a 1993 - 8 anos&lt;br /&gt;•6 a 7 bilhões de pessoas entre 1993 a 1999 - 6 anos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com base nesses dados, Malthus concluiu que inevitavelmente a fome seria uma realidade caso não houvesse um controle imediato da natalidade.&lt;br /&gt;A definição de praga biológica é quando uma população fica com alta taxa de natalidade e baixa taxa de mortalidade e o número de indivíduos cresce em progressão geométrica de forma anormal no ambiente.&lt;br /&gt;A superpopulação fica então sem controle até que surjam predadores que façam esse controle externo ou se os predadores e parasitas (doenças) não aparecerem, o descontrole continua até que acabe o alimento disponível no ambiente, gerando competição intraespecífica e controle populacional por fome.&lt;br /&gt;No caso da população humana esse controle vem sendo feito com guerras, doenças e miséria. Nossa população está em explosão demográfica desde a revolução industrial, que começou na Inglaterra no século XVII por volta de 1650.&lt;br /&gt;A solução defendida por Malthus seria:&lt;br /&gt;- a sujeição moral de retardar o casamento&lt;br /&gt;- a prática da castidade antes do casamento&lt;br /&gt;- ter somente o número de filhos que se pudesse sustentarNo caso da população humana esse controle vem sendo feito com guerras, doenças e miséria. Nossa população está em explosão demográfica desde a revolução industrial, que começou na Inglaterra no século XVII por volta de 1650.&lt;br /&gt;A solução defendida por Malthus seria:&lt;br /&gt;- a sujeição moral de retardar o casamento&lt;br /&gt;- a prática da castidade antes do casamento&lt;br /&gt;- ter somente o número de filhos que se pudesse sustentar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-832634197825610491?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/832634197825610491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=832634197825610491' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/832634197825610491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/832634197825610491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2009/12/teoria-populacional-malthusiana.html' title='Teoria Populacional Malthusiana'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-813778601412112589</id><published>2009-12-30T00:41:00.001-03:00</published><updated>2009-12-30T00:42:28.158-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='NOAM CHOMSKY. MICHEL FOUCAULT. debate'/><title type='text'>NOAM CHOMSKY E MICHEL FOUCAULT: "NATUREZA HUMANA: JUSTIÇA VERSUS PODER"</title><content type='html'>Em novembro de 1971 Michel Foucault se encontrou com Noam Chomsky em um programa televisivo da TV holandesa, onde debateram por cerca de uma hora o tema "Natureza Humana: Justiça Versus Poder". A transcrição do debate estava a algum tempo atrás disponível, em inglês, no site da Universidade de Chicago: http://www.uchicago.edu/research/jnl-crit-inq/foucault/foucault.chomsky.html. &lt;br /&gt;Reparei, entretanto, que já não está mais lá e, também, não mais localizei nada a respeito na instituição citada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontrei, todavia, uma tradução espanhola em http://www.intramed.net/UserFiles/Chomsky-2parte.pdf (mas apenas da 2a. parte, incompleta) como também o vídeo do encontro em http://www.youtube.com/v/hbUYsQR3Mes . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei de tradução brasileira, de forma que insiro a minha aqui, mas somente da parte que julguei mais interessante (eis aqui, então, um desses desprezíveis cortes). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONS ELDERS (moderador): Bem, talvez fosse interessante nos aprofundarmos no problema de estratégia. Suponho que aquilo que você chama de "desobediência civil" é provavelmente o mesmo que nós chamamos de "ação extra-parlamentar"? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CHOMSKY: Não, eu acho que vai além disso. Ação extra-parlamentar incluiria, vamos dizer, uma demonstração legal de massas, mas desobediência civil é mais objetiva que toda ação extra-parlamentar, naquilo que isso significa desafio do que é alegado, incorretamente no meu ponto de vista, pelo estado ao fazer as leis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ELDERS: Então, por exemplo, no caso da Holanda, nós tivemos algo como um censo populacional. As pessoas foram obrigadas a responder perguntas em formulários oficiais. Você poderia chamar isso de desobediência civil, se alguém se recusasse a preencher os formulários? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CHOMSKY: Correto. Eu deveria ser um pouco mais cuidadoso sobre isso, porque, voltando para um ponto muito importante formulado por Foucault, as pessoas não necessariamente autorizam o estado a definir o que é legal. Agora, o estado tem o poder de forçar uma certa concepção do que é legal, mas poder não implica em justiça ou ainda em correção; então o estado pode definir alguma coisa como desobediência civil e pode estar errado ao fazer isso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, nos Estados Unidos o estado declara como desobediência civil, vamos dizer, descarrilar um trem de munição que está indo ao Vietnã; e o estado está errando em definir isso como desobediência civil, porque é legal e correto e deveria acabar. É correto tomar medidas que irão evitar atos criminosos do estado, da mesma forma como é correto violar uma lei de trânsito para prevenir um homicídio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu parei meu carro diante um semáforo que estava vermelho, e então passei por este sinal para evitar que alguém, vamos dizer, atropele um grupo de pessoas, é claro que isso não é um ato ilegal, isto é uma ação apropriada e correta; nenhum juiz são convenceria você de erro na medida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma, uma boa porção daquilo que as autoridades estatais definem como desobediência civil não é realmente desobediência civil: de fato, são situações legais, comportamento obrigatório de violação dos comandos do estado, que podem ser ou não ser comandos legais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas tem que ter bastante com cuidado sobre os chamados atos ilegais, eu acho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOUCAULT: Sim, mas eu gostaria de lhe fazer uma pergunta. Quando, nos Estados Unidos, você comete um ato ilegal, você o justifica em termos de justiça ou de uma legalidade superior, ou você justifica isso pela necessidade de luta de classes, a qual, é no presente momento essencial para o proletariado em sua luta contra a classe governante? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CHOMSKY: Bem, aqui eu gostaria de colocar o ponto de vista que é dado pela Suprema Corte Americana e provavelmente outras cortes em tais circunstâncias; que é tentar situar o acontecimento nos limites mais específicos possíveis. Eu achava que ultimamente faria muito bom senso, em muitos casos, acionar as instituições legais de uma dada sociedade, se dessa forma você estivesse golpeando as origens do poder e opressão naquela sociedade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, há grande número de leis representando certos valores humanos, os quais são valores humanos decentes; e tais leis, corretamente interpretadas, permitem que você possa desobedecer os comandos estatais. E eu penso que é importante explorar esse fato ... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOUCAULT: Sim. &lt;br /&gt;CHOMSKY: ... é importante explorar as áreas do direito as quais são formuladas corretamente e então talvez acionar aquelas áreas legais as quais simplesmente ratificam algum sistema de poder. &lt;br /&gt;FOUCALT: Mas, mas, eu, eu... &lt;br /&gt;CHOMSKY: Deixe-me dizer ... &lt;br /&gt;FOUCAULT: Minha pergunta, minha pergunta foi esta: quando você comete um ato claramente ilegal ... &lt;br /&gt;CHOMSKY: .... o qual eu considero como ilegal, não apenas o estado. &lt;br /&gt;FOUCAULT: Não, não, bem, do estado ... &lt;br /&gt;CHOMSKY: ... que o estado entende como ilegal ... &lt;br /&gt;FOUCAULT: ... que o estado considere como ilegal. &lt;br /&gt;CHOMSKY: Sim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOUCAULT: Você está cometendo o ato em virtude de uma justiça ideal, ou porque a luta de classes torna isso útil e necessário? Você se refere a uma justiça ideal, este é o meu problema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CHOMSKY: Novamente, muitas ocasiões quando eu faço algo que o estado chama de ilegal, eu considero que isso é legal: isto é, eu considero o estado criminoso. Mas em algumas instâncias isso não é verdadeiro. Deixe-me ser bastante concreto e ir da área da guerra de classes para a guerra imperialista, onde a situação é algo mais clara. Pegue o direito internacional, um instrumento muito fraco, como sabemos, não obstante incorpore interessantes princípios. Bem, a lei internacional é, em muitos aspectos, um instrumento dos poderosos: isso é uma criação de estados e seus representantes. No desenvolvimento do atual corpo de leis internacionais, não houve participação dos movimentos de massa camponeses. A estrutura das leis internacionais reflete este fato, quer dizer, de o direito internacional permitir um alcance muito grande de intervenção na preservação das atuais estruturas de poder que definem elas mesmas como estados contra os interesses das massas que esperam ser organizadas em oposição aos estados. Agora, esse é o fundamental defeito do direito internacional, e eu acho, que estaria a jjustificar a oposição a aspectos do direito internacional como não tendo validade, tanto quanto os direitos divinos dos reis. São simplesmente um instrumento de poderosos para reter seu poder. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, de fato, o direito internacional não se reduz a este tipo. E evidentemente existem interessantes elementos de direito internacional, por exemplo, incluídos no princípios de Nuremberg e da Organização das Nações Unidas, os quais permitem, de fato, eu acredito, autorizar o cidadão a acionar seu próprio estado, em formato que este mesmo chamaria de criminoso. Não obstante, o cidadão está agindo legalmente, porque as leis internacionais também ocorrem de proibir a ameaça ou uso de força nos negócios internacionais, exceto em algumas circunstâncias muito específicas, das quais, por exemplo, a guerra no Vietnã não é uma. Isto significa que no caso particular da guerra do Vietnã, que em boa parte me interessa, o estado americano está agindo de forma criminosa. E as pessoas tem direito de parar criminosos que estão cometendo assassinatos. Apenas porque o criminoso pretende chamar sua ação de ilegal quando você tentar para-lo, isto não significa que sua ação é ilegal. Um caso perfeitamente claro está no presente caso dos Documentos do Pentágono nos Estados Unidos, o quais, eu suponho, você está a par. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reduzido para o essencial e esquecidos os legalismos, o que está acontecendo é que o estado está processando pessoas por expor seus crimes. É o que está acontecendo. Agora, obviamente que é um absurdo, e alguém precisa prestar atenção para o que distorce um processo judicial razoável. Além do mais, acho que o atual sistema de leis ainda serve para explicar porque isso é absurdo. Mas se não servir, nós teríamos que nos opor a esse sistema de leis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOUCAULT: Então esse é o nome de uma justiça pura da qual você critica o funcionamento? Há uma importante questão para nós aqui. É verdade que em todas as lutas sociais existe o problema da "justiça". Para colocar isso mais precisamente, a luta contra a justiça de classes, contra sua injustiça, é sempre parte de uma luta social: demitir os juízes, mudar os tribunais, anistiar os condenados, abrir as prisões, tem sido sempre parte das transformações sociais tanto quanto elas podem se tornar ligeiramente violentas. No presente momento, na França, as funções da justiça e da polícia estão direcionadas para atacar aqueles que nós chamamos de "gauchistas". Mas, se a justiça é estática nessa luta, então serve como um instrumento de poder, e isto nos tira as esperanças que um dia isso acabe, nessa ou em outra sociedade, e que pessoas venham ser premiadas de acordo com seus méritos, ou punidas de acordo com suas faltas. Em lugar de pensar na luta social em termos de justiça, as pessoas tem é que enfatizar a justiça em termos de luta social (g.tr.). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-------------------------------------------------------------------------------- &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noam Chomsky, professor de linguística e filosofia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts. Seus livros incluem Poder e Perspectivas: Reflexões sobre a natureza humana e a ordem social (1996), Ilusões necesárias: através do controle das sociedades democráticas (1991), e Teoria da estrutura lógica da linguagem (1955-56). &lt;br /&gt;Michel Foucault (1926-1984) foi professor do Collège de France, filósofo, historiador, inúmeras obras traduzidas para o português, entre as quais: A história da loucura, As palavras e as Coisas, Vigiar e Punir, A História da Clínica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Para citação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DURIGAN, P.L. Noam Chomsky e Michel Foucault: "Natureza humana: justiça versus poder". Tradução. Disponível em &lt;http://www.apriori.com.br/durigan/textos/chomsky_foucault.htm&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-813778601412112589?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/813778601412112589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=813778601412112589' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/813778601412112589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/813778601412112589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2009/12/noam-chomsky-e-michel-foucault-natureza.html' title='NOAM CHOMSKY E MICHEL FOUCAULT: &quot;NATUREZA HUMANA: JUSTIÇA VERSUS PODER&quot;'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-4599814177361243461</id><published>2009-12-29T20:05:00.000-03:00</published><updated>2009-12-29T20:06:17.058-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cdu. Cutter'/><title type='text'>O fim da cdd, cdu, pha, cutter?</title><content type='html'>Com as mudanças paradigmáticas influenciadas pelas novas tecnologias, a Classificação é um dos fazeres da Ciência da Informação que mais podem sofrer.&lt;br /&gt;Os aportes tecnológicos levam os processos técnicos para novos conceitos de catalogação. Nesse sentido, os recursos digitais (entre eles, os livros eletrônicos), estão mudando as características de se catalogar, indexar e classificar.&lt;br /&gt;A catalogação (ou representação descritiva): Desde as fichas catalográficas (ainda remanescente em alguns processos técnicos), passando pelo formato MARC com a AACR2 (desde a década de 60 e até hoje na informatização da catalogação e recuperação da informação), e chegando no RDA com o modelo FBRB, e na atualidade das novas linguagens de programação (XML, RDF), e formatos (Dublin Core);&lt;br /&gt;A Indexação, desde os tesauros do século XIX, também se reinventando nas ontologias para a Web Semântica e nas folksonomias para as tag clouds.&lt;br /&gt;Mas e a Classificação em códigos? Desde o Pinakes, passando pelas classificações decimais e de autorias, a classificação em códigos basicamente se preocupa com códigos para guarda e recuperação de livros nas estantes. Haverá uma possível reabilitação com o sistema Scorpions da OCLC e LC? Acredito que não. Códigos não são suficientes para se acompanhar o avanço do conhecimento simultaneamente à sua fragmentação.&lt;br /&gt;Em diretórios hierárquicos, onde se representam domínios do conhecimento, a classificação é construída sem códigos. Um conceito ganha significação com a relação com os outros conceitos.&lt;br /&gt;Por falar em diretórios e folksonomias, faz-me pensar que, além, das classificações, os sistemas estruturados e ‘fixos’ das linguagens documentárias também podem estar perto do fim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-4599814177361243461?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/4599814177361243461/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=4599814177361243461' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/4599814177361243461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/4599814177361243461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2009/12/o-fim-da-cdd-cdu-pha-cutter.html' title='O fim da cdd, cdu, pha, cutter?'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-4883006008260326725</id><published>2009-12-07T06:09:00.000-03:00</published><updated>2009-12-07T06:17:52.480-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Flamengo. Futebol.'/><title type='text'>Flamengo Campeão Brasileiro de 2009</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/SxzHyBKwWHI/AAAAAAAAAFE/dAU2Ydjlxdk/s1600-h/petkovic_flamengo_esportes_382_500.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 306px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/SxzHyBKwWHI/AAAAAAAAAFE/dAU2Ydjlxdk/s400/petkovic_flamengo_esportes_382_500.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5412420514313427058" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Eu preciso abrir aqui um espaço pra comemorar o Hexa campeonato do Time de maior torcida do Mundo. Neste domingo dia 6 de dezembro o FLAMENGO se torna o mais novo Campeão Brasileiro de Futebol.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-4883006008260326725?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/4883006008260326725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=4883006008260326725' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/4883006008260326725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/4883006008260326725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2009/12/flamengo-campeao-brasileiro-de-2009.html' title='Flamengo Campeão Brasileiro de 2009'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/SxzHyBKwWHI/AAAAAAAAAFE/dAU2Ydjlxdk/s72-c/petkovic_flamengo_esportes_382_500.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-7825125005326599721</id><published>2009-11-08T19:07:00.000-03:00</published><updated>2009-11-08T19:11:09.928-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Leitura. Argentina. Brasil.'/><title type='text'>Un argentino gasta apenas unos $ 22 por año en libros</title><content type='html'>La cifra está por debajo de lo que se invierte en Brasil, Chile, México y Colombia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Susana Reinoso &lt;br /&gt;LA NACION &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un argentino gasta en promedio seis dólares por año en libros. Ello equivale a poco más de 22 pesos, lo que alcanza para adquirir un libro muy económico, pero está muy lejos de lo que hoy cuesta un best seller , una novela, un ensayo o un texto escolar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En ese contexto, América latina es la región del mundo en que menos se gasta en libros: en 2008, sólo el 4,14% de las ventas de libros en el mundo correspondió al continente. Las ventas totales fueron de US$ 4772 millones; de ellos, el 70% correspondió a Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En ese país, un habitante invierte en promedio US$ 19 por año en la compra de libros, mientras que en Chile un ciudadano consume de su presupuesto US$ 11 en la adquisición de libros de ficción, no ficción y textos educativos. El promedio de gasto en libros por habitante en México es de ocho dólares y sólo Venezuela, de los países latinoamericanos más representativos, está por debajo de la Argentina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un informe de la consultora internacional PricewaterhouseCoopers, realizado en Estados Unidos y Canadá, Europa, Medio Oriente y Africa, obtuvo estas conclusiones, que coinciden con las impresiones de un observador avezado del mercado mundial y a la vez dejan varias preguntas abiertas. ¿Los datos de compra de libros transmiten también una relación con los índices de lectura? ¿Cómo será la inversión en la región en el futuro cuando irrumpa el libro electrónico? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre un mercado que en 2008 alcanzó los US$ 115.266 millones por ventas de libros de todo tipo -ensayo, ficción, texto escolar en todos sus niveles-, el grueso de las ventas totales se registró en Europa, Medio Oriente y Africa, con el 43,63%; América del Norte -EEUU. y Canadá-, con el 28,28%, y Asia Pacífico, con el 23,97 por ciento. La región Medio Oriente y Africa sólo comprende Israel, Arabia Saudita y Sudáfrica, según el informe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No se compra, pero se lee &lt;br /&gt;En Francia, el promedio anual de gasto en libros por persona es de US$ 144, mientras que en Israel es de 139 dólares. Los italianos, españoles y alemanes invierten por año en libros entre US$ 110 y 114, y los británicos, 107 dólares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consultada por LA NACION, la librera Natu Poblet dijo que "no hay que confundir compra de libros e índices de lectura. En la Argentina hay mucha gente que saca libros en préstamo de bibliotecas. Y también hay amigos que prestan libros y otra gente que acude a leer a las librerías, donde hay muchas ofertas. Vengo de España, donde hay un boom de compra de libros y discos, porque en la crisis la gente compra libros y discos. Eso no significa que aumente el nivel de lectura". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Margarita Eggers Lan, directora del Plan Nacional de Lectura del Ministerio de Educación, "si estos datos del informe son tan reales, no se entiende que en la Argentina se publiquen 22.000 novedades editoriales por año y las librerías roten 1600 títulos por mes. ¿Cómo puede darse este panorama si la gente no lee?". Comprar libros y leer no son equivalentes, según Eggers Lan. "A fines de 2007, las industrias culturales de exportación representaron el 2,98% del PBI. El 70% de esa cifra fue de exportación de libros." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Eggers Lan, de larga trayectoria en la promoción de la lectura, "la industria editorial supera en su participación del PBI a las industrias del calzado y del tejido. En parte, las cosas también se vinculan con el papel que el Estado juega en la compra de libros. En las bibliotecas escolares hemos relevado ya una base de entre 2500 a 4000 títulos. Hay algunas que llegan a los 9000. El 33,5% de los adolescentes leen libros que sacan prestados de las bibliotecas". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El ex rector de la UBA Guillermo Jaim Etcheverry coincidió con el análisis de Eggers Lan y Poblet, en el sentido de que la compra de libros no refleja índices reales de lectura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Es sorprendente el dato de Brasil", dijo Jaim Etcheverry. "¿Cómo puede ser que, con 180 millones de habitantes, un ciudadano gaste un promedio de US$ 19 en compra de libros? Es evidente que el Estado juega un rol fundamental. El dato de que sólo el 4,14% del volumen total de ventas de libros en el mundo se hace en América latina muestra una asimetría cultural muy grande que es necesario revertir." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un dato curioso del informe es que no considera el mercado de libros electrónicos porque, según dice, no tiene un desarrollo significativo en América latina. Por lo que parece, según PricewaterhouseCoopers, nada indica que el libro en papel vaya a desaparecer en breve, por lo menos entre los latinoamericanos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La proyección para la región es que hasta 2010 la cifra de ventas caerá un 3 por ciento. Pero, a partir de 2011, irá creciendo a razón de un 6,6 por ciento. En ese año, Buenos Aires será Capital Mundial del Libro, declarada por la Unesco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En cifras &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tope del ránking: en Estados Unidos, el gasto total en libros fue en 2008 de US$ 30.945 millones. &lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo lugar: le sigue en ventas China, con US$ 10.250 millones. Por la elevada población, la inversión por persona por año es de apenas ocho dólares. &lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perspectivas: la venta de libros en el área de Asia Pacífico será la que más crecerá hasta 2013. &lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E-books: los libros electrónicos totalizaron ventas por US$ 1,1 millones en 2008, el 0,9% del total, pero tienen mejores perspectivas de crecimiento que los libros en papel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disponível em: &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1192633"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-7825125005326599721?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/7825125005326599721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=7825125005326599721' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/7825125005326599721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/7825125005326599721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2009/11/un-argentino-gasta-apenas-unos-22-por.html' title='Un argentino gasta apenas unos $ 22 por año en libros'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-7505853616740122809</id><published>2009-10-06T18:51:00.000-03:00</published><updated>2009-10-06T19:01:58.799-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bibliotecas. Classificação. IFLA'/><title type='text'>Clasificación IFLA</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/Ssu9P_HKL0I/AAAAAAAAAE0/owEKAm3dSWQ/s1600-h/biblioteconomiaa.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 136px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389609461416079170" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/Ssu9P_HKL0I/AAAAAAAAAE0/owEKAm3dSWQ/s400/biblioteconomiaa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vista panorámica de la antigua sala de lectura-British Library, Londres&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;1. División I: Bibliotecas generales de investigación&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Bibliotecas nacionales. &lt;/li&gt;&lt;li&gt; Bibliotecas universitarias y otras bibliotecas generales de investigación. &lt;/li&gt;&lt;li&gt; Bibliotecas y servicios de información para parlamentarios. &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;2. División II: Bibliotecas especializadas&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt; Bibliotecas gubernamentales. &lt;/li&gt;&lt;li&gt; Bibliotecas de Ciencias Sociales. &lt;/li&gt;&lt;li&gt; Bibliotecas de Geografía y Mapas. &lt;/li&gt;&lt;li&gt; Bibliotecas de Ciencia y Tecnología. &lt;/li&gt;&lt;li&gt; Bibliotecas de Ciencias Biomédicas y de la Salud. &lt;/li&gt;&lt;li&gt; Bibliotecas de Arte. &lt;/li&gt;&lt;li&gt; Bibliotecas de Genealogía e Historia Local&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;3. Division III: Bibliotecas que atienden al gran público&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Bibliotecas públicas. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Bibliotecas para discapacitados. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Bibliotecas para niños y adolescentes. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Bibliotecas escolares y centros de recursos. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Bibliotecas para ciegos. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Servicios bibliotecarios para poblaciones multiculturales. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Bibliotecas metropolitanas. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Bibliotecas móviles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-7505853616740122809?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/7505853616740122809/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=7505853616740122809' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/7505853616740122809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/7505853616740122809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2009/10/clasificacion-ifla.html' title='Clasificación IFLA'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/Ssu9P_HKL0I/AAAAAAAAAE0/owEKAm3dSWQ/s72-c/biblioteconomiaa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-7879061120231163687</id><published>2009-09-22T13:01:00.001-03:00</published><updated>2009-09-22T13:20:07.563-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Legiao Show'/><title type='text'>El merecido homenaje al influyente rock brasileño</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/Srj5BXL_KBI/AAAAAAAAAEE/7wFIntz2DLk/s1600-h/legiao+no+uruguai.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 194px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5384327156320905234" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/Srj5BXL_KBI/AAAAAAAAAEE/7wFIntz2DLk/s400/legiao+no+uruguai.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Espectáculos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recital. Músicos de Brasil y Uruguay en una gran comunión&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEBASTIÁN AUYANET&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La celebración que disparó la reunión de dos miembros de Legiao Urbana, la banda más popular del rock en Brasil, logró emocionar a más de 2.000 personas y demostrar cuánto influyó el rock brasileño en la música que hoy llena estadios aquí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En la mayoría de las entrevistas que suelen hacerse con músicos, la cuestión de las influencias (o la música que escucha el artista, variable siempre relacionada) es un capítulo que, de forma más o menos tangente, se termina tocando. Hay veces en que, con razón, los artistas no saben responder con exactitud qué música los llevó a formar una banda y a pararse sobre un escenario.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pues bien, desde que Martín Buscaglia dijo en La Trastienda "con ustedes, con nosotros, con todos, el señor Dado Villa-Lobos", quedó claro que Legiao Urbana es una de las fuerzas rockeras con mayor influencia en buena parte del rock nacional y géneros añadidos. En el público también, porque durante todo el show acompañó las canciones con la fuerza, el conocimiento y la emoción de quien canta las canciones que acompañaron toda una vida. Y no hablamos sólo de treintañeros y cuarentones porque hubo gente de todas las edades. La Trastienda tuvo sus dos primeras noches de ambiente rockero generalizado, entre ovaciones, cánticos de toda la sala y sonido sin demasiados reproches para hacer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para la entrada del baterista Marcelo Bonfá faltaban unos temas. Pero desde Perfeicao, octava canción del concierto, La Trastienda tuvo el primer estallido de su existencia. Buscaglia a la voz, Diego Barthaburu a la batería, los estables Mateo Moreno y Guzmán Mendaro (bajo y guitarra) junto a Marcel Curuchet acompañaban al hombre más visible y aclamado de la banda de Brasilia. La sucesión de músicos demostró que eran muchos más los que querían estar que los que podían: Juan Campodónico, Luciano Supervielle, Emiliano Brancciari, Sebastián Cebreiro (mención especial para la mejor voz en portugués en Há tempos y en A cancao do senhor da guerra), Gabriel Casacuberta, Martín Ibarburu y Ossie Garbuyo se fueron mezclando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quien sin dudas se acercó más al espíritu melancólico tan similar a Joy Division que subyace en el post punk eléctrico de Legiao Urbana fue Juan Casanova, que lejos de otras performances más erráticas fue quien estuvo más cerca de evocar la voz de Renato Russo, el homenajeado de la noche, en proyecciones que aparecían tras el escenario.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas las canciones fueron clásicos, y los músicos que quedaban fuera del escenario quedaban a los costados, cantando con el público mientras los dos brasileños (Bonfá arrancó a la batería desde Índios, unos tres temas después) agradecieron y se abrazaban entre sí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En el final llegó el único momento previsible. Qué país é este, con todos los músicos sobre el escenario rockeando antes del bis (se fueron y volvieron con Eu sei, canción que daba nombre al tributo) terminó con el festejo de músicos que viven su propio tiempo, combinándose más allá de los géneros y celebrando música que a todos les marcó algún momento de la vida, en un evento que en Brasil va a ser una sorpresa. Nada mal para una fiesta de fin de año.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El País Digital&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disponível em: &lt;a href="http://www.elpais.com.uy/081215/pespec-387384/espectaculos/el-merecido-homenaje-al-influyente-rock-brasileno"&gt;http://www.elpais.com.uy/081215/pespec-387384/espectaculos/el-merecido-homenaje-al-influyente-rock-brasileno&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-7879061120231163687?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/7879061120231163687/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=7879061120231163687' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/7879061120231163687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/7879061120231163687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2009/09/el-merecido-homenaje-al-influyente-rock.html' title='El merecido homenaje al influyente rock brasileño'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/Srj5BXL_KBI/AAAAAAAAAEE/7wFIntz2DLk/s72-c/legiao+no+uruguai.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-4143361111645105515</id><published>2009-09-17T16:17:00.000-03:00</published><updated>2009-10-17T11:05:13.886-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biblioteca Virtual'/><title type='text'>World Digital Library - A maior Biblioteca Virtual do Mundo</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.wdl.org/en/"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 296px; DISPLAY: block; HEIGHT: 126px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382519097719880242" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/SrKMmgBZejI/AAAAAAAAADs/8OFvqZp_R34/s400/wordfig.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;World Digital Library&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Acesse &lt;a href="http://www.wdl.org/"&gt;http://www.wdl.org&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-4143361111645105515?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/4143361111645105515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=4143361111645105515' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/4143361111645105515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/4143361111645105515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2009/09/world-digital-library-maior-biblioteca.html' title='World Digital Library - A maior Biblioteca Virtual do Mundo'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/SrKMmgBZejI/AAAAAAAAADs/8OFvqZp_R34/s72-c/wordfig.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-5990622256072925755</id><published>2009-06-17T08:52:00.000-03:00</published><updated>2009-06-17T09:02:45.806-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brasiliana. José Mindlin. Biblioteca'/><title type='text'>Biblioteca de José Mindlin poderá ser acessada pela internet</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/SjjaUOAWUtI/AAAAAAAAACg/0_APTmHtSIU/s1600-h/jose-mindlin-biblioteca-436.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5348264598394262226" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 254px; CURSOR: hand; HEIGHT: 171px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/SjjaUOAWUtI/AAAAAAAAACg/0_APTmHtSIU/s320/jose-mindlin-biblioteca-436.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Colecionador doou seus livros raros à USP. Um robô "devorador de livros" está escaneando os exemplares. A paixão de um brasileiro por seus livros em breve vai ser compartilhada com todos nós. A Universidade de São Paulo se prepara para receber parte da biblioteca Brasiliana, doada pelo empresário e colecionador José Mindlin.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.brasiliana.usp.br/" target="_blank"&gt;SAIBA mais sobre a Brasiliana &lt;/a&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,7084,00.html" target="_blank"&gt;Leia mais sobre Pop e Arte no G1 &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Poderá ser acessado de qualquer parte do mundo, pela internet, e também fisicamente, em um prédio que está sendo construído para receber a Brasiliana. Um tesouro, de um homem sonhador, que vai se tornar público pelo esforço de gente que acredita que um grande país só se faz com cultura e educação. É em um vazio moldado a ferro, onde ainda o concreto escorre, que caberá o conhecimento. A biblioteca por enquanto é toda imaginação. “São três andares de livros. Todas as paredes com toda coleção exposta. A ideia é que a gente tivesse sempre o visitante em contato com o acervo”, explica o arquiteto Rodrigo Mindlin Loeb. Este será o corpo da Brasiliana, biblioteca formada por 17 mil títulos, todos sobre o Brasil ou feitos no Brasil, doados à USP pelo avô de Rodrigo, o empresário e bibliófilo, José Mindlin. “A arquitetura é coadjuvante nesse processo porque os livros são a alma. Estamos cuidando de dar um corpo para receber dignamente a coleção e ter acesso para meus filhos, netos e de todos nós”, diz o arquiteto Rodrigo Mindlin Loeb. A alma da Brasiliana ainda está bem longe; na casa de José Mindlin, no espaço especialmente construído, ao lado do jardim, para abrigar a biblioteca dele com quase 100 mil volumes. É uma sala de preciosidades e raridades. Os livros são do século 19, de literatura brasileira. Lá, estão quase todas as primeiras edições dos livros de Machado de Assis. Há as primeiras edições dos dois romances mais lidos no século 19: “O guarani”, de José de Alencar e “A moreninha”, de Joaquim Manuel de Macedo. Ao pé da escada fica Santo Inácio, um verdadeiro santo do pau-oco. No espaço de trás escondiam o ouro para escapar ao fisco dos portugueses. É neste espaço da memória e do passado que vive um novo agregado: um robô do século 21, um devorador de livros, que lê 2,4 mil páginas por hora. O livro que o robô tem nas mãos é “Helena”, autografado por Machado de Assis, dedicado a um velho amigo dele, Salvador de Mendonça. A tudo isso nós teremos acesso, via internet. “Enquanto o prédio está sendo construído, já estamos construindo a biblioteca digital”, aponta o coordenador da Brasiliana digital Pedro Puntoni. “Podemos transformar uma imagem recém tirada do robô em uma página que seja portátil para a web”, explica o engenheiro de computação Vitor Tsujiguchi. “O usuário vai ver o livro tal como ele é: a imagem do livro original, mas por trás dessa imagem há uma versão digitalizada, como se fosse transcrito. O usuário pode fazer busca por palavra, frase, iluminar trecho, copiar e colar. A pessoa vai poder imprimir em casa, encadernar e colocar na sua estante”, antecipa o coordenador da Brasiliana digital Pedro Puntoni. O robô reconhece 120 línguas. Até o final do ano o plano é que ele tenha digitalizado 4 mil livros e 30 mil imagens. Quem está encantado com o trabalho do robô é o professor titular de história do Brasil, Istvan Yancsó, coordenador geral do projeto: “O conceito dessa biblioteca é atender a uma multiplicidade de destinações. É um serviço que a USP vai prestar à nação. Tudo que nós estamos fazendo é sempre em cima da ideia de que é uma colaboração para montagem de alguma coisa que não vai ser a Brasiliana da USP, vai ser uma Brasiliana brasileira”. Os primeiros livros que já estão sendo digitalizados são os dos viajantes que percorreram o Brasil nos séculos 16, 17, 18 e 19. Toda a coleção das gravuras de Debret. Depois disso será a vez de todos os livros de história do Brasil e literatura brasileira. Os 17 volumes da primeira edição dos sermões do Padre Vieira, a primeira edição brasileira de “Marília de Dirceu”, de Tomás Antonio Gonzaga - só existem três unidades no mundo. De José de Alencar, a primeira edição do “Guarany”, livro raro. José Mindlin passou boa parte da vida atrás desse exemplar, um dos únicos existentes e de muitas outras raridades. Uma biblioteca como esta é um espaço para eternas descobertas. Cristina Antunes, organizadora da biblioteca Mindlin há 29 anos, sabe disso: “Até hoje descubro livros que eu não vi, que eu não li, que não conheço”. Toda essa coleção começou com um livro de história do Brasil de Frei Vicente de Salvador, e comentários de Capistrano de Abreu. José Mindlin tinha 13 anos, hoje, aos 94, quase 100 mil livros depois, quer dividir com todos o grande prazer que os livros lhe deram. “Era um sonho, no meio de muitos outros, era sim”, diz o bibliófilo José Mindlin. A biblioteca Brasiliana está sendo construída na usp com doações de empresas. O prédio deve ficar pronto em julho de 2010. Os primeiros livros já deverão ser abertos para consulta, via internet em meados de junho. A partir daí, serão incluídos 200 livros e quase mil imagens por semana. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-5990622256072925755?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/5990622256072925755/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=5990622256072925755' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/5990622256072925755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/5990622256072925755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2009/06/biblioteca-de-jose-mindlin-podera-ser.html' title='Biblioteca de José Mindlin poderá ser acessada pela internet'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/SjjaUOAWUtI/AAAAAAAAACg/0_APTmHtSIU/s72-c/jose-mindlin-biblioteca-436.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-5847579397791895396</id><published>2008-12-13T11:02:00.000-03:00</published><updated>2008-12-13T11:20:12.626-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ponto de Mutação'/><title type='text'>O Ponto de Mutação</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/SUPB4uAzmWI/AAAAAAAAACA/ork91QzMbMI/s1600-h/ponto+de+mutaÃ§Ã£o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279276368376600930" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 328px; CURSOR: hand; HEIGHT: 375px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/SUPB4uAzmWI/AAAAAAAAACA/ork91QzMbMI/s400/ponto+de+muta%C3%A7%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O O Ponto de Mutação é um tratado científico em que o &lt;a title="Física" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/FÃ&amp;shy;sica"&gt;físico&lt;/a&gt; &lt;a title="Fritjof Capra" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fritjof_Capra"&gt;Fritjof Capra&lt;/a&gt; com uma aguda crítica ao pensamento cartesiano na &lt;a title="Biologia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Biologia"&gt;Biologia&lt;/a&gt;, na &lt;a title="Medicina" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Medicina"&gt;Medicina&lt;/a&gt;, na &lt;a title="Psicologia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Psicologia"&gt;Psicologia&lt;/a&gt; e na &lt;a title="Economia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia"&gt;Economia&lt;/a&gt;, explica como a nossa abordagem, limitada aos problemas orgânicos, nos levou a um impasse perigoso, ao mesmo tempo em que antevê boas perspectivas para o futuro e traz uma nova visão da realidade, que envolve mudanças radicais em nossos pensamentos, percepções e valores.&lt;br /&gt;Essa nova visão inclui conceitos de espaço, de &lt;a title="Tempo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tempo"&gt;tempo&lt;/a&gt; e de &lt;a title="Matéria" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MatÃ©ria"&gt;matéria&lt;/a&gt;, desenvolvidos pela Física subatômica; a visão de sistemas emergentes de vida, de mente, de consciência e de evolução; a correspondente abordagem holística da &lt;a title="Saúde" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SaÃºde"&gt;Saúde&lt;/a&gt; e da Medicina; a integração entre as abordagens ocidental e oriental da Psicologia e da Psicoterapia; uma nova estrutura conceitual para a Economia e a &lt;a title="Tecnologia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tecnologia"&gt;Tecnologia&lt;/a&gt;; e uma perspectiva &lt;a title="Ecologia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecologia"&gt;ecológica&lt;/a&gt; e &lt;a title="Feminismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Feminismo"&gt;feminista&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Citando o &lt;a title="I Ching" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/I_Ching"&gt;I Ching&lt;/a&gt; – "Depois de uma época de decadência chega o ponto de mutação" – Capra argumenta que os movimentos sociais dos anos 60 e 70 representam uma nova cultura em ascensão, destinada a substituir as nossas rígidas instituições e suas tecnologias obsoletas. Ao delinear pormenorizadamente, pela primeira vez, uma nova visão da realidade, ele espera dotar os vários movimentos com uma estrutura conceitual comum, de modo a permitir que eles fluam conjuntamente para formar uma força poderosa de mudança social.&lt;br /&gt;As descobertas relativas à Física Subatômica revelam essa nova compreensão. E é de se notar que os movimentos ambientais surgiram no momento em que o Homem visualizou pela primeira vez a grande massa terrestre. Naves espaciais enviaram aos terráqueos as fotos de sua Mãe "Azul".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fonte: &lt;a href="http://pt.wikipedia/"&gt;wikipedia&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-5847579397791895396?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/5847579397791895396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=5847579397791895396' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/5847579397791895396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/5847579397791895396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2008/12/o-ponto-de-mutao.html' title='O Ponto de Mutação'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/SUPB4uAzmWI/AAAAAAAAACA/ork91QzMbMI/s72-c/ponto+de+muta%C3%A7%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-5704883091805661824</id><published>2008-12-02T17:07:00.000-03:00</published><updated>2008-12-02T17:12:31.656-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue. Livros. Guinness Book.'/><title type='text'>A trajetória do autor José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/STWWgxr8H6I/AAAAAAAAAB4/6cWZ3ijQECY/s1600-h/JosÃ©+Carlos+Ryoki+de+Alpoim+Inoue.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5275288028372017058" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 220px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/STWWgxr8H6I/AAAAAAAAAB4/6cWZ3ijQECY/s320/Jos%C3%A9+Carlos+Ryoki+de+Alpoim+Inoue.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Milésimo Gol ou Milésimo livro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto se discutia se Romário iria mesmo chegar ao gol de número mil, ele já tinha passado pelo milésimo fazia tempo. E mais: com reconhecimento atestado e até menção no Guinness Book, o livro dos recordes. Na verdade, José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue não marcou mil gols. Ele escreveu mais de mil livros. Isso mesmo! A impressionante marca está na casa dos 1074 livros. Nada mal para quem começou há apenas 21 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ryoki Inoue é o escritor mais produtivo do mundo, o mais prolífico do planeta. É capaz de fazer surgir um título novo durante a madrugada, martelando as teclas impiedosamente. Esse paulista, morador ilustre de Piúma, no Espírito Santo, é um ex-cirurgião torácico com gestos macios e tipicidade dos orientais que vão envelhecendo homeopaticamente. Mesmo assim, a rapidez na criação se traduz em números invejáveis: por anos, dominou 95% do mercado de pocket books - desses vendidos em bancas -; já ultrapassou os 10 milhões de exemplares vendidos; usou pelo menos 39 pseudônimos; e escreveu de tudo: de faroeste à ficção científica, de novelas românticas a livros de guerra, de misticismo a suspense e intrigas políticas. Seus livros são de rápido consumo, de preço baixo e de fácil acesso. Os títulos já foram produzidos à alucinante velocidade de vinte por mês, e Ryoki - quando a pressa mandava - chegou a escrever três títulos num único dia: 360 páginas em 18 horas. Isto é, 20 páginas por hora, uma a cada três minutos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se estivesse num outro país, Ryoki Inoue não apenas seria mais conhecido, como estaria milionário. Se ganhasse ao menos um dólar por exemplar vendido, não consumiria pelo menos doze horas diárias diante da tela de seu computador. Mas o mercado editorial costumava lhe pagar por obra, algo em torno de duzentos dólares. Claro que seus livros vendiam muito mais que isso pelo país, mas fazer o quê? Só há um caminho: escrever, escrever, escrever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para vender suas histórias de faroeste, o escritor não poderia assinar seus próprios livros. Já pensou um japonês narrando um duelo entre caubóis? Ou mesmo um brasileiro? Não podia. Por isso, só foi assinar o próprio nome a partir do milésimo livro: E agora, presidente?, trama que mistura perseguição política, corrupção e até um presidente que contrai aids na Casa Branca!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um portifólio desses, o escritor mais rápido do mundo não cultiva as vaidades dos grandes nomes da literatura, não acumula prêmios ou honrarias, mas vive da literatura que lhe escorre dos dedos. Já foi assunto de reportagens na imprensa nacional e internacional: The New York Times, Folha de S. Paulo, O Globo, Veja, Playboy… Quase sempre, as reportagens apelam para a dimensão da sua produção ou o exotismo de seus personagens e tramas. Quase ninguém se detém sobre a qualidade de seus enredos. Ryoki dá de ombros. Para quem deixou de lado um bisturi para se tornar o escritor mais prolífico do mundo, isso não é nada. E isso usando apenas os indicadores e os dedos médios…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais tranqüilo, Ryoki reduziu o ritmo nos últimos anos. Agora, quer produzir um romance a cada ano ou dois. Como ele dá vazão à criação represada? Tem seu site oficial e dois blogs. Só. Como Romário, esse Ryoki é mesmo um craque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 Perguntas&lt;br /&gt;1. Qual é o tempo de um livro?&lt;br /&gt;Depende. Quanto à temporalidade, um livro pode se situar nos passado, no presente ou no futuro, como todos sabem. Se você quer perguntar quanto tempo leva para fazer um livro, eu responderia também que depende. Seqüestro Fast Food escrevi em 06 horas. Já O Fruto do Ventre, que vai sair pela Record por volta de agosto deste ano, levei quase dois anos para escrever e Quinze Dias em Setembro, que ainda estou negociando com as editoras, levou quase 05 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Escrever se assemelha a que tipo de dor?&lt;br /&gt;Se escrever doesse de alguma maneira, eu já teria morrido. Não creio que escrever doa, muito pelo contrário. É um alívio, uma catarse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Escrever se parece com qual prazer?&lt;br /&gt;Não se parece. Escrever é um prazer. Aliás, o mesmo prazer que se sente ao ver realizada alguma coisa, ao perceber um objetivo alcançado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Terminado um livro, o que leva o escritor a escrever mais outro e outro e outro?&lt;br /&gt;As oportunidades de estudar e explorar novos temas. Acho que um dos fatores é a curiosidade que tão bem caracteriza o verdadeiro escritor (aquele que vive do que escreve). Some-se a isso a profusão de story lines que o dia-a-dia brasileiro fornece. E acrescente-se a necessidade de pagar as contas…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Para o autor, que significa o ponto final?&lt;br /&gt;Mais uma vez, depende. Para o escritor extemporâneo, para o autor diletante, o ponto final é o término de uma aventura, de um desafio, o início de uma vaidade, a sensação da realização de um sonho. Para o escritor profissional, é apenas o estímulo para o início de outro livro. — por Rogério Cristofoletti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: Entrevista com José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue, para o Gaveta do Autor - www.gavetadoautor.com &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-5704883091805661824?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/5704883091805661824/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=5704883091805661824' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/5704883091805661824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/5704883091805661824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2008/12/trajetria-do-autor-jos-carlos-ryoki-de.html' title='A trajetória do autor José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/STWWgxr8H6I/AAAAAAAAAB4/6cWZ3ijQECY/s72-c/Jos%C3%A9+Carlos+Ryoki+de+Alpoim+Inoue.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-3693114603266050627</id><published>2008-11-07T10:28:00.000-03:00</published><updated>2008-11-07T10:31:25.019-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Web3'/><title type='text'>O Futuro da Internet</title><content type='html'>Web 3.0 entra em cena pelas mãos de ex-editor da Wired&lt;br /&gt;Kevin Kelly, fundador e ex-editor da revista Wired, fez as contas. Há 6.527 dias se inventou o protocolo da internet. Esse foi o primeiro grande passo da internet, o compartilhamento de computadores.&lt;br /&gt;Caio Túlio Costa e Caíque Severo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo passo foi o do compartilhamento de links, de páginas, de documentos. O terceiro passo será o da web 3.0. Então? Todos esperavam mais uma definição de um conceito ainda rarefeito. Kevin definiu. A web 3.0 será aquele momento de compartilhamento de dados e mais dados.&lt;br /&gt;Aquele momento em que a internet será um poderoso banco de dados e todos os dados de cada página, de cada link, de cada dado recôndito no mais profundo lugar de um servidor, poderão ser compartilhados, pesquisados, revistos, reescritos, recuperados, remexidos. Para Kevin Kelly, tudo que usa energia vai fazer parte da rede. "Teremos um banco de dados de coisas." Ele imaginou, então, como serão os próximos 6.500 dias da internet.&lt;br /&gt;Não teremos apenas a web melhorada. Todas as telas de todos os dispositivos estarão olhando para a mesma máquina. Será uma única máquina como zilhões de processadores independentes. A Web será o sistema operacional de uma nuvem de serviços. Ele diz: "Imagino a web como um buraco negro, que irá sugar todas as informações. E eu realmente quero dizer todas as informações. Todos os tipos de informação estarão regidas pela mesma lei."&lt;br /&gt;Isso afetará também a economia que terá uma espécie de coração financeiro único, batendo no mesmo ritmo. Todas as informações serão organizadas em bases de dados, pois é a única forma de se poder compartilhar. Se uma informação não pode ser compartilhada, ela não importa. E as consequências de se estar desconectado se tornarão cada vez mais graves. Isso irá criar um "ser extendido" - um novo conceito surgiu em São Francisco. "Nós começamos compartilhando computadores, depois compartilhamos links e agora vamos compartilhar dados", diz Kevin.&lt;br /&gt;Ele afirma mais e mais firme: "a web será dona de todos os bits".&lt;br /&gt;Kevin finalizou com mais uma frase de impacto: acha que todos devem acreditar ainda mais no impossível.&lt;br /&gt;Fonte: noticias ig. (&lt;a href="http://tecnologia.ig.com.br/noticia/2008/11/06/web_30_entra_em_cena_pelas_maos_de_ex_wired_2100625.html"&gt;http://tecnologia.ig.com.br/noticia/2008/11/06/web_30_entra_em_cena_pelas_maos_de_ex_wired_2100625.html&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-3693114603266050627?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/3693114603266050627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=3693114603266050627' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/3693114603266050627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/3693114603266050627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2008/11/o-futuro-da-internet.html' title='O Futuro da Internet'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-7205458483582618338</id><published>2008-10-20T15:14:00.000-03:00</published><updated>2008-10-20T15:15:22.369-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Euclides da Cunha. Literatura brasileira'/><title type='text'>Oxford edita em inglês obra de Euclides da Cunha sobre Amazônia</title><content type='html'>&lt;table class="box_principal_spc" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="titulo_centro_noticia" valign="bottom"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td class="texto_centro" valign="bottom"&gt;Folha On-Line - SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ensaios do  engenheiro, escritor e sociólogo brasileiro Euclides da Cunha (1866-1909) sobre  a região do Amazonas acabam de ser traduzidos para o inglês sob o título "The  Amazon: Land Without History".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A edição comentada pertence à série  "Library of Latin America" da editora da Universidade de Oxford. A proposta é  apresentar a obra de escritores latino-americanos do século 19 e 20 ao público  de língua inglesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos ensaios da nova edição foi recolhida  pelo autor em "À margem da história", uma coleção publicada logo após sua  trágica morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 1909, quando foi morto pelo amante da sua mulher,  Euclides da Cunha se tornou um ícone da história intelectual brasileira. Não só  pelos recursos de sua escritura e pelos detalhes de sua própria biografia, mas  também por ter conseguido descrever a essência do brasileiro como nunca antes e,  para muitos críticos, nunca mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os críticos, a ambição do  autor era recriar em seus ensaios dedicados à região do Amazonas o sucesso da  sua primeira e mais famosa obra, "Os Sertões" (1902), que refletiu o conflito da  sociedade brasileira da época a partir da rebelião de Canudos, de 1897. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obra ganhou ressonância no público e garantiu para o autor, um ano  mais tarde, um lugar na Academia Brasileira das Letras e no Instituto Histórico  e Geográfico Brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a fama conquistada e seu estilo  estabelecido, o escritor começou a produção dos novos ensaios em 1905, durante  sua participação numa expedição binacional para determinar a fronteira entre  Peru e Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Euclides da Cunha descreve a Amazônia com sua  inconfundível mistura de imparcialidade científica e apaixonada subjetividade.  Na exuberância da floresta, encontra uma paisagem que segue as suas próprias  regras e onde a história não teria deixado pegadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A posição  aparentemente inofensiva dos primeiros ensaios disfarça, segundo Lúcia Sá,  autora do prefácio, o projeto colonial do autor. Um aspecto curioso, ela  destaca, é que os povos indígenas da região amazônica estão quase completamente  ausentes do texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor parece atribuir o fato às características  inóspitas do território "anfíbio" da Amazônia. Ao descrever a região como um  deserto, estaria facilitando qualquer esforço posterior de ocupação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando admite a presença indígena, como faz ao comparar os índios do  Peru e os do Brasil, a linguagem que utiliza parece inicialmente chocante, e  freqüentemente inadmissível, para um leitor do século 21. Freqüentemente as  descrições são repugnantes. Fora do seu contexto histórico, pareceria  inexplicável a posição privilegiada que Euclides da Cunha sustenta, até nossos  dias, na história intelectual brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, os ensaios, tão  repletos de inconsistências e contradições, paradoxalmente, se transformam num  fiel reflexo da esquizofrênica sociedade da época e do esforço de modernização  do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das grandes conquistas da edição é a tradução de Ronald  Sousa, que preserva o tom positivista num inglês às vezes comedido e outras,  recarregado. O texto expõe a toda uma nova geração de leitores um texto que  descreve num estilo único e inigualável a vasta e conflituosa situação do Brasil  há apenas um século.&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-7205458483582618338?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/7205458483582618338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=7205458483582618338' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/7205458483582618338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/7205458483582618338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2008/10/oxford-edita-em-ingls-obra-de-euclides.html' title='Oxford edita em inglês obra de Euclides da Cunha sobre Amazônia'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-7191197457880935603</id><published>2008-10-17T11:25:00.000-03:00</published><updated>2008-10-17T11:28:00.580-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cerebro. pesquisa. google.'/><title type='text'>Fazer buscas na web estimula cérebro de pessoas com mais de 54 anos</title><content type='html'>Realizar pesquinas na internet estimula a área do cérebro que controla a tomada de decisões e resoluções complexas em usuários de 55 a 76 anos de idade, revelou a Universidade da Califórnia nesta terça-feira (14/11).&lt;br /&gt;Pesquisadores realizaram um estudo com 24 pessoas com funções neurológicas estáveis, sendo que metade tinha experiência com a internet e metade não. Os voluntários foram submetidos a leituras e buscas.&lt;br /&gt;Quando levados a realizar pesquisas na internet, foi ativado um novo circuito neurológico, não ativado pelas leituras, no grupo que já tinha experiência com internet.&lt;br /&gt;Quem tinha histórico de uso da web teve o dobro de aumento das atividades cerebrais ao realizar buscas online, em comparação com as pessoas sem experiência.&lt;br /&gt;Na ressonância magnética, os cientistas chamam a menor atividade cerebral registrada de ‘voxel’. Os pesquisadores descobriram que durante uma busca, os usuários com mais experiência ativaram 21.782 voxels, enquanto os não-familiarizados com a web ativaram 8.646 voxels.&lt;br /&gt;Segundo os cientistas, os cérebros de quem não navega reagem menos ao processo de busca porque as pessoas não conhecem as estratégias para obter sucesso na nova atividade.&lt;br /&gt;Por outro lado, as decisões a serem tomadas ativam circuitos cognitivos importantes no cérebro, diz o estudo, mostrando que o cérebro continua a aprender mesmo no envelhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;PC World (EM 15/10/2008 14:19:08)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-7191197457880935603?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/7191197457880935603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=7191197457880935603' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/7191197457880935603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/7191197457880935603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2008/10/fazer-buscas-na-web-estimula-crebro-de.html' title='Fazer buscas na web estimula cérebro de pessoas com mais de 54 anos'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-7039684319844466332</id><published>2008-10-16T21:31:00.001-03:00</published><updated>2008-10-17T11:38:57.609-03:00</updated><title type='text'>Real Biblioteca da Ajuda</title><content type='html'>&lt;p&gt;A fim de levar a cabo essa missão, o rei Dom &lt;a title="José I de Portugal" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/JosÃ©_I_de_Portugal"&gt;José I de Portugal&lt;/a&gt; e o ministro &lt;a class="mw-redirect" title="Marquês de Pombal" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MarquÃªs_de_Pombal"&gt;Marquês de Pombal&lt;/a&gt; empenharam-se em juntar o pouco que sobrara da Real Livraria e a organizar, no Palácio da Ajuda, uma nova biblioteca, que se tornou importante pela composição de seu acervo que, em &lt;a title="1807" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1807"&gt;1807&lt;/a&gt; reunia cerca de sessenta mil peças, entre livros, manuscritos, incunábulos, gravuras, mapas, moedas e medalhas. Este acervo foi aquele trazido ao Brasil após a vinda da família real em &lt;a title="1808" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1808"&gt;1808&lt;/a&gt;, em conseqüência da &lt;a class="new" title="Invasão de Portugal (ainda não escrito)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Invas%C3%A3o_de_Portugal&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;invasão de Portugal&lt;/a&gt; pelas tropas francesas comandadas por &lt;a title="Napoleão Bonaparte" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/NapoleÃ£o_Bonaparte"&gt;Napoleão Bonaparte&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mudança para o Rio de Janeiro&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/FODG9QQjIYg&amp;amp;hl=" width="425" height="344" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" fs="1"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;O acervo foi trazido em três etapas, sendo a primeira em &lt;a title="1810" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1810"&gt;1810&lt;/a&gt; e as outras duas em &lt;a title="1811" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1811"&gt;1811&lt;/a&gt;. A biblioteca foi acomodada, inicialmente, nas salas do andar superior do &lt;a class="new" title="Hospital da Ordem Terceira do Carmo (ainda não escrito)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Hospital_da_Ordem_Terceira_do_Carmo&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Hospital da Ordem Terceira do Carmo&lt;/a&gt; (de acordo com o alvará de &lt;a class="mw-redirect" title="27 de julho" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/27_de_julho"&gt;27 de julho&lt;/a&gt; de 1810), localizado na antiga rua de trás do Carmo, atual &lt;a class="new" title="Rua do Carmo (Rio de Janeiro) (ainda não escrito)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Rua_do_Carmo_(Rio_de_Janeiro)&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;rua do Carmo&lt;/a&gt;, próximo ao &lt;a title="Paço Imperial" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PaÃ§o_Imperial"&gt;Paço Imperial&lt;/a&gt;. As instalações, no entanto, foram consideradas inadequadas e poderiam por em risco tão valioso acervo assim, em &lt;a class="mw-redirect" title="29 de outubro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/29_de_outubro"&gt;29 de outubro&lt;/a&gt; de 1810, data que ficou atribuída à fundação oficial da Biblioteca Nacional, o príncipe regente editou um decreto que determinava que, no lugar que havia servido de catacumbas aos religiosos do Carmo, se erigisse e acomodasse a "minha Real Biblioteca e instrumentos de física e matemática, fazendo-se à custa da Real Fazenda toda a despesa conducente ao arranjamento e manutenção do referido estabelecimento".&lt;br /&gt;&lt;a id="Nova_sede" name="Nova_sede"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Biblioteca_Nacional_do_Brasil#Real_Biblioteca_da_Ajuda"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Biblioteca_Nacional_do_Brasil#Real_Biblioteca_da_Ajuda&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5334604944233678672-7039684319844466332?l=bibliodados.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bibliodados.blogspot.com/feeds/7039684319844466332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5334604944233678672&amp;postID=7039684319844466332' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/7039684319844466332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5334604944233678672/posts/default/7039684319844466332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bibliodados.blogspot.com/2008/10/real-biblioteca-da-ajuda.html' title='Real Biblioteca da Ajuda'/><author><name>Mardiniz7</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03071547108660759274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5334604944233678672.post-1545032879226764478</id><published>2008-10-16T21:05:00.000-03:00</published><updated>2008-10-16T21:26:41.504-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='feira de livro'/><title type='text'>Feira impulsiona venda de livros em São Luís</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/SPfblmTUgbI/AAAAAAAAABQ/C3Uhnfs4Wds/s1600-h/feira+de+livro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5257912528961569202" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_mfTKP_i1PqY/SPfblmTUgbI/AAAAAAAAABQ/C3Uhnfs4Wds/s320/feira+de+livro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;POR MIVAN GEDEON&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;A venda de livros na capital maranhense ganhou um grande impulso com a 2ª Feira do Livro de São Luís, que acontece de 9 a 19 deste mês. Quem fez a constação foram os próprios proprietários e funcionários das livrarias que estão participando do evento. “Estamos vendendo bastante, até mais do q
